segunda-feira, março 12

Ética no desporto

Em ano de Jogos Olímpicos e numa altura em que o desporto é notícia pelos piores motivos – doping e violência – vamos falar sobre a ética nesta atividade. Afinal, o desporto é, provavelmente, a melhor forma de união entre povos e uma solução para atenuar clivagens relacionadas com discriminação étnica, social ou de género. O desporto é um direito de todos independentemente da nacionalidade, origem étnica, religião, orientação sexual, deficiência, género ou condição económica. Conheça os projetos em curso em Portugal e o que está a ser feito (ou falta fazer) para combater a violência e o consumo de substâncias dopantes no desporto.

CONVIDADOS:
Joaquim Evangelista, Pres. Sindicato Jogadores Futebol Profissional
Nelson Lopes, Atleta Paralímpico Natação
António Rosado, Professor FMH
Salomé Marivoet, Professora e investigadora

sexta-feira, março 9

É possível viver sem dinheiro?

Segundo a experiência de um antigo empresário inglês, é possível viver sem qualquer dinheiro. Cultiva os seus próprios alimentos, lava a roupa num rio, produz energia e faz tudo com o que a natureza oferece. E ainda criou uma fundação que ajuda outros a seguirem o seu exemplo. Este Sociedade Civil servirá para refletir sobre a possibilidade de nos desligarmos mais dos bens materiais. Mas de que forma é possível (sobre)viver fora de uma sociedade alicerçada na economia monetária? A dinâmica das trocas de produtos e serviços começa a ganhar alguma expressão na sociedade portuguesa, nomeadamente nas faixas etárias mais jovens. Vamos hoje tentar perceber de quanto dinheiro realmente precisamos para viver.

CONVIDADOS:
Susana Albuquerque, Secretária-geral Asfac
Andresa Salgueiro, Mentora projeto “Believe in Portugal”
Hugo Franco, Jornalista Expresso
Nuno Ladeiras, Fundador Rede Barter

quinta-feira, março 8

O papel da mulher: cuidar dos filhos ou trabalhar?

Neste Sociedade Civil queremos avaliar o papel da mulher na sociedade contemporânea. Sabemos que são muito mais qualificadas que noutros tempos, já que representam 60,3% dos portugueses com ensino superior. Têm alguma expressão em administração de empresas e dão provas na área da investigação. São profissionais e muitas delas assumem um papel preponderante no núcleo familiar, onde tomam conta dos idosos e dos filhos. Segundo algumas vozes da Igreja Católica, a mulher ainda deve ter como função primordial a educação dos filhos. Esta é uma visão retrógada ou realista, porque protege o núcleo familiar e contribui para o aumento da natalidade? Este modelo vigora nos EUA, mas a lei concede à mulher 50% dos bens do casal, mesmo que não trabalhe. Em Portugal, o que protege as “donas de casa” em caso de divórcio?

CONVIDADOS:
Fátima Duarte, Presidente CIG (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género)
Patrícia Liz Silva, Representante da ACEGE (Associação Cristã de Empresários e Gestores)
Sandra Ribeiro, Presidente CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego)
Vítor Machado, Representante CNAF (Confederação Nacional das Associações de Família)

quarta-feira, março 7

Seguros de saúde: como escolher?

Como escolher o melhor seguro para si e para a sua família? Um em cada cinco portugueses tem seguro de saúde, mas será que compensa? Que contas fazem na altura de contratar um seguro de saúde? Que situações o seguro deve cobrir? Como reclamar quando alguma coisa corre menos bem? As entidades de defesa do consumidor defendem que todos os seguros de saúde têm falhas. Resta-nos estar atentos e escolher o menos mau? Não deveria haver uma maior transparência neste setor?
Informe-se e forme a sua opinião neste Sociedade Civil.


CONVIDADOS:
José Teles de Matos, Provedor do Cliente de Companhia de Seguros (Grupo Tranquilidade)
Orlando Monteiro da Silva, Bastonário OMD (Ordem dos Médicos Dentistas)
Luís Drummond Borges, Diretor-geral AdvanceCare
Rui Fidalgo, Diretor Área Relações com os Consumidores ISP (Instituto de Seguros de Portugal)

terça-feira, março 6

Como lidar com o stress?

