terça-feira, dezembro 4

ESTAMOS MAIS SEGUROS COM A ASAE?

As acções de fiscalização da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) são notícia praticamente todas as semanas. Rodeada de forte aparato policial, que até agora apenas víamos em acções relacionadas com a criminalidade violenta, a ASAE intervém em sectores tão variados que surpreendem o cidadão comum. Desde os vendedores de bolas de Berlim nas praias, aos criadores da amêijoa que julgávamos “fresquinha”, passando pela roupa contrafeita, nada escapa às malhas da ASAE. Há quem critique a forma de actuação em áreas aparentemente de somenos importância e alegue que é mais uma entidade do Estado destinada à caça à multa. Há quem defenda que hoje em dia qualquer área de negócio dificilmente negligenciará as regras básicas de relacionamento com o público. Afinal, estamos ou não mais seguros?

46 comentários:

Anónimo disse...

Penso que sim, mas eu pessoalmente estou desapontada com a ASAE, pois enviei um e-mail e nenhuma resposta obtive.
Foi uma situação ridicula, mas aconteceu, paguei por 2 frangos assados 40 euros e a Sra disse que fez desconto... Pois segundo ela só para ligar o forno era 18€ por frango....
E isto numa churrasqueira, restaurante.
Mas acho que a ASAE está a fazer um bom trabalho.

Ana

lady_blogger disse...

Por acaso tive recentemente um problema que quis esclarecer junto da ASAE. Não fiz queixa de nenhuma entidade, só expus a situação e responderam que não poderiam intervir. A resposta deles não fez sentido. A ideia não era a ASAE intervir, mas sim informar-me se era possível a troca ou reembolso do produto estragado. Tratava-se de várias unidades de um dado produto alimentar que se estragaram talvez um ano antes da validade mencionada em cada embalagem. Por acaso o local onde havia comprado o produto, talvez por já ter sido alvo de uma inspecção pela ASAE solucionou-me a situação e devolveu-me numa outra loja um valor acordado entre nós mesmo já não tendo factura. Foram mais prestativos e eficazes que a ASAE, embora não muito rápidos na resposta.
Quanto às inspecções que a ASAE faz sobretudo em locais onde se vende produtos alimentares, concordo que sejam feitas, pois todos gostamos de saber aquilo que comemos. Acredito que às vezes exagerem um pouco, e não me refiro às análises às boas práticas de higiene nos estabelecimentos.
Quanto às outras áreas de actuação da ASAE, sabemos que em sociedade há regras ou deveria haver, e que a ASAE só policia o incumprimento destas.

CC

Maria Mendes

Anónimo disse...

Penso que estamos um pouco mais seguros, mas quem nos protege se um empregado de um estabelecimento de restauração não lavar as maõs depois de utilizar o wc? (isto eu já vi acontecer)
Existem, também, normas que me parecem descabidas. Para que é necessário um letreiro a dizer detergentes no compartimento onde se guardam os ditos? Porque se tem que tirar e registar a temperatura aos frigoríficos onde se refrigeram bebidas mas que não dependem do frio para a sua conservação? Etc. etc etc....

Anónimo disse...

Concordo com a obrigatoriedade do papel para limpar as mãos, mas será isto correcto do ponto de vista ambiental? E os detergentes com germicidas ou bactéricidas não vão afectar a fauna e flora das nossas águas? Precisamos de desenvolvimento, mas sustentado.
O que é mais prejudicial uma faca com cabo de madeira ou fazer uma refeição ao lado de pessoas que estão a fumar?

Luciano disse...

As histórias da ASAE que se ouvem aqui por Albufeira são de inspectores escoltados por polícias a entrar num restaurante cheio de clientes a jantar, mandar desligar a música, luzes no máximo e parar todos os serviços que estejam a fazer? O que é que esses turistas vão pensar? Vão pensar que o dono do restaurante é algum traficante de droga, em mais lado nenhum se vêem cenas tristes destas para ver se a carne tá dento da validade. Sabem como é que se vê se a carne que tá fora do frigorífico está boa? Joga-se lixívia para cima. Se não estiver boa vai pro lixo, se estiver boa vai pro lixo também, levou com lixívia...
É o que se ouve aqui nas ruas.
Luciano

Anónimo disse...

