sexta-feira, setembro 28

FILHOS OU CARREIRA?

Os portugueses querem mais bem-estar, que exige mais dinheiro, logo maior dedicação à carreira. Nas duas últimas décadas, os jovens deparam-se invariavelmente com o mesmo ciclo vicioso. Terminada a licenciatura, têm pela frente um par de anos de estágios mal ou nada remunerados, eventualmente um interregno de outro par de anos de desemprego, lá acedem à profissão, compram casa e carro, ficam presos às dívidas e sem margem para partilhar o que sobra com qualquer novo elemento da família, e quando dão por ela é tarde demais para ter filhos. Este panorama é agravado no caso das mulheres, que ainda têm que superar as desigualdades no acesso ao mercado de trabalho, as diferenças salariais e a dificuldade de acesso a cargos de chefia.

50 comentários:

Anónimo disse...
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Maria (ª_ª) disse...

Parece-me que está praticamente tudo dito no post do SC para o tema de hoje.

Não é uma questão de escolha, pois com certeza que as pessoas (principalmente as mulheres que são as mais prejudicadas) gostariam de encontrar a estabilidade mais cedo para poderem ter filhos, mas o que acontece é que até atingirem essa estabilidade, têm que se dedicar à carreira e os anos vão passando…

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Hoje em dia e para quem não tiver pais ricos ou nem sequer os tiver, vê-se praticamente obrigado a dedicar-se em exclusividade à carreira. Um filho representa encargos adicionais e é preciso ter-se maior disponibilidade de tempo. Os avós e os infantários ou creches substituem aparentemente os pais que se ausentam para trabalhar. Os avós podem ajudar tomando conta dos netos e aliviando as despesas dos seus filhos com estes.
As entidades empregadoras na sua maioria quando contratam mulheres preferem-nas solteiras e sem responsabilidades, pois assim não têm de faltar por causa de filhos, e porque têm maior disponibilidade de horários e mais facilmente trocam de turnos.
Em Portugal, ao contrário da Inglaterra, não se apoia devidamente a mulher que decide ser mãe. Os abonos são migalhitas...
Devia haver mais incentivos que apoiassem sobretudo os pais economicamente desfavorecidos.
Por outro lado, acho que se devia sensibilizar os mais pobres para não terem tantos filhos porque dificilmente os poderão criar e devia-se incentivar os mais abonados a terem mais filhos porque têm como sustentá-los.
Amor é condição fundamental para se criar um filho, mas dinheiro é igualmente necessário porque quase tudo que adquirimos para eles tem um preço.

CC

Maria Mendes

Jorge disse...

Realmente esta é uma questão difícil de balancear, especialmente para as mulheres.
Cada caso é um caso, mas o Estado deveria garantir melhores condições.
Cumprimentos.

Filipa Carneiro disse...

Boa tarde,

Como médica interna do 1º ano devo dizer que na minha profissão geralmente não se consegue facilmente constituir família (casar e ter filhos) antes dos 30 anos. A duração do internato é de 4, 5 anos onde o horário de 42 horas semanais é ainda completado com horas extra em serviço de urgência e trabalhos científicos para apresentar e publicar.
Terminado o internato (aos 30) será mais folgado ter filhos, mas do ponto de vista biológico, o pico de fertilidade já lá vai há 5 anos e já nos encontramos em fase descendente. Em caso de infertilidade/esterilidade quem aceita que um casal que sai de casa às 7:30-8:00 e chega às 19:00-20:00 e algumas vezes faz noites e fins de semana adopte uma criança???

Como diz um conhecido 1º a formação e depois a criação.

Anónimo disse...

é muito difcil contituir familia neste pais,
por exemplo, sou filha de um casal de classe média, os meus pais são funcionários públicos e têm 4 filhos. Sendo eu estudante universitária, o dinheiro nunca chega, é sempre pousco. Estou a falar de duas pessoas que, por supostamente receberem um ordenado alto não recebem abono de familia.
Se os meus pais têm dificuldades, mesmo tendo rendimentos mensais relativamente altos, como será então com uma familia menos afortunada? São crianças que vão nascer já à partida sem grandes oportunidades.

Anónimo disse...

