As doenças de coração afetam cada vez mais o sexo feminino, sendo responsáveis por uma em cada três mortes.
Os sinais e os sintomas são difíceis de prever e deixam sequelas mais devastadoras do que nos homens.
Muitos acreditam que o aumento destas mortes se deve forçosamente à mudança de hábitos das sociedades modernas. Tabagismo e toma da pílula podem ser algumas das explicações,
bem como o stress.
Neste debate chamamos os especialistas para que possam contextualizar melhor este fenómeno e para que todas as mulheres possam estar informadas sobre a sua saúde.
Convidados:
Fernando Pádua, Médico cardiologista e Presidente Fundação Professor Fernando Pádua
Liliana Dias, Psicóloga clínica da saúde no contexto das organizações
Paula Ambrósio, Médica ginecologista
Elsa Feliciano, Associação Portuguesa dos Nutricionistas
quinta-feira, abril 19
segunda-feira, abril 16
17 de abril: Medicamentos mais baratos… e melhores?
Os medicamentos ficaram mais baratos no início deste mês e os genéricos irão baixar já nos primeiros dias de maio.
Uma excelente notícia para as famílias portuguesas que gastam uma boa fatia dos seus rendimentos em medicamentos. Os medicamentos de marca baixam 4% no valor de venda ao público e os genéricos devem reduzir, em média, quase 20%. De acordo com a legislação os genéricos devem passar a custar no máximo metade do valor do medicamento de marca. Uma obrigação justificada pela necessidade dos preços estarem alinhados com a média de países como a Espanha, Itália e Eslovénia. Mas que garantias tem o consumidor sobre a qualidade dos medicamentos? O que diferencia um medicamento de marca de um genérico? Se têm a mesma eficácia, por que têm preços tão diferentes?
Convidados:
João Barroca, Vice-presidente Apifarma
Suzete Costa, Diretora Centro de Estudos e Avaliação em Saúde da Associação Nacional das Farmácias
Frederico Teixeira, Representante Ordem dos Médicos
Paulo Lilaia, Presidente Apogen
Uma excelente notícia para as famílias portuguesas que gastam uma boa fatia dos seus rendimentos em medicamentos. Os medicamentos de marca baixam 4% no valor de venda ao público e os genéricos devem reduzir, em média, quase 20%. De acordo com a legislação os genéricos devem passar a custar no máximo metade do valor do medicamento de marca. Uma obrigação justificada pela necessidade dos preços estarem alinhados com a média de países como a Espanha, Itália e Eslovénia. Mas que garantias tem o consumidor sobre a qualidade dos medicamentos? O que diferencia um medicamento de marca de um genérico? Se têm a mesma eficácia, por que têm preços tão diferentes?
Convidados:
João Barroca, Vice-presidente Apifarma
Suzete Costa, Diretora Centro de Estudos e Avaliação em Saúde da Associação Nacional das Farmácias
Frederico Teixeira, Representante Ordem dos Médicos
Paulo Lilaia, Presidente Apogen
domingo, abril 15
16 de abril: A sua voz interessa
“A sua voz interessa” é o lema internacional escolhido para assinalar o Dia Mundial da Voz, que hoje decorre.
Este programa serve a todos os que precisam de informações sobre as alterações da voz com a idade, cuidados especiais para quem usa a voz como instrumento de trabalho, os problemas mais comuns do aparelho vocal, os efeitos produzidos por algum tipo de medicação, como manter uma voz saudável e como evitar o mais comum do males: a rouquidão.
Estas são as áreas que preocupam os profissionais de saúde, que hoje estarão no Sociedade Civil para dar os conselhos mais especializados sobre o tema. Porque “a sua voz interessa”.
Convidados:
João Paço, Médico Otorrinolaringologista, Responsável do Laboratório de Voz e Professor Otorrinolaringologia Universidade Nova Lisboa
Isabel Guimarães, Terapeuta da fala
Lúcia Lemos, Professora de voz e cantora lírica
Carlos Mendes, Cantor e compositor
Este programa serve a todos os que precisam de informações sobre as alterações da voz com a idade, cuidados especiais para quem usa a voz como instrumento de trabalho, os problemas mais comuns do aparelho vocal, os efeitos produzidos por algum tipo de medicação, como manter uma voz saudável e como evitar o mais comum do males: a rouquidão.
