É fácil encontrar por cá vozes descontentes com o que se faz em Portugal, mas são também cada vez mais comuns notícias que reconhecem a excelência da etiqueta made in Portugal.
Joana Vasconcelos em Versalhes, João Canijo reconhecido internacionalmente, um mestrado da Universidade Nova de Lisboa entre os melhores do mundo, vinho e azeite premiados, cortiça portuguesa em vários projetos de arquitetura no estrangeiro. Isto para além dos feitos futebolísticos. A lista é imensa e diversificada: desde as sardinhas enlatadas que fazem as delícias dos nova-iorquinos, passando pelos sapatos cobiçados pela realeza britânica, sem esquecer a designer portuguesa que desenhou as joias de Lady Gaga, são vários os motivos de orgulho.
Um Sociedade Civil dedicado a reconhecer e promover a produção nacional.
quarta-feira, julho 11
terça-feira, julho 10
Reforçar a segurança infantil
Está em consulta pública até 12 de julho o Plano de Ação
para a Segurança Infantil (PASI). No documento, a Direcção-Geral da Saúde
mostra-se disponível para visitar casas onde vivem crianças com menos de quatro
anos com o objetivo de avaliar possíveis riscos e assim reduzir o número de
acidentes domésticos.
Traumatismos e lesões são a principal causa de morte das
crianças e adolescentes entre os 0 e os 19 anos, em Portugal.
O PASI pretende que seja adotada uma estratégia nacional
para prevenir acidentes, funcionando também como uma medida para a redução da
mortalidade na infância.
Que outras medidas apresenta este Plano? Que estratégias
podem ser adotadas?
Como se antecipam riscos? E como se cria um ambiente seguro?
Em casa, na escola, na rua, nos transportes: o que tem de ser feito?
segunda-feira, julho 9
As profissões têm sexo?
Entre 1960 e 2010 a taxa de atividade das mulheres cresceu 43%. Apesar de nos últimos dez anos a diferença entre as taxas de atividade feminina e masculina ter reduzido, o mercado tem ofertas diferenciadas para homens e mulheres.
Mais de 80% dos trabalhadores na área da saúde e do apoio social são mulheres e mais de 90% dos que trabalham no setor da construção, gás e eletricidade são do sexo masculino.
Mas por que existem ainda setores de atividades mais representados por homens ou por mulheres? E quais são as razões para que haja mais mulheres ou homens num determinado setor? Trata-se de uma questão de segregação ou de competências? Esta divisão começa na escolha dos cursos?
sexta-feira, julho 6
O humor é a solução?
De acordo com alguns estudos, as crianças riem cerca de 300 a 400 vezes por dia. Já os adultos fazem-no 15 a 30 vezes, no máximo.
Está também provado que o riso aumenta a energia, a criatividade, a generosidade e os receios desaparecem. Por isso, alguns hospitais no mundo utilizam terapias de humor em doentes oncológicos.
Além da aplicação na medicina, o humor parece estar também relacionado com boas práticas de gestão e com estilos de vida mais saudáveis. Na prática, como diz o ditado popular: rir é o melhor remédio!
quinta-feira, julho 5
Estímulo ao emprego jovem
344 milhões de euros vindos de fundos europeus vão fomentar o emprego de 90 mil jovens.
A medida tem como objetivo reduzir o desemprego jovem, que no início do ano afetava mais de 36% dos jovens entre os 15 e os 24 anos.
Empresas que contratem jovens desempregados vão ver reduzida a taxa social única. Estágios profissionais, apoio à contratação, à formação profissional e ao empreendedorismo são os grandes pilares do Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME.
Quando entra em vigor? Como podem os jovens garantir empregos por esta via? E em que áreas há mais investimento? Como garantem as empresas estas ajudas à contratação?
quarta-feira, julho 4
Continuar ativo(a) depois da reforma
O Instituto Nacional de Estatística aponta para a tendência crescente da população idosa. Em Portugal, 20% da já chegou aos 60 anos.
De acordo com o Eurobarómetro sobre o envelhecimento, 27% dos portugueses gostariam de continuar a trabalhar depois de atingirem a idade da reforma. Continuar a desempenhar um papel ativo na sociedade é uma opção comum a quem quer envelhecer ativamente.
No entanto, para que isso aconteça é necessário garantir o bem-estar físico e mental dos idosos. Mas a fragmentação das famílias e a ausência de vínculos de vizinhança torna esta tarefa ainda mais difícil.
A meio do Ano Europeu do Envelhecimento Activo, o Sociedade Civil olha para os benefícios de envelhecer ativamente e traz para a mesa as principais dificuldades dos idosos portugueses.
De acordo com o Eurobarómetro sobre o envelhecimento, 27% dos portugueses gostariam de continuar a trabalhar depois de atingirem a idade da reforma. Continuar a desempenhar um papel ativo na sociedade é uma opção comum a quem quer envelhecer ativamente.
No entanto, para que isso aconteça é necessário garantir o bem-estar físico e mental dos idosos. Mas a fragmentação das famílias e a ausência de vínculos de vizinhança torna esta tarefa ainda mais difícil.
A meio do Ano Europeu do Envelhecimento Activo, o Sociedade Civil olha para os benefícios de envelhecer ativamente e traz para a mesa as principais dificuldades dos idosos portugueses.
terça-feira, julho 3
Segurança online
Criar um perfil, partilhar fotos, adicionar amigos, comentar ligações, participar num chat são atividades que farão, certamente, parte das férias dos mais novos.
Sozinhos em casa, com várias horas livres para dispensar em frente a um computador, sem um adulto a supervisionar, quem garante a proteção das crianças online?
Apesar de algumas redes sociais só permitirem utilizadores com mais de 13 anos, é sabido que, em Portugal, mais de 1/3 das crianças entre os 9 e os 12 anos tem um perfil na net. Partilham a localização, divulgam informações pessoais e expõem-se sem noção dos perigos. O que devem fazer os encarregados de educação para minimizar riscos? Que acesso deve ser permitido aos jovens portugueses? O que podem ou não fazer online? Como é que os pais podem garantir que estão seguros mesmo a distância? Que mecanismos existem para um controlo parental mais eficiente?
segunda-feira, julho 2
Rio+20: que futuro para o planeta?
Moldar ações políticas para reduzir a pobreza, promover a equidade social e garantir a proteção do ambiente num planeta cada vez mais sobrepovoado eram os grandes objetivos da última conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
No Brasil, 20 anos após a Agenda 21, foram apresentados aos líderes mundiais alguns caminhos para estilos de vida mais sustentáveis e melhores formas de gerir um futuro comum.
Que soluções verdes vão fazer a diferença? Onde devem começar as mudanças?
Como continuaremos em desenvolvimento e a garantir a segurança das gerações futuras?
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