E quando se têm uma carreira e posteriormente se têm filhos, vimos nos obrigados a lidar com diversas situações conflituosas, provocadas pela entidade patronal, onde além de não existir sensibilidade ainda cria inúmeras dificuldades, no que respeita ás faltas por assistência dos filhos,falta de flexibidade nos hórários, etc.
Depois e apesar de haver uma lei que cobre todos estes aspectos, se tomarmos uma posição de exercermos os nossos direitos como mães, temos pela frente uma batalha, infelizmente a carreira estagna e ficamos conhecidas como problemáticas perante as chefias.
È muito dificil em portugal ser mãe e ter uma carreira,e é muito injusto obrigarem nos a escolher entre os nossos filhos ou a nossa carreira,injusto para nós como mães mas acima de tudo injusto para eles ,as nossas crianças!!!

Funcionária publica á 12 anos,numa instituição hospitalar

Pedro Marinho disse...

Nunca gostaria de ser pai "velho", gosto de viver a vida com os meus filhos... mas gosto da minha carreira, sou formador , professor de natação, socorrista da cruz vermelha portuguesa,treinador do clube nautico de arcos de valdevez na natação, nadador salvador, ja fiz várias palestras pela cruz vermelha portuguesa da juventude em v+arios países a convite da dra Maria Barrosos onde já falei para 600 pesosas,sou representante da associação de pais da escola eb23 de Arcos de Valdevez,politico,ja fiz radio, voluntariado, escrevo, participo no sociedae civil, rádio renascença, rádio clube portugues,faço mergulho e ainda estudo, ajudo o meu pai na sua loja de mecanica,ajudo em casa, adoro aspirar e vestir o avental e adoro brincar com os meus filhos, e fui pai aos 17 anos de idade e sinto-me feliz, pelo facto de ter filhos ainda bem cedo hoje tenho 30 anos e a minha filha tem 13 anos , fantástico, a familia sempre em primeiro lugar daí achar que viver é ser pai bem novo para ver os meus filhos a crescer e ver o seu futuro... a vida depende da conduta de cada um, a responsabilidade de ser pai é algo que muitos não tem acesso...
Pedro Marinho de Arcos de valdevez

Anónimo disse...

Como é que uma família pode sobreviver com menos de 1000€ mensais?
Quase nem dá para pagar as contas, quanto mais para ter filhos

Pedro Marinho disse...

Nunca ninguem tem as condições necessárias para ser pai ou mãe, a vida constroi-se e não se faz, o perfil hoje é de egoísmo puro.

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Pedro Marinho disse...

Acho errado as pessoas pensarem que para ter filhos é necessário ganhar muito dinheiro, as familias mais pobres são as mais felizes, disso podem ter a certeza... Um país sem crianças é um país sem futuro...

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Anónimo disse...

Tendo o que a Socióloga disse na entrevista que acabaram de passar, que quando o casal decide ter filhos, parece que é a mulher que os assume (mais do que o marido).
Eu pergunto: quando temos situações de divórcio, será que, do ponto de vista das mulheres e da sociedade, a questão não muda de figura?
Pois parece-me que nesse caso, normalmente, o pai é que tem de abdicar dos filhos, independentemente da competência sua e da sua ex-mulher.

João Paulo

Anónimo disse...

Lá por você, Pedro Marinho, ter sido pai novo com todas as consequências que dai advêm, não quer dizer que as outras pessoas o queiram fazer, pois uma pessoa consciente, quer proporcinar aos filhos a melhor vida possivel, por isso não se põe a ter filhos sem qualquer estabilidade económica, ou seja, sem apostar primeiramente na carreira!!

helena disse...

Este tema é uma espada de dois gumes.
Se é normal e faz parte do lado animal do homem querer procriar, acho que actualmente e pensando em termos de futuro, deveríamos equacionar a possibilidade de restrição à natalidade, visto que em muito breve o planeta estará tão sobrepovoado que a posição da pirâmide (com a ponta para cima ou para baixo) vai deixar de ser importante já que os recursos naturais ir-se-ão esgotar.
Nós que temos o privilégio de saber pensar nos assuntos, devíamos dar apoio à natalidade com restrições e responsabilidade.
Se não quiserem referenciar este assunto aí em directo, pelo menos que cada um, em particular, pensem nisso ...
Obrigada

Joana, cartaxo disse...

