segunda-feira, setembro 4

Boas práticas no Ensino Secundário

O novo ano escolar está prestes a começar. Do que findou, restam as informações veiculadas pelos media sobre deficiências no ensino, abrangendo escolas, professores, pais e alunos. Mas por todo o país há excelentes exemplos de boas práticas.

6 comentários:

Catastrofe ambulante disse...

Cara Fernanda, ouvi à pouco falar em parcerias e gostaria de saber se as escolas estão abertas a formar parcerias aom elementos da sociedade civil de forma a criar disciplinas extra curriculares em areas diversas como ecologia, ambiente ou novas tecnologias e se o ministerio estaria disponivel para apoiar essas iniciativas.
Carlos Guerra

Anónimo disse...

Ouvi há pouco um comentário acerca da Educação Física contar para a média em cursos onde não era suposto ser necessário.
Pior, pior, parece-me ser o curso tecnológico de Multimedia (frequentado pelo meu filho mais velho) ter tido no 10º e 11º 2 tempos de 90 minutos de Filosofia semanais: uma aberração.
Cumprimentos e parabéns pelo programa
João Nunes

Anónimo disse...

Dois tipos de formação em falta:
-Especialização em T.I.C. de Gestão Administrativa;
-T.I.C. criação de jogos digitais

Anónimo disse...

Exacto.
Hoje em dia os alunos aprendem para ter boas notas nos testes e nao por gosto. Penso que esse seja o grande problema, porque quando se gosta aprende-se.
Vejo na disciplina T.I.C. a diferença entre o saber e o pensar que se sabe, pois é uma área em que estou a par e que, digamos, percebo.

Sofia Paixão disse...

Sou estudante universitária e como tal já à alguns aninhos que terminei o meu ensino secundário, numa escola que para meu orgulho se encontra, merecidamente, muito bem colocada no ranking nacional. Mas aproveitando o tom generalizado no programa de que os incentivos e as tais boas práticas têm obrigatóriamente de começar no ensino básico, de louvar o Instituto de Odivelas, não pude deixar de vir partilhar a minha indignação, quando se fala da importância dos projectos que integrem os alunos e os acompanhe por um lado a formarem-se como cidadãos e por outro a ganharem gosto pelo saber, não desistindo da escola, quando ao mesmo tempo, desaparece um projecto numa escola básica de Lisboa que dava a oportunidade aos alunos de intervirem na escola, de uma forma activa, ensinando-os a ser responsáveis, conscientes, a desenvolver o sentido critico, o espirito de entreajuda, o sentimento de que pertencem a uma escola melhor, em harmonia com o resto da comunidade escolar. No meu secundário havia associação de estudantes, na faculdade existe a Associação Académica, mas nesta escola básica os alunos deixaram de ter voz e principalmente, deixaram de ter quem os ouvisse. Deve ser sem dúvida mais benefico a escola se resumir aos conteúdos programáticos plasmados nos manuais. Resta saber, se a formação humana e a vontade de querer aprender e crescer numa escola melhor irão algum dia ser avaliadas num ranking ou se tais vertentes serão ponderações exclusivas das aulas de Educação Fisica
Sofia Paixão

Artur disse...

Exmos. Senhores, agradecemos o vosso apoio na divulgação desta iniciativa:

I Congresso Nacional de Combate ao Insucesso Escolar
14 e 15 de Outubro de 2006
Auditório Municipal de Resende


Nos últimos anos tem sido implementado um conjunto de medidas cujo objectivo é melhorar o ensino em Portugal e desta forma, proporcionar uma maior igualdade de oportunidades. Este trabalho tem tido resultados visíveis, mas a verdade é que os índices de insucesso e abandono escolar continuam a constituir um problema nacional, para o qual devemos estar atentos.

Assim, no decorrer do seu Plano de actividades para 2006, a AJUDE (Associação Juvenil para o Desenvolvimento) está a organizar o I Congresso Nacional de Combate ao Insucesso Escolar nos dias 14 e 15 de Outubro no Auditório Municipal de Resende. Para tal, contamos com o apoio da Câmara Municipal de Resende, do Governo Civil de Viseu e da Casa Civil da Presidência da República.

Inserido no Debate Nacional Sobre a Educação, este evento pretende ser um ponto de discussão construtiva para o futuro da Educação.

Para o efeito basta preencher a ficha de inscrição e enviá-la para: geral@ajude.com.pt ; antoniomatias@ajude.com.pt ou para o fax nº 214467575 ao cuidado de António Matias.

Em caso de alguma dúvida ou necessidade de algum esclarecimento, por favor contacte António Matias, através do correio electrónico antoniomatias@ajude.com.pt ou do n.º Telemóvel 963 736 437.


Associação Juvenil para o Desenvolvimento – AJUDE
Câmara Municipal de Resende