quinta-feira, outubro 21

Ajuda aos países mais pobres

É certo que a crise financeira fez com que a maioria dos países cortasse na ajuda que está destinada ao desenvolvimento. Onde irão agora as ONGD buscar a ajuda que precisam?
O discurso atual dos mais altos dirigentes mundiais está centrado na recuperação das economias dos seus países?
E os compromissos assumidos com as ajudas ao desenvolvimento? Onde se encaixam? Portugal tem essa capacidade financeira?
Que projetos são prioritários? Bruxelas calcula que entre 3 a 6 mil milhões podiam ser poupados se houvesse uma melhor coordenação das verbas e dos projetos a que se destinam. O que é preciso fazer para melhorar a ajuda no terreno?

Convidados:
Augusto Manuel Correira
, Pres. IPAD – Instituto Port. de Apoio ao Desenvolvimento
Inês Campos, Coordenadora Adjunta Campanha Milénio Portugal das Nações Unidas
Fernando Teixeira Gomes, Jornalista RTP África
Susana Refega, Fundação Evangelização e Culturas

6 comentários:

Martinha disse...

Portugal é um país pobre, com tendência para, nós os portugueses, ficarmos todos ainda mais pobres.
Acho impressionante que perante este cenário, o Estado não dê ele próprio o exemplo de austeridade que quer impôr a todos os portugueses. Por acaso os membros do governo não são portugueses?! Porque é que o nosso estado continua a gastar verbas exorbitantes, nomeadamente, no seu parque automóvel, deixando-o ao nível dos mais ricos da Europa?! este é só um exemplo entre muitos outros...

Martinha disse...

Mais... vejam isto, no final do sociedade civil:

http://www.youtube.com/watch?v=BDwSzZAYRMU&feature=player_embedded

Rita disse...

Onde podemos encontrar informação para fazer voluntariado? A ajuda civil não está organizada e quando temos tempo e vontade de ajudar é frustante não saber onde me posso dirigir

António disse...

Boa tarde ao painel, e em especial à apresentadora, uma vez que, de modo simples e humilde, faz um trabalho extraordinário.

A fundação Bissaya Barreto, à uns anos atrás propôs a diversas escolas enviar material escolar para a Guiné-Bissau. Parte desse material apareceu no mercado de Bissau para venda! Na Guiné as ajudas acabam assim.

A mulher do Nino Vieira dominava o porto de Bissau, canalizando os contentores com estes recursos para o mercado negro.

Não tenho provas disso, mas é aquilo que se falava então.

Por isso, preocupo-me pouco em enviar ajuda, prefiro ir eu, porque assim tenho a certeza para onde vai a minha ajuda.

Hoje não sei como é.

A alfândega é corrupta: para passar material é preciso pagar CFA!

Os medicamentos a que se referiram são sempre enviados para o mercado negro: esse contentor que mostraram à RTP é só para inglês ver.

Não é aquele maravilhoso povo que tem culpa, os responsáveis são os políticos: um país tão grande com um dia-a-dia tão negro.

Cumprimentos. António

lourenço disse...

Apoio totalmente o sr jornalista. Os meus 8 anos de Africa como militar permitem-me falar assim .
Quando canalizam recursos para a miséria que alastra em Portugal? Virem-se para dentro de Portugal. Os outros países tem mais recursos do que nós.
Tenho uma filha e dois netos que têm que viver com 200€
Lourenço

lourenço disse...

Á excepção do sr jornalista, consideroum abuso mandar coisas para outros países sem cuidar do nosso. Twenho uma filha e dois netos que têm 200€ para viver
Lourenço