quinta-feira, março 22

ASSÉDIO NO LOCAL DE TRABALHO

A Organização Internacional do Trabalho considera a violência laboral um dos riscos emergentes para a saúde e segurança dos trabalhadores em todo o mundo. Da percepção de várias formas de violência física, avançou-se para outros tipos de violência, mais subtis, como o assédio sexual e moral. Neste SC vamos esclarecer o que é assédio, como denunciá-lo e que entidades e leis protegem as vítimas.

50 comentários:

Pedro G. disse...

Penso que uma das causas do assédio moral no local de trabalho é pouca flexibilidade no despedimento dos colaboradores. Afinal se uma empresa quiser rescindir com um colaborador e se ele não quer sair o que é que faz?

Vlad disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Tiago V. disse...

Fui contratado por uma empresa e ao fim de 17 dias, sem qualquer justificação, fui dispensado ao abrigo do período experimental.
Pagaram-me os dias que trabalhei e os parciais do Sub. de Natal. Relativamente aos parciais do Sub. de férias e às férias não gozadas, foi-me dito que não tinha direito a receber pois não trabalhei um mês completo!
Contestei,mas o advogado da empresa disse-me que não tinha qualquer direito.

Continuo a achar que tenho direito, mas face à posição da empresa, o que devo fazer ?

Anónimo disse...

Nas situações em que existe efectivamente contrato de trabalho, existem alguns direitos e nas situações em que isso acontece nos estágios profissionais, ao abrigo de um contrato de formação em posto de trabalho?
Se a entidade denunciar o contrato, sem qualquer motivo ou estes claramente infundados, o que fazer? quais os direitos que nos assistem? Perder o contrato de formação em posto de trabalho e a respectiva bolsa?
Cumprimentos.

Navigator disse...

É muito fácil referir que a lei tenta proteger o indivíduo e dizer que os processos é que entram mal tipificados.Se calhar é pq a referida necessidade do ónus da prova,leva a maioria das vítimas a ter de se limitar às já difíceis de conseguir indeminações legais e ter de esquecer o "luxo" de assédio.Típico de jurista fora da realidade!O assédio estará associado a outras violações laborais como é óbvio.E a vítima tem de atender as necessidades primárias.Deixem-me reforçar o que o Dr.Garcia Pereira afirmou sobre a insensibilidade da classe médica para esta questão incluindo a especializada.Como já foi referido estas situações prolongam-se no tempo...e as baixas tb.Pergunto ao Dr.Garcia Pereira se alguma junta médica aprovou uma baixa emitida por disturbio psiquiatrico associado a uma situação destas ou se os médicos das juntas ao fim dos tres anos forçam a reforma antecipada pondo em causa os pareceres dos seus colegas especializados qd os mesmos não têm a referida especialização.Mais um exemplo da sensibilidade do estado!A baix só existe enquanto não for convocada uma junta.Esta é a realidade que conheço!Em relação ao comentário do blog anterior tenho de ser mais veemente:Que vergonha!Leia-se de novo o comentário de Pedro g e isto não é o mesmo que dizer:Eu quero despedir e não consigo.Então qual a solução assédio moral!Esta é a ideologia a erradicar e ainda há quem não tenha vergonha de a expor publicamente! João Mendes

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
anonimo das 14.39 disse...

Censura?

Anónimo disse...

Neste programa que decorre deveriam explicar como é que as vitimas de assedio devem fazer para por um ponto final, nomeadamente os mecanismos legais e o caminho a seguir

Catarina disse...

Será inconstitucional aquilo que está a acontecer com docentes do sexo feminino: se gozarem a licença de maternidade serão penalizadas a nível de progressão na carreira? Não será, também isto, uma forma de assédio?

Daniela Gonçalves disse...

Dissertação de Doutoramento: "Informação televisiva sobre Doenças Cardiovasculares e Alimentação": Um estudo do J.N, do "Sociedade Civil" e do "Haja-Saúde".

Pedido de Colaboração!

Estou a seleccionar representantes de 50 famílias que consumam este programa, o "Haja-Saúde" e o "Jornal Nacional", para as entevistar.
Contactem, por favor:
Daniela Gonçalves
dangoncalves@gmail.com
telm: 96 831 6519

Claudia disse...

