quarta-feira, março 7

OS ANIMAIS DEVEM TER DIREITOS?

De um lado estão os que vêem os animais como propriedade cuja função é servi-los, do outro os que os defendem e exigem que as leis de protecção sejam aplicadas. E se por cá ainda se discute a adopção de leis mais eficazes, noutros países os defensores dos animais assumem uma postura radical e enviam cartas armadilhadas, invadem quintas de criação e vandalizam laboratórios, tudo em prol dos animais.

29 comentários:

Anónimo disse...

Está mais que comprovado cientificamente que os animais são seres sencientes, ou seja, seres que tal como os Humanos, são sensíveis, sentem dor, têm a capacidade de sonhar, são inteligentes, sentem emoções tal como amor e tristeza, têm uma individualidade e personalidade únicas. Não existe um animal que seja igual. Não são seres que se regem meramente pelo instincto, mas que têm a capacidade de utilizarem a sua inteligência e aprenderem, evoluirem.

Em termos éticos e Ambientais, é totalmente errado pensar que se pode explorar, torturar e matar animais para se obter lucro ou qualquer outra vantagem pessoal, seja na alimentação, nas peles, "divertimento" ou em testes. Os animais são seres individuais que merecem ser respeitados e viver uma vida condigna e LIVRE, sem exploração de qualquer espécie.

Ainda hoje em dia utiliza-se a "desculpa" de os animais poderem ser explorados porque são "seres inferiores", quando isto é totalmente falso, porque excepto na inteligência (e isto é relativo pois devido ao egoismo, o ser Humano é em geral um ser destructivo do planeta), os animais são superiores aos humanos em todos os outros aspectos. Para além do mais, foi essa "justificação" que foi utilizada para escravizar milhões de seres humanos, em especial de África e do continente Americano.

A exploração (crueldade) intensiva de animais, não é só obviamente prejudicial aos próprios animais, que muito sofrem na sua curta e muito cruel vida, mas também para a saúde das pessoas (ao contrário do que as indústrias de animais dizem, alimentos de origem animal fazem mal), como são muitos prejudiciais para a natureza, pois a indústria animal é das mais poluidoras a nível mundial. Por exemplo, segundo a FAO e o departamento de agricultura dos EUA, cerca de 80% de *todos* os recursos utilizados para a agricultura (água, terra, plantas, energia, etc), vão directamente para a exploração intensiva de animais, para a produção de carne, ovos e lacticinios, isto sem falarmos da questão da poluição e sobre-exploração dos recursos naturais por exemplo na Amazónia. Se esses 80% dos recursos fossem bem utilizados apenas para produzir plantas (biológicas e não OGMs), poderiamos facilmente acabar com a fome no mundo (se bem que isto é uma questão mais política).

Hoje em dia, devido ao acesso mais fácil e factual à informação como na Internet, já se fala abertamente do quanto os animais sofrem só para enriquecer uns poucos às custas da saúde das pessoas, da Natureza e em especial do sofrimento dos próprios animais.

Esta exploração intensiva dos animais em todos os sectores (alimentares, testes, "divertimento", peles) ganhou um novo significado, chama-se:

"O Holocausto Animal": www.petatv.com


Há que saber respeitar toda a Vida, venha ela em que forma vier, e o planeta em si. Só assim poderemos evoluir de forma constructiva e positiva, tanto em termos naturais como espirituais.

Go Vegan
Paulo


-------------
Mais informações:
-------------


"Nada beneficiará mais o planeta, do que uma mudança para o vegetarianismo"


Associação Vegetariana Portuguesa:
www.avp.pt.vu

Outros sites sobre ética animal:
www.sejavegetariano.org
www.centrovegetariano.org

Vídeos do Holocausto Animal:
www.petatv.com

Anónimo disse...

Razões éticas para o Vegetarianismo



A escolha do vegetarianismo por razões éticas baseia-se no facto de os animais possuirem direitos que reflectem a existência de um sistema nervoso central que, tal como nos humanos, permite que tenham percepção das condições e estímulos externos negativos, reagindo nestas situações com ansiedade, medo e angústia, desejo de não morrer, sofrer ou serem explorados. Permite-lhes também construir laços afectivos com outros animais e desejar viver uma vida livre e num ambiente saudável e propício ao seu bem-estar.

