segunda-feira, abril 27

Falta de dinheiro não é motivo para comer mal

Se faz parte daquele grupo de pessoas que considera que comer bem é comer caro, desengane-se.
Os nutricionistas dizem que estamos na altura ideal para reduzir as calorias diárias que ingerimos por dia e poupar na carteira.
Uma das ideias erradas na alimentação - que tem origem nas décadas anteriores, mais abastadas - tem a ver com o facto que comer bem é ingerir carne ou peixe em todas as refeições. Hoje vamos demonstrar que as leguminosas e os cereais são uma excelente alternativa e que é possível poupar no orçamento familiar: por exemplo, tomando o pequeno-almoço em casa, em alternativa ao galão e ao pastel de nata comidos à pressa ao balcão.

Convidados:
João Breda, Coordenador da Plataforma contra a Obesidade da Direcção-Geral da Saúde
Maria Antónia Figueiredo, Confagri
Solange Farinha, Directora da Auchan Produção
Clotilde Limbert, Sociedade Portuguesa de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo

15 comentários:

Helder disse...

Penso que será difícil hoje em dia comer saudável sem gastar muito dinheiro. Os melhores productos alimentares são provenientes de agricultura biológica e custam muito mais do que os productos mais económicos e em promoção.
No nosso caso a maior fatia do nosso orçamento familiar vai para a alimentação e começamos à pouco tempo a cultivar a nossa própria horta para reduzir esses custos.

Helder disse...

Gostaria de aproveitar para dar os parabéns ao grupo Auchan pelas suas políticas e posição no mercado.
O Jumbo é o nosso hipermercado preferido e o qual, maio oferta tem em produtos de agricultura biológica.
Gostamos também de sugerir o reforço do Jumbo Online no que diz respeito a alimentos de agricultura biológico.

Helder Luis

carica disse...

Boa tarde,

Como dona de casa, logo responsável pela preparação das refeições e compra dos alimentos, preocupo-me sempre servir refeições equilibradas.
A minha estratégia consiste em:
- Ir sempre às compras com uma lista definida.
- Investi numa máquina de pão, (fiquei com a possibilidade de fazer pão com menos sal e açucar, sempre fresco, e um pouco mais económico).
- Testei, gosto e confio na marca própria da cadeia de supermercados onde faço a maioria das compras: Massas, arroz, sumos, alguns enlatados (grão, feijão), alguns congelados, fruta e vegetais, papel higiénico, guardanapos, são alguns dos exemplos.
A verdade é que por exemplo no esparguete a diferença chega a ser de mais de 50 centimos, e somando todos essas pequenas diferenças acabamos por poupar, levando para casa igual quantidade e qualidade.
- Por fim, cá em casa come-se sopa com regularidade. Porque apreciamos, entendemos o seu valor nutritivo e nunca a vimos como um parente pobre das refeições.

Obrigada. Ana Chagas

Helder disse...

Em relação às políticas escolares um exemplo interessante é o projecto de Jaimie Olver em Inglaterra que tentou introduzir os legumes na dieta dos jovens ingleses.

Janine disse...

Penso que um dos maiores problemas da nossa alimentação é o facto de não variarmos e de muitas vezes estarmos mal informados.
Por exemplo, quem de nós consome aveia e outros cereais em detrimento do trigo? Quem de nós sabe que os morangos são dos frutos que mais absorvem pesticidas, quase não valendo a pena consumi-los sem serem biológicos?
Precisamos de formação para podermos optar!

Alexandra Santos disse...

Boa tarde,

Parabéns pelo programa é sem dúvida “the best”, pena é, o seu horário pois só de vez em quando consigo assistir...
Desconfio, da boa vontade das empresas e da sua responsabilidade social, sentem culpados? É de facto astronómico os valores que as empresas de distribuição ganham, e só vendem o que lhes dá maior lucro!!!
Quanto ás marcas próprias apenas o lucro está na meta dos distribuidores, pois conseguem maior margem de lucro…

Alexandra

Filipa disse...

