terça-feira, abril 10

CÃES DANADOS



A perigosidade canina, para além da que possa ser inerente à raça, prende-se com factores muitas vezes relacionados com o tipo de treino e com a ausência de socialização. Há obrigações para os detentores de animais de companhia perigosos, entre as quais a obrigatoriedade da existência de um seguro de responsabilidade civil. Como identificar as raças perigosas, como proteger crianças e animais, onde denunciar? Estas e outras perguntas com resposta no SC.

37 comentários:

Mário disse...

Uma vez fui ao veterinário e estava um rottweiler com cinco meses naquela fase em que os cães parecem uns tontos que só sabem abanar a cauda, rabo e tudo… quando lhe fui fazer uma festa diz-me assim o dono "não toque que ele é para ser mau"... quando este senhor saiu contei ao veterinário e ele disse-me que já se tinha recusado a tratar do cão enquanto o dono só lhe desse 80 gramas de comida por dia, pois o cão estava muito magro. Com isto chega-se a conclusão que a culpa e dos donos e não dos cães.

Anónimo disse...

Eu devo mencionar que, desde que me conheço como pessoa, sempre tive cães, gatos , bem muitos animais. Sempre conheci muitos animais e os seus respectivos donos e mantenho a minha opinião, a saber: não temo os animais ,mas sim, os seus donos e a sua educação.

Sofia José

Pedro Marinho disse...

Os cães são como as pessoas depende da sua formação ou adestramento eu tive tres cães e nunca tive problemas toda gente sabe como um ser humano reage quando alguem nos entra em casa imaginem um cão , os donos não tem capacidade para ter cães , os serra da estrela são lindos, meigos e lamento a má publicidade e a estupidez dos homens a referenciar os nossos cães , nem toda a gente tem capacidade de ter cães ou ver cães.
Pedro Marinho
Arcos de valdevez

Jaime disse...

cheguei a ter 1 rottweiler, 2s serras da estrela, 1 sao bernardo, 1 dalmata, 1 pastor alemao, 2s caniches ... sempre saiu com eles, ia a praia de inverno com eles e nunca tive qualquer problema, nunca 1 acto de agressao para com uma pessoa... nada
a culpa e das pessoas... a lei deve ser impiedosa para as pessoas

jaime disse...

sai com eles

Cerdeira Freitas disse...

Sobre o assunto em causa, penso que deveria existir legislação sobre quais os tipos de cães considerados de companhia e quais os tipos de cães de guarda. No caso dos segundos só deveriam ser permitidas determinadas raças, que pelo seu histórico de relacionamento com o homem, garantissem um minimo de segurança para as pessoas e outros animais. No caso das chamadas raças perigosas deveriam ser considerados como armas potenciais e ser aplicada á sua posse, por exemplo, legislação semelhante à aplicada ao uso e porte de arma, nomeadamente no que respeita ao perfil dos donos.

Pedro Marinho disse...

Nem toda a gente tem capacidade de ter cães , nem toda a gente deve circular com os cães , nem toda a gente respeita os cães, os cães são o que os donos quiserem.Os cães tambem precisam de ir ao médico é verdade , mas os donos nem sempre conhecem o seu cão e nem todos os cães se identificam com as pesosas.

Pedro Marinho
Arcos de valdevez

Pedro Marinho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

-È um erro haver listas nos países, pois até um rato pode morder e matar.
-Os Estados devem sim regulamentar critérios à posse de animais e investir na formação e educação cívica ligada aos animais.
-Os Institutos Politécnicos e Universidades devem fazer ciclicamente seminários para criadorers e possuidorers de cães.
-As cadelas não teem q fazer ninhadas (lá fora esteriliza-se)para que não proliferem seres indefesos e em más mãos.
-Haja coragem e competencia da DGV e não o constante "meter a cabeça na areia e assobiar pro lado".
RUI NOBRE

Pedro Marinho disse...

vIvemos numa sociedade pouco organizada no que diz respeito a esta matéria e quando se discute os problemas já é tarde , tipico dos portugueses.

PEDRO MARINHO
ARCOS DE VALDEVEZ

Pedro Marinho disse...

A calúnia é como uma moeda falsa: muitos que não gostariam de a ter emitido, fazem-na circular sem escrúpulos. OS CÃES SÃO ALVO DE CALÚNIA SEM PODER DE DEFESA.
PEDRO MARINHO
ARCOS DE VALDEVEZ

Luis Barata disse...