Neste momento, no país onde vivemos, é socialmente aceite que as minorias étnicas e as mulheres devem ter os mesmos direitos que os homens brancos. Ainda existem muitos passos a dar para acabar totalmente com o racismo e com o sexismo em Portugal e no Mundo, mas neste momento a situação encontra-se muito melhor do que há 10 ou 20 anos atrás. A razão para esta discriminação baseava-se no facto de se julgar que estas minorias possuíam poucas capacidades mentais ou uma intrínseca inferioridade. Depois compreendeu-se que isso não era verdade. Actualmente na nossa sociedade existe também já um grande respeito por indivíduos com capacidades mentais reduzidas, como deficientes mentais ou crianças, sendo a sua exploração socialmente inaceitável.

Mas esta é a mesma sociedade que explora e mata animais para produção de alimentos e que acha obviamente imoral explorar e matar humanos com o mesmo objectivo. Surge então a pergunta: “o que é que diferencia os seres humanos dos restantes animais que permite aos humanos poder explorar e matar os animais não-humanos quando existem alternativas?”.

A resposta que surge de imediato é o facto de os humanos, ao contrário dos outros animais, serem racionais, o que lhes permite produzir novas ferramentas e tecnologias, estabelecer teorias abstractas, criar sociedades desenvolvidas, etc...

Mas o erro neste raciocínio prende-se com o facto de que o que permite a um humano não desejar sofrer ou ser explorado não é a sua capacidade de construir um raciocínio complexo, mas sim, o facto de possuir um sistema nervoso central. Este permite-lhe receber estímulos exteriores, processá-los e dar-lhes um significado positivo ou negativo, e dispoletar uma resposta adequada. O estudo científico do comportamento animal (Etologia) já concluiu que pelo menos todos os mamíferos (1), aves (1, 2) e vários peixes (3) possuem sinais complexos de sofrimento e desejo de o evitar, quando colocados em situações de stress.

Portanto, se não é a capacidade de raciocinar dos humanos que lhes permite desejar evitar situações negativas, mas sim a posse de um sistema nervoso central, então deve ser evitada toda a exploração e morte de todos os animais que possuem este sistema.

Não é necessário compreender muito de ética para perceber que quando vemos num porco ou numa vaca comportamentos como contorção do corpo e da face, gemidos, uivos ou outras formas de chamamento, tentativas de evitar a fonte de dor, aparência de ter medo na possibilidade da sua repetição, entre outros, estes animais estão a sofrer e a desejar não estar naquela situação.

Partindo do princípio que a nossa liberdade deve acabar quando a liberdade de outra entidade é significativamente prejudicada com os nossos actos, a adopção de uma dieta vegetariana é eticamente mais coerente.

Hugo Evangelista
(Associação Vegetariana Portuguesa 2005)


Referências:

1 – Short, C.E. (1998), “Fundamentals of pain perception in animals”, Applied Animal Behaviour Science, vol.59, pp. 125–133.
2 – Gentle, M.J., Waddington, D., Hunter, L.N., Jones, R.B. (1990), “Behavioural evidence for persistent pain following partial beak amputation in chickens” Applied Animal Behaviour Science, vol.27, pp.149-157.
3 – Sneddon, L.U., Braithwaite, V.A., Gentle, M.J. (2003), “Do fishes have nociceptors? Evidence for the evolution of a vertebrate sensory system”, Proc. Royal Society London B, vol. 270, pp. 1115–1121.





--------------------------------





Razões Ambientais para o Vegetarianismo



O vegetarianismo não é apenas uma solução para os problemas éticos associados à produção de carne. É também uma forma de resolver graves problemas ambientais que existem em todo o Mundo, incluindo Portugal.

Em primeiro lugar, e de especial interesse para os defensores dos direitos dos animais, está a diminuição da biodiversidade (1). Esta decorre de uma degradação e destruição de habitats naturais, para a produção animal que consome cerca de 70% da superfície agrícola mundial e um terço da superfície da Terra (2). O aumento gradual do consumo de carne tem levado nos últimos anos à progressiva destruição de habitats únicos como a floresta amazónica, com mais de 20 milhões de hectares destruídos para a criação de terrenos de pastoreio desde 1970 (1).
A destruição da vegetação para a criação de terrenos para pastoreio provoca um segundo problema gravíssimo (2). Desprotegidos, os terrenos são facilmente degradados com o aumento da erosão, estando entre 700 milhões e 3 biliões de hectares em todo o Mundo em risco de se perderem (1). Quando um solo já não serve para o pastoreio, novos habitats naturais são destruídos para continuar a produção de carne (2). A produção animal é apontada como a principal causa para a desertificação (3). Num terreno onde é produzido 1 kg de carne, podem ser produzidos 30 kg de cenouras mais 20 kg de maçãs mais 50 kg de tomates e mais 40 kg de batatas (2).