Fui vítima de assédio moral em duas organizações não governamentais. Dei-me conta que esta prática é bastante comum nestas organizações. Cheguei a ouvir do meu chefe "nasci para te destruir". Em Espanha, recentemente, uma mulher de 29 anos foi considerada vítima de incapacidade absoluta para o trabalho fruto de assédio moral. Em Espanha será crime e em Portugal continuamos a não fazer nada...

Sociedade Civil disse...

Comentários anónimos e ofensivos a qualquer convidado ou outro blogger ou a instituições serão ignorados e posteriormente apagados pela equipa do Sociedade Civil. Agradecemos também que os comentários sejam sintéticos e que coloquem preferencialmente questões. O objectivo do blog (além de ser um espaço de discussão sobre o tema emitido pelo SC) é levantar questões pertinentes e sérias face ao tema do programa. De outra forma é impossível ler, em directo, os comentários que nos deixam no blog. Fazemos esta salvaguarda porque achamos que o blog do Sociedade Civil deve ser livre e como sabem até hoje não houve a priori qualquer censura de opinião aos comentários que surgiram.


Saudações civis,

Navigator disse...

Não confundam etiqueta com assexualidade.A peça que passou pareceu-me um manual:como a senhora se deve comportar perante o predador sexual!E u quero que no meu local de trabalho hajam homens e tb mulheres e~se formos por estes caminhos acabo de descobrir que sou um tarado sexual!:)João Mendes

Anónimo disse...

Volto a insistir ----QUAIS OS MECANISMOS QUE UM ASSEDIADO TEM para pôr ponto final nestas situações?Apresentar queixa num tribunal de trabalho??, mas o onus da prova é do acusador e as testemunhas são unicamente os funcionarios da empresa que evidentemente não vão testemunhar.
Como se faz?
E falo com conhecimento pois eu propria FUI VITIMA ATÉ QUE ME DESPEDI, com a saude arrazada, mas reparem felizmente que os meus filhos não dependem só de mim. Senão como seria??

alda rocha disse...

Cara Amiga Fernandes Freitas. Permita-me que a trate assim, porque, prezo o meu trabalho e esta é uma crítica construtiva.
O programa sobre assédio estava a correr muito bem. O tema é importantíssimo e deveria ser debatido em horário nobre e não às 2 da tarde num dia de semana.
Mas, o filme feito pela tal relações públicas releva ideias proconcebidas e juizos de valor acerca das mulheres, dos homens, e da própria forma de organização do trabalho.
Afinal de contas, o assédio não terá exactamente atitudes destas por detrás? A questão, para além de poder ser legal, como refere e bem Garcia Pereira, é fundamentalmente uma questão de atitude, de respeito pelo outro. Importa por isso mudar mentalidades, dos empregadores, das chefias, dos trabalhadores. E já agora, de algumas Relações Públicas que fazem filmes para a RTP.

Alda Rocha

anonimo das 14.39 disse...

Quando referi que tinham sido despedidas 350 pessoas de uma intituição,não tinha consciência de que estava a ser ofensivo.

Navigator disse...

Em relação a censura resta-me dizer que é a ultima vez que vou tentar ser lido neste programa dado que continuo a ser ignorado sem perceber porque.A questão que coloquei não é pertinente?Vejam tb os blogs anteriores.Já contactei a companhia de ideias pessoalmente disseram-me que iria ser contactado e já passaram 6 dias.João Mendes.

Anónimo disse...

Eu, com 45 anos, pai de 2 filhos, fui assediado psicológicamente durante mais de 2 anos para aceitar novas tarefas no local de trabalho ao ponto de terem mesmo envolvido clientes que eu conhecia à mais de 10 anos e com quem colaborava até então eficazmente. Desde ameaças físicas e psicológicas, simulações de vários tipos de crimes, invasão de privacidade no local de trabalho e em casa, envolvimento indirecto em actividades ilegais do ponto de vista da actividade comercial de qualquer empresa e até mesmo desaparecimento de documentos privados e profissionais. Levou-me a uma depressão e a um trauma psicológico - profissional de tal ordem que me levou a recorrer às autoridades desde a PJ à PSP e GNR. Acabei por ter que aceitar uma rescisão por mútuo acordo que numca teria aceite sendo conecedor que sou das minhas capacidades profissionais do ponto de vista das funções que exercia.

ana disse...

