Terça-feira, Maio 21

Desigualdades sociais na saúde

Investigadores apontam para uma relação entre as classes sócio-económicas e a origem social e a resposta à doença. O nível económico reflete-se nas condições de vida, na alimentação, no acesso a diversos serviços de saúde, mas também nos riscos no trabalho e na segurança habitacional. Estas diferenças também se fazem sentir num país com Serviço Nacional de Saúde? Há ou não determinantes sociais da saúde? Porquê? Como são esbatidas? São mais visíveis em tempos de dificuldade económica? Os pobres estão condenados a terem menos saúde que os ricos?

Segunda-feira, Maio 20

Distúrbios alimentares

Anorexia e bulimia são os distúrbios alimentares mais conhecidos, mas existem outros quadros clínicos menos frequentes, como a voracidade alimentar e a obesidade mórbida. Os números da anorexia estabilizaram e os da bulimia diminuíram nos últimos 20 a 30 anos. Um avanço que em boa medida se deve ao aumento das consultas da especialidade. Por outro lado, a obesidade, nomeadamente a infantil, tem aumentado de forma alarmante, equiparável a uma epidemia. A que devem estar atentos pais e educadores? Como se desenvolvem estes quadros clínicos? Que influência tem a publicidade? Há tratamento para os distúrbios alimentares ou é uma doença para a vida?

Sexta-feira, Maio 17

Evitar o enfarte

Por hora morrem quatro portugueses com enfarte ou AVC, de acordo com dados do INE.
Mas os números têm vindo a diminuir.
As explicações podem estar nos fármacos mais eficazes e nas campanhas de prevenção contra o tabaco e a hipertensão que promovem estilos de vida saudáveis.
Neste Mês do Coração reunimos os principais especialistas no Sociedade Civil para saber o que podemos fazer para cuidar melhor do coração e evitar um enfarte.

Quinta-feira, Maio 16

Fundos comunitários: como beneficiar?

Na primeira década do século o Produto Interno Bruto português teria sido 16% mais baixo sem a ajuda dos fundos comunitários, de acordo com cálculos da União Europeia.
Entre apoios comunitários diretos e indirectos há vários tipos de fundos a que indivíduos e organizações portuguesas podem recorrer. Desde apoios à formação a financiamentos de projetos de investigação científica ou de empreendedorismo social, até à aplicação de verbas avultadas para o desenvolvimento regional. Sem esquecer o Erasmus, o Leonardo da Vinci, entre outros programas de apoios à mobilidade na UE.
Quem pode recorrer a estes financiamentos? Onde obter informação? Que iniciativas são apoiadas?

Quarta-feira, Maio 15

A vida secreta dos adolescentes

As hormonas são as responsáveis pelos comportamentos instáveis, típicos da adolescência.
Mas até ser atingida a maturidade física e emocional é preciso atenção máxima às escolhas e decisões feitas nesta fase da vida.
O Inquérito Nacional em Meio Escolar revelou que os adolescentes portugueses consomem cada vez mais álcool, tabaco e droga. Aliás, 40 mil adolescentes do secundário reportam consumo recente de cannabis.
O que sabem os pais destes comportamentos? Como conversam sobre isso em casa? E em meio escolar o que pode ser feito?
Porque optam os adolescentes por comportamentos de risco?

Terça-feira, Maio 14

Como conseguir e negociar um empréstimo?

40% das famílias portuguesas estão endividadas, devendo, em média, 32 mil euros a uma instituição de crédito. Além disso, 25% tem a casa hipotecada ao banco onde contraiu empréstimo para compra de habitação.
Depois de um período em que o crédito foi facilitado, é cada vez mais difícil o seu acesso, nomeadamente na habitação, que deixou de ser financiada a 100% no que respeita à compra de imóveis novos.
Como contornar estas limitações? Que outras formas há para comprar casa? E para conseguir créditos para outros fins? Como negociar a melhor taxa para um empréstimo?
Neste Sociedade Civil vamos ainda apresentar soluções para quem quer renegociar dívidas.

Segunda-feira, Maio 13

Morte assistida

A eutanásia ou suicídio assistido é proibida em Portugal, sendo considerada um crime de homicídio privilegiado com uma pena que pode ir até cinco anos de prisão.
Por outro lado, o testamento vital é permitido desde Agosto de 2012. Genericamente, serve para uma pessoa manifestar que rejeita, por exemplo, tratamentos que apensas retardem o processo de morte. Mas já funciona na prática?
E porque não têm os portugueses o direito a morrer, à semelhança de outros países da Europa? Que dilemas éticos levanta este processo? Quem apoia e quem se opõem?

Sexta-feira, Maio 10

Mortes na estrada: como acabar com este flagelo?



Portugal é o segundo país da Europa ocidental com maior taxa de mortalidade na estrada, de acordo com um relatório da Organização Mundial de Saúde.
Este estudo analisou também as políticas de prevenção rodoviária, revelando que só um em cada sete países tem legislação abrangente que cubra os cinco fatores de risco: álcool, excesso de velocidade, uso de capacete, cintos de segurança e sistemas de retenção para as crianças.
Como tem evoluído os dados em Portugal? Que políticas foram adotadas nos últimos anos? É ou não possível acabar com as mortes na estrada?