"obrigatoriedade do papel para limpar as mãos, mas será isto correcto do ponto de vista ambiental? E os detergentes com germicidas ou bactéricidas não vão afectar a fauna e flora das nossas águas?"


Claro que tanto o uso de papel e especialmente de detergentes não ecológicos, além de ser muito prejudicial para o ambiente, provoca problemas de saúde a médio ou longo prazo.

A ASAE não tem pessoas com formação nesta questão, e certamente que nem fazem ideia do perigo que representa para a saúde a utilização de produtos químicos do mais variado tipo (plásticos, detergentes, etc etc)para a restauração e outros sectores.

A ASEA pode ser útil e ajudar a prevenir certos problemas, mas também é uma associação que EXAGERA E MUITO bna exigência das regras de limpeza, quase como se tudo tivesse que estar livre de quaisquer microorganismos, o que é impossivel e é até prejudicial à saúde, pois há microorganismos benéficos, e se não ingerissemos alguns não-benéficos, o sistema imunitário do corpo enfraqueceria muito.

A ASAE precisa sim é de pessoas com mais formação nestes níveis.

Manuel L. disse...

Os restaurantes dos centros comerciais não têm casa-de-banho. Alguém os fecha?

Tripeiro disse...

E a badalhoca da Boavista? Está em condições? São as melhores sandes de presunto do mundo!

ANTONIO SILVA disse...

A QUESTÃO QUE EU PONHO, É A SEGUINTE: O QUE FAZ DA ARESP O PALADINO DA VERDADE E E REGULADOR DO SECTOR DA RESTAURAÇÃO?
ESQUECEM-SE QUE EXISTEM OUTRAS ASSOCIAÇÕES. MAIS, SABEM QUANTO É QUE A ARESP COBRA PARA O RESTAURANTES TORNAREM-SE MEMBROS DA DITA?? OUTRA QUESTÃO: PORQUE É QUE HÁ-DE SER A ARESP O PARCEIRO PREDOMINANTE DA ASAE?

Ricardo Maria disse...

Habito em Évora e há restaurantes que já têm dificuldades em confeccionar certos pratos regionais, como sopa de beldroegas ou migas de espargos, simplesmente porque têm o hábito de ir os próprios apanhar os espargos-bravos ou as beldroegas ao campo. Simplesmente, já não é dada a possibilidade aos consumidores de escolher entre comida tradicional ou as melhores condições higiénicas.
Além disso, na Sociedade Harmonia Eborense, uma sociedade cultural, a ASAE encerrou o bar porque as paredes estão revestidas com azulejaria portuguesa do séc. XVIII em vez de azulejos brancos. E neste caso, nem tiveram em conta as condições das casas-de-banho, por exemplo.
Pessoalmente, preferiria estar informado e poder optar que produtos e em que condições cozinhados.

ANTONIO SILVA disse...

A LEGISLAÇÃO DO SECTOR DA RESTAURAÇÃO É TANTA E TÃO COMPLEXA QUE DUVIDO QUE UM ESCRITÓRIO DE ADVOGADOS DOS MAIS AFAMADOS DO PAIS CONSEGUÍSSEM GERIR UM DENTRO DE TODA A LEGALIDADE EXISTENTE NO PAPEL.

Teixeira disse...

Devia existir 2 ASAE em vez de uma, o lixo e a porcaria que existe em alguns locais é mais que nojento, tem de ser exterminado.

As ilegalidades também são mais que muitas.

Fernanda, no Porto não existe a ginginha, mas existe a Tasca da Badalhoca e outras que devem ser fiscalizadas.

Semedo disse...

Eu cá apoio a ASAE porque este país adora a badalhoquice, desculpa a sujidade e a falta de cuidado básico na manipulação dos produtos.
Pode haver aqui e ali algum excesso de zelo? Que haja! O que eu não quero é que continue a mesma badalhoquice e basta andar por qualquer lado e ver a falta de cuidado que há (não só em Portugal, noutros países) em bares e restaurantes.

O que eu penso que há algum excesso é na regulamentação, sempre com a desculpa da UE, que impõe certas normas que são excessivas, mas isso é outra conversa.

Raquel disse...