Estas são as áreas que preocupam os profissionais de saúde, que hoje estarão no Sociedade Civil para dar os conselhos mais especializados sobre o tema. Porque “a sua voz interessa”.
Convidados:
João Paço, Médico Otorrinolaringologista, Responsável do Laboratório de Voz e Professor Otorrinolaringologia Universidade Nova Lisboa
Isabel Guimarães, Terapeuta da fala
Lúcia Lemos, Professora de voz e cantora lírica
Carlos Mendes, Cantor e compositor
sexta-feira, abril 13
O papel dos avós
Com a esperança média de vida a aumentar, os avós podem acompanhar os netos até serem adultos. Substituem os pais, demasiados atarefados para estarem presentes em todas as etapas da educação dos filhos. Os avós vão buscá-los à escola que termina antes do emprego dos pais, comparecem nas reuniões de encarregados de educação, estimulam as atividades extra-curriculares, ensinam a andar, a falar, a estar…
Isto quando a distância geográfica o permite ou se os avós já tiverem terminado a sua atividade profissional. Mas quais as consequências de uma educação que não é dada pela geração imediatamente anterior? De que forma os avós deveriam estar mais presentes na educação dos netos? Que valores se perdem?
Convidados:
Teresa Costa Macedo, Presidente da Confederação Nacional das Associações de Família
José Manuel Gonçalves, Confederação Nacional das Associações de Pais
Judite Santos Silva, Avó
Helena Rebelo Pinto, Instituto Ciências Família UCP
Isto quando a distância geográfica o permite ou se os avós já tiverem terminado a sua atividade profissional. Mas quais as consequências de uma educação que não é dada pela geração imediatamente anterior? De que forma os avós deveriam estar mais presentes na educação dos netos? Que valores se perdem?
Convidados:
Teresa Costa Macedo, Presidente da Confederação Nacional das Associações de Família
José Manuel Gonçalves, Confederação Nacional das Associações de Pais
Judite Santos Silva, Avó
Helena Rebelo Pinto, Instituto Ciências Família UCP
quarta-feira, abril 11
12 de Abril: Cidades amigas das crianças
O relatório da UNICEF “Situação mundial da infância 2012: crianças no mundo urbano” revela um Portugal que julgávamos ter superado: a pobreza urbana não desapareceu. Apesar de terem desaparecido os bairros de barracas, as condições em que vivem as crianças hoje não deixam de ser alarmantes. Muitas delas estão desacompanhadas na escola, desintegradas do contexto familiar e expostas à criminalidade. Para além das situações de pobreza, há crianças que não brincam nas ruas, não usufrem dos parques infantis nem dos espaços urbanos porque as cidades estão construidas para automóveis e espaços edificados. Será possível inverter esta situação? Que cidades são estas tão hóstis às crianças? Que soluções há para tornar as cidades mais amigas das crianças?
Convidados:
Dulce Rocha, Vice-presidente Instituto de Apoio à Criança
Susana Morais,Coordenadora Núcleo Programação e Ambiente Parques de Sintra-Monte da Lua
Sandra Nascimento, Presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil
Rui Alexandre, Presidente da Secção Regional Sul Ordem dos Arquitectos
Convidados:
Dulce Rocha, Vice-presidente Instituto de Apoio à Criança
Susana Morais,Coordenadora Núcleo Programação e Ambiente Parques de Sintra-Monte da Lua
Sandra Nascimento, Presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil
Rui Alexandre, Presidente da Secção Regional Sul Ordem dos Arquitectos
É possível comer bem e barato?
Ter bons hábitos alimentares é primordial para ter uma saúde equilibrada. Mas comer barato é sinónimo de comer bem?
Muitos portugueses optam, neste momento de crise, pelo chamado “junk food” ou “lixo alimentar”. Uma opção pouco saúdável, mas mais barata. Mas que efeito tem a longo prazo a ingestão de mais sal, mais gordura e mais calorias presentes nestes alimentos? E a comida pré-cozinhada que se compra nos supermercados é ou não equilibrada do ponto de vista nutricional? É possível comer refeições saudáveis com pouco dinheiro? Como? Que receitas existem? Que hábitos alimentares devem ser mudados?
As receitas estarão na mesa do SC de hoje.