As raças canídeas são produzidas pelo homem, com caracteristicas precisas, para fins concretos. A preversidade desta questão está em querer transformar em animais de companhia cães que foram "apurados" para serem agressivos. O erro mais uma vez está no homem.

Maria João Miranda disse...

Gostava de saber a quem me devo dirigir, para além da polícia, para denúnciar mais um caso com um rottweiler. A dona tem o cão legalizado, mas anda na rua só com açaime, uma vez que não tem força para o levar à trela. No fim de semana passado mais uma pessoa foi atacada por ele e foi parar ao hospital, com alguns ferimentos. Até hoje, e apesar de já terem sido feitas algumas denúncias e até um abaixo assinado, ninguém fez nada.
Maria João Miranda
Canil de Canipalma (Boxers)

cintila_87 disse...

Tenho um pitt bull, numa aldeia da Guarda. Com todos os parâmetros atendidos, seguro, ship, trela e açaime. Ele tem por espaço um quintal de aproximadamente 30m2, como qualquer outro animal precisa de exercicio físico, sempre que vai a rua sai todo aperaltado, no entanto surgem sempre alguns problemas, pois apesar de eu respeitar todas as regras, há sempre cães soltos, ditos “não perigosos” razão pela qual o passeio só pode ser sempre em pleno a alguns quilómetros da aldeia. Dito isto, qual a legitimidade dos outros dono terem os seus cães à solta e o meu ter que andar atrelado e ter que “fugir” dos outros. Penso que o que falha no nosso país, são os controles e não as leis, pois, não há quem as legitime.

Rita disse...

Quanto à lei em vigor é, como já muito disseram, completamente descabida.

Tenho uma Pit Bull de dois anos que resgatei da rua e sou descriminada
na rua por a ter. E porquê? Porque existem donos insconscientes e
irresponsáveis.

O caso de Sintra, foi mais um destes exemplos. O dono foi
insconsciente e os cães é que pagam, os 4 rottweilers foram abatidos e
o dono? levou uma multa? e o que é que isso resolve? NADA!
Provavelmente dentro de uns tempos este Sr. volta a adquirir outros
cães e sabe-se lá o que acontece novamente...

Quanto ao açaime , sou sincera e admito que não o coloco! A minha
cadela já foi atacada duas vezes por labradores. Numa das vezes ficou
com a orelha rasgada. Quem pagou o veterinário fui eu. E porquê? o
porquê não o sei, mas sei que se fosse a minha a ter mordido o
labrador, quem tinha pago o veterinário era eu e provavelmente já
tinha problemas ou ela estava no canil. A outra vez que foi atacada
foi novamente na orelha mas bem mais grave e ela estava de açaime. O
labrador era o dobro do tamanho dela, e devido ao facto de ela estar
de açaime não se pode defender ficando bastante ferida. Nunca mais lhe
coloquei o açaime.

Se eu, porque tenho uma pit bull, tenho de ser consciente, os outros
tambem o têm de ser. Não é por terem cães que não estão na lista dos
cães potencialmente perigosos, que não têm de cumprir as leis!! Todos
têm de andar de trela!!

Passear na praia durante o inverno tornou-se um inferno e uma coisa
practicamente impossivel. O meu namorado leva os meus dois cães, e eu
tenho de andar a frente tipo segurança a afastar todos os outros
cães!! As pessoas chegam a praia e soltam os cães todos porque acham
que têm labradores e caniches e que estes não fazem mal!! e muitos até
podem não fazer! e os meus? eu tenho mais cães que não fazem parte da
lista mas se vê outro cão a aproximar-se e tentar atirar-se a minha
pit bull, ele simplesmente defende logo. está de trela, eu cumpro a
lei, mas depois os outros é que vêm destabilizar. mas claro, se for a
minha a morder....está o caldo entornado pois a culpa é sempre do pit
bull.

O problema está definitivamente nos donos. As pessoas têm de estar
preparadas e ser seleccionadas e treinadas.


Rita Correia

Rui Nobre disse...

Importante para a sociedade as ESCOLAS de Treino e treinadores, certifiquem-se os profissionais congregue-se as escolas numa rede e torne-se públicas via Municípios.

Há excedentes na Função Pública? Seleccionem-se as pessoas com gosto por animais e apetencia para trabalho ao ar livre e crie-se uma GUARDA CÌVICA SANITÁRIA E DE ANIMAIS, pois a GNR e a PSP não estão vocacionadas para tal.

Ricardo Damas disse...

