quarta-feira, setembro 12

SEGUROS DE SAÚDE: COMO ESCOLHER?

Serão os seguros de saúde uma alternativa de facto ao sistema nacional de saúde? Como escolher um seguro de saúde? Como usá-lo da melhor maneira? Como reclamar quando alguma coisa corre menos bem? E, sobretudo, como escolher o melhor seguro para si e para a sua família?Um em cada cinco portugueses têm seguro de saúde mas será que compensa? Um estudo recente da DECO não elegeu nenhum seguro de saúde como a opção certa, por todos terem falhas. Mas a tendência é para a saúde privada ocupar cada vez mais o espaço do Serviço Nacional de Saúde.

19 comentários:

lady_blogger disse...

Quanto a mim a crecente privatização na área da saúde só vem encarecer todo e qualquer tipo de tratamento e consequentemente aumentar o preço dos seguros de saúde.
A assistência gratuita na doença deveria ser um direito tanto para quem tem recursos financeiros e sobretudo para quem os não tem.
No caso de reformados com pensões miseráveis ou de desempregados, estes nem se podem "dar ao luxo" de ficarem doentes, pois não têm dinheiro que chegue para comprar alimentos e medicamentos, quanto mais terem para seguros de saúde ou consultas em estabelecimentos privados.
E se a Deco não defende nenhum seguro de saúde como sendo o ideal e infalível, é porque talvez a preocupação primeira dos seguradores não me parece que seja uma boa e eficaz assistência na doença a preços razoáveis para os segurados.
A saúde em Portugal está muito doente...


Cumprimentos Civis

Maria Mendes

lady_blogger disse...

Quanto a mim, a crescente privatização na área da saúde só vem encarecer todo e qualquer tipo de tratamento e consequentemente aumentar o preço dos seguros de saúde.
A assistência gratuita na doença deveria ser um direito tanto para quem tem recursos financeiros mas também e sobretudo para quem os não tem.
No caso de reformados com pensões miseráveis ou de desempregados, estes nem se podem "dar ao luxo" de ficarem doentes, pois não têm dinheiro que chegue para comprar alimentos e medicamentos, quanto mais terem para seguros de saúde ou consultas em estabelecimentos privados.
E se a Deco não defende nenhum seguro de saúde como sendo o ideal e infalível, é porque talvez a preocupação primeira dos seguradores não seja uma boa e eficaz assistência na doença a preços razoáveis para os segurados.
A saúde em Portugal está muito doente...


Cumprimentos Civis

Maria Mendes

Maria (ª_ª) disse...

Concordo com a Maria Mendes, a saúde em Portugal está muito doente e também acho que toda a gente deveria ter direito ao serviço de saúde gratuitamente.
Como, infelizmente, isso não é o que acontece, e mesmo pagando, temos imensas falhas no serviço de saúde, os portugueses começaram apostar em seguros de saúde que lhe garantissem ser melhor servidos, mas mais uma vez, isso não acontece (segundo o estudo da DECO).
Tenho conhecimento de uma situação em que não aceitaram uma pessoa fazer seguro de saúde por ser gorda e, consequentemente ter mais probabilidades em ter complicações em termos de saúde. Isto é lamentável!

Nem serviço público nem privado são realmente satisfatórios para as nossas necessidades, daí andarmos a ficar todos cada vez mais doentes só de pensarmos que não teremos assistência médica como deve de ser, ou termos que pagar imenso pelos serviços, ou termos que recorrer ao estrangeiro!

Paulo Válega disse...

Isto dos seguros de saúde é realmente complicado, porque muitas vezes subscrevemos um determinado plano de saúde e quando vamos a utiliza-lo verificamos que não cobre a situação que nos afectou... Eu próprio recentemente aderi a um plano de saúde mas fiz questão de conhecer, ponto por ponto, as coberturas do seguro que achei que era o mais adequado à situação da minha família. Antes de subscrever é importante conhecer vários seguros, e ver qual o mais vantajoso!

Bernardo Carneiro disse...

Sou médico dentista, e uma area em que as pessoas são sistematicamente mal informadas para não dizer enganadas, é na valencia de estomatologia e medicina dentária.
Os plafonds sao irrisórios face às necessidades da população,consequentemente descontextualizados, e a maior parte dos tratamentos protéticos e ortodonticos fica fora do alcance da grande maioria dos subscritores das apólices.
Existe sem duvida falta de legislação e informação.
Seria altura do governo tomar controlo desta situaçao em consonancia com as respectivas ordens.

Anónimo disse...

Por enquanto ainda é cedo para dizer é bom é mau.
Entre SEGURADORAS e POLÍTICOS venha o diabo e escolha.

Pedro Marinho disse...

Penso que esta país já deu provas de que não tem capacidade de os cidadãos serem tratados com dignidade,as pessoas devem optar pelas seguradoras em detrimento deste sistema nacional fleumático, gostav de ver as pessoas doentes deste país a serem tratadas como se trtam os comissários europeus, os médicos devem ajudar também os utentes, não acredito no SNS, a prova é a lista de espera de doentes que necessitam de cuidados básicos.

