terça-feira, abril 26

Compro o que é nosso

Os portugueses reconhecem que o que é nacional é bom, mas a concorrência dos produtos importados leva a que na altura da escolha optem pelo produto que vem de fora. Porquê? É mais barato? É melhor? Ou será que os portugueses não confiam na produção nacional? No ano em que a Assembleia da República instituiu 26 de Abril como Dia da Produção Nacional, que marca também o arranque da campanha “Compro o que é nosso”, vamos percorrer a montra de produtos portugueses e apresentar argumentos que defendem a sua aquisição. Sendo o principal a absoluta necessidade de o país equilibrar a balança comercial importando menos.

Convidados:
Carlos Coelho, Especialista em criação e gestão de marcas
Rosário Louro, Associação Empresarial de Portugal
Antónia Figueiredo, Confagri
Manuel Teixeira, Presidente da Comissão Executiva da Anje

7 comentários:

nibau disse...

boa tarde!
o grande problema de portugal é os portugueses. Eles não confiam no seu país, na sua pátria.
Infelizmente há aquela ideia que lá fora é que estão as coisas boas.
Se a Selecção Nacional de Futebol for considerado um produto que se consome também, então aí sim, os portugueses compram e consomem com fartura.
Como já foi referimos, é preciso amarmos o nosso País e lutarmos por antes. Autoestima é o que precisamos, mais nada!!!! Em tudo temos potencial para ser igual às grandes potências europeias e até mundiais.

Pedro disse...

Porque é que os produtos de agricultura biológica são mais caros, uma vez que o consumo dos mesmos deveria ser incentivado?

Pedro Coito

Fernando disse...

parabéns pelo tema e programa
Os produtos agrícolas locais mesmo que não sejam competitivos, tem vantagens:
1 podem ser colhidos com maior maturação e portanto com melhor qualidade
2 diminuem as importações e implicam menor gasto em Combustíveis no transporte
3 podem ser a subsistência dos pobres

Fernando Martins do Vale

Pedro disse...

Boa Tarde
Sou finalista do curso de Marketing turístico, quero desde já felicitar-vos pelo programa.
No entanto penso que ainda não foi dito o mais importante, para alavancar Portugal será necessário diferenciar o produto português e oferecer o que o consumidor/turista procura, e isso ainda não acontece

Fernando disse...

Bicicleta só com capacete.
Artur Agostinho morreu por queda da sua bicileta, de que resultou traumatismo craneano- hematoma elidirão
Fernando Martims Vale

João disse...

Porque temos fome?

João disse...

porque temos fome ?