terça-feira, dezembro 12

MULHERES NA PUBLICIDADE

Os consumidores defendem que a publicidade deve ser credível, informativa, rápida e incisiva. No entanto, as mulheres na publicidade são inacreditavelmente bonitas, retocadas a computador e eternamente jovens. Esta forma de comunicação reflecte ainda alguns estereótipos sexistas? Será que a publicidade idolatra a mulher ou é discriminatória em função do sexo?

13 comentários:

Anónimo disse...

E que dizer à publicidade levada a cargo pela "clínica persona" onde é apresentado um corpo de mulher escultural com a seguinte mensagem "os homens não gostam de celulite!"?. Enfim...numa palavra?!? ultrajante.

Anónimo disse...

Ultrajante? É completamente verdade.

Isabel disse...

"A menina do gás" é bem conseguido?
Não me parece.
E alguem andar a publicitar de terra em terra e tirar fotos á menina? não é à garrafa de gás!

E ela não assim tão leve :S

Anónimo disse...

acho que a 2: deve fazer uma analise profunda ao ar condicionado do estudio, parece me que existe alguma substancia alucinogenia no ar. a joana barbosa pelo menos esta a ter uma reacçao bastante violenta. aceito que a mulher continua a ser maltratada ainda ha por aì muito "pseudo-macho", mas cada vez, a mulher ocupa, mais um papel de igualdade. aquilo que me parece que chateia a joana e o facto de essa igualdade nao lhe da a superioridade que foi erradamente detida pelos homens.

Anónimo disse...

Como mulher, vejo a publicidade com humor e sentido crítico. Adora bons anúncios.
Como mãe de 3 rapazes, há que educar para que a mulher seja respeitada.
No entanto, tenho que admitir que existem muitas mulheres que tudo fazem para que o machismo perdure.

o_rkardo_é_grande_poeta disse...

ó rkardo... és tão sensível pá... deve ser por isso que "escreves" "poemas" tão lindos, são mesmo poemas bonitos... daqueles mesmo, mesmo belos. A sério, és mesmo um escritor de primeira água... Mas não sejas tão sensível... a rapariga não tem nada de violenta... ela até é pequenina, pá...

Pronto, pá, agora larga lá os cogumelos e vai tomar os banho que as olheiras vêem-se daqui, amigo...


P.S.- Não me canso de repetir, grande escritor. Que grande poeta!

Anónimo disse...

Sera que chama-la de pequenina e boa ideia? Nao ira ela achar que isso e uma afirmação machista e que a diminuì enquanto "Mulher"?

P.S. Quem disse que eu escrevo?

Ana disse...

E já agora, enfim, já cansa ver no início de cada novela a exibição do corpo feminino em poses eróticas. A imagem está para lá de gasta! Ainda se lembram da Tieta do Agreste? Pois o modelo tem sido repetido até à exaustão nesta nossa lusitânia...

Ana disse...

Bom, não no caso da piquena Floribela. Aí é mais pétalas!

;P

E pulos, e gritos, e saltos.
Enfim, é o que se arranja.

:S

Anónimo disse...

Já que a mulher é utilizada na publicidade (e na vida real também) como objecto sexual para atrair o público masculino, porque não fazer o mesmo com os homens?
Embora já comece a haver (como é o caso do seguro para mulheres ou na fábrica de iogurtes onde só há trabalhadores homens), mas ainda é pouco.
E também, é importante referir que para fazer este tipo de anúncios para agradar as mulheres, não é necessário chamarem, indirectamente, às mulheres imcompetentes! Que é o que acontece nesse anúncio do seguro automóvel...não me digam que as mulheres nem um pneu sabem mudar??
Pelo menos eu sei!

Dina G.

Ana disse...

E já agora, enfim, já cansa ver no início de cada novela a exibição do corpo feminino em poses eróticas. A imagem está para lá de gasta! Ainda se lembram da Tieta do Agreste? Pois o modelo tem sido repetido até à exaustão nesta nossa lusitânia...

Ana disse...

Nisso estamos de acordo, cara Dina. Também temos direito a ter esse regalo à vista, parece-me justo.
Está é na hora de actualizar certas associações que geralmente se fazem e que tendem a deixar de ter razão de ser...
Digo eu.
E sim, também me ajeito com questões mecânicas, electrónicas, eléctricas... e sim, sou muito mulher.

Anónimo disse...

em relação ao anúncio do gás, o pior mesmo é a conotação que a palavra "bilha" terá na cabeça de muita gente.
F