Os dias têm apenas 24 horas que, para muitos portugueses, não são suficientes para levarem a cabo todas as atividades quotidianas. Para “alargamos” os dias, dormimos menos horas e mantemos o metabolismo do corpo em contínua ação. Esta é uma das principais causas de stress: quando queremos “acrescentar” horas ao relógio.
Para além do stress causado pelas atividades do dia a dia, há também o stress provocado pela inatividade, no caso dos desempregados, pela falta de dinheiro, ou por outros problemas que causam ansiedade. Como lidar com isto? Qual a melhor forma de ultrapassar o stress: com a ajuda de fármacos ou com métodos naturais? Quais as consequências do stress na saúde e no relacionamento com os outros?

CONVIDADOS:
Maria José Chambel, Psicóloga Faculdade Psicologia Lx
Hélder Carminé, Jovem Empresário
Clotilde Limbert, Representante SPEDM
João Pedro Gorjão Clara, Médico Cardiologista

segunda-feira, março 5

Declaração de IRS: o que muda?

Deduzir a prestação da casa no IRS ainda é posssível este ano?
E os Planos de Poupança Reforma? Como fica a situação das pensões de alimentos? As deduções estão dependentes dos escalões de rendimentos de cada contribuinte?
Qual o teto máximo de dedução? E até quando se irão manter estes escalões de IRS?
As mudanças são muitas e, segundo o Orçamento Geral de Estado para 2012, estas medidas apenas servem para reforçar as receitas do Estado. Mas até quando o contribuinte conseguirá suportar o aumento da carga de impostos sem que possa deduzir as despesas mais comuns com educação ou saúde? Todas as respostas antes de preencher o seu IRS neste Sociedade Civil.

CONVIDADOS:
Paula Franco, Consultora OTOC
Ernesto Pinto, Fiscalista DECO
Amândio Alves, Representante CNAF (Confederação Nacional das Associações de Família)
Leonardo Marques dos Santos, Professor Direito Fiscal UCP

sexta-feira, março 2

Por que é que as mulheres ganham menos que os homens?

Eurodeputados portugueses apresentaram recentemente um conjunto de propostas que visam reduzir a diferença salarial entre homens e mulheres. Uma diferença de mais de 17%, quando em 2005 era de 15%. As mulheres continuam fora das instâncias governamentais, apesar de representarem mais de 60% dos licenciados que saem das universidades. Como se pode acabar com esta desigualdade? Por mérito ou por quotas? Com leis da paridade? Penalizações para as empresas que não cumpram a igualdade salarial? Mudam-se mentalidades com decretos de lei? Como atingir um mercado livre de estereótipos?

CONVIDADOS:
Carla Morgado, Advogada - Representante Ordem Advogados
Catarina Horta, Membro direção APG
Fernanda Ilhéu, Representante Ordem Economistas
Sandra Ribeiro, Presidente CITE

quinta-feira, março 1

Iliteracia na saúde

Todos temos noções de saúde e consideramos que podemos experimentar um ou outro medicamento quando estamos doentes, até mesmo dar “consultas” aos familiares. O que não sabemos é que podemos estar a por em risco a nossa saúde e a dos outros.
Números sobre iliteracia na saúde não há, mas todos concordam que falta aos portugueses capacidade para entenderem a informação sobre saúde ou que falta informação sobre saúde “trocada por miúdos”.
A automedicação é perigosa ou deve ser promovida? As bulas do medicamentos deveriam ser simplificadas? Que fontes de informação sobre saúde podem ser consideradas fiáveis?

CONVIDADOS:
Alexandre Castro Caldas, Médico neurologista
Gabriela Plácido, Farmacêutica - Ordem dos Farmacêuticos
António Vilar, Secretário-geral ANDAR
Pedro Melo, Enfermeiro - Ordem dos Enfermeiros