terça-feira, janeiro 23

SEXOS DIFERENTES, OPORTUNIDADES IGUAIS

Apesar de as mulheres estarem em clara maioria no ensino superior em Portugal, representando 60% do total de alunos e cerca de metade dos professores, apenas três ocupam a liderança de universidades e institutos politécnicos públicos. Uma realidade que se estende a outros sectores de actividade: empresarial, política, etc. No SC quereremos saber que paridade temos e como deve ser implementada.

4 comentários:

Anónimo disse...

Infelizmente, muitos homens ainda pensam erradamente que as mulheres são o chamado de "sexo frágil", quando na realidade em muitos aspectos, está cientificamente comprovado que têm um corpo mais resistente, que conseguem conduzir melhor que os homens (de forma menos agressiva e mais defensiva), que conseguem fazer multitarefas de forma mais eficaz que os homens, entre outros aspectos.

A nível mental, conseguem ser tão ou até mais inteligentes que muitos homens, basta que tenha as oportunidades para isso.

Por todos estes motivos e muitos mais, é errado estar a descriminar mulheres.

Há que mudar mentalidades, eliminar esteriotipos e respeitar todas as pessoas num nível de igualdade.

Togos iguais, todos diferente.

Paulo

PÉNICHE*TUNA disse...

É tudo uma questão de mentalidade de quem manda e de quem é mandado, empenho demonstrado e procurado, e competências demonstradas e procuradas.
Na PÉNICHE*TUNA nunca foram precisas quotas para as mulheres ocuparem cargos de chefia, mas eslas sempre os mereceram e protagonizaram naturalmente.

http://penichetuna.tripod.com/index_ficheiros/organograma.htm

Anónimo disse...

Digam o que disserem, as mulheres são e vão continuar a ser discriminadas...
Só o facto de um patrão contratar um homem em vez de uma mulher (jovem e que pretende ter filhos) é puro exemplo disso. Não é qualquer patrão que se sujeita a contratar uma jovem mulher quando é praticamente certo que ainda vá ter filhos e que esse patrão terá de pagar a uma pessoa que não está a desempenhar a sua tarefa na sua empresa e que ainda por cima fica com um cargo por preencher...

Anónimo disse...

O estado é que podia atenuar esta discriminação apoiando os patrões que contratam mulheres, bem como a própria maternidade...