terça-feira, março 4

Estágios – o primeiro emprego?


O Governo vai reforçar o número de vagas e os investimentos nos programas de estágios profissionais para jovens e criar um novo programa para gestores especializados até aos 35 anos, anunciou o primeiro-ministro, José Sócrates.
Uma medida que pretende integrar três mil jovens em estágios no estrangeiro e provocar um crescimento da economia ao mesmo tempo que aumenta a qualificação dos portugueses. Será que com estas medidas como o programa Novas Oportunidades se diminui o número dos desempregados no nosso país, especialmente recém-licenciados?

32 comentários:

jon disse...

Os estágios não remunerados são apenas uma forma encoberta de aproveitar para se fazer uma vergonhosa exploração dos trabalhadores, é uma maneira de as empresas terem trabalho gratuito, numa forma moderna e mais "requintada" de "escravidão", sendo que ainda por cima nem sequer pagam despesas que a pessoa tenha de ter (transportes, etc).

Todos os estágios deveriam ser remunerados, no mínimo cada trabalhador deveria receber o ordenado mínimo, subsidios mais despesas, enquanto durasse o seu tempo de "experiência".

lady_blogger disse...

Onde é que eu já vi este filme?
Em 2006 o Governo resolveu criar estágios similares, empregando licenciados desempregados em Ministérios. E que aconteceu em 2007 à maioria? Foram novamente para o desemprego.
Esses falsos empregos a mim não me enganam, isto é só para fazer de contas que Portugal está a melhorar e que a taxa de desemprego tende a diminuir. É tudo falso!
A ideia deses estágios agora serem feitos no estrangeiro, talvez seja para ver se despacham os desempregados de Portugal para qualquer outro lado.
Creio que vamos assistir a um constante aceitar de fixação de estrangeiros em Portugal e um constante enviar de desempregados portugueses para fora de cá, como se de uns inúteis se tratasse.

CC

Maria Mendes

Pedro disse...

Boa tarde Fernanda,
Este tema não podia ser mais actual! A praga dos estágios virou o pão nosso de cada dia no nosso mercado de trabalho é vão-se somando os estágios e a precaridade. Não bastavam os estágios curriculares que muitos licenciados tinham de realizar para concluir as licenciaturas, logo vieram os estágios profissionais de admissão às Ordens Profissionais!! E não se equivoquem porque estágio não é sinónimo de primeiro emprego. A prática corrente é de fazer das empresas "carrosseis" de estagiários que estão em contínua rotação à cada 6 meses e que nunca chegam a ter vínculo com a empresa. Haverá algo melhor para um empresário que profissionais qualificados a custo zero?? Diz muito a respeito da nossa sociedade!
Os poucos que conseguem permanecer nos locais onde estagiaram, ficam no regime de prestação de serviços com os "belos" dos recibos verdes! Acho anedótico estes programas de charme e propaganda politica que fazem lembrar os Ministérios da Propaganda de outros tempos, em que se quer passar a imagem de que quem entrar em certos programas de estágios para quadros vai ser bem sucedido.
Este país está a precisar de uma verdadeira greve como a dos argumentistas nos Estados Unidos para se ver a verdadeira dimensão deste flagelo. Quando os estagiários deixarem de ser explorados e os trabalhadores a recibos verdes fizerem boicote ao trabalho, eu quero ver o que vai ser deste país! PARÁ POR COMPLETO!! É NECESSÁRIO ACABAR COM ESTA SITUAÇÃO QUE É UM CANCRO NA NOSSA SOCIEDADE! Estágio é sinónimo de trabalho precário e não de oportunidade de futuro.

Pedro
Lisboa

Pedro disse...

Tenho pena que não estejam aí representadas Ordens Profissionais como a Ordem dos Arquitectos, dos Advogados ou dos Engenheiros. São áreas onde as empresas caracterizam-se por serem micro empresas e PME e em que a prática corrente é o recurso a estagiários para o desempenho de funções como profissionais de plena autonomia. No caso da Arquitectura tem-se verificado uma diminuição dos vencimentos precisamente pelas empresas estarem a recorrer sistematicamente a estagiários.