Convidados:
José Manuel Silva, BastonárioOrdem dos Médicos
Gonçalo Moreira Guerra, Associação Portuguesa dos NutricionistasPedro Queiroz, Diretor-geral Federação das Indústrias Portuguesas Agro-alimentares
António Vaz Carneiro, Médico nefrologista e Diretor CEMBE - Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência da Universidade de Lisboa
Muitos portugueses optam, neste momento de crise, pelo chamado “junk food” ou “lixo alimentar”. Uma opção pouco saúdável, mas mais barata. Mas que efeito tem a longo prazo a ingestão de mais sal, mais gordura e mais calorias presentes nestes alimentos? E a comida pré-cozinhada que se compra nos supermercados é ou não equilibrada do ponto de vista nutricional? É possível comer refeições saudáveis com pouco dinheiro? Como? Que receitas existem? Que hábitos alimentares devem ser mudados?
As receitas estarão na mesa do SC de hoje.
Convidados:
José Manuel Silva, BastonárioOrdem dos Médicos
Gonçalo Moreira Guerra, Associação Portuguesa dos NutricionistasPedro Queiroz, Diretor-geral Federação das Indústrias Portuguesas Agro-alimentares
António Vaz Carneiro, Médico nefrologista e Diretor CEMBE - Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência da Universidade de Lisboa
terça-feira, abril 10
Seguros de saúde oral: como escolher?
Mais de um terço dos portugueses tem uma prótese e menos de metade consulta um médico dentista mais de uma vez por ano. Uma das explicações é o facto de a maioria dos serviços de saúde oral estarem no setor privado, dado que a inclusão destes profissionais no SNS tem sido uma luta que está longe de terminar. Muitos dos utentes não têm outra hipótese senão comprarem um seguro de saúde ou outro plano de saúde oral que cubra a maior parte das despesas. Mas como funcionam estes seguros? Que coberturas incluem? Como escolher? Para quando a inclusão de médicos dentistas no SNS? Que prevenção assume o Estado nesta área da saúde? Qual o ponto de situação do “cheque dentista”? Como manter uma boa saúde oral? Como prevenir o cancro oral e outras patologias? As respostas neste SC.
CONVIDADOS:
Orlando Monteiro da Silva, Bastonário Ordem dos Médicos Dentistas
Tomé Pedroso, Presidente da Comissão Técnica de Saúde da Associação Portuguesa de Seguradores
Mónica Dias, Técnica de seguros da DECO
João Caramês, Diretor clínico Instituto de Implantologia e Presidente da Assembleia Geral da Ordem dos Médicos Dentistas
CONVIDADOS:
Orlando Monteiro da Silva, Bastonário Ordem dos Médicos Dentistas
Tomé Pedroso, Presidente da Comissão Técnica de Saúde da Associação Portuguesa de Seguradores
Mónica Dias, Técnica de seguros da DECO
João Caramês, Diretor clínico Instituto de Implantologia e Presidente da Assembleia Geral da Ordem dos Médicos Dentistas
segunda-feira, abril 9
Profissões imunes à crise
Todos os setores económicos da vida do país estão em dificuldades. No entanto, há áreas que parecem mais imunes à crise. Ciências médicas, informática, banca e marketing são apostas ganhas para quem quer sair de uma situação de desemprego. Nesta discussão queremos avaliar o potencial destas profissões emergentes e se se adequam às linhas de combate ao desemprego que estão pensadas para o país nos próximos anos.
Como enveredar por estas profissões “imunes à crise”? É necessário curso superior? Se sim, que cursos proporcionam estas saídas? Quem já está no mercado de trabalho como pode adquirir formação para mudar ou adaptar a sua profissão? Soluções para o desemprego que serão hoje apresentadas no SC.
CONVIDADOS:
Luís Caldas de Oliveira, Representante IST
Victor Gonçalves de Brito, Representante Ordem dos Engenheiros
Ana Xavier, Associada ANJE
Rui Assis, Representante UCP
Como enveredar por estas profissões “imunes à crise”? É necessário curso superior? Se sim, que cursos proporcionam estas saídas? Quem já está no mercado de trabalho como pode adquirir formação para mudar ou adaptar a sua profissão? Soluções para o desemprego que serão hoje apresentadas no SC.
CONVIDADOS:
Luís Caldas de Oliveira, Representante IST
Victor Gonçalves de Brito, Representante Ordem dos Engenheiros
Ana Xavier, Associada ANJE
Rui Assis, Representante UCP
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