Mas quem é que um superior hierarquico nosso pensa que é para se sentir no direito de assediar os mais vulneráveis?
Isto vai continuar, porque, para variar, neste país nunca se tomam medidas para proteger os mais fracos...

Anónimo disse...

sou funcionário público e constacto que no meu serviço a minha chefia submete os funcionários a assédio sexual e só quando é correspondiada lhe favorece ajudas de custo e boa classificação. Não denuncio a situação pela dificuldade da prova.

Anónimo disse...

Se fecham uma empresa em que vão 50 pessoas para o desemprego...lá estão as televisões a abrir o telejornal com a notícia.No caso em que as televisões recebem bom dinheiro de publicidade ...já não deve interessar como notícia.
Estou solidário com o anónimo das 14.39

Anónimo disse...

Fui vitima numa numa suposta emissora catolica, onde estive durante mais de 10 anos com optimos e inquestionaveis bons resultados.

Com a mudança da administracao, passei a ser culpado de tudo, ate do estado do tempo.

Tentaram tudo, isolar-me, nao por nada por escrito, ordens crontarias, etc.

Foi incrivel o assedio por que passei e as formas de me deitar abaixo, sendo que a minha saude saiu gravemente prejudicada.

Acabei por sair por mutuo acordo, graças ao ter recorrido a um advogado que mto me ajudou. É esta a recomendacao que deixo a todos: quando forem convidados a sair, passem a usar um advogado e so façam e digam o que ele diz. Foi determinante.

Ainda assim, gostava de saber a quem posso expor o meu caso, visto querer escrever um livro para ajudar pessoas na mesma situacao que eu e, garanto, agora que estou fora desse empresa, estou optimo e a recuperar, embora seja um processo lento.

conde.andeiro@gmail.com

roler3 disse...

Olá Fernanda Freitas,

Penso que um dos grandes problemas, é identificar os verdadeiros casos de assédio.

Cumprimentos,
José Maria Bompastor/Vila do Conde

Navigator disse...

Não é pertinente revelar que o Serviço Nacional de Saúde compactua com situações de assédio quando não reconhece as consequências para a Saúde deste fenómeno? João Mendes

Nmensis disse...

Parabéns à participação do Dr. Garcia Pereira que na minha opinião devia ser ministro da Justiça.

fatima disse...

estando a ver o vosso programa de que tanto gosto, hoje com uma particularidade porque é um tema ao qual me revejo, visto ter passado pelo mesmo no joprnal Público onde eu trabalhei 17 anos, e tive de sair porque me foi retirado o trabalho, e eu não aguentei a pressão.
fatima fradao

Navigator disse...

Aleluia!
Já percebi:tenho de ser politicamente correcto...discriminação de personalidade?:) João Mendes

Claudia disse...

Nunca mais serei a mesma pessoa, acabaram não só com a minha qualidade de vida mas também me retiraram a vontade de viver, de me relacionar com os outros, de confiar nos outros, a minha memória está uma pasta e tenho pesadelos, insónias, estados depressivos e de ansiedade. Tenho medo de viver.

Anónimo disse...

Gostava de pedir aos Exmos convidados desse programa um contacto para conde.andeiro@gmail.com, pois pretendo iniciar um projecto para ajudar outras pessoas nesta situacao devastadora e cada vez mais generalizada.

Navigator disse...

Reduz o consumo em 15%!Tá melhor.No programa anterior sobre ambiente o comentador referiu 50%.A situação já é grave como está e não é preciso exagerar nos argumentos sob pena de se perder credibilidade!!!!!

Anónimo disse...

consumos? a que se refere

amora disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Claudia disse...

estou de baixa médica desde outubro e estou a entrar com o processo judicial no escritório do Dr. Garcia Pereira.
A CITE respondeu-me que não era caso para eles, a inspecção geral de trabalho disse que era para o tribunal e no Tribunal que era para a inspecção geral de trabalho. Como disse o Dr. Garcia Pereira, ir ao IDICT é péssima ideia. Há que buscar apoio psicológico e um advogado e sair o mais rapidamente possível porque a tendência é piorar e o objectivo é destruir o outro.

