terça-feira, maio 22

COMBATE À PIRATARIA

Vai longe o tempo da cassete pirata, traficada em quantidades reduzidas e que, apesar de pirata, era vendida.
Hoje, tira-se tudo a custo zero da internet: músicas, séries de tv, filmes ainda antes de entrarem no circuito comercial, livros e tantas outras obras protegidas pelo direito autoral. No Dia do Autor Português vamos falar sobre o futuro dos autores, sobre as penalizações para quem pirateia ou adquire pirataria, entre outros aspectos.

105 comentários:

Sara disse...

Acho que é muito difícil salvaguardar os direitos de autor visto ser tão fácil, tão acessível obter 1 qualquer produto (CD, DVD, livros, artigos, etc.) de forma pirata.

Quanto a CD's e DVD's então, é uma maravilha, porque se pode pedir a alguém que tenha comprado e faz-se gravações para quem quiser, fica muito mais barato (apenas o custo do CD ou DVD usado para a gravação).

Quanto a perfumes, malas, vestuário, acessórios, etc. contrafeitos (quando não são roubados), que comummente se encontra em feiras, é claro que sou contra e acho que deve haver uma fiscalização mais frequente e eficaz e os envolvidos no negócio punidos.
Mas o destino dado ao material apreendido pelas autoridades é extremamente estúpido, é um desperdício! A maior parte do material é destruído quando podia muito bem ser dado a instituições e a populações onde existe carência desse tipo de produtos. Já que estão feitos (e bem feitos) porque é que se os há-de desperdiçar?! Pode ser material contrafeito mas têm tanta serventia como qualquer outro!

Lina disse...

Penso que o combate à pirataria devia partir, por exemplo, das editoras. Se não tivessem tanto lucro e baixassem os preços, só tinham a ganhar com isso, pois as pessoas comprariam mais. Outra coisa que podiam fazer era disponibilizar músicas em mp3 online por um preço simbólico e como seria um site muito visitado, todos os anúncios publicitários lá disponíveis seriam muito bem pagos, pelo que essa editora só teria a ganhar, e bastante!

Pedro disse...

Porque razão se compra um computador que me permite a pirataria, isto é gravar filmes em dvd e cd, porque razão é ilegal? Eu pago a Internet, compro os cd e dvd, porque razão não proíbem a venda destes aparelhos da qual pagamos impostos ao estado e as empresas que nos fornecem Internet, isto faz-me lembrar o jogo do gato e do rato não faz sentido.

Um exemplo: existem carros a dar altas velocidades e depois o código de estrada diz que não se pode ultrapassar a velocidade x, com uma mão limpa-se e com outra suja-se e como é? Em que ficámos senhores convidados... Então os computadores são ilegais e estão a ser vendidos porque permite a pirataria. Sendo assim somos todos corruptos.

Pedro Marinho - Arcos de Valdevez

Pedro disse...

Eu tenho um blog na internet , e publico os meus artigos e as minhas opiniões , e pergunto quem me paga ? A sociedade de autores? Num tom de brincadeira pergunto á senhora quanto me pagam a mim para ver o seu programa...risoss.

Vejam a internet é a ferramenta mais democrática que já conheci até hoje, isto é que é liberdade!Nem a televisão consegue ser tão democrática

Pedro Marinho Arcos de Valdevez

Manuel Dias disse...

A questão da pirataria é um tema sensível neste momento. O facto de estarmos numa crise económica em Portugal leva a que mais facilmente se recorra à pirataria de um certo DVD ou CD em vez de se comprar. Não seria mais fácil baixr o IVA destes produtos? Não seria mais fácil baixar o custo final dos DVDs ou CDs para que mais gente os pudesse comprar? E depois outra questão se levanta a meu ver... são apreendidos tantos DVDs piratas e roupa contrafeita como vemos na TV, mas, o que lhe acontece? É tudo queimado e destruido? Ou alguem se aproveita desta situação e acaba por vender aos amigos?
Haveria muito mais para dizer... mas fico-me por aqui!
Continuação de bons programas!

Anónimo disse...

A minha opinião é que, todas as "obras" que possam ser consideradas educativas no sentido de ajudar a informar e sensibilizar as pessoas, como os documentários (exemplo: passar um documentário num debate numa escola), artigos, enciclopédias em CD e outros, deveriam poder ser divulgados de forma gratuita, isto para que TODAS as pessoas pudessem ter acesso a essas informações essenciais, no sentido autodidáta de se educarem e sensibilizarem, sem que para isso tenham de pagar.

Na Internet por exemplo, existem leis que definem que se pode divulgar artigos sem haver necessidade de pedir autorização do autor, desde que se mencione sempre a fonte e que seja para fins não lucrativos.

Sou contra a questão de uma pessoa que não o possa, ter de obrigatoriamente pagar para poder obter educação, seja ela escolar como simplesmente informativa, pois ai estaremos a info-excluir muitas pessoas que não tenham meios. (Exemplo: Podemos ver os preços que se tem de pagar para estar em universidades e nos preços absurdos dos livros, que são uma autêntica roubalheira.)

Nestes sentidos ditos acima e para ajudar a mudar a sociedade para melhor, os autores deverão também pensar num bem maior, PARTILHANDO aquilo que têm e sabem, e não na ganância de encher apenas o seu bolso.

Paulo

carlos eugénio disse...

Boa Tarde, acho que o problema da pirataria tem a ver principalmente com o preço dos CD, DVD e outros será que se acabasse a pirataria o preço baixava??? será que o estado portugues não tem interesse que acabe a pirataria? pois as perdas em termos de impostos são consideraveis o porquê de não existir um unico OPCs a tratar deste problema??

Maria disse...

Boa tarde!! Penso que o combate à pirataria será cada vez mais difícil, até porque cada vez existem mais mecanismos que possibilitam esta prática. No entanto, se o acesso aos vários tipos de cultura fossem mais acessíveis de certeza que a pirataria seria menor... A pirataria assegura no fundo que qualquer pessoa tenha acesso à cultura. Em termos legais, as editoras deveriam ser mais regulamentadas, no sentido de implementar uma política em que o acesso à cultura e educação fosse acessível a todos (mesmo que para isso o estado tivesse que ter um papel mais activo).

António M. M. Pereira disse...

Tenho uma solução bastante simples para ajudar no problema; que passa pelo aumento do poder de compra dos portugueses e a diminuição dos impostos sobre livros e cd`s.

Anónimo disse...

"Mas o destino dado ao material apreendido pelas autoridades é extremamente estúpido, é um desperdício! A maior parte do material é destruído quando podia muito bem ser dado a instituições e a populações onde existe carência desse tipo de produtos. Já que estão feitos (e bem feitos) porque é que se os há-de desperdiçar?!"


APOIO TOTALMENTE.

Isso acontece por causa da falta de sensibilidade das empresas e autoridades, que poderiam fazer isso de forma muito simples, mas que não o fazem porque só se preocupam com os seus lucros, ou seja, pura ganância.

Muitos super e hipermercados por exemplo, costumam colocar no lixo toneladas por semana de comida em bom estado, e toneladas de outros materiais de todo o género que podem ser usados. Não o dão para ONGs de propósito porque os directores não têm a minima sensibilidade para enviar ou chamar ONGs que possam reutilizar todos esses materiais.

Se toda essa comida e materiais que as lojas de togo o género colocam para o lixo, fossem usados para combater a fome e pobreza em Portugal, seria suficiente para que a pobreza fosse eliminada do país... so que ai os lucros das empresas diminuiam.

