sexta-feira, abril 4

Os portugueses e a sua relação com o dinheiro


No dia 3 de Abril foi revelado um estudo levado a cabo pela ASFAC sobre os hábitos de poupança dos portugueses.
Segundo os resultados apresentados, os portugueses costumam fazer orçamento mensal e lista de compras, e consideram que seria fundamental ter noções de educação financeira na escola. Quanto ao crédito, os portugueses não dizem que não e até definem quanto podem pagar pela prestação.
Com estes indicadores, como é possível que o crédito malparado esteja a aumentar em Portugal? Sendo que a principal razão se deve ao incumprimento de empréstimos ao consumo.
Afinal, se os portugueses poupam, como é que o fazem?

14 comentários:

lady_blogger disse...

Sobre esta temática do orçamento familiar convido-vos a visitarem www.euronios.blogspot.com onde apresento algumas dicas de poupança.
Quem precisar poderá contactar-me para eu fazer um estudo detalhado do seu orçamento failiar e em função deste o ajudar a poupar, ou para lhe tentar reduzir a prestação dos seus créditos à banca (este último serviço é gratuito).

CC

Maria Mendes

fotógrafa disse...

Pára e admira calmamente
tudo aquilo que te rodeia.
Sem contemplação,
a vida é uma mera existência.

Bom fim de semana
abraço

martagaspar disse...

Fernanda, p.f. a senhora da ASFAC que deixe a Economista falar no tempo que lhe cabe. Ela não pode querer que a colega(?) exponha o que ela quer.Está a ser incómoda e mal educada.

Mario disse...

" O segundo maior vício do homem é a mentira. O primeiro é viver a crédito"

Benjamin Franklin

carica disse...

Boa tarde,
Parabéns, cara Fernanda, por todas edições do Sociedade Civil, mas particularmente por esta.
Quantas vezes, até conhecendo casos de amigos, familiares, chegamos à conclusão de como é importante e urgente uma acção de educação financeira em grande escala.
Considero-me uma afortunada, porque ainda mais importante das noções de economia que apreendi na faculdade, os meus pais ensinaram-me o valor do dinheiro e a importância de uma boa gestão desde sempre.
Embora não seja fácil, a nossa estratégia, (cá por casa), passou por comprar um casa que mesmo com o aumento das taxas de juros não se tornasse impossível de pagar, a escolha do carro passou por sondar o mercado e optar pela hipótese mais económica e, quanto ao recheio da casa, por a ir compondo aos poucos, recusando a ligação com créditos. E claro, acreditamos na importância do pé de meia.
Sobretudo, ser mais humilde no consumo é uma liberdade, porque já diz o ditado que não se deve dar o passo maior que a perna.

Um abraço. Ana Chagas

Ana disse...

Concordo que deva existir uma educação financeira em Portugal,tanto para crianças como para adultos.No entanto,não vamos culpar o Marketing."Marketing é o processo social através do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação,oferta e livre negociação de produtos ou serviços com outros"(Kotler,2004)
Portanto é possível concluir que o Marketing implica liberdade.Ninguém obriga nem manipula ninguém.O consumidor é livre!
O Marketing estimula a economia,portanto é com tristeza que vejo pôr as culpas no Marketing de más opções de consumo.

ricardo disse...

Os comentários apresentados pelo individuo presente na emissão corrente estão completamente errados e generalizados.

O que é assinalado nas imagens do cérebro correspondem a pontos de libertação de endorfinas ,proporcionado sensações de “prazer”, tão facilmente comparadas ao uso de drogas como a felicidade de ver o seu primeiro filho nascer.

Quanto a questão do credito, é um processo calculista e frio impulsionado por interesses estrangeiros e nacionais.

O objectivo é tão simples como o próprio domino financeiro, com o fim de “dominar” a população em geral.

