sexta-feira, maio 11
“Somos o que comemos”
“Somos o que comemos”. As palavras são de Hipócrates, pai da medicina, que acrescentou também “que o vosso alimento seja o vosso primeiro medicamento”.
A ideia tem mais de 2500 anos e talvez faça agora mais sentido do que nunca.
A relação entre obesidade, saúde oral, diabetes, osteoporose e cancro com aquilo que comemos é já uma evidência científica. Mas como podemos usar a alimentação a favor da nossa saúde? O que é uma alimentação funcional?
Se “as cenouras fazem olhos bonitos” é por que são ricas em nutrientes antioxidantes que ajudam a prevenir problemas de vista associados ao envelhecimento. Um estudo revelou também que mulheres que comam vegetais crucíferos, como repolho, brócolos e couve-flor têm maior taxa de sobrevivência ao cancro da mama.
São apenas alguns dos muitos exemplos que lhe daremos neste Sociedade Civil.
quinta-feira, maio 10
Crise na construção civil
Suspensão de obras públicas, atraso nos
pagamentos pelo Estado, dificuldades de acesso ao crédito e diminuição da
procura de mercado são os fatores principais da crise na construção civil, de
acordo com a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas.
É no Algarve que a crise da construção mais se
faz sentir.
A degradação deste setor tem aumentado desde
2002, levando à perda de mais de 200 mil postos de trabalho, prevendo-se que o
desemprego atinja mais 130 mil pessoas até ao fim do ano.
A reabilitação urbana, renovação de estradas
secundárias, construção de saneamento básico são apontadas por muitos
especialistas como a solução para o setor. Mas segundo o INE as expetativas de
evolução desta atividade nunca foram tão baixas.
Reunimos à mesa do Sociedade Civil os melhores
especialista para mostrar novos rumos para o setor.
quarta-feira, maio 9
Benefícios de ser europeu
Berço da democracia, marco da história mundial, palco de cultura cosmopolita, clima intelectual e artístico de referência, fonte de inovações tecnológicas. Esta é a imagem sobre a qual a Europa se desenvolveu.
Apesar da imagem do velho continente estar atualmente a associada a crises politica e financeira, há ainda quem encontre benefícios em ser um cidadão europeu.
Um continente unificado, onde livre circulação e residência são direitos estabelecidos, onde o intercâmbio de estudantes é uma realidade, onde a cobertura das despesas médicas é possível em qualquer país.
terça-feira, maio 8
Poupar nos combustíveis
Portugal tem dos combustíveis mais caros da UE-27. Dados comparativos entre 2010 e 2011 mostram que os portugueses consumiram menos combustíveis. Só a gasolina de 98 octanas sofreu uma quebra de 24,2%.
Algumas bancadas parlamentares apresentaram iniciativas para regular o mercado. Mas entretanto, com os sucessivos aumentos, os portugueses têm de aprender a fazer uma gestão eficiente dos combustíveis.
Velocidades moderadas, direção alinhada, circular de vidros fechados e evitar o ar condicionado são algumas das dicas que os condutores nacionais podem adotar.
Esta é apenas parte do problema. Além do aumento dos preços das matérias-primas, dos transportes públicos e dos alimentos, as novas fontes são mais poluentes do que o petróleo convencional.
Convidados:
Rogério Soares, Membro da Associação Cidadãos Auto-Mobilizados
Francisco Ferreira, Coordenador de Energia, Alterações Climáticas da QUERCUS
Sofia Santos, Representante da Associação Cristã de Empresários e Gestores
Afonso Paiva e Pona, Coordenador da Especialização em Energia da Ordem dos Engenheiros
sexta-feira, maio 4
Os TPC ainda fazem sentido?
Segunda-feira, 7 maio
Os trabalhos para casa (TPC) são "repetitivos", "inúteis" e "excessivos". Estas são as conclusões de uma investigação desenvolvida na Universidade do Porto. Por outro lado há quem defenda os TPC como essenciais ao desenvolvimento da autonomia dos estudantes e com uma função instrutiva primordial.
Na hora de estudar e de cumprir as tarefas escolares, o apoio dos pais ou a falta dele também faz diferença? Até que ponto os encarregados de educação estão preparados para serem pedagogos? E afinal como devem aprender as crianças? Há um método para o êxito escolar? Os TPC são ou não contraproducentes?
Convidados:
António Ponces de Carvalho, ESEJD
Elisa Branco, A.Professores Português
Herminio Correa, CONFAP
Dulce Gonçalves, psicoloca educacional ,UL
Os trabalhos para casa (TPC) são "repetitivos", "inúteis" e "excessivos". Estas são as conclusões de uma investigação desenvolvida na Universidade do Porto. Por outro lado há quem defenda os TPC como essenciais ao desenvolvimento da autonomia dos estudantes e com uma função instrutiva primordial.