Penso que as fiscalizações da ASAE são benéficas, é importante estarmos em contacto com produtos e estabelecimentos com condições de higiene e segurança. No entanto, creio que por vezes há procedimentos exigidos pela ASAE que me parecem um pouco descabidos. Obviamente não vivemos num país rico e certas exigências e modificações pedidas pela ASAE levam à quase falência de estabelecimentos como cafés e restaurantes... E relativamente a bolas de berlim, material contrafeito, etc., penso que os compradores estão consciencializados para como as coisas são produzidas e confeccionadas, portanto não sei até que ponto fazem sentido as fiscalizações a feiras e afins...

ANTONIO SILVA disse...

PARTIMOS TODOS DO PRESSUPOSTO QUE TUDO O QUE VEM DE BRUXELAS É BOM, PERGUNTEM AOS CIDADÃOS DO RESTO DA EUROPA DITA AVANÇADA SE SERÁ REALMENTE ASSIM. PORQUE PELOS VÁRIOS EXEMPLOS QUE TENHO VISTO NÃO O É.
POR ALGUMA RAZÃO PREFEREM A FRUTA AINDA PORTUGUESA, LEGUMES, ETC..

vAnDiX disse...

Muito boa tarde..Tenho 19 anos e a minha mãe tem um restaurante no Algarve, mais precisamente em Vilamoura.Acho que a ASAE e das poucas entidades que funciona como deve de ser, ou de um modo que todas as pessoas vêem. Mas como não existe "bela sem se não" acho que a ASAE tem alvos "focados". No meu ver a ASAE apenas "ataca" restaurantes pequenos ou muito pouco conhecidos!Digo isto por experiência própria pois a ASAE ja foi a um dos restaurantes da minha mãe e a ASAE não vai a nenhum restaurante conhecido ao lado do mesmo...Acho que nos nossos dias e preciso autoridades competentes, como a ASAE, mas também e preciso não haver descriminação e que exista um "nível" igual para todos.Uma boa tarde

Anónimo disse...

Uma coisa que critico e muito na ASAE, é que esta por norma é contra os mercados tradicionais de venda de legumes, verduras e frutas, que sempre existiram desde milhares de anos e não conheço casos de pessoas que tenham ficado doentes por comprar estes produtos, pelo contrário... porque por exemplo para cúmulo da estupidez, estes alimentos não estão cobertos por plásticos e celofame (que por ironia fazem muito mais mal à saude que alguns microorganismos).

É obvio que estes mercados tradicionais que em geral vendem produtos mais ecológicos e de maior qualidade dos que se apresentam nos supermercados, têm de ter um minimo de higiene, mas para a ASAE parece que higiene é sinonimo de esterelização, o que é ridiculo.

ANTONIO SILVA disse...

JÁ PERGUNTARAM AOS PORTUGUESES SE QUEREM ENCHIDOS INDUSTRIAIS CLINICAMENTE ESTERILIZADOS E COM SABOR NEUTRO OU SE QUEREM CONTINUAR COM OS TRADICIONAIS?????

Anónimo disse...

"E a badalhoca da Boavista? Está em condições? São as melhores sandes de presunto do mundo!"

Pois são, para ganhar doenças alimentares, lombrigas e outros parasitas, é do melhor que há.

teresa, coimbra disse...

olá!
Eu tenho uma roulote de farturas, q ainda não tem tudo o q é exigido, pelo menos é o q se diz, mas tenho de fazer negócio, p poder ter tudo, dentro da lei... à cerca de 6 meses, mandei um mail, p a ASAE, a perguntar o é q uma roulote de farturas precisava de ter p funcionar, ao qual nunca me responderam... dps telefonei a perguntar, e disseram-me q não podiam responder, pq não fazia parte da sua obrigação...
Então o q é faz parte da sua obrigação?!?multar, somente?!?
O q a ASAE faz, hoje em dia, é uma autentica vergonha...

gostaria q exposessem o meu problema, ao Sr. presidente da ASAE...

Obrigada

Anónimo disse...

na minha maneira de ver, estamos e nao estamos!em sitios que aparentemente não existem irregularidades são fiscalizados, e sitios que estao á vista de toda a gente, nem se atrevem a la entrar!como por exemplo o bairro alto!que nao me venham dizer que aquilo esta tudo legal e que tem higiene necessaria para os consumidores!aquilo estrá á vista de toda a gente........