No meu ponto de vista, é possivel conciliar uma carreira com o facto de ter filhos;e se repararmos bem, veremos uma coisa: quem, normalmente, procura, incessantemente, a estabilidade, é quem tem essa estabilidade, mas não quer abdicar de nada, em prol de um filho...Eu tenho uma filha e ela nunca condicionou em nada o meu trabalho(embora neste momento, não esteja a trabalhar);p mim um filho condiciona mto mais a "parte" do lazer, pq já não se pode ir tantas vezes a uma discoteca, p não estar sempre a maçar os avós,entre outros motivos...
Eu tenho amigas, mais velhas, q ainda não casaram, nem têm filhos, pq acham q não têm estabilidade suficiente, o q é pura mentira, o q elas não querem é ter responsabilidade p assumir esse compromisso, pois mtas delas têm salários superiores ao meu marido e superiores ao normal, em portugal...

Respondendo a essa senhora do meio, peço desculpa, mas não me recordo do nome, existem pessoas q sentem prazer em limpar a casa, existem pessoas q gostam de cozinhar, entre outras coisas...este é o meu caso, eu gosto de fazer tudo o q se relacione com a casa, excepto passar a ferro...eu adoro dar festas, e acreditem ou não é tudo feito por mim!!! normalmente, faço grandes festas de aniversário(entre 40 a 60 convidados) p a minha filha, e sou eu sozinha q faço tudo, mas tudo é tudo, desde a decoração do espaço, ao comer q nele é posto....

Eu assumo: gosto mto de estar em casa e fazer tudo o q está relacionado com a mesma, mas tambem assumo q preciso de arranjar um trabalho, mais q não seja p continuar a dar as maravilhosas festas de aniversário, à minha filha...

Obrigada

lady_blogger disse...

"Anónimo disse...

Como é que uma família pode sobreviver com menos de 1000€ mensais?
Quase nem dá para pagar as contas, quanto mais para ter filhos

14:30"

Já esta semana eu aqui disse que eu e o meu marido ajudamos famílias a gerir o seu orçamento familiar e que podemos dar formação nessa área.
Sr. Anónimo eu consigo gerir o seu dinheiro de modo a você perceber que esses 1000 dão para muito mais do que o que você imaginava. Quer tentar/testar?

CC

Maria Mendes

Pedro Marinho disse...

Os pais devem estar disponíveis para ouvir e perceber os anseios e problemas dos filhos. É importante falar de tudo quanto os filhos queiram e mostrar-se aberto para o resto. A percepção que muitos filhos têm de que os pais esquecem ou não se interessam pelas suas dúvidas, insucessos ou sucessos (ou seja, estão mais preocupados com a sua carreira profissional ou os seus próprios problemas pessoais) tem repercussões graves na formação da personalidade da criança.

Pedro Marinho de Arcos de Valdevez

Alda rocha disse...

Na minha perspectiva, existem aqui três perspectiva a ter em consideração:
- por um lado, para se afirmarem como "possuidoras de uma carreira", têm de se esforçar muito mais do que os homens e "aceitar" as regras impostas pelo mercado do trabalho (reuniões em horários tardios, prolongamento do trabalho muito para além do horário, etc.);
- por outro, como socialmente, não é bem visto que as mulheres digam que os companheiros não participam activamente nas tarefas doméstica, elas acabam por "mascarar" essa situação e mostrar sempre "cara alegre";
- finalmente, as mulheres ainda não se libertaram completamente do "seu" papel de mães, continuando elas a querer assumir o processo de acompanhamento dos filhos.

Finalmente, estas questões quase só se colocam para uma classe média ou média-alta. No escalão socio-económico mais baixo, a situação é verdadeiramente mais gravosa.

lady_blogger disse...

Estranho...
Por que retiraram um dos meus posts? Eu nunca insulto ninguém. Era só uma mensagem dirigida à Companhia das Ideias. Podem responder por que o apagaram?

CC

Maria Mendes

Ana Santos disse...

Gostava de perguntar à Filipa Carneiro, que se está a queixar da sua vida, e que pelos vistos até não é tão má, dado estar no topo, dos mais priveligiados desta sociedade desequilibrada, o que aconselha aos outros, aqueles que estão pior do que ela, e que são quase todos.
Haja bom senso da sua parte Filipa Carneiro, você é uma pessoa bem formada e não devia fazer comentários tão levianos.
O mal deste país é que uns têm tudo, mas mesmo assim estão sempre a queixar-se, os outros que nada têm, não se podem queixar, têm é de comer e calar.

Anónimo disse...

