quinta-feira, outubro 11

Por que aumenta o preço do pão?


O preço do pão voltou a aumentar como consequência dos aumentos dos valores da farinha, dos combustíveis e da eletricidade.
Há quem não suporte os aumentos. Sabe-se que só na região Norte fecharam mais de 50 padarias no primeiro semestre do ano.
Um ano de seca como o que se regista em 2012 pode comprometer também a produção de cereais. Que reflexo terá nas próximas fornadas?
Como sobrevivem os produtores?
A subida do preço do pão tem consequências no consumo? Será que o aumento do preço do pão se reflete nos lucros? Ou os preços ditados pela indústria da panificação cobrem apenas despesas?

quarta-feira, outubro 10

Doenças mentais aumentam com a crise?


A Direção Geral da Saúde prevê, em alguns setores da população, um aumento de doenças mentais e de suicídios devido à crise.
Motivos que levaram a DGS a incluir esta nova realidade no Programa Nacional para a Saúde Mental, onde está previsto o reforço dos serviços na comunidade, da prevenção e do desenvolvimento da capacidade de intervenção.
Também a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental revelou que a depressão é um flagelo que atinge cada vez mais portugueses.
Pode dizer-se que há pessoas mais suscetíveis do que outras? Há sintomas? Há causas comuns?
Olhamos para estas e outras dúvidas neste Dia Mundial da Saúde Mental.

terça-feira, outubro 9

Economia Paralela: como travar?


A economia paralela representa 25,4% do PIB, cerca de 43,4 mil milhões de euros a fugirem ao controlo do fisco. O equivalente a um monte de notas de 100 euros da altura do Everest.
O Observatório de Economia e Gestão de Fraude considerou que os números são resultado da carga fiscal e do desemprego.
O que pode ser feito no combate à economia não registada? Quais são os setores que movimentam maiores valores? Como conseguem fugir ao fisco? Há quem afirme que não é a falta de faturas, mas faturas a mais para se receber IVA. Que estratégias podem ser adotadas para que os números da economia paralela comecem a diminuir? Que papel pode cada um de nós desempenhar neste combate?

segunda-feira, outubro 8

Emigrar: fatalidade ou oportunidade?


Suíça, França e Angola são os principais destinos dos novos emigrantes portugueses. Só o Brasil concedeu mais de 52 mil vistos de residência nos primeiros seis meses de 2011. Estima-se também que nesse ano tenham emigrado perto de 120 mil portugueses, um número impossível de controlar no espaço da União Europeia.
Dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional indicam que o número de candidaturas no portal de mobilidade profissional Eures mais do que duplicou entre 2008 e 2011.
Que trabalhos procuram os novos emigrantes? São forçados a sair ou fazem-no por opção? Há benefícios em abandonar o país? Buscam apenas melhores salários? Tencionam voltar? O que tem Portugal a perder?

quinta-feira, outubro 4

República, porquê?



A 5 de outubro de 1910 um golpe de estado destituiu a monarquia e implantou o regime republicano em Portugal.
A separação entre Estado e Igreja foi considerada a medida mais controversa da Primeira República. Como é esta relação atualmente?
Se há um ano se encerravam as comemorações dos 100 anos da República, este ano a Implantação da República é assinalada pela última vez com um dia de feriado.
Mas isto significa que se vai deixar de assinalar este marco da história nacional? Vão as gerações mais novas saber o significado da data? Que características ainda temos da Primeira República? O papel do Presidente alterou-se?
Um programa para olharmos para o percurso traçado até à III República.






quarta-feira, outubro 3

Metas na aprendizagem: para quê?



O Ministério da Educação e Ciência lançou uma série de metas curriculares para disciplinas do ensino básico, um modelo que terá sido baseado num outro anglo-saxónico.
Este ano letivo as medidas são “fortemente recomendadas”, mas no próximo ano terão mesmo de ser cumpridas. O ministro Nuno Crato diz que o estabelecimento de metas vai clarificar o que é prioritário nos programas. Mas como veem os professores estas mudanças? Há quem diga que o ensino da matemática regride ao tempo do Estado Novo. Que mudanças são estas para uma disciplina associada ao insucesso? O que têm os alunos de aprender? Como se vai compreender a matemática com estas novas metas de aprendizagem?

terça-feira, outubro 2

Vacinar contra a gripe



O frio pode ainda estar longe, mas para prevenir as doenças de inverno é preciso começar já.
A vacinação contra a gripe é fundamental para os grupos de risco, mais frágeis à doença e que, por isso, podem desenvolver mais complicações.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a taxa de cobertura vacinal deve chegar a 75% nos idosos.
Ainda sem dados oficiais sobre a última campanha de vacinação a DGS já revelou que níveis muito bons de cobertura só foram conseguidos junto de pessoas com mais de 75 anos internados em instituições.
Vale a pena lembrar que em fevereiro deste ano registou-se um pico de mortalidade no grupo etário acima dos 75 anos, associado a um período de frio extremo e de gripe.
Quem mais deve ser vacinado? Quanto custa? É comparticipada? Há efeitos secundários associados à vacina?

segunda-feira, outubro 1

Água: gestão eficiente



O último inverno foi o mais seco desde 1931. Dados do Instituto de Meteorologia mostram que nos últimos 60 anos 27 foram considerados secos, oito dos quais muito secos.
Estimativas recentes referem que 70% dos recursos hídricos disponíveis destinam-se à agropecuária, 20% à indústria e 10% ao abastecimento da população.
Por isso mesmo, uma gestão eficiente da água não pode cingir-se ao setor doméstico. Existe um plano de gestão hídrica para o setor agrícola? O sistema de irrigação pode ser mais eficiente?
E se a água faltar, que consequências há para a saúde?