Outro grave problema associado à produção animal é a destruição de recursos hídricos, seja pelo elevado consumo de água (provocando seca), seja pela poluição que é lançada aos rios. Para produzir um quilo de produtos vegetais são necessários cerca de 100 litros de água mas para produzir um quilo de carne é necessário gastar entre 2000 e 15000 litros de água potável (2). Por outro lado, o estrume e urina lançados nos rios provocam a contaminação dos lençóis de água tanto por amónia que é altamente tóxica para os peixes como pelo nitrogénio e fósforo que provocam “booms” (grande e repentino aumento da população) de algas que levam à destruição total dos ecossistemas aí existentes (3). Em Portugal as suiniculturas, com uma criação nacional anual superior a 2 milhões de porcos, são o principal problema de poluição fluvial (4).

Por fim, tendo em conta todo o processo de produção animal, pode dizer-se que esta actividade provoca um efeito no aumento do aquecimento global ao mesmo nível que a poluição automóvel ou industrial (2). Por exemplo, anualmente a criação de animais é responsável pela libertação de 15 milhões de toneladas de metano, sendo que este gás contribui 25 vezes mais para o efeito de estufa do que o dióxido de carbono (2). O aumento previsto de cerca de 2ºC para os próximos anos afecta, não só a vida humana como também a dos animais, provocando a desregulação entre vários ciclos de vida de animais e plantas (1).

Pela abordagem ambiental a dieta vegetariana gasta muito menos recursos (área arável e água), polui muito menos e conserva melhor os ecossistemas terrestres e aquáticos onde habitam animais e plantas.

É mais um óptima razão para deixarmos de comer seres sencientes e optarmos pelo vegetarianismo.

Hugo Evangelista
(Associação Vegetariana Portuguesa 2005)


Referências:

1. “Livestock & the environment: Finding a balance”, FAO (Organização de Alimento e Agricultura das Nações Unidas), 1997.
2. “The Ecological and Economical Consequences of a Meat Orientated Diet”, União Suiça para o Vegetarianismo, 2003.
3. Vegan Outreach, www.veganoutreach.org.
4. “Quercus quer revolução na agro-pecuária e na actuação do Governo nos aspectos ambientais deste sector”, Quercus, 2004.

Curiosidade:

Só no Reino Unido, com uma população de cerca de 58 milhões de pessoas e, felizmente, já com um número significativo de vegetarianos, são torturados e mortos por ano 2,3 milhões de bovinos, 18 milhões de ovinos, 14,2 milhões de suínos, 723 milhões de galináceos (12,5 vezes a população do Reino Unido) , 39 milhões de perus e 13 milhões de patos, entre outros mamíferos e aves (os quais são, de acordo com a biologia moderna, tão sensíveis à dor como um ser humano)

Anónimo disse...

* Direitos dos Animais *

Porque ser Vegano?

http://avp.eco-gaia.net/avp-vegetarianismo/avp-flash_porque_ser_vegano.htm

Vlad disse...

Sempre existem atitudes radicais quando uma posição válida é total e eternamente ignorada pelo poder instituido, e aluta pelos direitos dos animais não é excepção.
Os direitos dos animais deviam ser uma realidade e não apenas algo que é vsto como a preocupação de idosos que já não têm mais nada que fazer.
Sou capaz de entender, mesmo que ache que se deviam procurar alternativas, que se usem animais em laboratórios para se testarem medicamentos ou procedimentos importantes. Nunca entenderei que se proporcione aos animais sofrimento gratuito seja em nome do que fôr. Vivemos num país onde isso acontece ao abrigo dos mais variados pretextos e até sem pretexto nenhum.

Anónimo disse...

Em relação à experimentação em animais, é preciso salientar o seguinte:

Como muitos cientistas também afirmam por ser um facto, os testes em animais não são fidignos porque os fisiologia de cada animal é diferente das de seres Humanos (mesmo a dos chimpazés). Outro factor que ajuda a providenciar testes inúteis, é o facto de que os animais, ao serem testados têm a sua bioquímica alterada porque estão num estado constante de imenso stress e sofrimento, o que liberta hormonas do stress (etc), e que assim vai adulterar os testes e criar conclusões erradas.