Joana, não pode generalizar os casos particulares que conhece, pois eu tenho quase 30 anos, não tenho estabilidade nenhuma, acabei o curso aos 25, tive muito tempo sem conseguir arranjar nada, depois lá consegui arranjar, mas não durou muito tempo. Actualmente não tenho emprego e a unica coisa que eu desejava era uma vida estavel, um emprego, para poder ter filhos, pois é a minha maior ambição. Agora não me venham cá dizer que eu poderia ter filhos assim, afinal que vida é q eu lhes ia proporcionar, se nem a renda quase consigo pagar?

Leonor Dias disse...

Tenho 44 anos, sou professora e filha de uma enfermeira. Quando eu era criança, o Estado tinha creches e infantários para os filhos dos funcionários. Eu própria frequentei um que existia dentro do Hospital dos Capuchos.
Hoje em dia todas essas infraestruturas desapareceram!
Quando a minha filha nasceu, estava a dar aulas a cerca de 50km de distância de casa e entrava às 8,15m.; como o meu marido trabalha por turnos, não havia creche, infantários ou institituição que recebesse crianças antes das 7 da manhã (ainda bem! é um crime!!). A solução foi mesmo contratar uma empregada doméstica a tempo inteiro.
O EStado onde está nestas ocasiões? E as políticas de apoio à família?

Sociedade Civil disse...

Lady Blogger.

questões fora do tema devem ser enviadas para
sociedade-civil@rtp.pt

Saudaçoes Civis

Anónimo disse...

relativamente ao meu comentário,quando os convidados falaram que a situação depende da empresa e do trabalhador,sou radiologista, com vinculo á função publica e trabalho na urgencia de um hospital,por isso não se passa só nas classes menos informadas e mais frágeis é a realidade do nosso país.

Anónimo disse...

já soube de um caso em que perguntaram se pensa ter filhos nos proximos X anos

Francisco Castro disse...

Fernanda, fazer um filho é a dois, as responsabilidades são a dois, e o exclusivo não é femenino, apesar de só vocês poderem engravidar, mas mais uma vez digo não o conseguem sozinhas.
Um pai hoje em dia pode perfeitamente cuidar de um filho de forma tão eficiente ou mais do que a progenitora, basta para isso ter a capacidade para fazer tudo o que uma mãe faz, e isso é mais que normal, pelo menos no meu caso.
Direitos iguais na paternidade ou no poder paternal.

lady_blogger disse...

"Sociedade Civil disse...

Lady Blogger.

questões fora do tema devem ser enviadas para
sociedade-civil@rtp.pt

Saudaçoes Civis"

Agradeço pela vossa resposta. Só queria perguntar se apesar de a terem apagado ela terá sido lida e considerada por alguém da C.I.?
Obrigada.

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...

"Anónimo disse...

já soube de um caso em que perguntaram se pensa ter filhos nos proximos X anos

15:02"

Pergunta ridícula e no mínimo desumana... Realmente anónimo, esse indivíduo esquece-se que um dia já foi filho de alguém e pode vir a ser ou até é pai, e esquece-se das dificuldades e responsabilidades que resultam de se ser pai. Mas talvez ele tenha uma vida facilitada demais e ignore talvez propositadamente a realidade mais comum na nossa sociedade desamparada e legalmente desprotegida (em termos da eficácia da aplicação das leis) na paternidade.

CC

Maria Mendes

Anónimo disse...

Depois de ter tido a minha 1º filha, ao 30 anos tudo mudou na minha vida, sem ter apoio algum familiar só me restou uma saida, deixar de trabalhar e ficar com ela em casa. As doenças constantes, as idas às consultas, as noites mal dormidas inviabilizaram a possibilidade de continuar a trabalhar. Hoje já tenho outra filha de 8 meses e continuo em casa com elas. São crianças felizes e saudáveis. O meu marido durante estes ultimos anos fou trabalhar para fora do país para podermos sustentar-mos esta nossa opção de vida. Estas opções não são fáceis de tomar, mas de facto ver os nossos filhos crescer todos os dias é muito bom. Como parentesis, nunca deixei de trabalhar, faço trabalhos para várias empresas através de casa, apesar de ser um trabalho precários, mas que apesar de tudo mantem-me ligada ao mundo do trabalho.
Rita

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

"Francisco Castro disse...