Simplesmente egoísmo... É uma vergonha.

Paulo

André disse...

Boas tardes

A minha pergunta é simples: Porque se está a discutir uma coisa que técnicamente não existe?

Porque razão estão preocupados com a pirataria quando deveriam estar preocupados com o facto de CDs de música e DVDs de filmes não serem considerados cultura? Porque razão ainda se paga 21% de iva por uma coisa que deveria estar considerado como cultura com um iva mais baixo?

PS - Não acredito que qualquer desses senhores NUNCA tenham feito uma fotocópia, um CD, um programa no computador. Mais valia arranjar uma desculpa decente...

Tiago disse...
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Anónimo disse...

Não acredito que esses dois convidados não tenham nunca feito uma cópiazinha pirata... não têm filhos? Duvido muito que assim seja...

Anónimo disse...

"Eu tenho um blog na internet , e publico os meus artigos e as minhas opiniões , e pergunto quem me paga ? A sociedade de autores? Num tom de brincadeira pergunto á senhora quanto me pagam a mim para ver o seu programa...risoss.

Vejam a internet é a ferramenta mais democrática que já conheci até hoje, isto é que é liberdade!Nem a televisão consegue ser tão democrática"


APOIO TOTALMENTE

Seria ridiculo que se devesse pagar para uma pessoa para ver o programa tão informativo/educativo como o S.C., entre outros.

Tem a ver com o post que coloquei primeiro.

Paulo

Maria, Lisboa disse...

Imaginem o seguinte:
Para a minha tese final de curso tive de fazer pesquisas em bibliotecas e internet. Ora, seria impraticável e incomportável comprar todos os livros que pesquisei e que me foram úteis para elaborar a minha tese. Obviamente que menciono as fontes.

Outra coisa é o seguinte:
Após ter efectuado a minha tese, posso publicá-la na biblioteca e na internet, porque acho que pode ser importante para futuras pesquisas sobre o mesmo tema, tal como outras foram importantes para a elaborar a minha. E claro que ninguém me paga por isso, para além de ser uma obra minha.

Gostava que me comentassem isto, porque não me parece que alguém deixe de o fazer, porque como já disse, é impraticável e incomportável!

Joao Carlos disse...

"A copia privada para uso pessoal nao é ilegal".

E o copy control que existe actualmente nos cd's.

Afinal quem é que comte os grimes, as pessoas ou as produtoras?

(nao confundir autores e produtores como um participante do programa ja tentou)

JC

Anónimo disse...

Penso que este assunto por vezes é abordado de forma tendencial. As mesmas empresas que se vem queixar que perdem muito dinheiro com as copias piratas de cd e dvd são as também ganham muito dinheiro a vender o material necessário para as copias como os gravadores, os cd virgens etc.
Também acho que se venderem os cd e dvd's mais baratos conseguem maiores volumes de venda porque toda a gente prefere ter o original a uma copia. Se alguém compra uma copia de certeza não é porque gosta mais mas porque não tem dinheiro para o original.

Anónimo disse...

Concordo com a senhora que falou sobre o "copiar educativamente" ou "cópia privada".

Como disse sou totalmente contra que se use "obras" que possam ser consideradas educativas/informativas (como documentários, artigos, etc) unicamente para fins comerciais, no sentido que só podem ter acesso a essa "obra" as pessoas que tenham meios para tal, excluindo muitas outras. O direito à informação/educação deveria ser totalmente gratuito para aqueles que não tenham meios para tal.

Por outro lado também sou totalmente contra que alguém que não seja o autor, faça cópias sem intenções informativas/educativas e somente com intenções comerciais, ou seja, vender cópias.


Essencialmente, a questão que aqui coloco é somente a seguinte: Que TODAS as pessoas deveriam ter acesso à informação de forma gratuita.

Paulo

Anónimo disse...

Tenho cassetes VHS das quais paguei os direitos de autor. Porque não posso ter o mesmo filme em formato DVD (que é um meio mais barato que o antigo VHS e de melhor qualidade)?

Resposta: Porque as editoras querem, mais uma vez, ganhar dinheiro sem qualquer justificação.

Quem faz a pirataria???

Anónimo disse...

Nota:

Muitos autores reclamam que há muitas cópias que possam ser feitas pelas próprias pessoas, que por exemplo vão à net retirar músicas, livros ou outros, mas a verdade é que isso acontece muito devido à questão de os autores serem demasiado gananciosos e venderem as suas obras a preços simplesmente injustos e absurdos.

Exemplo: Um cd de música custa entre 15 a 20 euros, e um livro de 200 folhas na universidade custa uns 60 a 80 euros.

Quem será mais ladrão, aquele que faz uma cópia apenas para si ou aqueles que vendem os originais a esses preços absurdos??

Sejam justos que os consumidores serão mais justos.

Paulo

Anónimo disse...

""A copia privada para uso pessoal nao é ilegal".E o copy control que existe actualmente nos cd's.

Afinal quem é que comte os grimes, as pessoas ou as produtoras?"


Isso é ilegal, é um crime que as produtoras estão a cometer e o consumidor tem o direito de reclamar. Se pelo menos eles não dão a hipótese de se fazer cópia, então que dêm gratuitamente mais outro original.

TODAS as pessoas que comprem um CD (ou outros similares) têm o direito a fazer uma cópia de segurança para si, para evitar danificar o original.

Paulo

Anónimo disse...

Boa Tarde Fernanda Freitas:

Acho graça a esse senhor a definir o crime de pirataria e contrafacção!!!
Acha que o Povo Português tem dinheiro para pagar bastante caro CD´s, DVD´s, livros e bilhetes de acesso ao cinema?
Querem combater a pirataria?
Eu como consumidor, vos digo, baixem o preço do Livro(aonde muito pouco se lê!), do CD, do DVD e do bilhete de acesso ao cinema...
Um DVD PIRATA CUSTA 1,70€ e numa loja de DVD´s CUSTA 20€!!!
São muito caros, esse senhor deve ganhar muito acima da média...!!!
Os pais não tem todo o dinheiro do mundo para gastar nestes produtos; desçam à terra...
Desçam aos preços e a pirataria deixa de ter significado!!!

Cumprimentos

Anónimo disse...

Ola! Sou Ana e acho que a pirataria só acabaria se os preços dos originais fossem acessiveis a todos. É incomportável para alguém que ganha 500 euros comprar livros de 50 euros (preço médio de livros de especialidades). Na faculdade é impossivel adquirir todos os originais. O convidado tem razão, quando o dinheiro não vai para os livros vai para outos lados, ah vai, vai (rendas, comida...)

Tiago disse...
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Manuel Dias disse...

O Sr. da SPA deve receber bem e por isso diz o que diz sobre os miudos terem dinheiro. Eu bem me lembro de andar a juntar dinheiro para poder ir a um concerto dos Xutos e Pontapés e quando fui foi a maior loucura pois juntei o meu dinheiro que de algum modo custou a juntar. Não tenho eu nem muitos dos miudos actualmente pais que ganhem se calhar o que ganha este senhor por mês... Tenha um pouco de cuidado com afirmações destas pois só pode estar a ser maldoso e pouco cuidadoso nessa mesma afirmação...

Anónimo disse...