Boa tarde,

Não concordo muito com o que o senhor disse sobre os pais serem o exemplo para os filhos quando são pequenos. Em minha casa, o meu pai sempre comeu muita verdura e saladas, a minha mãe sempre adorou peixe e nenhum deles gosta de arroz de polvo. Tanto eu como o meu irmão dispensamos bem a salada e adoramos arroz de polvo. Acho que não tem necessariamente a ver com os hábitos dos pais...

rui disse...

Antes demais parabens pelo vosso programa. Sou ovo-lacto-vegetariano e fico pasmado com os preços dos produtos que consumo. Infelizmente somos visto como uma minoria priveligiada. Porque fica um hamburger de carne a metade do preço de um hamburger de soja ou de algas?
Sou professor e vejo-me sempre «à rasca» para almoçar. Além do curto espaço de tempo para comer (45 minutos) que me impede de ir para casa, muitas escolas recusam-se a vender apenas a senha para a sopa e para a salada. Por outro lado ir a um restaurante vegetariano é hilariante, face aos preços praticados. Migas de bróculos custam 10 euros... A solução é levar uma sandes de casa com salada e comer como posso... Pena que a minha dieta seja ignorada de uma maneira geral

Alexandra Santos disse...

Boa tarde,

Parabéns pelo programa é sem dúvida “the best”, pena é, o seu horário pois só de vez em quando consigo assistir...
Desconfio, da boa vontade das empresas e da sua responsabilidade social, sentem culpados? É de facto astronómico os valores que as empresas de distribuição ganham, e só vendem o que lhes dá maior lucro!!!
Quanto ás marcas próprias-MDD- Marcas de Distribuíção, apenas o lucro está na meta dos distribuidores, pois conseguem maior margem de lucro…

Alexandra

Helder disse...

Comentando o comentário da Janine, outro alimento tão mau como os morangos são os pimentos, considerados pela União europeia como um dos mais contaminados por pesticidas. A revista Sábado fez um artigo sobre a diferença entre alimentos biológicos e os convencionais e as descobertas foram relevantes.

Helder Luis

mimiko disse...

Cá em casa desde que descobrimos que um de nós é doente celíaco passámos a comer muito mais saudávelmente, tudo fresquinho e em casa, muito mais baratinho!

Sara

Paula disse...

Boa tarde!
Falou-se no porquê de ser mais caro comer um prato com acompanhamento de uma salada do que um prato com batata frita. Na minha opinião, não se deve somente à diferença de preço de mercado entre a salada e a batata mas sim pelo facto de a batata frita transmitir uma "falsa" sensação de saciedade. É que para muitas pessoas comer bem é comer em quantidade e alimentos que "encham a barriga" e não alimentos saudáveis e que "deixam fome" e quem diariamente serve refeições sabe isso. Daí o fast-food ser uma opção hoje em dia bastante escolhida, precisamente por esta sensação de "saciedade/satisfação" que provoca a quem consome. Obrigada pelo programa.

marta_bunny disse...

Olá!
Eu tenho 17 anos, e costumava comer sandes aos almoços porque a cantina da minha escola sempre teve um aspecto horrível...
Um dia fui experimentar a comida e adorei. Passei a gastar só 1,40€ com tudo incluído enquanto fora da escola para ter tudo incluído gastava 5€... Para além disso a minha escola faz todas as semanas um menu vegetariano, que é uma iniciativa fantástica... hoje em dia as comidas vegetarianas da escola são as minhas preferidas :D

Marta

sérgio rodrigues disse...

É errado dizer que as marcas brancas não fazem publicidade. As marcas brancas não fazem publicidade directamente, mas as distribuidoras que as representam (auchan, sonae, etc) têm das maiores ocupações de espaço publicitário existentes no prime time.

Filipa disse...

Boa tarde!
Parabens pelo programa e pelo tema escolhido.
Eu concidero-me poupada e consumo bastante marcas de distribuidor. Aminha questão é a seguinte, porque é que mas marcas dos supremercados protugueses ñ consta na embalagem o produtor d produto e na visinha espanha p.ex, consta e com os contactos