Fernanda, fazer um filho é a dois, as responsabilidades são a dois, e o exclusivo não é femenino, apesar de só vocês poderem engravidar, mas mais uma vez digo não o conseguem sozinhas.
Um pai hoje em dia pode perfeitamente cuidar de um filho de forma tão eficiente ou mais do que a progenitora, basta para isso ter a capacidade para fazer tudo o que uma mãe faz, e isso é mais que normal, pelo menos no meu caso.
Direitos iguais na paternidade ou no poder paternal.

15:04"


F. Castro este seu post fez-me vir à mente a questão da mulher ter doravante direito à prática legalizada do aborto assistido nas primeiras semanas. E que peso tem a opinião do pai? Tudo bem que o corpo é da mulher, mas como você disse e bem, um filho é feito a dois. Por isso pergunto: porque pode ser desfeito a um? Já alguém pensou nisso? Quantas separações ou divórcios e casos em tribunal pode gerar a discordância na opção de abortar ou não?

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...
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Sociedade Civil disse...

Lady blogger,
convém reenviar as suas questões através do mail.
no entanto adiantamos que o perfil de colaborador M/F que procuramos envolve conhecimentos técnicos na área da Edição multimédia.
SCivis

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Obrigada Fernanda e equipa SC pela resposta. Eu tenho conhecimento do que aqui afirmam, aliás eu vi o anúncio da CI num determinado site. No post que me apagaram eu mencionei algo do género "não sou especialista na área para a qual pretendem colaborador".
De qualquer das maneiras, obrigada e até Segunda no SC (que para mim, é como quem diz no Sítio do Costume).


Cumprimentos Civis

Maria Mendes

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Eu faço edição de imagem mas cá para casa. Portanto e apesar de alguns conhecimentos talvez não esteja à altura do desafio.
Entretanto vou ultimar umas digitalizações parciais dumas compilações de Mário Viegas para depois fazer a modos que uma manipulação de imagem.

Bom fim de semana.

Maria Mendes

Mário da Silva disse...

Os portugueses gostavam era de ter dinheiro para ter filhos.

Quais carreira quais treta. Vejam lá nos países nórdicos dos quais o nosso carissímo Sócrates gosta tanto de falar se as pessoas não têm carreira e filhos.

Que fantasias! É só para distrair.
O dos OGM ficou para as calendas gregas, presumo?

Até mais.

Já disse no post irra! disse...

Tanto intelecto-ócio...

a) Fernanda (*1), diga-me por favor como compatibiliza a sua consciência e "moralidade proactiva" com a futilidade das suas actividades artistico-criativas?

b) Acha coerente e razoável especular sobre temas "popularuchos" apenas para debitar grelha televisiva em horário que só funcionários publicos (claro) podem usufruir?

E eu que pensava que neste país não se podia viver só de conversas de café... nem de "caras larocas".

NOTA *1: Se é que esta mensagem lhe chega a si! Não seria de espantar que todas as intervenções neste seu "Berlogue" caissem em "saco roto" exactamente como as participações dos seus amigos (*convidados* perdão) no seu programa.

Ass:
Mafaldo Bibó Freitas (um *admirador* atento)

PS: Vá, é fim-de-semana, vá lá então passear "prá naite" para nos proporcionar novos temas de uma profundidade jornalistica avassaladora.

Anónimo disse...

"Já disse no post irra! disse...
Tanto intelecto-ócio..."


Porra que super exagero irracional. Não concordo em nada com tudo o que disse que não tem cabimento. O que o SC faz é ser simplesmente o melhor e mais educativo programa de debates da televisão portuguesa, em especial pela relevância dos temas e sua diversidade. Sobre a apresentadora acho que foi bem escolhida e não tenho reparado nada de especial que se possa criticar (como falta de isenção, etc).

So o queria a ver fazer melhor.

Blablabla (e criticar) todos fazem, agora fazer tá quieto.

Sara disse...

"Já disse no post irra! disse...
Tanto intelecto-ócio..."

Ouça lá, nunca ouviu falar que quem não gosta não come?
Verifique mas é se as suas lunetas não estão danificadas ou se estão bem ajustadas porque para achar que o sociedade civil não é um bom programa nem a Fernanda Freitas uma boa apresentadora e vir com essa série de críticas idiotas...deve haver alguma coisa errada.
Olhe, vá ver as suas novelas ou o seu futebol ou os programas apimbalhados de coscuvilhice (às tantas acha que são mais intelectuais...).

Os meus cumprimentos mais hipócritas!