Filipe disse...

Curioso constatar que na maior parte das pequenas e médias empresas portuguesas não há estágios,mas sim nas grandes ou nas multinacionais.

Será que não estaremos sim perante a arrogancia e exploração sem custo por parte das grandes empresas, defendidas por detras de marcas sonantes?

Há outras formas de os jovens se integrarem na sociedade de trabalho durante a vida estudantil, nomeadamente através do voluntariado.

sofia disse...

mas como se concorre ao programa inov jovem?

Filipe disse...

O verdadeiro espirito de inciativa e empreendedor de um recém licenciado NÃO É ESTAGIAR: é trabalhar num café e criar a sua microempresa.

Filipe Brito

Precários Inflexíveis disse...

Seria interessante que alguém explicasse e definisse rigorosamente o que é um estágio. Pois o que muitas vezes acontece é que se justifica a realização de estágios pelo facto de se tratar de uma actividade profissional mais "prática". Na realidade em áreas como a Eng.Informática e outras em que existe ainda algum mercado de trabalho essas questões não se colocam. Porque as empresas sabem que as pessoas não estão dispostas a ser exploradas e podem não o ser, porque ainda existem opções. Apesar de se tratar de uma actividade eminentemente prática. A questão é portanto, que não existe regulamentação efectiva, ou que seja cumprida, para que aqueles que trabalham (os estagiários, por exemplo) tenham assegurados os seus direitos enquanto trabalhadores. Até porque dessa forma, com retribuições condignas e direitos associados, a responsabilidade do profissional é maior, e o suporte dado à segurança social (através dos descontos e não só) é também maior, e consegue-se suportar de outra forma aqueles que não têm, temporariamente, acesso a um posto de trabalho.
Cumprimentos
Rui Maia

HeartLess disse...

Um dos grandes exemplos de oportunismo por parte do estágio vem mesmo do governo. Ao transformar os estágios dos professores em algo não renumerado e que muitas vezes são obrigados a estagiar longe das escolas e a pagar tudo do seu próprio bolso. O governo e o ministério não pagam nada nem ajudam nos custos, e a própria escola também não pois não existem nenhum vínculo com o professor estagiário. É apenas um trabalhador à borla e que mais, paga para poder trabalhar. O grave disto é que ao contrário do que se passa numa empresa privada, o trabalhador não tem hipotese de se evidenciar no seu desempenho para ficar naquela escola, pois como se sabe os professores são colocados a nível nacional pelo ministério da educação e não pelas próprias escolas. Resumindo um professor estagiário paga para trabalhar e não tem qualquer esperança de ficar na escola onde está a estagiar. Nesse aspecto o governo actual, que tornou os estágios dos professores em estágios não renumerados, é o grande exemplo de exploração dos trabalhadores e de aproveitamento dos estagiários para ter "escravos" gratuitos.

jon disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
J disse...

Este tema diz-me muito, pessoalmente, uma vez que me licenciei em Economia na Faculdade de Economia do Porto há poucas semanas e encontro-me a preparar o futuro.
Nesse sentido, gostava de lançar um dado que penso que é muitas vezes esquecido. A adequação entre as qualificações das pessoas e o mercado de trabalho não é só da responsabilidade do mercado de trabalho. E penso que ainda não existe muito essa consciência nos alunos que chegam ao Ensino Superior. É preciso lutar, procurar, tentar. O nosso mercado de trabalho hoje em dia tem de ser o mundo, e para podermos vingar temos que nos diferenciar e não seguir sempre os mesmos caminhos pré-definidos. Hoje em dia há muito mais para além do óbvio e do imediato. Temos de abrir os nossos horizontes e procurar o melhor, onde quer que esteja. A título de exemplo, gostava de apresentar a AIESEC, a maior associação de estudantes do mundo, presente em mais de 100 países, que promove um programa de estágios internacionais remunerados, com oportunidades incríveis, que infelizmente poucas pessoas conhecem. Não sei o que o futuro me reserva, mas sei que não tenho medo, e sei que não vou desistir de procurar o melhor, onde quer que ele esteja.

jon disse...