Veja se o caso dos estados unidos da América, foram dados empréstimos de habitação a pessoas que não tinham capacidades de pagar propositadamente.
Em alguns casos incentivados por gerentes de conta a “mentir” nos seus formulários.


E já agora aproveito para comentar sobre o actual estado politico.

Guerras de fantoches é só o que posso dizer quando vejo Paulo Portas, Sócrates e Santa Lopes a “brigar que nem miúdos de escola”.

Caros portugueses não se deixem enganar todos eles defendem os intresses estrangeiros da tão aclamada “Elite” Bilderberg e não a vontade dos portugueses.

Luís Filipe Meneses esteve presente na ultima reunião bilderberg .
Sócrates na Turquia, não muito temp antes de se tornar presidente.

ricardo disse...

www.prisonplanet.com e www.infowars.com

A verdade do Mundo!

Maria disse...

A questão da poupança impõe que se coloque uma questão, de resto já aflorada no programa.
Deve o consumidor, optar por fazer uma amortização no seu crédito ou, ao invés, manter uma poupança disponível que lhe permita fazer face a uma eventual situação desconfortável, como os três "D": divórcio, desemprego, doença?

carica disse...

Há pouco esqueci-me de focar um detalhe que acho muito importante.
Saber gerir o dinheiro é também um dever de cada um.
A família é mais do que um casal e os seus filhos, existem mais gerações, mais pessoas ligadas à mesma. Quando algum membro se endivida por demais, quando se esquece da importância do pé de meia, as suas acções, no futuro, vão pesar para os seus familiares próximos.
As pessoas tendem a ser como a cigarra, a esquecerem-se do futuro, e isso significa muitas vezes que alguém acaba por ser a formiga.

Obrigada, Ana Chagas

ricardo disse...

Cara apresentadora reparei que ignorou o meu comentário.
Tem medo de ver a verdade?
Tem medo de falar da verdadeira causa dos assuntos?

Veja a verdade em www.prisonplanet.com


E deixo a proposta para um tema do programa, podia ser “Lideres Portugueses com ligações a elites estrangeiras”

SílviaCastanheira disse...

Penso que o nosso país não estava preparado psicologicamente para o dinheiro fácil que veio da União Europeia. Passou-se de uma mentalidade de inquilinos para a mentalidade de proprietários em pouco tempo. O português só pensa em férias, pontes e feriados e não se importa de estar na fila da caixa para pagar a última versão da playstation para dar ao filhinho mesmo que não tenha dinheiro para isso. O que interessa é comprar...pagar logo se vê.

Miguel disse...

preocupa-me de sobremaneira aquilo que vai ser a geração que se segue. A presente esbanja o que não tem, vive de aparências, num estado de frustração constante por não poder ter o que não pode pagar. Chegam ao extremo de se dirigir ao Banco Alimentar para compensar o que gastam nas prestações do novo BMW e das 4 noites em Punta Cana. Atendendo ao exemplo que eles são para os filhos, urge educá-los sob o risco de se acentuar o embrutecimento da nação.

lady_blogger disse...

Já que o tema foi gestão das economias familiares, gostaria de referir-me ao facto de há dias uns polícias numa reportagem televisiva dizerem não conseguir viver com 800 ou 900 euros. Terão despesas fixas com a saúde ou endividaram-se por demais? É claro que o salário auferido não é o desejável, mas daí a dizerem que passam fome... sinceramente... E então os reformados que vivem com menos de metade deles e têm as tais despesas mensais de farmácia? Então se os polícias que disseram passar fome nunca conseguiriam viver nas condições desses reformados.

Quando as televisões quiserem falar de pessoas que mal ganham para comer, usem casos que ilustrem melhor a situação. Dirão já não ser novidade as condições de muitos reformados, mas são um dos melhores exemplos de gente que vive de parcos recursos.

A população mais jovem bem se poderia inspirar nos reformados para aprenderem uma gestão financeira do orçamento familiar.

CC

Maria Mendes