Gostaria de perguntar ao Sr. representante da Sociedade Portuguesa de Autores qual é a percentagem, em média, do valor do produto vendido que chega ao autor. A internet pode permitir a supressão de intermediários entre o autor e o "consumidor". Ser muito pirateado só é motivo de orgulho para o autor que assim vê reconhecido o valor das suas ideias. Mas quem só vê nas ideias euros e precisa de marketing para vender ideias que por si só não se vendem, obviamente abomina a pirataria.
Amélia

Anónimo disse...

O preço dos livros, DVD's e CD's são muitas vezes usados como desculpa para a copia. Mas os preços muitas vezes são altos porque as editoras tem custos elevados sendeo que não so tem de pagar os direitos de autores como todos os custos de impresão e pulicidade. Sendo que quantos mais exemplares vendem, mais podem baixar o preço. Verifica-se deste modo que as promoções relativamente a revistas e jornais onde são destribuidas centenas a milhares de copias, pode-se por vezes comprar obras por preços mais baixos que as photocopias. Também existem nas lojas promocões onde muita musica esta disponivel a preços ainda mais apelativos. A cultura da pirataria é que se verifica. Pois por vezes é mais caro comprar as copias (muitas não funcionam) que os originais.

Eg Jumbo, Continente e Carrefour varios CD's estavam á venda por €3 a €4, DVD'd a €4.99 algums até films recentes.

Gualter disse...

O combate à pirataria é um combate feito para defender as editoras, não os autores. A internet é um meio de democratização do acesso à cultura e as editoras têm que se adaptar aos novos tempos de partilha e cooperação na distribuição e cooperação dos conteúdos culturais.
A solução não está em baixar preços ou controlar a pirataria. É preciso encontrar novos modelos de produção e divulgação (há já casos de sucesso de artistas como Cansei de Ser Sexy ou os Arctic Monkeys), que promovam o acesso de tod@s à cultura. A licença Creative Commons e os movimentos pelo CopyLeft são, na minnha opinião o caminho a seguir. Prioridade à cultura e aos cidadãos, não aos negócios multimilionários das grandes editoras, que acabam por limitar a cultura a um determinado padrão

Eu faço downloads de música, considerados ilegais (mas que a nossa lei, ao contrário do que as editoras querem fazer crer, não proíbe). No entanto, acho que já contribui mais para o sucesso de artistas ao assistir a muitos concertos de bandas que conheci através de downloads ilegais, do que se tivesse gasto esse dinheiro directamente numa meia dúzia de CDs legais...

Tiago disse...

o mercado está a mudar, e a indústria demorou tempo demais a perceber isso. sinceramente não "compro" essa conversa de coitadinhos que os vários agentes da indústria tentam passar. os artistas estão como sempre estiveram, há os q ganham mt dinheiro (poucos) e os q continuam a passar por tormentos para conseguirem levar a sua arte às pessoas.
sou artista, giro uma netlabel e acredito na livre circulação de informação.

Ricardo disse...

Aqui há uns tempo houve uma campanha de "intimidação" contra os utilizadores de programas peer-to-peer. Penso que há uma questão que não tem sido discutida: como é que garantimos que as músicas, jogos ou filmes sacados da internet (para uso próprio), seriam comprados pela pessoa que os sacou? Não se pode dizer que há prejuízo do autor quando alguém saca uma música só porque ouviu falar bem dela. Caso não tivesse a possibilidade de sacar, muito provavelmente não iria comprar o álbum só para ouvir essa música.

Outra questão: se tivermos comprado uma música on-line e a tivermos no iPod, como é que provamos que essa música não obtida de forma ilegal?

E para terminar: qual é a real percentagem do valor dos albuns de musica que vai para os autores?

Anónimo disse...

Uma vez que a mafia ganha verdadeiras fortunas com a pirataria, seria bom para as editoras baixarem os preços aos materiais originais. Desta forma a pirataria já não faria sentido e essas fortunas iriam para as editoras e autores.
Se venderem a preços mais económicos todos ganham menos os piratas. Quer paracer que em discussão não tá na pirataria mas sim numa campanha para ligitimar os preços excessivos que se praticam.

Anónimo disse...

Quanto à pirataria na música, apenas considero pirataria a cópia para uso comercial. A partilha de ficheiros de música representa a democratização do acesso a este bem independentemente da situação económica de cada um. Hoje conheço mais música do que a conheceria alguma vez na minha vida sem a dita partilha de ficheiros. O futuro das bandas passa por angariar as receitas nos concertos. Nunca houve tão grandes incentivos na música, já nem é sequer preciso editora para uma banda se dar a conhecer.

Pedro

Anónimo disse...

Quem ajuda os autores? A informação disponível já melhorou nos últimos anos, em sites como os da SPA, IGAC, GDA, acesso ao Diário da República, etc.

Onde se regista, quem regista, em nome de quem? Informações telefónicas da SPA e da IGAC, se contradizem, em que por exemplo a primeira diz que o registo na segunda é facultativo.

Onde se consegue informação credível, sem pagar fortunas a advogados ou sem ser obrigatoriamente sócio de uma sociedade de autores, que têm preços tabelados e rígidos para a distribuíção e cobrança de direitos das obras?

A.M.

Sara disse...

Nas faculdades, por exemplo, há necessidade de ter acesso a variados livros (ou partes), documentos, artigos científicos, etc.. Acontece que pela variedade necessária a uma completa aprendizagem, comprar todos esses livros torna-se extremamente dispendioso e, então, opta-se muitas vezes, correndo riscos obviamente, por fotocopiar e disponibilizar aos alunos.
Nestas condições eu apoio porque penso que saber mais e melhor não tem que ser a um preço inacessível!

Tiago disse...

Os músicos são os que estão em melhor condição de não serem prejudicados por baixas de vendas causadas por cópias piratas. Dando espectáculos. Não ficando encostados a receberem royalties.



E qual é a moralidade de uma entidade que lucra com a venda de CD's e DVD's virgens vir falar em ilegitimidade das cópias piratas?

Pedro disse...

Entre comprar um cd po 20€ ou ir ver um concerto por 20€ o que prefere?
Já repararam que quem mais se insurge contra a pirataria são as editoras, os artistas por si gostam de ver o seu trabalho reconhecido com concertos e mais concertos.
Não vão acabar com a pirataria, por isso em vez de afastarem os consumidores com medidas repulsivas devem preocupar-se em atrai-los para o "consumo" legal.

Anónimo disse...

Acho que custa mais produzir uma banana do que uma música!
Afinal até eu posso fazer uma música em minha casa e colocá-la na internet.

João Duque disse...

Quem é que é perfeito em portugal?
O que esbanja o dinheiro em coisas originais ou o que tira tudo e mais alguma coisa da net?
Não o nego,compro cópias nas feiras de filmes em DvD´s,10 filmes ao preço de 1 original,
e porque razão tenho que aceitar a originalidade se não compensa?!
O preço é pouco atrativo e a culpa é da sociedade de autores e dos estúdios onde são produzidos filmes e músicas.
Também não nego que tiro músicas e livros da net sai mais barato neste caso de borla,mas basta me também ir á biblioteca e fotocopiar um livro inteiro por uma ninharia e aí a culpa é de quem? do estado? mas a lei a no estado não se aplica é claro!
21% de iva é demasiado e a net é uma fuga mais viável.
Tenho pena que os da weasel sentem se lesados mas têm que compreender a outra parte 20€ a 30€ por cd,dvd e livros é um exagero.
No meu caso recorro frequentemente á pirataria pois é um bem que necessito.
90% dos portugueses fazem ou já fizeram pirataria por mais que o neguem é verdade,santos só no céu!
Todos nós somos pecadores,eu até compreendo a outra parte mas se querem uma solução arranjei na e depressa pois a net é um descalabro nestas coisas.
Já agora onde posso me informar sobre os direitos de autor e os direitos da internet?
Os melhores cumprimentos
JD

Manuel Dias disse...