Para além do mais, existem muitos testes científicos que são alternativos à experimentação animal, mais fiáveis e que providenciam factos fidignos que podem-se transpor para a realidade humana.

Existem muitas dezenas de casos de experimentação em animais que depois veio-se a revelar um fracasso e que provocou mesmo a morte de pessoas, porque a fisiologia dos animais é diferente da fisiologia dos Humanos.

Os testes são feitos em animais por alguma questões: Porque as empresas que o fazem não têm ética e se preocupam com essa questão; porque esses testes são mais baratos; porque podem pensar erradamente que essa maneira é mais eficaz quando não o é.


Teremos o direito de torturar outro ser vivo para que nós possamos beneficiar com isso? Não era o mesmo que donos de escravos pretendiam? Não é isso errado éticamente?

OS FINS NÃO JUSTIFICAM OS MEIOS

Acima de tudo, respeito pela vida.
Paulo

Lina disse...

Os animais, embora irracionais, são seres vivos e devem ser respeitados.
Quero acreditar que as experiências feitas com animais sejam única e exclusivamente para posteriormente vir a salvar vidas e ainda assim, devem ter os seus direitos.

As cores da vida disse...

Assim como nós, humanos, julgamos ter direito à vida os animais também o têm. Porque se somos racionais temos a capacidade para sermos astutos e inteligentes qb para nos apercebermos que não somos superiores a qualquer outro ser.

Se há coisa que me abomina são as touradas é angustiante e acho tão triste que se chame de espectáculo e que se aplauda o sofrimento de um ser.
Porque apesar de ser vegetariana ainda consigo compreender que se mate para comer o que não entendo, de todo, é que se mate por capricho humano: para nos divertirmos, para usarmos os horrendos casacos de pele, para investigação, experimentação – obtenção de produtos como perfumes, lixivias e tudo o resto. Não concordo que para que o Homem beneficie de algo o animal tenha que sofrer. Porque repito: não somos mais que eles.

E se sou vegetariana é porque percebi que não necessitamos de alimentos de origem animal para sobreviver. Há alternativa!, logo, como seres pensantes que somos, temos que mudar.

Mas, ao que parece, a futilidade, o egoísmo e o egocentrismo vieram para ficar. Porque somos demasiado imperfeitos para sermos verdadeiramente inteligentes.

Cumprimentos,
Sara Mota

Anónimo disse...

"E se sou vegetariana é porque percebi que não necessitamos de alimentos de origem animal para sobreviver. Há alternativa!, logo, como seres pensantes que somos, temos que mudar."


Isto tem a ver com a questão da manipulação de informação e dos poderosos lobbies da industria animal que ganham imenso dinheiro com este "negócio" cruel, em que chegam ao ponto de fazerem pressão nas universidades com informação distorcida para que os futuros médicos e nutricionistas pensem que carnes e lacticínios são necessários para a saúde humana, quando isto é totalmente falso, pelo contrário, até faz muito mal. As plantas providenciam *TODOS* os nutrientes que o ser humano precise.

Mário disse...

eu sou um defensor dos direitos humanos, nao compro produtos testados em animais, e nunca fiz mal a nenhum, dou de comer a alguns da rua e tenho os meus 2s gatos que ja tiveram ninhadas e sou incapaz de os matar quando nascem, o que vale e que vou tendo donos para eles, se não. gostava de saber o porque que as pessoas dao os animais aos filhos e depois nas ferias abandonam, depois de ter o animal 3 ou 4 meses, será que nao ganham amor aos animais?
porque que havemos de pensar que somos melhor que os animais... se as pessoas viram mais programas dedicados aos animais, chegam a conclusao de como eles sao intelegentes, como fazem coisas como nos fazemos, ensinar tudo o que sabem aos filhos, existem relatos de animais que enterraram os filhos... eu vi numa dessas reportagens uma mae enterrar um filho...

Anónimo disse...

Uma pergunta muito pertinente:

Desde quando explorar e torturar um animal é respeitar esse animal?

Não será um contrasenso e hipócrisia?

Anónimo disse...

Em todos os circos em portugal que tivessem animais, comprovou-se que TODOS eles os maltratavam e torturavam tanto em alturas de "descanso" como especialmente quando são treinados.