Na hora de estudar e de cumprir as tarefas escolares, o apoio dos pais ou a falta dele também faz diferença? Até que ponto os encarregados de educação estão preparados para serem pedagogos? E afinal como devem aprender as crianças? Há um método para o êxito escolar? Os TPC são ou não contraproducentes?
Convidados:
António Ponces de Carvalho, ESEJD
Elisa Branco, A.Professores Português
Herminio Correa, CONFAP
Dulce Gonçalves, psicoloca educacional ,UL
Insolvências particulares e nas empresas
Desde o início do ano mais de 1.600 empresas cessaram atividade. O reflexo da quebra do consumo e das dificuldades crescentes no acesso ao financiamento.
CONVIDADOS:
Sandra Amorim, Advogada
Natália Nunes, Jurista do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco
José Ribeiro Gonçalves, Presidente Associação Portuguesa de Gestores e Liquidatários Judiciais e Administradores da Insolvência
Pina Martins, Procurador da República, coordenador do Cível de Lisboa
O problema agrava-se no número de insolvências pessoais. Desde janeiro, cerca de 30 pessoas por dia foram consideradas insolventes pelos tribunais.
Portugal registou, em relação a 2011, um aumento de 140% no número de insolvências particulares.
Mas afinal o que significa ficar insolvente? Quando atinge uma família o nível de insolvência? O que acontece a estas pessoas? Que caminho é este que permite um recomeço após cinco anos? E, sobretudo, o que pode ser feito para evitar uma situação do género?
Apresentamos-lhes as soluções neste programa.
CONVIDADOS:
Sandra Amorim, Advogada
Natália Nunes, Jurista do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco
José Ribeiro Gonçalves, Presidente Associação Portuguesa de Gestores e Liquidatários Judiciais e Administradores da Insolvência
Pina Martins, Procurador da República, coordenador do Cível de Lisboa
quinta-feira, maio 3
Álcool e outras dependências juvenis
Intoxicação alcoólica aguda é um diagnóstico cada vez mais comum nas principais unidades pediátricas do país. Estudos indicam que 40% dos jovens com 13 anos que consomem álcool tornam-se adultos dependentes.Quando o consumo se inicia aos 18 anos, o risco de dependência baixa para 15%.
A gravidade do problema já foi reconhecida pelo governo. Além do aumento da idade mínima para comprar álcool, os centros de saúde vão ter, em breve, consultas especializadas no tratamento do abuso de álcool em adolescentes. Quem são estes novos alcoólicos? Com que idade iniciam o consumo? Onde o fazem? Quem deve ser responsabilizado por este acesso fácil ao álcool? Jovens, educadores e profissionais de saúde debatem no SC as dependências juvenis.
CONVIDADOS:
João Goulão, Presidente Instituto da Droga e da Toxicodependência
Joana Paula Silva, Psicóloga clínica
Helena Fonseca, Especialista em Medicina do Adolescente no Hospital de Santa Maria
Ivo Costa Santos, Conselho Nacional de Juventude
A gravidade do problema já foi reconhecida pelo governo. Além do aumento da idade mínima para comprar álcool, os centros de saúde vão ter, em breve, consultas especializadas no tratamento do abuso de álcool em adolescentes. Quem são estes novos alcoólicos? Com que idade iniciam o consumo? Onde o fazem? Quem deve ser responsabilizado por este acesso fácil ao álcool? Jovens, educadores e profissionais de saúde debatem no SC as dependências juvenis.
CONVIDADOS:
João Goulão, Presidente Instituto da Droga e da Toxicodependência
Joana Paula Silva, Psicóloga clínica
Helena Fonseca, Especialista em Medicina do Adolescente no Hospital de Santa Maria
Ivo Costa Santos, Conselho Nacional de Juventude
quarta-feira, maio 2
2 de maio: Separar bons e maus alunos?
A reforma curricular, que entrará em vigor no próximo ano letivo, prevê genericamente provas finais para alunos do 4º ano, turmas de 30 alunos e a frequência facultativa do “Apoio ao Estudo”. Além disso, o novo regime de matrículas dá a possibilidade das escolas criarem turmas selecionadas. A medida vem pôr termo à legislação de 2007, que afirmava que deve ser respeitada “em cada turma, a heterogeneidade do público escolar”. Há quem chame a medida de elitista, mas há também quem defenda que separar bons e maus alunos torna o ensino mais adequado às necessidades de cada um. O que vai acontecer na prática? Estão as escolas preparadas para estas alterações? Os novos exames vão melhorar o ensino ou favorecer a retenção? O que têm pais e professores a dizer sobre o assunto?
Convidados:
Fernando Reis, Diretor-geral da Educação
Ana Cristina Silva, Docente do Instituto Superior de Psicologia Aplicada – Instituto Universitário
Albino Almeida, Presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais
José Matias Alves, Professor associado da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica do Porto
Subscrever:
Mensagens (Atom)