E já agora porque temos de pagar uma taxa quando pagamos um DVD ou um CD por causa da pirataria? E se eu não fizer pirataria porque tenho que pagar? Quem rouba quem afinal?

Jorge disse...

Os adolecentes têm dinheiro?????
20 euros por 1cd não é caro????? se pretender apenas uma musica que posso comprar na internet por 1.50/ 2 € , em sites como o traxsource e beatport ..
Por que razão não é possivel tocar estas musicas compradas legalmente em locais publicos ???? Só mm em portugal, é riciculo

Rui disse...

Nossos maiores problemas nao estao nos obstaculos do caminho, mas na escolha da direcçao errada, e penso que as produtores/editores etc... nao estao a escolher os caminhos certos para combater a piratear apenas estao a minimizar/adiar um problema que vai existir sempre e para salvarem a industria de musica tem que alterar estrategias. E mais uma coisa para quem um cd e +/- 7% do salario minimo o que inpensavel que um cd tem mais prioridade que as necessidades basicas ´´e por isso que se recorre aos cd piratas.

Anónimo disse...

Sejamos sérios.
Não existe qualquer interesse da SPA e da Audiogeste em nome da GDA na produção de musica ao vivo,pois esta apenas beneficia e recompensa devidamente as bandas e os autores. Agora desde que passe pelas suas mãos,tudo será desculpa para lucrar com os direitos de autor.Modernizem-se e acima de tudo, esclareçam. Pois existe vária jurisprudencia a defender o consumidor,por parte ate da PGR.
Vejam este site:
http://www.apcmc.pt/newsletter/newsletter_n86/direitos_autor.htm

andré disse...

Fiquei contente com o facto de a minha pergunta ser lida em directo mas até agora estou à espera de uma resposta ao "factor não cultura".

Não dá jeito responder?

Anónimo disse...

http://www.apcmc.pt/newsletter/newsletter_n86/direitos_autor.htm

Existe jurisprudencia que defende comercio quanto à ditadura da SPA.
E nao me entendam mal, sou eu proprio autor.

Tiago disse...
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big disse...

concordo que devemos comprar cds originais, porque sei que nao é justo, porque eu tambem nao gostava de editar algo e fosse pirateado só nao concordo de termos que ainda por cima pagar direitos de autor por exemplo para passar musica num cafe ou bar... digo isto porque a partir do momonto que pagamos o cd original estamos a pagar os direitos de autor. obrigado...

oNSALe + nSEKt disse...

A relação entre o preço de custo das ditas bananas e o preço de venda ao público é ridicula.
Note-se que a maioria das pessoas que se opõem ao sharing atravéz da internet são as grandes empresas e instituições que absorvem esse lucro.
A partilha é benéfica para autores e consumidores, nem que seja para que saibamos o que poderemos comprar uma vez que o produto que está disponível não vale o preço que possui.

Anónimo disse...

A falta de segurança na internet não será um aliciante para existir pirataria...ora vejamos se eu tenho de colocar um numero de uma conta bancária correndo o risco de ser apanhada por um qualquer pirata porque não fazer um download gratuitto e assim protejo o meu dinheiro já para não falar na facilidade e rapidez que este meio (gratuito) disponibliza.

roler33 disse...

Olá Fernanda Freitas,

Parece-me que estamos a entrar em contradição. Se copiarmos uma musica de uma rádio não é ilegal, se copiar da internet já é ilegal.
Qual é a diferença?

Gostaria que me explicassem.

Cumprimentos,
José Maria Bompastor/Vila do Conde

Tiago disse...

Os músicos são os que estão em melhor condição de não serem prejudicados por baixas de vendas causadas por cópias piratas. Dando espectáculos. Não ficando encostados a receberem royalties.



E qual é a moralidade de uma entidade que lucra com a venda de CD's e DVD's virgens vir falar em ilegitimidade das cópias piratas?

Anónimo disse...

Nas exibições legais, quem paga os direitos de autor? A entidade promotora, a editora? Como são atribuídos os valores? Eu sou autor, desinformado, sem dúvida por culpa minha, e no ano passado recebi uma declaração de rendimentos da SPA relativa a 2005 no valor ilíquido de 76 cêntimos, com obras (sinfónicas) gravadas em disco e executadas.

Strapa disse...

Como a amante da música electrónica e dos discos de vinyl, a net foi-me fundamental para desenvolver o meu gosto, já que em Portugal este não é um género largamente difundido.

Ao longo dos últimos 3, 4 anos creio ter gasto cerca de 500€ em discos contendo músicas que já possuía por mp3. Desta forma, a partilha da música pela net foi benéfica para a indústria, uma vez que sem esta nunca teria conhecido o que conheci e nunca teria aplicado o meu dinheiro em discos.

Outra questão que devo apontar, é que penso que, da mesma forma que é legal gravar o filme que passa na televisão ou mesmo a música que passa na rádio, o 'download' propriamente dito não é ilegal em redes p2p, o 'upload' subsequente é que o é, pois o 'uploader' não possuirá os direitos de autor.

Gostaria que me corrigissem caso esteja a fazer uma interpretação errada.

João Duque disse...

Continuando o que escrevi,
compro dvd´s piratas e faço cópias de música e de livros mas somente para uso próprio!
Gosto de ser franco para quem não percebe ou não quer perceber.

Miguel disse...

Sendo eu aluno de uma professora de Sociologia que nos incentiva fortemente a ver este programa, descobri hoje, num tema que me interessa, o porquê do meu desinteresse por ele. Simples: num tema tão ligado a jovens, os convidados são três pessoas com o titulo de dr, mas talvez com menos experiência que qualquer jovem. Achava importante a opinião de um jovem aqui.



Mas aqui deixo a minha:
Vivemos uma crise económca. Somos jovens. Não temos dinheiro nosso. Eu compro cds e jogos, mas tem que ser muito selecto, pois todos eles requerem uma grande "graxa" aos pais. Logo não podemos ter tudo, mas queremos. Porque havemos nós, jovens, ficar a olhar para alguem que tem e nós também podemos ter? Pois bem, então pirateamos! Porque queremos ter! Mesmo que não tenhamos dinheiro!
E essa do Sr. Dr. de que uma pessoa que tem dinheiro para um concerto tem dinheiro para um CD, essa só demonstra a sua pouca experiência de pessoa dependente como nós jovens, que só há dinheiro para uma coisa: ou o cd ou o concerto. E claro que preferimos o concero!!!
Agora eu estou com o Pac-man: comprar, dar dinheiro por cópia, isso nunca!

Fiquem bem

Anónimo disse...

Parece haver contradições..

então se fizermos uma TVRIP ou uma RADIORIP e já não estamos a cometer uma ilegalidade? mas se copiarmos do dvd ou cd já?

Onde está a diferença? na qualidade?
Inclusive as copias encontras na Internet têm sempre uma qualidade inferior, poderemos dizer que estamos a adquirir o produto "original"?

Daniel disse...

"Human knowledge belongs to the world" assim como a cultura devia de o ser. O preço dos cds de musica, jogos, livros e exposições em Portugal é completamente exorbitante em comparação para o poder de compra dos cidadãos! É uma tentação ter internet em casa ou no escritório e sacar um cd de musica para o ouvir, faz parte do nosso ser.

cristina disse...