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Pedro Marinho disse...

Pedro Marinho disse...
Penso que esta pa�s j� deu provas de que n�o tem capacidade de os cidad�os serem tratados com dignidade,as pessoas devem optar pelas seguradoras em detrimento deste sistema nacional fleum�tico, gostava de ver as pessoas doentes deste pa�s a serem tratadas como se tratam os comiss�rios europeus, os m�dicos devem ajudar tamb�m os utentes, n�o acredito no SNS, a prova � a lista de espera de doentes que necessitam de cuidados b�sicos e os delizes polit�cos no que diz respeito a esta mat�ria

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Anónimo disse...

Estou a ver com grande atenção o vosso programa. Vi o caso do casal com os dois filhos cujo pagamento da operação do filho, lhe foi negado pela seguradora. Acabando por desistirem desse seguro e fazerem outro noutra seguradora que os satisfaz plenamente. Sou mãe de 3 filhas. A mais velha tem sínd. Down e estou precisamente à procura de um seguro que englobe a familia. Poderia saber a seguradora que tão bem satisfez esse casal?

Helder disse...

Infelizmente a descriminação é o "prato do dia" nas seguradoras.

Ainda há pouco tempo fiz um seguro automóvel e foi notória a descriminação no processo (penso que será assim em outros seguros):
Primeiro ponto: por ser um indivíduo do sexo masculino o meu seguro foi agravado - ao que parece as mulheres são mais moderadas;
Segundo ponto: por ser solteiro o meu seguro foi agravado - pelos vistos as pessoas casadas são mais responsáveis;
Para além dos pontos anteriores de certeza que existem mais pontos que não me foram comunicados pelo mediador de seguros, mas é um bocado confuso esta "legalidade" pelo desrespeito daquela que dizem ser a "Declaração Universal dos Direitos Humanos"

Pedro Marinho disse...

As seguradoras devem ser imparciais e os contratos não devem ser assinados sem os ler primeiro e devemos consultar no minimo 3 seguradores para certificar com as melhores condições, estes seguros devem ser prenchidos por profissionais porque quem faz um seguro de um carro não deve fazer um seguro de saude.

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Pedro Marinho disse...

As seguradoras devem ser imparciais e os contratos não devem ser assinados sem os ler primeiro e devemos consultar no minimo 3 seguradores para se certificar das melhores condições, estes seguros devem ser prenchidos por profissionais porque quem faz um seguro de um carro não deve fazer um seguro de saude.

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Maria (ª_ª) disse...

Penso que as seguradoras tratam as pessoas como fonte de dinheiro e não como pessoas…o que é muito triste, pois há muitos valores aqui em jogo (principalmente em caso de doença grave).
Tudo bem que as seguradoras prestam o serviço, mas são pagas para isso, por isso o dever delas é fazer os serviços a que se propuseram à partida e aceitar qualquer pessoa sem excepção.

Fabião disse...

Objectivamente um seguro é um negocio, assim estes sao de confiar se forem subscritos por uma empresa, em que a quantidade das contribuições cobre os casos de perda para a seguradora. Este negocio foi pensado assim, a subscrição de particulares é entendido pela seguradora como um problema per si.

Anónimo disse...

Deveriam dar nomes aos bois, ou seja divulgar nomes de cias de seguros saúde que negam atendimento a deficientes, que dizem sempre que são doenças pré-existentes, no meu caso isso aconteceu com a seguradora Luzitânia, disse que uma bola no olho era pré existente, o que era ridículo.
Se divulgassem maus atendimentos ficaria mais fácil para as pessoas escolher seguradoras "menos piores"

Carlos Alberto - Lisboa

Adriana disse...

Tenho 28 anos e já fui submetida a duas cirurgias. Isso é impedimento para subscrever um seguro de saúde?

Obrigada e parabéns pelo excelente programa.

Pedro Marinho disse...

O problema não são as seguradoras mas sim e necessidade urgente de sermos atendidos , se o SNS tivesse capacidade de resposta não havia seguros ...

Pedro Marinho Arcos de valdevez

Maria (ª_ª) disse...

Tem toda a razão Pedro Marinho, mas como hoje estávamos aqui a falar de seguros de saúde, parece que só temos a dizer mal.
Daqui a 8 dias, quando falarem do SNS (como disse a Fernanda), será a vez de dizermos mal deste serviço…que infelizmente, é a única coisa que teremos a dizer.

homempasmado disse...

Olá a todos.

Creio que a(s) resposta(S) são óbvias:
os seguros de saúde são uma alternativa para quem os pode pagar.

Será que todas as pessoas o podem fazer? E fazendo-o, poderão cobrir "todos" os futuros problemas que lhes surjam?

O modelo americano demonstra que não, havendo casos em que seguros não foram renovados porque estavam a dar imenso prejuízo à seguradora.

O que nos leva à segunda questão:
As seguradoras vivem do lucro. Será que queremos essa lógica a governar a nossa saúde?

Tchau,
HP