Anónimo disse...

"na Sociedade Harmonia Eborense, uma sociedade cultural, a ASAE encerrou o bar porque as paredes estão revestidas com azulejaria portuguesa do séc. XVIII em vez de azulejos brancos. "


Isso não faz sentido nenhum.

É um exemplo do radicalismo e ceguice da ASAE, qualquer coisinha de errado por mais pequeno que seja, fecha-se e claro MULTA para o estado ter receitas.

Como dizia, a ASEA exagera e muito no conceito de higiene.

Emily disse...

Penso que a ASAE é uma instituição pertinente, porque todos gostamos de saber o que compramos e o que comemos. Eu própria já trabalhei num local onde caso a ASAE entrasse, provavelmente o fecharia, mas de facto, tal como questionou outro leitor aqui, não haverá uma incoerência entre as exigências da ASAE e os factores ambientais? Os rolos de papel, as luvas, as toucas...

ricardo maria disse...

Não conheço a Badalhoca da Boavista, mas calculo que quem lá vá esteja informado e prefira o prazer de uma boa refeição do que uma sandes sensaboronha e "esterilizada", como já foi aqui dito.
Impedir isso é antidemocrático.

Anónimo disse...

"à cerca de 6 meses, mandei um mail, p a ASAE, a perguntar o é q uma roulote de farturas precisava de ter p funcionar, ao qual nunca me responderam... dps telefonei a perguntar, e disseram-me q não podiam responder, pq não fazia parte da sua obrigação...
Então o q é faz parte da sua obrigação?!?multar, somente?!?"





MAS É CLARO que a ASAE só existe para fazer caça à multa. Se eles estivessem realmente preocupados com a higiene e condições dos estabelecimentos, ELES EXPLICARIAM A QUEM PEDISSE, TODOS OS REQUESITOS NECESSÁRIOS, mas não o fazem de propósito para dar rendimento ao estado, não há outra explicação.

Manorosa disse...

Se eu ou algum familiar meu não gostar, ou for mal atendido num café ou restaurante, não volto ao local e pronto. Fica o regulamento da oferta/procura.
Numa outra actividade onde a procura é muito superior á oferta, cresces/infantários, estou sujeito a que as minhas e outras crianças, fiquem em locais impróprios e sem o mínimo de condições de higiene e segurança, para não falar das pedagójicas, acrescento que já fiz várias denúncias á ASAE e nada.

Bruno disse...

tenho uma cafetaria, e ha uns dias atrás um cliente achou um "absurdo" pagar o valor da manteiga numa sande de fiambre e manteiga. Tal como disse ficou "indignado". Devo constactar o facto que o preço das sandes estão afixados e estão dentro do preço "normal" da concorrencia.
Gostaria de saber se quando uma reclamacao nao tem o minimo de fundamento, o reclamante poderá ser "reprimido" pelas autoridades, ou por exemplo pagar o tempo e dinheiro dispendido pelas firmas a tratar da reclamaçao... Ou será que as empresas só tem deveres e nenhum direito?!?!?

Anónimo disse...

Boa tarde a toda a sociedade civil..
Chamo-me André Gonçalo , sou produtor de horticolas em inicio de actividade na zona de Leiria,
na tentativa frustrada de encontrar legislação existente directamente relaçionada com a produção de horticolas frescos, vejo-me entrigado porque a informação que nos chega a nós Produtores não é clara e acho que ninguem sabe ao certo as condições em que os produtores devem embalar por ex. a Alfaçe.
Será que posso embalar Alfaçe directamente na terra (apenas um exemplo de produto horticola)
ou tenho que ter um espaço próprio préviamente fiscalizado para o embalo das mesmas,se assim for a maior parte dos produtor não tem condições.E mais se assim for, não deveriam cruzar informações com o ministerio da agricultura afim de providenciar estas condições na instalação de jovens empresários agricolas?
Não se pode querer que os produtores tenham que ter as mesmas condições que os armazenistas.
E os Produtos horticolas importados de Espanha será que alguem se preocupa com isso..
André Gonçalo
913691802

AC disse...