Caso me queiram contactar iberianwildwolf@gmail.com

Anónimo disse...

E quando o assédio parte não de um chefe sobre um trabalhador mas de um psicologo ou psiquiatra sobre o seu paciente já fragilizado emocionalmente?aí a situação é muito mais complexa pois é alguem em quem se tinha uma relação de confiança,e caso haja denuncia ,de nada valerá porque no fundo um é "doente" e o assediador regra geral é bem visto pelos outros pode defender-se sem qualquer problema. Como se costuma dizer "a corda parte sempre do lado mais fraco...".Mas o pior são as mazelas psicológicas que ficam ..

Anónimo disse...

De todos, mas em especial da Claudia, Fátima e da Amora, bem como outros disseram e pelo que tenho visto, este é um problema gigantesco, vasto e devastador. Tem origens e causas sociais, económicas, políticas e de simpatias e ódios na relação laboral e nas relações sociais.

Como profissional e porque passei pelo mesmo e em sintonia com o que já foi dito, lanço novamente aqui o apelo de se criar iniciativas com várias vertentes para tornar este assunto e - quando possível - estes casos públicos. Mas, tanto mais do que os tornar públicos, é importante criar condições para todos aqueles e aquelas que estão a passar pelo que passamos, possam saber resistir, lutar e fazer valer os seus direitos e obrigações, previstos na Lei.

Tal como o meu, muitos dos casos são praticados por empresas de grande visibilidade, não necessaramente grandes.

Vamos aproveitar o repto deste espaço e dos convidados do programa e vamos fazer uma convergência de ideias.

Quem sabe se não sairá daqui algo muito muito importante, útil e como forma de mudar ou expor algo que de muito mau se está a passar em Portugal.

Conde.andeiro@gmail.com

Navigator disse...

Os consumos referem-se a ultima frase dita no programa de hoje e tb no de ontem.Mas não tem nada a ver com o tema de hoje.A produção saberá ao que me referia,espero.Os restantes ignorem este comentário.As minhas desculpas.

Claudia disse...

Numa das duas organizações em que fui assediada constavam dois psicologos como assediadores: um homem e uma mulher, na última era uma mulher e era psiquiatra.

Paulo Dinis disse...

Olá,

Foi efectivamente "sussurado" ao longo do programa, mas um pilar importante na prevenção deste "risco ocupacional", será certamente a existência da vigilância médica no trabalho, o que está longe de ser efectivamente efectuado na Administração Pública.

30 anos de atraso face à Europa, e validado pela Provedoria de Justiça
http://www.1plombierpolonais1pute1juge.eu

Claudia disse...

http://www.20minuto s.es/noticia/ 213608/7/ #comentarios

vejam em Espanha

Claudia disse...

http://www.20minutos.es/noticia/113449/l/#comentarios

a incompreensão das pessoas é horrível. Cruel.

Navigator disse...