Boa tarde!
Ao programa de hoje falta a presença do artista ou no nosso caso da editora independente, que não se vê representada na SPA nem organizações semelhantes e porquÊ? Porque embora rádios, bares, discotecas etc...passem os seus hits!! raramente vêem os pagamentos dessas difusões pagas.
Por isso é que P2P para as editoras pequenas, independentes por ora são a única forma de divulgarem a sua musica e em última análise venderem discos do artista em questão.
A única questão defendida por organizações como a SPA, é o direito de autor...e não o autor na maior parte das vezes.
As tabelas da SPA de pagamento de autor são absolutamente descontextualizadas do panorama actual.

Fernando disse...

Um comentário e uma pergunta:
Pelo que percebi no caso de Peter Gabriel, ele apenas disponibiliza gratuitamente as suas próprias músicas, não as de outros autores.
Neste contexto não será lícito fazê-lo ?

Ana - 14 anos disse...

Considero que o os cd's não têm um custo elevado, simplesmente o nível de vida que os portugueses actualmente têm não deixa que muitos de nós comprem cd's/dvd's, enfim..Todos os produtos que são pirateados, têm baixo custo, logo têm mais venda.
Em relação à divulgação na Internet de bandas/cantores, penso que é uma óptima forma de usar este meio de comunicação, contudo é importante que se encontrem formas de todos os que estão envolvidos num projecto musical tenham lucro com essa divulgação.
Ainda acerca da compra de cd's, eu pessoalmente, não compro cd's para mim (normalmente, só compro para oferecer) pois tendo um leitor de mp3 e não usando, regra geral, todas as músicas que vêm no cd (normalmente, ouço só aquelas que mais me agradam), acabo por descarregar as que me interessam. Há, ainda, outra questão que é o facto das músicas que estão gravadas nos cd's legais não puderem ser utilizadas para um leitor de mp3, quero eu dizer que eu tendo o cd legal, não posso colocar qualquer uma daquelas músicas para o meu leitor de mp3, pois o cd tem protecção anti-cópias (o que eu sou absolutamente a favor!..Mas será que se o cd trouxesse um qualquer código ou mecanismo que permitesse que quem comprou o cd, pudesse descarregar a música para o seu leitor de mp3, não haveria um aumento - ainda que pequeno - de vendas?)
Sei que (por ter ouvido o Sociedade Civil que tratava desse tema) que descarregar uma música sem que se tenha lucro com isso, não é ilegal, pelo que de qualquer forma pergunto..Mesmo não sendo ilegal é de qualquer forma pirataria? O download de música para leitor de mp3?
E ainda outra questão..Numa rádio escolar (onde a emissão só acontece no edifício escolar) é necessário que as músicas sejam todas de cd's legais? Ou impõe-se a mesma regra de um leitor de mp3?

Anónimo disse...

Para onde vai o imposto de direitos de autor que pago por cada DVD ou CD gravável que compro?

Direitos de Autor DVD-Data Lei 50/2004

Sara disse...

Eu também copio aquilo que me interessa para uso pessoal! Cd's, filmes, livros... E acho que não cometo crime nenhum! E mesmo que seja, vou continuar a fazê-lo! =)

Anónimo disse...

Pedro Morais

Nunca se fez tanta música, livros e cinema como nos dias de hoje. Se a finalidade da protecção dos direitos de autor era manter os incentivos para novas criações, estes incentivos ainda não foram postos em causa pela partilha de ficheiros. Querer concentrar os ganhos de tudo isto num pequeno número de editoras e artistas à custa de milhões de consumidores parece-me pouco justo. A vós não??

joana, cartaxo disse...

Os convidados(homens) deste programa, devem ter um grande ordenado, já q dizem q os cd`s e dvd`s não são caros!!! Meus senhores, nas feiras compra-se por 5€, 4 dvd`s, ao contrário de um dvd original, q na loja custa no minimo 15€! Se eu comprasse todos os dvd´s de desenhos animados(originais), q a minha filha quer, não tinha dinheiro p comer!!! tenham a santa paciencia e não pensem q todas as pessoas ganham balurdios!!!
Quem não gosta de ter os originais!?! Quem é q não preferia vestir umas levi´s originais!?! Mas a ganhar a miseria q ganhamos, é impossivel!!!

Tiago disse...

Ver os vídeos Realidade Avanzadas

Anónimo disse...

Muito autores colocam livremente os seus trabalhos na internet para divulgação. A RTP coloca os vídeos dos Gato Fedorento no YouTube todas as semanas sem uma contrapartida económica directa.

A divulgação e apreciação do seu trabalho é a maior contrapartida dos autores de uma obra. A compensação económica vem como acréscimo e não vejo muitos autores a queixarem-se.

As editoras por outro lado choram os milhões de euros perdidos, ou melhor, não ganhos, uma vez que nada fizeram no processo artístico e cultural...

Anónimo disse...

Num blog que custumo visitar, há um post sobre este assunto. A visitar:
http://galaxiamusica.blogspot.com/2007/05/original-ou-download.html

Nelson disse...

Gostava de alimentar a fogueira desta discussão com 2 notas:

1 - há muito que todos os consumidores são aliciados com as publicidades dos ISPs Portugueses na corrida para a maior largura de banda "para downloads das músicas e filmes preferidos". Afinal quem é que lucra com a cegueira da pirataria?

2 - quem acha que um CD não é caro é porque não lhe faz falta o dinheiro que gasta com ele. O mesmo se pode dizer dos livros... Muito se falou sobre o desconto sobre o preço de capa que as grandes cadeias estavam a oferecer, o que é certo é que essas baixas impulsionaram esse mercado. Talvez se lucrasse de igual modo se houvesse um movimento similar na indústria fonográfica, que fosse devida e amplamente divulgado.

Anónimo disse...

Se eu comprar um quadro, um livro ou uma escultura, posso usar qualquer um deles para decorar o meu bar ou resraurante sem pagar nenhuma licença. Se tiver um disco (legal) a tocar no meu bar, já tenho que pagar a dita licença. Até à pouco tempo sempre paguei a licença à S.P.A. mas agora apareceu a tal PASSMUSICA a querer tambem que eu pagasse mais qualquer coisa. Estou contra, afinal quantos direitos de autor tenho que pagar? e o facto de estar a expor esta música aos meus clientes não ajuda também os autores? acho que isto é tudo um esquema para sacar dinheiro aos bares, restaurantes etç. No meu caso foi simples, cancelei a música no meu bar. JOÃO CARLOS - LISBOA

O. Militão disse...

Aquando da aquisição de software, esta é relativa à licença de utilização. Deste modo, é um direito que me assiste a possibilidade de ter o mesmo software (leia-se a mesma licença) em dois pc's distintos desde que a utilização não seja simultânea. Quando adquiro uma licença musical para audição (CD) esta situação não se verifica? Não posso partilhar uma cópia com um amigo desde que esta esteja a correr num só leitor?
Se sim, qual a probabilidade, de um mesmo ficheiro retirado da net, esteja simultâneamente a ser ouvido em dois player's distintos? Não sendo (para já) possível medir, será correcto apelidar de (presumivelmente) pirata quem o faça?

Tiago disse...

Por outro lado, tratando-se de um filme documentário, cujo objecto é filmar pessoas que não estão a representar nem seguem um argumento e sim que desempenham, perante as câmaras , as suas tarefas e funções habituais, "não faz parte dos usos prever uma remuneração para os intervenientes para preservar a autenticidade das cenas filmadas". Só a N. Philibert coube "a escolha do tema, o relato da vida quotidiana de uma escola de classe única". As aulas e os diálogos "não foram concebidos para a obra audiovisual".