Sou propietário de 2 cadelas Rottweiler com 4 anos e 1 ano, sendo que possuo toda a documentação legalmente exigida para o efeito, mesmo antes de a lei entar em vigor.
Contudo, após a entrada da lei em vigor houve um aproveitamento financero da aplicação da lei, quer a nivel das companhias de seguro, quer também ao nivel da licença camarária, através do aumento das taxas para o efeito.
Sou da opinião que uma parte da lei em vigor deveria de ser aplicada, não só aos cães potencialmente perigosos mas a todos os cães, tal como a identificação por chip, a licença da Câmara, e o seguro.
A lei deveria de ser suprevisionada em primeira instância pelos médicos veterinários, pois esta é a pessoa mais próxima dos animais.
Isto iria afectar não só a diminuição do abandono dos animais com a ida para férias, caça, e porque ter um cão é muito bonito, mas esqueçem-se que ter um cão é muito mais que isso, temos de lhe prestar a referida atenção, higiene, sociabilição e educação.
Em troca, obtemos deles aquilo que eles têem de melhor, a sua amizade, fidelidade, guarda e protecção.

Maria João Miranda disse...

Foram já várias vezes feitas queixas na GNR local. Mesmo o abaixo assinado foi entregue na GNR. O cão vive num predio de 9 andares, com pessoas na sua maioria idosas, e têm pavor do animal.

Maria João Miranda

homo vegetus disse...

Olá, a minha prima vive num prédio onde há um casal que mantém 2 cães numa varanda a tempo inteiro. Para além disso, a minha prima queixa-se do barulho que os cães fazem à noite. Depois de consultarmos o Decreto Lei disponível no site da Animal, fizemos uma denúncia telefónica para a GNR ao que eles nos responderam "anda para aí um erro, isso não é connosco..."....
Muitos parabéns pelo programa, está a ser muito bom e o painel de convidados muito bem escolhido!

Ricardo

Diogo disse...

Não entendo a questão da Maria João, então o cão não anda ançaimado ? como pode ele ter mordido ?

Paulo disse...

PAULO GARCIA
Gostava de saber o que é que faziam se tivessem um cão na casa ao lado da vossa que uiva quando está sozinho e vem ladrar para a escada a meio da noite quando o dono chega a casa? Afinal as casas foram feitas para as pessoas ou para os animais? Qualquer dia começam a declarar os animaizinhos como membros dependentes do agregado familiar nas declarações de IRS.

ricardo disse...

Realmente é um lamento, gosto bastante de passear com a dálmata da minha namorada, mas tal tem-se tornado muito difícil porque é uma constante haver cães na rua sem trela e mesmo sem dono e é sempre uma aventura tentar que eles se afastem. Ainda há pouco tempo nos aconteceu que dado o facto de a cadela estar na época do cio, quando nos demos conta tínhamos um comboio de 4 cães atrás de nós.

sophia disse...

há cerca de 2anos deram m 1 dálmata com 3anos que estava abandonado e a pessoa não podia ficar com ele, era um cão meiguíssimo apesar de tudo o que ja tinha sofrido bastante.tive pena do cão e todos na família o adoram dando o maior carinho possivel.mas 1 fim de semana acontece que o meu avo levou o a passear onde como não estava ninguem soltou o animal e este fugiu.ainda o procuramos mas não estávamos muito preocupados porque sabiamos que voltaria a casa (isto passou se eram 2 e pouco da tarde) e realmente o cao voltou mas feito em papa, ou seja dizia se que na rua se fazia lutas de caes e alguns vizinhos tens caes ditos perigosos mas ate me acontecer a mim sempre achei que era mentira, mas pois bem o cão aparece eram 10 da manha do dia seguinte num estado lastimoso feito em papa (literalmente e não digo isto como modo de expressão) ficou quase sem 1 orelha o pescoço vinha em sangue vinha.... ficou quase sem 1 testículo ficou sem a cauda a barriga vinha parecia furada enfim nao consigo descrever a situaçao para mim foi dramático nunca me tinha acontecido tal coisa e já tive muitos animais.quem fez isto sabia de quem era o cao e devia estar a espera de 1 oportunidade para medir forcas com ele e o seu ou seus animais. perante esta situaçao fui logo ao veterinário liguei a psp que nada fizeram alias nem ligaram a minha denuncia ( na nossa sociedade os caes ainda não são tratados como merecem dai haver as monstruosidades que existem) se bem calha ainda há animais mortos ou semi mortos aqui e ninguem NINGUEM quer saber.
deixo aqui a minha indignação e apelar a 1 melhor protecção dos animais a 1 melhor fiscalização para que casos destes não sejam comuns!!