Face ao que aqui vejo pouco posso fazer mas parece-me importante aconselhar todos os que se encontram em situações deste tipo a procurar ajuda:nunca se isolem;os sentimentos de culpa servem para isso mesmo.Se foi obrigado a fazer algo que não tem de fazer pare nesse pensamento e retenha-o!Não circule mais a analisar tudo outra vez!escolha um ou dois amigos ou familiares de confiança para falar antes de decidir cada passo.Por vezes dispersamos-nos a falar com muita gente e acbamos por não ter a atenção de ninguém.Diga aos escolhidos que se trata de uma missão e não de uma palmadinha nas costas.Tente procurar ajuda de um advogado se puder.Numa situação destas nunca se ganha tudo o que a lei diz e se houver lugar a uma ideminização pela saída(nunca por justa causa!)é melhor garantir uma boa percentagem da mesma do que arriscar-se sozinho em meandros que desconhece.Peça logo ao seu advogado que lhe diga ao que tem direito e quanto vai custar o processo e faça contas.Quando for ao advogado leve o máximo de documentos,testemunhas e dúvidas que tenha.Tudo o que perguntar a inspeção geral do trabalho,segurança social,lojas do cidadão,tribunal de trabalho ou outras entidades deve ser perguntado de novo por outra via ou outra pessoa(o tal amigo)a seguir.Confronte o advogado com as informações diferentes que receber para a mesma questão.Não perca tempo a discutir com funcionários desinteressados!Vá pessoalmente,peça os formulários,numeros de decretos referidos.Não telefone a não ser para confirmar algo que já tenha sido dito presencialmente.Pergunte o nome das pessoas com quem falou.pode precisar de falar com elas outra vez(e eles desaparecem).
Se puder e sentir que a situação está a tomar conta da sua vida e o apoio dos amigos/familiares não chega procure um profissional com quem possa falar.Aconselhe-se com o seu médico de família se tiver um.Um médico que a conheça.Se não tiver um médico assim esqueça.Mesmo um médico de família não tem condições nem na maior parte das vezes formação para um acompanhamento deste tipo.Por isso confronte-o com a possibilidade de fazer uma acompanhamento com um especialista.Os psicologos e os psiquiatras acompanham pessoas que têm problemas como você.Não se dê ao luxo de por preconceito recusar ajuda de pessoas treinadas para aquilo que precisa:ouvi-lo.Não alinhe com profissionais desta area que apenas lhe proponham medicação e não o oiçam!Mude logo para outro.Não quero dizer que recuse medicação.Recuse se for SÓ medicação.A medicação pode ajuda-lo a lidar com ansiedade e a tensão acumulada.Mas garanta que é sempre um meio de ajuda e nunca o fim(pq se sente bem com ela e acomoda-se,por exemplo).Um psiquiatra é um médico com especilidade em psiquiatria.Um psicologo é um licenciado em psicologia clinica(para este caso).O que precisará é de uma psicoterapia(consulta com pelo menos 40 minutos para que possa" desabafar") mas se alguém se identificar apenas como psicoterapeuta pergunte qual a licenciatura que tem:médico psiquiatra ou psicologo clinico.Esqueça todos os outros psicosqualquercoisa!Se não gostar de algo num destes profissionais confronte-o com isso.Não seja submisso nem aguente quaisquer dúvidas.Uma das coisas para a qual estes profissionais tem de estar treinados é para isso mesmo:lidar com pessoas inseguras,revoltadas,irritadas,etc.Se não faltou ao respeito ao seu psicoterapeuta e ele não soube lidar com confrontação não perca mais tempo.Em todas as profissões há bons e maus profissionais.Não confunda confrontação com exigir que lhe resolvam o seu problema laboral.Esse problema é seu.Torne-se mais forte com o seu terapeuta;é isso que deve sentir!Quando se sentir informado pondere bem se vale a pena ir em frente com a situação.Agora posso ter parecido cínico mas digo isto pq:só você sabe de si e a realidade nem sempre é o que devia ser e o pior que podia fazer a si próprio era ir para uma guerra desarmado e ser vítima outra vez da mesma pessoa.Informe-se,prepare-se e ataque se quiser e quando estiver preparado.Se não conseguir resolva a situação com o psicoterapeuta,por exemplo.Não passe por cima dela como se não tivesse acontecido.Essencial desde o inicio:o plano B:mudar para outro sítio,outra formação,o que quer que seja alternativo ao que vai fazer contra o seu agressor.Se correr mal tem de estar preparado para isso.Construa o plano B com o seu amigo psicanalista.Vá ao instituto do emprego e formação profissional num intervalo.Pense coisas novas.Não se agarre a nada que possa ficar "colado" a si!O que lhe tiraram não tire você a si mesmo:Liberdade.Se isto foi só conversa podem mandar-me para onde quiserem.Não posso fazer mais.Boa Sorte a todos!

Sociedade Civil disse...

Caro João Mendes recebeu o mail que a Fernanda Freitas lhe enviou?

Anónimo disse...

O que esperar quando a maior tradição académica é a praxe em que até professores participam?

Anónimo disse...

Agora sim... o Blog está completíssimo!

Tem inclusivamente os contactos, os próximos programas, etc.

Muito bem! Nota-se que continuam a ter em atenção as sugestões dos espectadores.

Boa continuação, neste constante crescimento.