Inquietações Pedagógicas

Punk Psicadélico disse...

É MENTIRA que se possa dizer aos polícias que se tem o original em casa quando se tem cópias no carro, porque eu conheço uma pessoa que tinha 11 cópias no carro, disse...(e era verdade) que tinha os originais em casa e levou uma multa de mais de 200 euros!!!!

roler33 disse...

Olá Fernanda Freitas,

Lembrei-me de outra coisa. Se eu gravar um CD de musica com origem de um rádio, ao andar com ele no carro como é que vou explicar à polícia que o gravei da rádio, já que disseram que gravar da rádio não é ilegal?


Cumprimentos,
José Maria Bompastor/Vila do Conde

tiago disse...

gostava que falassem um pouco sobre o copyleft e os creative commons. formas mais livres de proteger os direitos de autor...

www.creativecommons.org

Alunos Gen Mol disse...

Durante a intervenção do senhor da audiogest o que eu não percebo é o que na realidades eles cobram.Não é o mesmo que a SPA cobra e já agora gostava de saber afinal qual a diferença entre as duas. O meu pai tem um café e tem um rádio ligado na emissora local e já paga uma taxa à SPA e ainda querem que pague uma taxa à passmúsica.Afinal quando é que as competências de uma acabam e as da outra começam.

Obrigado.

Marcos

Ana disse...

Acho que esta questão, como quase todas, passa em muito pela educação. Como diz um dos anuncios, se eu sempre fui ensinada e sempre me foram incutidos valores de não me apropriar indevidamente do que não é meu não o vou fazer em caso algum, nem no supermercado nem na internet.
É preciso educar convenientemente as crianças e adolescentes pois se são incentivadas e o que vão vendo é "se eles fazem eu também faço" como será de esperar que não o vão fazer? Que valores vão mais tarde passar aos seus filhos?
Muitos argumentam que o preço é elevado, nomeadamente por causa do IVA ser abusivo... paciência, é o que há e não é isso que justifica que se roube.
Outro argumento é a dos músicos e autores não ganharem verdadeiramente nada que se veja sendo explorados pelas editoras... eles é que assinam os contratos, é uma luta deles não do consumidor.
Igualmente grave considero o incentivo dado por parte de todos os professores para que se tirem fotocópias dos livros escolares, em todos os niveis de ensino. No ensino superior a situação toma proporções assustadoras. É certo que o preço dos livros tecnicos são muitas vezes completamente proibitivos mas para consulta há que equipar convenientemente as bibliotecas e em caso de necessidade, não compreendo como há repogrfias (principalmente nas escolas e faculdades) sem os acordos dos direitos autorais para as fotocópias que tiram aos milhares de livros que fotocopiam. Há certos crimes que parecem legais em portugal!
Os direitos de autoria e os diretios conexos deveriam ser coisas inquestionaveis. Se é aceite por toda a gente que ao fim do mês se deve receber o ordenado pelo trabalho que faz, como é que se consegue entender que há quem não tenha direito a receber pelo trabalho que faz? Mais uma vez, considero que voltamos a cair na falta de educação.

Anónimo disse...

As discotecas são um dos maiores meios de promoção musical existentes, por que razão têm de pagar direitos de autor e conexos se estão a a judar a promoção das ditas obras? já agora, qual é a diferença entra a spa e a passamúsica?
BeCool-DJ

Anónimo disse...

Estou curiosa, se nos bares e discotecas os donos têm que pagar uma licença para passar musicas de Cd´s originais q compraram, como funciona nos locais que alugam dvd´s?

André Silva disse...

Estimados Srs

Em primeiro lugar gostaria de felicitar o vosso programa pelos temas contemplados.

Sou um jovem recém-licenciado, e lido com situações ligadas à pirataria desde tenra idade. Penso que é importante dividir a pirataria em 2 tipos: A pirataria como fonte de rendimento e a pirataria como fonte de enriquecimento cultural pessoal.

Ambos os tipos são condenáveis, mas num país pobre, onde as próprias instituições universitárias não dispõem das ferramentas necessárias para o amadurecimento intelectual e cultural de um jovem estudante, este crime torna-se necessário.

Nas universidades, o grau de exigência ultrapassa largamente a capacidade monetária dos alunos e os exemplares presentes na biblioteca não dão resposta às necessidades.
Desta forma é criada uma tendência geral para a pirataria, onde esta cultura é muitas vezes desenvolvida e aperfeiçoada.

Outra questão encontra-se a nível dos preços praticados. Encontramos hoje uma política de venda que pratica preços elevados. As vendas estão a decrescer e para remendar a situação, os preços aumentam. Penso que a solução se encontra na criação de produtos acessíveis, que confiram ao comprador uma mais valia pela sua aquisição.

Concluindo, a pirataria é de rápido e fácil acesso, muitas das vezes sem consequências. Desta forma este fenómeno só será contrariado quando forem criadas alterações profundas em todo este mecanismo.

francisco disse...

Tenho seguido com algum interesse o programa, e deixo aqui uma pergunta sobre um tema que estranhamente vejo não estar a ser abordado: o uso de DRM (Digital Rights Management). Tal tecnologia é, para usar novamente uma expressão em inglês, "defective by design", porque não previne a pirataria (veja-se os episódios recentes do desaire do AACS), e apenas retira liberdades dos consumidores previstas na lei de direitos de autor. Dou o meu exemplo: gostava de comprar os DVDs (orginais!) do Pirata das Caraíbas (triologia), mas recuso fazê-lo enquanto os conteúdos não forem reproduzíveis em computadores ou leitores da minha escolha, e não aqueles que a industria pré-determina! (que é afinal o único objectivo prático do DRM...)

Ana disse...

Nos cds e dvds virgens pelo que sei é cobrada uma taxa logo à partida para salvaguardar reproduções. Ao usar cds e dvds para consumo proprio de arquivo de dados e trabalho proprio porque pago eu essa taxa?

E é preciso não confundir o que são downloads ilegais e o que são disponibilizações para download por parte dos proprietarios das obras.

Anónimo disse...

Gravar VHS/DVD com filmes da TV ou cassetes de músicas da rádio para consumo próprio é pirataria?
É que se for, então não sei porque vendem leitores gravadores para esse efeito...

Filipe disse...

As series americanas, eu não estou para esperar meses até elas cá chegarem!! É obvio que as vou ver no dia a seguir a elas darem na América! Não é culpa minha não viver na América!

Punk Psicadélico disse...

Ainda não falaram do mais importante, que é as pessoas quererem comprar um cd que só tem uma música boa e o resto ser só porcaria, que é o que acontece mais hoje em dia...Os discos 100% bons já passaram á história...Vocês comprariam um cd de 20 euros com 1 música boa?

Joao Carlos disse...

la voltamos as copias privadas.

e o COPYCONTROL que nao permite as copias privadas.

nao é CRIME?

porque protestam e penalizam sempre o Ze Povinho e nao as prepotentes produtoras?

Porque é que os maus da fita sao sempre os anonimos e nao os ricalhaços dos produtores?

JC

Carlos disse...

O playback não é considerado, de alguma forma, pirataria? Se os cantores/músicos tem problemas de voz ou se não lhes são dadas condições para cantar ao vivo, na minha opinião não deveriam actuar.

cumprimentos,

Carlos Sebastião

Miguel disse...

