quarta-feira, dezembro 13

QUE PORTUGUÊS FALAMOS?

A língua portuguesa é património cultural de 200 milhões de pessoas em diversas comunidades espalhadas pelo Mundo. Queremos saber que português falamos cá dentro e lá fora.

9 comentários:

Anónimo disse...

O ler não corrige o modo como escrevemos. Eu leio imenso e tenho bastente dificuldade em escrever.
Especialmente nos dias de hoje em que tanto se lê em portugês de portugal, como em português do Brasil.
Às tantas já é difícil fazer a distinção.

Anónimo disse...

Eu, pelo contrário, não tenho por hábito ler, e na escrita não tenho qualquer dificuldade, escrevo praticamente sem erros. E nos sms também abrevio palavras.
E acho que o português do Brasil se distingue bastante bem do português de Portugal.

António Capoulas disse...

Acho que as nuances da escrtita que estiveram a focar ate agora não se trata de uma "nova línguagem" mas sim de uma necessidade de comunicar rapidamente ou com um limite de caracteres, daí a necessidade de abreviações.
Agora relativamente à utilização do k (por exemplo : Keres) é uma parvoice, isto porque não representa mais valia nenhuma para a comunicação - esta não é a linguagem dos jovens mas sim a linguagem PITÊS!

Em suma é necessário distinguir a escrita abreviada para comunicação rapida, a escrita correcta a qual é feita com planeamento e por ultimo esse flagelo que é o Pitês!

antonio ferreira disse...

Até que é um sonho meu, abrir uma livraria, mas os estudos de mercado dizem-me que não é viável... não há mercado e o que há, prefere os mega-espaços conhecidos....


Antonio Ferreira
Carvalhos

Inês disse...

Eu gostaria primeiro de dar os parabéns ao José Jorge Letria pelos seus livros. Foi com a minha filha de nove meses que o descobri e fico realmente emocionada com as suas palavras. Isto para dizer que a leitura ou o contacto com os livros deve, na minha opinião, ser estimulado desde que nascemos para que depois os livros não se tornem em objectos estranhos e "chatos".Como pessoa relacionada com o ensino, penso que se permitem muitas barbaridades a nível da escrita nas escolas. Enfim, preocupa-me o grau de exigência (o a falta dele) que vai existir no futuro.

Anónimo disse...

Penso a leitura é um bem essencial para uma boa escrita, apesar não é necessário "devorar" todos os livros que nos aparecem à frente, uma leitura básica é importante e por vezes necessária para facilitar a escrita..
Tal como a maioria dos jovens abrevio nas mensagens escritas, e penso que não tem mal, pois por vezes é-nos bastante útil, mas sem deixar de notar a diferença entre as mensagens e\ou um texto, pois a escrita deve adaptar-se às circuntâncias.

Pedro M. Bidarra disse...

No ensino da escrita do português não interessa só a prática como meio de criar um automatismo do bem escrever, interessa que se explique e se faça compreender a lógica das regras gramaticais.
Perceber, não só que não se tratam de formalismos serôdios, mas também, no caso de surgiram novas situações de dúvidas de escrita, que se consiga pensar sobre elas e resolve-las porque se compreende a mecânica da língua.

Anónimo disse...

Sou proprietária de uma livraria especializada em livros em Inglês, localizada (claro está) no Algarve. É encantador ver os miúdos Ingleses à procura de livros com uma sofregidão incrível.
No entanto, concordo com alguns comentários que foram aqui deixados q

Anónimo disse...

(cont)
Acabei por enviar o meu comentário anterior por lapso.

Para concluir, concordo que nem sempre a leitura ajude na escrita. Os Ingleses por exemplo são sôfregos por livros, e dá realmente gosto ver o quanto as crianças valorizam os livros e os compram em grandes quantidades.
No nosso país ainda não se sabe promover os livros como entretenimento e cai-se muito na armadilha de promover os livros de uma maneira muito "cinzentona" (acho que isso também aconteceu hoje no vosso programa).
Era bom que houvesse programas divertidos, onde a promoção de livros fosse incluída de maneira criativa de modo a que os jovens e adultos percebessem que há livros que se adaptam a todos os gostos e não só biografias políticas, clássicos ou livros que não despertam o interesse do público em geral.
Obrigada e boas leituras!