Maria João Miranda disse...

Eu não disse que ele mordeu. Eu disse que o cão atacou mais uma pessoa. Neste caso atacou uma senhora de 76 anos, pela costas, atirando-a ao chão. Se não tivesse açaime o destino dela teria sido bem diferente. E garanto que não foi para "brincar" uma vez que há testemunhas que viram o cão a atacar a senhora e já fez o mesmo a varias pessoas da rua. Mais a dona e o filho, quando isto acontece, dizem que o cão "tem boca é para morder".

Anónimo disse...

There are no killer dogs! Dogs are not born killers nor do they choose to be killers. What we are seeing in the news with the recent rash of canine violence is the tragic outcome of humans who own dogs, but do not know how to properly fulfill the needs of man's best friend.

We can prevent dog attacks by understanding dog psychology.
Cesar Millan teaches that, in order to properly fulfill both our dogs and ourselves, we need to become our canine's calm, assertive pack leaders. A dog that doesn't trust it's human to be a good pack leader becomes unbalanced and often exhibits unwanted or anti-social behaviors.

Cesar does not "train" dogs in the sense of teaching them commands like "sit, stay, come, heel," - he rehabilitates unbalanced dogs and helps "trains" their owners to better understand how to see the world through a dog's eyes.

Sara disse...

Lá está ! A culpa é dos donos e não dos cães! Confesso que não gosto da palavra donos poque dá a ideia de proprietários e os animais, como qualquer ser humano, não são propriedade de ninguém. Mas quem tem animais é responsável por eles e, portanto, pela educação que lhes dá.
Ter um animal não é só uma brincadeira, tem de se assumir as responsabilidades sobre ele: educá-lo, alimentá-lo, dar-lhe os cuidados veterinários necessários, ter espaço para ele, ter tempo para lhe dedicar, garantir a sua segurança e gostar dele. É quase como ter um filho.
É claro que, tal como nos seres humanos, existem factores genéticos e factores ambientais que influem. Mas é através da educação que os factores genéticos se moldam, se revertem, se atenuam ou acentuam.
O que acontece é que, infelizmente, a maioria dos donos são donos irresponsáveis e muitos deles potencialmente perigosos, não os cães! Os cães só são perigosos quando são educados para o ser, e qualquer um o pode ser, não só aqueles a que chamam de potencialmente perigosos!
Se pensarmos bem, a maioria das pessoas que têm cães de grande porte, por exemplo, ou de raças consideradas (descabidamente) de perigosas, têm-nos como cães de guarda e, como tal, eles são educados para ser ferozes para os estranhos.
E a culpa é dos cães?! Não! Mas são eles que pagam com a vida quando têm o azar de fazer aquilo para que os "donos" os treinaram. E onde está a punição para os verdadeiros responsáveis pelas tragédias?! Ah, pois, esse tipo de coisas ainda têm que ser inventadas... Onde está a "racionalidade humana"? E a verdadeira justiça? E a vergonha na cara na hora de culpar os cães pelos próprios erros?

Fernanda Freitas disse...

boa noite e obrigada pelos vossos ( úteis ) comentários. partilho aqui um texto que escrevi na minha coluna semanal do jornal Destak.
saudações civis.
FF

"Há dias, uma mulher morreu na sequência de um ataque de quatro cães arraçados de rottweiler.
Eu sempre tive medo de cães. Ainda miúda, fui atacada por um, pequeno e mal disposto, que me mordeu em ambas as pernas. Fiquei verdadeiramente traumatizada a ponto de, durante anos, nem poder sequer ver um cão. Todos sabiam da existência daquele rafeirote que, assim que via uma criança a correr, partia para o ataque. E todos sabiam quem era o dono – um outro rafeirote mas de raça humana. Que agredia aqueles que se fossem lá queixar do cão para depois bater também no bicho. Nesse dia fiquei com medo de cães; mas fiquei ainda com mais medo do dono.
A lei portuguesa "consagra" sete raças potencialmente perigosas e fala ainda de animais que causem ferimentos em pessoas ou noutros animais e que representem um risco, devido ao seu comportamento agressivo. Será que “dono irresponsável, agressor do próprio animal, que estimula actos violentos do cão perante terceiros” não deveria estar também consagrado nesta lei?