P.S. - Viva a RTP2 que é o melhor canal, viva ao Sociedade Civil que é um excelente programa e viva à Fernanda Freitas e a toda a equipa que são igualmente excelentes!

RUTE disse...

Sr. Anónimo que paradoxo! Então o Senhor abomina este programa e depois critica o facto dele passar em horário que só funcionario publico pode assistir?!?!

Nesta última parte da sua frase concordo consigo. Não é justo só alguns terem acesso a este EXTRAORDINÁRIO programa. Queremos o SC em horário nobre!!

Mas repare Sr.Anónimo, niguém o obriga a assistir, e ninguém o obriga a ligar a tv, a seleccionar o canal 2 e muito menos o obrigam a vir ao Blog, ler e comentar os temas. Portanto, porque se dá ao trabalho de deixar aqui o seu fel, o seu veneno? Faça ginástica para libertar o stress, não descarregue nos outros tanta energia negativa. Viva e deixe viver por favor. Na grelha televisiva há muito espaço para todos os gostos.

Eu respeito-o, respeite-nos também. E respeite, acima de tudo, pessoas como a Drª Fernanda Freitas, os convidados e todos os intervenientes no programa. A liberdade é isto mesmo. Respeitar o espaço, os limites e os gostos de cada individuo.

ninix4500 disse...

acima de tudo o problema não é carreira ou estudos ,mas sim as faltas de jardins de infância ,primeiro e depois de escolas aí sim é o grande problema dos pais perante os seus filhos o que fazer onde os deixar ,mais grave é não hà vaga para o menino ,logo o filho é seu faça o que quiser o ministério dá 35 vagas ,tenho 70 meninos vá lá e reclame isto foi-me dito por uma coordenadora do agrupamento de benfica. logo está td dito.

ninix4500 disse...

defacto tb o programa socidade civil é mto bom mesmo do melhor na nossa tv ,mas os convidados esses sim mto fraquinho ,pq não convidar a sociedade civil mas aqueles que sentem e mto na pele alguns dos temas como este ,e aí a sra ministra talvez comecasse a ser seria no que diz na tv ,pq o problema e que este governo fala ,fala e não diz nada ou faz td ao contrário e depois aparece com estes miseros subsidios pq está a ver cada vez a população é mais idosa e mto menos culta ,se não há escolas desde pequenino vai-se pagar 450e para o colégio e mais 600e para o ter o outro que tem 9 meses numa cresche e depois comemos erva, sim sr bonito serviço toma lá 2500 e arranja 20.000 para a vida toda ou bem mais....isto é de uma incompetência atroz dos nossos governantes que tb já aprenderam a que qd não interessa atira para o lado mm,cumprimentos.

lopesz disse...

FILHOS OU CARREIRA?"

ass: lopesz

lopesz disse...

li por alto os comentários...

mas senti na pele alguns dele... e digo não é preciso "ser rico" pra ter filhos... mas sabemos q o dinheiro faz muita falta

mas tb sabemos q muitas familias mm com menos recursos podem ser felizes e fazeem as suas crainças muito felizes...

o sacrificio q se pede aos pais, p além de "carreira" ou não e quem sabe podem conciliar as 2, mas com sacrificios p pais e filhos, mas o maior sacrificio são os tempos livres... isso sim acaba ou muda pelo menos p os q querem ser pais quase a 100% claro

enfim, sabemos as condições e os problemas de acesso a carreira, os anos de investimento q nem sempre dão o devido retorno

etc etc

mas tal como diz o meu pai " quem casa não pensa e quem pensa não casa" ;o) e ele acha q é o mesmo vale pra quem quer ter filhos... se for muito pensado e planeado nunca é a "hora certa"... mas tb não deviam ser actos inconscientes e irreflectidos ou não-desejados... ou se forem q ao menos mudem depois com a chegada das crianças

E claro, adopção... o eterno dilema

ass: lopesz

RUTE disse...

"mas o maior sacrificio são os tempos livres... isso sim acaba ou muda pelo menos p os q querem ser pais quase a 100% claro"

Grande verdade Lopesz!
Arranjar um pouco de tempo só para nós parece quase uma missão impossivel.

E reforço a ideia:
" quem casa não pensa e quem pensa não casa" ;o) e ele acha q é o mesmo vale pra quem quer ter filhos... se for muito pensado e planeado nunca é a "hora certa".

Por vezes é necessária alguma impulsividade e menos meditação. Mas nunca total inconsciência como é óbvio.