Ver o site da ANIMAL:
www.animal.org.pt

Vlad disse...

Ridículo!
A cavaleira diz que respeita o toiro. E é com esse respeito que lhe inflinge um sofrimento atroz durante a tourada.
Pelo amor de Deus... tenham pelo menos respeito pela nossa Inteligência.

vera disse...

Foi hoje dito que o cão de assistencia (de qualquer tipo) pode entrar em estabelecimentos publicos. Será que a legislação mudou nesta área? Há 2 meses atras, apenas o cao guia tinha esse direito, ao contrario do cão para surdos, utilizadores de cadeiras de rodas, cão de alerta para ataques epilepticos. A lei foi alterada??

Anónimo disse...

Não posso deixar de dar a minha opiniao neste blog, pois sou uma cidadao que da mais valor aos animais do que as pessoas. adoptei dis 19 de outubro uma cadela na uniao zoofila e tenho a dizer-vos que foi a melhor coisa que podia ter feito. tem sido uma companheira exe~mplar e mesmo fazendo umas necessidades de vez em quando em casa (adoptei ja uma cadela adulta), nunca a iria abandonar. acho mesmo que quem faz isso a animais são pessoas com muito mau intimo. alias, quando conheco alguem que nao gosta de animais, fico logo desconfiada.
os animais sao mesmo os melhores companheiros. sao os unicos que nunca nos abandonam

Anónimo disse...

Olá boa tarde a todos, há 3 anos adotei uma gata que foi abandonada á porta de casa da minha familia, e há cerca de 5 meses adotei uma cadela que foi abandonada num caixote do lixo! Custa acreditar que alguém tenha coragem de deitar um animal fora num caixote como se fosse lixo, mas isto infelizmente é uma gota no oceano, porque há um sem número de animais que são mal tratados, sejam os que são utilizados em laboratórios, os touros, cães, gatos, etc,etc... Tal como os homens têm direitos, todos os animais deveriam ter e serem protegidos das barbaridades que são cometidas contra eles.
Marta Duarte

Mario disse...

nos matadouros existem coisas chocantes... uma vez vi uma vaca ser esfulada viva... eles batem... acho havia de existir controlo nessas empresas... e completamente horrivel...

mcc disse...

gostava de perguntar a esse senhor se os vamos deixar morrer a fome.

Vlad disse...

Se não se alimentarem os animais vadios eles morrem à fome. È prefirível que não existam animais sem dono, mas o facto è que existem e não vemos as entidades oficiais a trazerem alternativas para o terreno. Deixar que morram à fome è ignóbil...

Anónimo disse...

Olá,

Nada acontece por acaso. Estava na net a tentar contactar pessoas devido a um cão abandonado e acendi a tv.

Fico bastante alterada pois a maior parte das pessoas ignora que os canis minicíoais que capturam animais, abatem-nos ao fim de oito dias .
O abandono nunca é punido mas quem os resgata da rua está " fora da lei" porque não pode ter mais de um certo numero.
OA ANIMAIS SÓ SÃO VADIOS PORQUE AS PESSOAS SÃO CRIMINOSAS, ABANDONAM_NOS ABRINDO A PORTA DO CARRO, E LIXO!
A vacina da raiva já foi retirada em muitos países, Portugal anda sempre atrasado.
A toureira é uma senhora contraditória, gosta muito de animais mas, faz espectáculo sacrificando o touro. Um pouco mais de crédito a quem ouve tamanho disparate.
Obrigado.
Eduarda Costa Ferraz

Anónimo disse...

THE LONELY TALE OF AN ABANDONED ANIMAL

DEDICATED TO ALL ANIMALS WHO SUFFER IN HUMAN HANDS. THIS ARTICLE IS BASED ON TRUE EVENTS

http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/411

Clara Duarte disse...

As esterilizações de animais errantes não é uma violência e não vai contra a defesa do animal, bem pelo contrário. É um acto responsável e consciente o de evitar que o animal fuja das suas casas, onde estavam confortáveis, bem alimentados e acarinhados pelos seus protectores, e deambule em parte incerta devido ao "chamamento da natureza"? Um gato depois de passar algum tempo fora de casa, atraído pelas fêmeas, chega num estado lastimoso tantas vezes, outras é atropelado na estrada. Quando isto não acontece, mia incessantemente durante dias, desesperado por tentar fugir. Nos cães acontece o mesmo. A agressividade do animal e muitos comportamentos problemáticos são reduzidos ou anulados com o recurso à esterilização.