A pirataria dita caseira está instalada na nossa sociedade qual palavrão mal educado no meio de uma conversa de café, toda a gente sabe que não o deve dizer mas toda a gente o usa.
Quem vende um cd ou dvd, videojogo livro etc. pirateado está a cometer um crime, isso já todos percebemos mas e quem compra? Pode alegar que foi enganado... Ou também está a cometer um crime?

Sara disse...

Tem razão Paulo! Em super e hiper mercados como o Lidl, por exemplo, muitas vezes regam os contentores de lixo, onde deitam muitos alimentos em bom estado ou ainda aproveitáveis, com lixívia para que os sem abrigo que aí costumam procurar alimento, à noite, não os possam consumir. Vi uma vez numa reportagem. E dizem os responsáveis de loja que o fazem porque esses indivíduos que lá procuram que comer, fazem muito lixo, deixam tudo sujo nessa área. Ora, será que não podem simplesmente falar com esses sem abrigo e pedir-lhes que deixem o local limpo em troca de lhes disponibilizarem os alimentos sem ser desumano ao ponto de regar os contentores com lixívia?!

Paula Vaz disse...

uma canção ao preço de uma banana?penso que e falso,uma banana comesse e tem que se comprar outra uma e a mesma musica vende-se milhares de vezes sem se ter que gravar outra vez.
se querem ganhar dinheiro que dêem concertos e não se limitem a ficar em casa numa altura em que nem tem que pagar a músicos porque usam o computador a preços irrisórios e querem ficar ricos.
outra coisa que me faz rir e que os artistas se queixam que a sua musica não e divulgada e depois querem que uma loja por exemplo de roupa tenha que pagar para divulgar musica.
só para terminar tive uma loja de musica durante 2 anos e trabalhei numa durante 10 anos

Rita disse...

Mesmo que não seja para venda, e apenas para uso privado, se não tiver na minha posse o original é considerado crime?

Tiago disse...

Quando memorizo organicamente alguma coisa protegido por direitos de autor, estou a infringir alguma lei? Ou apenas se relatar/descrever essa memória de alguma forma a alguém?

Eu sei, essa é fraquinha... :)

Manuel Almeida disse...

Gostaria de deixar aqui a minha opinião, relativamente ao PSSMUSICA, que recentemente tive oportunidade de ler um dos seus “ultimatos” enviado a um Café que ferquento, que não tem música de qualquer tipo e que é abordado de uma forma quase alarmista na obrigatoriedade de obter uma licença para uma utilização que não pratica, mas o mais “espatafurdio” é a questão que essa licença é publicitada com descontos até 15% se o cliente for dos primeiros, como se de um produto de consumo em promoção se tratasse.



Também, em relação aos CD’s gravados nos automóveis, posso garantir que, pelo menos aqui no Porto, já tem havido casos em que por e simplesmente os CD’s que se tem no carro, gravados e com os originais em casa, são por e simplesmente apreendidos pelas autoridades , sem apelo nem agravo.

Anónimo disse...

Em Inglaterra uma livraria é uma verdadeira sala de leitura, com sofás onde podemos passar uma tarde a ler um livro.

Colocar as pessoas a ler, para depois quererem comprar os livros. Esta foi a filosofia que permitiu aumentar as vendas em Inglaterra.

Na música e filmes é a mesma coisa. Se não existe uma cultura de valorização como querem ganhar dinheiro? Muitas das pessoas que possuem cópias piratas nunca comprariam os originais pelos preços actuais do mercado.

Tiago disse...

Vi o documentário que a Sara viu, não me recordo do nome da cadeia de supermercados, mas os produtos eram deitados fora antes da data de expiração, porque seria ilegal vender produtos que atingiriam rapidamente a data de validade.

Anónimo disse...

Mais uma vez a cultura vai estar limitada ás pessoas com mais posses...

Anónimo disse...

AVISO

O que esse último senhor que está a falar pelas empresas disse sobre a questão de se comprar produtos pirateados estar-se a financiar o terrorismo, é uma pura manipulação e mentira. De certeza que mais de 99,99% de produtos pirateados não vão financiar terroristas, mas sim apenas os "comerciantes".

Esse senhor deveria ter vergonha na cara por estar a anunciar mentiras para assustar o público, mas já se sabe que pessoas que protejam empresas pouca ou nenhuma vergonha têm.

Paulo

Tojó_Cafunfa disse...

"O conhecimento pertence á humanidade" e nunca deve ser cobrado!... Evoluam...

Miguel Pires disse...

A pirataria existe e existirá sempre que os preços do artigo em causa forem - injustificadamente - proibitivos e sempre que os criadores desses artigos lhes associarem restrições ao consumidor final.

A primeira razão tem como exemplo o preço de um álbum não baixou ao passar a tecnologia do vinil para o CD: toda a gente sabe que este conceito veio economizar muito dinheiro às editoras e elas não souberam personalizar os cds (quem tinha um vinil tinha gosto em possuir o original).

A segunda razão vai justificar toda a gente que prefere ter um filme no computador que fez o download ilegalmente e ver como e quando quiser em detrimento de comprar um filme num formato que só lhe permite ver em alguns leitores devidamente escolhidos pelas editoras.

Miguel Pires disse...

Esqueci-me de dizer, para que não venham dizer que quando compro um dvd posso vê-lo em qualquer leitor, que a questão das zonas de dvd (ou melhor, regiões) só existe para restringir alguém de comprar um dvd que foi lançado nos estados unidos e vir para portugal vê-lo quando ainda está nos cinemas.

Isto só mostra que aos produtores só lhes interessa que não possamos escolher o que ver e é claro que a pirataria irá colmatar essa falha!

Como disse alguém um dia, a moral é como gostávamos que o mundo funcionasse e a economia é como o mundo funciona porque quando há incentivo à pirataria ela irá existir e é por isso que os formatos que vêm aí (HD-DVD) já foram quebrados e nenhum formato que imponha restrições ao utilizador final irá algum dia parar a pirataria.

Anónimo disse...

O que mais se assiste neste tipo de discussões em que os representantes das editoras vão a programas de tv comentar é sempre um discurso de coitadinhos de estarem na falência e de a culpa é dos consumidores porque não compram mais cds ou dvds e que eles coitadinhos não ganham nada.
É uma treta, pois são eles que prevaricam o sistema com COPYRIGHTS e DRM nos CDs que impedem que eu coloque o CD a "rodar" onde eu quiser. Para além do mais criam novas receitas através de licenças como a Passmúsica e ainda por cima intimidam os comerciantes como se de alguma polícia se tratassem ou dizem que a pirataria é para subsidiar os terroristas, mas não falam das multas que pagam por causa do COPYRIGHT dos CDs deles ou de lojas de comercio de música como o iTunes estar sujeita a levar uma multa da Comissão Europeia por não deixarem os clientes comprarem músicas de lojas que não a do seu país de origem. Eu sou contra a pirataria mas também contra os playbacks dos que se chamam artistas e das editoras que ganham dinheiro enchendo as rádios com músicas obrigando os ouvintes a ouvirem a mesma música várias vezes ao dia.

Anónimo disse...

"Também, em relação aos CD’s gravados nos automóveis, posso garantir que, pelo menos aqui no Porto, já tem havido casos em que por e simplesmente os CD’s que se tem no carro, gravados e com os originais em casa, são por e simplesmente apreendidos pelas autoridades , sem apelo nem agravo."