Cumprimentos,

Andreia de Jesus

katy disse...

ontem tive imenso vontade de dar o meu testemunho no vosso programa.. pk ja vivi uma situação de clima num emprego.. o gerente beijou uma colega sem ela tar a espera .. nos eramos raparigas de 20 anos e ele de 50 anos..
ela vivia amedrontada e nos protegiamos ela.. todos os colegas rapases e raparigas tavam a lerta
então andavamos sempre onde tavam as camaras... nunca tavamos soxinhas ..etc.. mas eu faxia a abertura da loja e como tava nos frescos ia mais cedo .. obvio k tinha mil kuidados... mas nunca fui apanhada entre aspas.. pk tava sempre alerta..se osse hoje n agia desse modo denunciaria mesmo as coisas e ajudava muito mais a colega e muitas outras pessoa k sofrem do mesmo..
este gerente é o tipiko homem k fax assedio sexual..eu mesma senti ixo.. estava sempre a elogiar o meu trabalho... a dar.me novos desafios e eu gostava disso.. mas nunca deixei brexa p k passase daí...

Anónimo disse...

Vi e revi o programa, bem como os post aqui. Já troquei umas palavras com outros telespectadores.

As situações de assédio moral são devastadoras, matam, tiram saúde, sono, amor, liberdade e corroem a vítima e os que a rodeiam.

No meu caso, meses depois, ainda não voltei a dormir bem, não consigo passar por locais relacionados com a empresa ou projectos em que trabalhei nem muito menos consigo aproximar-me. É portanto algo que, mesmo após ter terminado, me continua a destruir.

E, só terminou por acordo, pois ainda fui subtilmente ameaçado de ser enfiado numa cave, apenas com um telefone, para ligar para o administrador às 12h59 e coisas desse género. Não entro em mais detalhes para não expor a empresa, que por acaso até é "parceira" deste programa.

Por tudo isto, sinto a necessidade que tenho de fazer algo para eu próprio ultrapassar a situação e para ajudar todos os outros que passam ou podem vir a passar por isto.

De tal forma como as coisas andam, ninguém está livre de passar pelo mesmo.

conde.andeiro@gmail.com

Anónimo disse...

O assédio é uma realidade nos locais de trabalho, mas mais complexa do que possa parecer. Também fui vítima durante muitos anos, numa grande empresa nacional, e é revoltante que essas situações se confundam com falta de flexibilidade laboral, como já vi aqui referido. É uma tristeza.. É que neste país, não existe cultura de mérito e na maioria dos casos, as pessoas que são vítimas de assédio, não é porque sejam menos capazes, mas antes pelo contrário. Por vezes é precisamente a inveja, o ver-se em alguém capacidades ou força de carácter, que determina essa perseguição (são alvos a abater...) e muitas vezes são empurradas para essas situações, porque não compactuam com situações menos correctas. Por outro lado, aqueles que são responsáveis por situações incómodas e reprováveis (e para eses sim, a lei devia ser mais flexível), esses estão muitas vezes encobertos pelos partidos, por seitas, ou grupos, (onde se encobrem, por conveniência, os "rabos de palha"...) e continuam alegre e impunemente a espalhar os seus malefícios. Basta pensar que não é por acaso que existe tanta corrupção,neste canto (mal frequentado)da Europa...

Anónimo disse...

Uns são assediados no local de trabalho para se irem embora, sofrendo todos os danos de saúde e monetários daí decorrentes, alguns ficando desempregados, quantas vezes só porque não fizeram favores ou não bajularam ninguém e outros saem de uma empresa, como esse economista que saiu da Galpenergia para a REN, (bem protegido pelo regime, claro) e ainda recebeu uma indemnização de 100 mil contos...(vide Público de hoje, 27/03/07). Mas que exemplo de país com iguldade de oportunidades!!!
Mais corrupo? só se for Angola...

cristina disse...

Cristina....
Penso que o assedio moral no local de trabalho é a falta de ética.
Infelizmente, hoje o ser humano esqueceu dos valores necessários, para viver em sociedade de modo digno e sem prejudicar outros.
Não existe "coisa" pior do que trabalhar sobre pressão de chefes. Pode ter certeza é uma situação que vai deixar marcas para sempre.
Sei que isto, acontece até em entidades filantrópicas ,que dissem "trabalhar por amor..."