Infelizmente, nem todos os canis/gatis municipais têm a preocupação em ministrar vacinas, cuidados veterinários e a esterilização. Urge identificar os estabelecimentos com claras deficiências que não estão a cumprir com o seu fim e as suas responsabilidades em relação aos animais errantes.

Nuno Benedito disse...

gostaria de enaltecer a nobreza do tema e a forma como tem vindo a ser debatido. Gostaria ainda de acrescentar que relativamente ao abandono dos animais o problema poderia ser evitado recorrendo a meios legais que obrigassem a chipagem gratuita de todos os animais de companhia e consequente responsabilização dos donos a quando da verificação da existencia de abandono.
trabalho com cães há mais de 10 anos como treinador profissional e acho que tanto os cães como qualquer outro animal merece todo o nosso respeito.
obrigado
nuno benedito

Jorge Alves disse...

não gosto particularmente de caça mas parece-me um "cliché" atacá-la...
na pesca não se mata ?

homo vegetus disse...

O melhor documentario sobre as relações entre animais humanos e não-humanos é o Earthlings e está disponível para ver em: http://www.youtube.com/watch?v=VQHVCzHM-4k

Saudações

Anónimo disse...

O Futuro é alimentos sintéticos. Ponto final. O Veganismo é apenas a substituição do ser vivo a chacinar, pois o que interessa criticar neste século é uma espécie de "canibalismo" animal. Mas daqui a 1000 anos, quem comer vegetais será tão bárbaro como quem mata um touro...

O Winzip vai chegar e os nutrientes necessários para o homem estarão comprimidos num único comprimido (ou adesivo, ou chip)...até lá a chacina vai continuar...


bzzzzzz

Carla disse...

Ser amigo – uma história.

Este ser é simpático, amoroso, respeitador, bem-educado, um companheiro!
Quantos de nós não gostaria de ter uma amizade assim! E que mal tem, se este ser tiver 4 patas e ladrar? Porque é que nós seres Humanos, ditos racionais, não conseguimos perceber que estes seres também conseguem ser nossos amigos? Pensemos um pouco na realidade do querer ter um ser para respeitar ou para mal tratar.

Em memória do meu querido amigo Preto. Porque a amizade, não é só uma qualidade dos Humanos. Também existe entre dois seres de espécies distintas, percepcionada de modos diferentes, claro está, mas ainda assim uma relação!

Sara disse...

Tenho pena de só ter visto agora o documentário proposto pelo homo vegetus: http://www.youtube.com/watch?v=VQHVCzHM-4k
Tenho pena de não ter assistido a este programa e de não ter comentado mas só agora vim aqui parar.

Este tema é dos que mais abala, dos que mais seriamente mexe comigo e desperta toda a minha fúria.

Pensava, depois de ler o tema, que ia chegar aqui e escrever um longo comentário onde exporia a minha opinião com toda a emoção que não conseguiria evitar. Mas não consigo. Não agora depois de ver do início ao fim e que aconselho a TODOS, por favor vejam o documentário cujo endereço está citado acima (do início ao fim, sem criquices nem desculpas esfarrapadas!)! Não tenho mais palavras. Está tudo nesse documentário. Vejam!

Uma vida humana vale tanto como a de qualquer outra criatura viva existente. Sentem, sofrem como nós. Têm as mesmas necessidades básicas. Sim, somos todos diferentes mas semelhantes e equivalentes. E precisamos uns dos outros para sobreviver. RESPEITO E IGUALDADE.

Sara disse...

Concordo plenamente paulo!

Sara disse...

Estou muito feliz com os comentários em geral! Prova que há muitas pessoas afinal que são conscientes das atrocidades feitas pelo ser humano e que respeitam e apoiam a vida animal! Parabéns!

Claro que a maioria dos seres humanos nem quer saber... Mas informar, incentivar pelo melhor caminho, lutar pelos direitos dos animais, pela vida, por uma humanidade menos cruel e egoísta, passa por pessoas como nós, que realmente se importam e se preocupam! Obrigado.

Devemos apenas matar para comer para sobreviver, deixando os seres viver em liberdade até ao momento da morte! E não aprisioná-los e cultivá-los, mantendo-os em condições de sofrimento contínuo até à violenta morte.

Viva à igualdade, ao respeito e à liberdade!