AVISO PARA TODOS QUE TENHAM CARRO

Por lei a polícia NÃO PODE de forma alguma investigar o interior de um carro (ou a roupa da propria pessoa, etc) sem o *CONSENTIMENTO* do dono do carro, ou só o pode se esta tiver um mandato relativo ao que possam estar à procura.

Como é quase impossível que a polícia tenha um mandato específico para, por exemplo, procurar CD´s de música copiados no carro de uma determinada pessoa, então numa operação stop basta a pessoa fechar o carro e dizer educadamente ao polícia que não concorda em permitir que o polícia investigue o carro (para procurar os CDs ou outros), porque é um direito de protecçao da privacidade que todos temos direito. Se o polícia insistir, então a pessoa pode erguntar se tem algum mandato, porque só nesse caso o podem fazer, caso não o tenham o assunto fica por ai.

Se ainda assim o polícia insistir em ver o interior do carro sem a autorização da pessoa, então será uma busca ilegal e a própria pessoa poderá fazer queixa contra o polícia, sendo que mesmo se se encontrar CDs copiados, que legalmente não terá validade pois as provas terão sido obtidas de forma ilegal.

Divulguem isto pelos vossos conhecidos.

José Araújo disse...

A posição das editoras é pura palhaçada , quando são as próprias a roubar o artista....rsssss Parece até surreal , olhar para o retorno do artista , quando as produtoras,editoras , continuam a lucrar , deixando ( não por total e no caso de musicos) os lucros feitos em concertos , porque caso contrário o musico passava fome...

Mais uma vêz este programa focou o lado "vitimizado" ou seja as tadinhas das empresas , ou radicalmente focaram exemplos rosinha choque , como cópia de cd de mão em mão..Quando alguns de nós sabemos que a pirataria , hoje em dia já está mais empresarial , quando envolve já negócios de peso e das muitas vêzes dos próprios mucleos editoriais...

Outro fenómeno da pirataria...O uso da mesma para auto-promoção , quando até pela a lógica faz sentido , quando o mercado português é deveras limitado

Se as editoras pensassem mais na qualidade dos artistas e menos no lucro , seriam mais honestose tenho a certeza que já não precisavam de chorar , baba e ranho , porque quem tem direito de chorar neste ponto é decerto o artista , que em Portugal é desamparado, quando nem é visto como parte da estrutura cultural, embora que já foi mais bicho mas ainda lhe tecem preconceituosos bem peludos...

Baixem os preços(Por favor! 20 euros por um cd?) , e verão que vendem mais e por consequência menor a tendência à pirataria..


Infelizmente a cultura em Portugal está pela a hora da morte e não falo da arte em si , mas como ela é conduzida , esses maetros economicistas , que não sabem diferenciar talento de uma bizarra piada , porque se focalizam em estudos de fins lucrativos...Ou seja ilustres vampiros mediocres...


Falaram por aqui que a internet é é uma consumada compra quando a lhe acedemos...ERRADO!Somente pagamos para lhe aceder e navegar, nada mais..Porque como em tudo para tudo que existe , existe seu dono...Se as pessoas concluiem este facto acho que alguma da precentagem do cibernauta que plagia,faz cópia ilicita, ...se corrigirá...

HF disse...

Obviamente, eu entendo defensável a punição daqueles que violam os direitos de autor.
Pessoalmente, até aufiro alguns rendimentos desse tipo, embora num domínio em que a infracção se dá a um nível menos sofisticado (fotocópias ou digitalização de livros). Mas sei que os condicionamentos à concorrência estimulam a violação dos direitos de autor. No caso do livro, a respectiva política do preço é, em grande medida, responsável pelo desrespeito aos direitos de autor.

No caso dos audiogramas e videogramas (música e filmes), vigora em Portugal um regime que data de 1988!
Por lei, é obrigatório colocar uma etiqueta ou selo emitido pela Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) em cada exemplar.
Actualmente, tal é inviável. Não se pode colocar um selo num CD ou DVD e, muito menos, num suporte de MP3. Por isso, o selo é aposto na caixa respectiva.
Seria possível a gravação, estampagem ou pintura num CD ou DVD, mas este regime dos selos é completamente anacrónico, não tendo qualquer paralelo noutros produtos culturais.
A aposição dos selos visava a protecção dos direitos de autor. Mas também sempre foi uma reivindicação dos distribuidores portugueses, que, graças à mesma, vêm a sua actividade tornada mais rentável.
Para alguns, a etiqueta apenas subsistirá para conferir protecção aos distribuidores nacionais e impedir o mercado de actuar no domínio da livre concorrência, dificultando as importações directas e a actuação de outros operadores que poderiam fazer baixar os preços.
Os custos com o registo e a aquisição das etiquetas (o que inclui a entrega de exemplares dos videogramas) constituem obstáculo à importação directa – sobretudo em pequenas quantidades -, o que provoca uma diminuição da oferta, com o consequente inflacionamento dos preços.
Depois, não é de surpreender que haja violação, em grande escala, dos direitos de autor, em matéria de música e filmes.

Helder Fráguas

HF disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
catarina 33 anos disse...

eu penso k kem tem dinheiro
kompre.. originais..
kem n tem . fika.se pleas copias e imitações.... nem todos nos podemos dar 15 euros por um dvd .. pos miudos tarem entretidinhos a ver uma barbie por exemplo.. mas tenho net poxo ir la .. faxer um download de um filme e gravar.. mas .. como tenho pouko tempo.. pago exe serviço a alguem.. voua feira e compro por 5 euros 3 dvd.s com kualidade.. na maoir facilidade.. e vou kontinuar a comprar...pk os meus filhos tb teem direito a ver como os filhos dos rikos...as roupas é igual.. eu vou a feira e comro akilo k gosto.. .. e akilo veste.se e passa d emoda.. po ano kompra.se mais..
enkuanto k se me vestisse com o meu ordenado de 500 euros mais cisa menos outra bem podia andar nua se tivesse dir as lojas de marca... ou então lavava a noite e vestia de dia..kem pode pode.. kem n pode remedeia.... é obvio k sei k a economia regride.. mas n tenho poses.. p komprar originais... desenrasko.me...

Lo disse...

Credo nao me digam que nunca foram a um video clube? Podem alugar e ver um filme com qualidade por menos de 2€ ... e 2€ é caro?

É o que eu digo... nao é uma questao de baixar os preços... pk mesmo baixando vai haver pirataria pk nao há preço que combata o factor "BORLA"
.

Muito de voces reclama do factor "SER CARO" , mas todos voces tem acesso á internet para virem para a qui postar :D ... logo ... se realmente necessitassem de dinheiro tinham outras prioridades do que internet ... :)

Ou seja, a maioria dos piratas ( sim os que sacam , os que gravam ) tem poder de compra ... só nao compram pk se acham superiores em arranjar tudo de borla.

Alheando-se do facto que ao praticarem este tipo de atitudes estao a destruir varios negocios que dependem da venda ( nao falo só das editoras, mas sim dos retalhistas ) ... que posteriormente acabaram por influenciar os ganhos dos vosso papás ( sejam médicos, pixeleiros ) vivemos num sistema e sempre que haja uma quebra de um sector ... acabará por influenciar outros ... :D

Mas pronto :) para muitos de voces, o Entretenimento tem de ser gratuito :D o acesso á cultura livre , "Eu já paguei um concerto... para que pagar pelos outros?" , "Eu já fui ver este filme ao cinema ... pk raios vou ter de o comprar ou alugar se o posso ter de borla?" ... entre outro tipo de analogia.