Trabalhei num restaurante na praia da barra à um par de anos,no verão, ,tive nojo de trabalhar lá,esgoto entupidos que vinham para fora enquanto a cozinha funcionava, num dia servia pernil, no outro servia lombo assado que era o prato do dia anterior que tinha sido guardado ao ar livre .Turistas espanhóis ,1 dose para cada pessoa sem eles terem pedido, que turismo de qualidade é este e o pôr na mesa as entradas que as pessoas obviamente não pediram e que depois são uma boa fatia da conta, sim acho que a ASAE é bem necessária para que também a imagem da nossa gastronomia não seja prejudicada, pois tradição não deve ser igual a falta de Higiene

Graza disse...

Os portugueses, são em termos de higiene individual limpos, mas em termos públicos, porcos. Somos um país de laxismos! Já provamos que só empurrados para “fazer” o conseguimos fazer. É óbvio que com tanta restauração em mau funcionamento alguma coisa deveria acontecer.

Quem não notou já a diferença nos W.C. dos restaurantes, pastelarias e afins? Desde que as inspecções apareceram a diferença é nítida? Tenho conhecimento de gente que está a melhorar e a emendar processos por causa da ASAE. E isto não é louvável? E a rebaldaria as feiras que erradamente se chamam "feiras"?

Nós gostamos é de emperrar, contrariar o desenvolvimento. Os processos tradicionais vão conseguir sobreviver porque a procura existe.

Porquê pegar nas Bolas de Berlim? E nos alambiques de Monchique? Que já não é bem assim como diz Helena Matos e prova não ter feito o trabalho de casa? E porque será que eu não gosto de ler nem ouvi-la? Quando é que a leio ou a ouço numa forma positiva?

Anónimo disse...

e onde está o livro de reclamações online

Anónimo disse...

Qaundo irá a ASAE impecionar e impedir que TODAS as lojas de computadores nos queiram vender os equipamentos com programas que não queremos?

Já tentpou comprar um Portatil sem o Windows Vista?

Anónimo disse...

SOBRE SOFTWARE PIRATA:

Em vez de gastarem dinheiro com software, especialmente com a da microsoft que é uma empresa sem ética, usem software livre e gratuito, de maior qualidade que os da microsoft, como o linux, open office, entre outros gratuitos.

O linux é um sistema operativo parecido com o windows e por incrivel que pareça, tem TODO o tipo de software que se possa pensar e precisar para todo o tipo de trabalhos, de forma totalmente gratuita.


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SOFTWARE LIVRE, DE QUALIDADE E GRATUITO:

http://www.ubuntu-pt.org/Web/

Daniel Francisco disse...

O anuncio da ASSoft é vergonhoso, na conferência da APDSI, realizada no dia 21 de Novembro sobre Etica e Sociedade da Informação, foi feita menção da total falta de ética do anúncio da ASSOFT.

Deveria ser dito que existe software livre e sem encargos para os empresários e sobretudo que nem tudos os softwares usados são patentes de licenciamento

Anónimo disse...

Todas as escolas, instituições e organizações publicas e privadas deveriam sempre que possível usar software livre e gratuito, de melhor qualidade que o windows (carissimo, cheio de bugs e falta de segurança).


SOFTWARE LIVRE, DE QUALIDADE E GRATUITO:

http://www.ubuntu-pt.org/Web/

ANTONIO SILVA disse...

QUANTO AO SOFTWARE SÓ É PENALIZADO QUEM QUER, PORQUE JÁ OUVIRAM FALAR DE CERTEZA NO LINUX E TODO OS PROGRAMAS PARA TRABALHAR COM ESTE SISTEMA OPERATIVO LIVRE DE LICENÇAS.

Archie Leach disse...

Sim, muito mais seguros. Actualmente, a ASAE é a única instituição credivel no nosso país.

Anónimo disse...

um estado policial , brigadas fiscalizadoras , é um país ridiculo de gente ridicula . liberdade é algo que esta gente nao gosta nem quer .
a inveja reina por aqui e manda mais que tudo , ja comecou a denuncia para acabar com a concorrencia , os nostalgicos da pide o bufo e todos os atrazados mentais sentem-se mais seguros num estado policial .

Sociedade Civil disse...

uma falha tecnica no audio impediu-me de dizer:
-Amor de perdição , de Camilo Castelo Branco editado pela Europa América

- Amanhã, Não Afastem a Memória, sobre a construção de um condominio no local onde era a PIDE

- e Até amanhã, obrigada

(desculpem!!)