PS: Duas raças portuguesas foram incluídas na lista italiana de cães perigosos : os Serra da Estrela e os Rafeiros Alentejanos. A ignorância levou a que muitos destes belíssimos animais fossem imediatamente abandonados, também em Portugal. Em defesa dos Serra, só posso dizer que foi através de um ( o Mambo ) que retomei a minha amizade com os cães, há quase dez anos."

homo vegetus disse...

Olá, Fernanda! Mais uma vez, parabéns pelo belo trabalho.
Ricardo

Rosas disse...

A 1º e única raça que deveria constar na lista de animais perigosos: RAÇA (DES)HUMANA

Paulo Garcia disse...

O que fazer quando o nosso vizinho do lado tem um cãozinho que uiva quando está sózinho em casa e quando o dono chega a casa a meio da noite vem para a escada ladrar?
Afinal as casas foram feitas para as pessoas ou para os animais?

Jorge Moreira disse...

Já deixei o relato via telefone de qualquer forma queria apenas dar-vos um apontamento de um caso na família em que um cão Serra da Estrela, criado desde pequeno junto dos meus cunhados e sobrinhos, atacou os miúdos sendo que a um deles ferrou-lhe na cabeça, o cão foi criado sempre com atenção e até à data do ocorrido nenhum problema tinha existido, o cão tinha cerca de 3 anos e os miúdos 12, o ataque surge de uma situação em que o cão fugiu para fora de casa e os meus sobrinhos tentaram impedir.

Maria Mariana disse...

Tenho estado a acompanhar o programa atentamente e reparei que, ao longo do mesmo, tem havido alguma dúvida sobre qual o termo a usar
para melhor definir o 'seu humano responsável pelo animal'.
Pessoalmente, e como coabito com duas fantásticas cadelas Labrador (uma delas fui resgatá-la ao canil de Sintra),
gostaria de sugerir o termo "Tutor", sobretudo porque os animais não são objectos de posse,
como induz uma maior responsabilidade para a boa educação do animal.

Anónimo disse...

Muito bem o responsável pelo animal e não o dono.O meu receio é que o vegetal que levantou a questão no ínicio ache que o animal doméstico devia ser autónomo(no sentido de liberdade como se aplica a um animal selvagem).Mas isto é um aparte contra os fundamentalismos ridículos e sem sustentação racional.A apresentadora continua na na sua senda tendenciosa.Perdeu o medo com o Serra da Estrela e deu-lhe destaque.O jornalismo dos dias de hoje.Tenha cuidado com os seus gatinhos,que apesar do que acabei de escrever são o meu animal favorito.E não os alimente com vegetais.

Anónimo disse...

Se tiver medo de um pit bull compre um pincher.são pequeneeeerrimos e amorosos,a sériooo.oh pá aquilo até cabe na mala.tive uma amiga que ficou sem orelha pq pensava que tava a atender o telemovel!que tonta.ta,ta FF.

Maria Fernanda disse...

Os cães são o reflexo dos seus donos. Os cães -seres irracionais- não podem nem devem ser penalizados pelos actos que possam cometer (como a lei prevê), mas sim quem os tem à sua guarda. Se assim fosse, haveria mais cuidado com a forma como se circula com um animal na via pública, ou às condições em que são guardados. Enquanto assim não for haverá quem não tenha os devidos cuidados, e animais indefesos continuarão a pagar pela negligência de quem deveria ser responsabilizado e não o é.
Maria Fernanda Fialho
Amora

Patrícia disse...

Sou dona de um rottweiller de 5 anos, que foi para minha casa com três meses (altura em que foi retirado da mãe, por norma da criadora), que cresceu com a minha filha (que tem agora 7 anos), é o cão mais mimoso que eu conheço, está todo legar (chip, vacinas, etc). Foi ensinado pelo meu marido a conviver com todas as pessoas, com outros animais e com tudo o que o rodeia.
É um animal de mais ou menos 65/70 kg e claro, quando vamos à rua com ele há que ter cuidado, porque por muito bem que esteja ensinado, é sempre um animal e nós - os donos - temos que ter consciência dos perigos que possam decorrer daí.
Acho mal descriminarem esta raça, assim como as outras. Um visinho nosso tem uma cadela pit bull que também foi (bem) criada, cheia de mimo e é o segundo (a segui ao meu, claro!) cão mais mimoso que eu conheço.
Os animais são maus, não por eles próprios, mas sim pelos donos.
Onde moramos, existe um cão sem raça (se é que se pode dizer assim), que ao´pé do meu, deve ser do tamanho do focinho, é ninguém se pode chegar ao pé dele.

Anónimo disse...

os caes so ficam bravos porque depende da criaçao do dono...