Fernanda Freitas

LPM disse...

Por acaso, achei a falha técnica no final divertida. :)

Parabéns à Helena Matos que esteve muito bem, como sempre.

CAA disse...

Pessoalmente, julgo que o programa ganharia em ter mais debate e menos reportagem. Sobretudo se esta última é repetitiva e previsível.

Parabéns por terem convidado Helena Matos que foi voz de tantas vozes que ainda discutem o tema sem temores reverenciais ao 'politicamente correcto'.

Vigário dos Santos disse...

O que posso acrescentar ao que ouvi no programa é que a ASAE, não deve esmorecer às criticas destrutivas algumas com fins muito bem definidos, continuando com a sua acção em defesa dos consumidores e dos agentes económicos sérios.
Não compreendo a critica quanto à proibição do uso de galheteiros de azeite.Os industriais sérios não têm que ter receio.posso garantir que alguns dos que se calhar hoje criticam, eram os que usavam azeite falsificado, não só com adição de óleo alimentar mas,meus senhores até com com corantes sintéticos, sim sintéticos.
Têm dúvidas que em algumas residências se processava e se calhar ainda se processa o fabrico de pre - cozinhados(rissois e croquetes) com carnes anormais e ou de animais doentes, produtos esses que eram e se calhar serão ainda distribuidos durante a madrugada ou início da manhã, por estabelecimentos de restauração e bebidas e ou quintas onde se processam eventos. Têm dúvidas???
Em questões que se prendem com a prevenção da saúde è preferível pecar por excesso que por defeito.
Lamento não poder ter entrado no programa, durante a sua emissão, razão porque só agora o faço.
Sou aposentado e durante a minha actividade profissional( inspector da IGAE) encontrei muitas situações daquelas que me reporto.
As associações representativas dos agentes económicos devem preocurpar - se mais em informar e formar os seus representados , fazendo a separação do trigo do joio e menos com a intervenção da ASAE.

Anónimo disse...

Parabéns à ASAE pelo trabalho que tem vindo a desenvolver.
Continuem com o Vosso excelente trabalho.
Mais instituições com competência idêntica, precisam-se em Portugal.
Obrigado.

Anónimo disse...

Por motivos pessoais não fui trabalhar hoje e da parte da tarde assisti a parte do programa, apesar de considerar oportuna uma entidade como a ASAE, fiquei com as mesmas dúvidas que tinha anteriormente ao programa, pois vejo que não há muito critério e principalmente bom senso em muitas das "investidas"da ASAE. Gostei da Helena Matos. Quem controla a ASAE?

pedro oliveira
http://vilaforte.blog.com

Anónimo disse...

"Não compreendo a critica quanto à proibição do uso de galheteiros de azeite."


Isso tem a ver com uma questão ambiental no essencial, pois significa mais uso de recursos e exploração da natureza (plásticos, quimicos, energia, etc), destruição da mesma como é óbvio, somente por uma questão muito pequena. O terem proibido o uso de galheteiros tem mais a ver com pressões económicas que outra coisa. Que se saiba, não existe nenhum caso de alguém que tenha tido problemas de saúde com o uso dos galheteiros.




"carnes anormais e ou de animais doentes, produtos esses que eram e se calhar serão ainda distribuidos "


Excepto os de produção biológica, hoje em dia TODOS os animais usados para "alimentação"´são doentes / têm graves problemas em relação ao tipo de quimicos que lhes são dados.

zépagante disse...

Eu cá acho a asae espectacular. Agora quando me vandalizam o carro, me assaltam o estabelecimento, me assaltam na rua á mão aramada já não chamo a tradicional gnr ou psp..... PASSO A CHAMAR A asae. Eu gostava era que aquele senhor de pêra me dissesse o que é que uma pessoa aprende naquelas formações de segurança e higiene no trabalho e, já agora se alguém me puder indicar algum link útil sobre isso agradecia. È FOLEIRO DIZER QUE SÓ FAZ CUMPRIR A LEI. ENTAÕ O QUE É FEITO DO BOM SENSO? OU SERÁ MODA AGORA O FUNDAMENTALISMO?