Comentário de um dos senhores representastes de uma empresa:

"os jovens deveriam ver o estagio, não como uma oportunidade de conseguir em emprego ao ficar na empresa e como uma forma deganhar dinheiro, mas como uma forma de sentir-se honrado em trabalhar para uma empresa com este nome..."



OU SEJA:

Está a querer dizer que os trabalhadores devem ver o estágio un9icamente como uma forma de dar dinheiro e trabalho gratuito para a empresa sem receber nada em troca, e ainda por cima ficar orgulhoso disso... LOL


OU SEJA, o que eles querem dizer é que os trabalhadores têm de ACEITAR E CALAR, e ainda por cima ficarem orgulhosos de terem a oportunidade de serem escravos para uma grande empresa.


Isso é que é gozar com a cara de quem é explorado, que vergonha.

paulo ferreira disse...

Boa tarde,

Temos todos que admitir que os estagios, teoricamente, são uma excelente forma de integração de jovens licenciados no mundo do trabalho. O problema é que da teoria à realidade, também neste caso, vai uma grande diferença!

Eu fiz um estagio no ambito do programa InovJovem, e embora seja reconhecido por todos os intrevenientes no estagio que o trabalho que desenvolvi foi francamente positivo, criando mais valias para a empresa em questão e deixando claramente trabalho a meio, a verdade é que não fiquei na empresa, e neste momento sei que a empresa já contratou outro estagiario.

O problema é que muitas empresas sobrevivem unicamente com estagiarios. Gostaria de propor que fosse criado um numero maximo de estagiarios, num determinado espaço de tempo, para cada empresa. Pergunto: como é possivel uma empresa de 8 pessoas ser composta por 3 pessoas da direcção e 5 estagiarios que se renovam a cada 6/9/12 meses? Esta é uma empresa real, e é uma realidade em varias empresas! Será que todos os estagiarios que já passaram por esta empresa eram fracos?...será que todos eles não se conseguiram impor?...

Fica a pergunta não para obter resposta para todos refletirem.

Os recem licencidos não querem favores, nem trabalhos garantidos, nós queremos é ser reconhecidos pelo nosso valor e pelo trabalho que desenvolvemos.

Paulo Ferreira

Irina Costa disse...

Boa tarde!
Sou aluna universitária e este assunto é um assunto que deveras me preocupa!
Com a implementação do processo de bolonha os cursos tiveram de reestruturar suas licenciaturas para a duração de apenas 3 anos.
Como consequência cursos que em seu currículo incluiam estágio profissional deixaram de o ter, implicando que nós futuros profissionais tenhamos de nos autopropor a estágios!
Se os estágios já não eram faceis de se conseguir, o que diremos agora!
As áreas financeiras (ecónomia e gestão) ainda vão conseguindo estágios a nível dos bancos e outros, mas para alguém que como eu está em áreas cientificas, torna-se um pouco complicado.
Primeiro porque desconhecemos o mercado de trabalho, e não sabemos a que empresas nos poderemos auto-propor, segundo porque maior parte das empresas só aceitam estágios porque têm protocolos estabelecidos com as universidades.
E agora eu pergunto, como farei para daqui a um ano arranjar um estágio de acordo com a minha área de estudo???

Pedro disse...

Diz-se que os portugueses andam deprimidos... porque será?? Quando vemos os jovens bastante, se não mesmo totalmente, desmotivados face ao panorama que se lhes apresenta o mercado, como é que pode haver empreendedorismo!
Quem sabe um dia os estágios sejam realmente instrumentos de valorização dos profissionais... mas como não acredito em utopias não vale a pena esperar. O que recomendo a quem está nestas situações é para sair de Portugal. Felizmente existem mercados que valorizam os profissionais portugueses.

Francys disse...

Não concordo com o exemplo que um dos convidados usou quando falou de um licenciado em Filosofia que acabou por ser um quadro intermédio de um banco. A minha licenciatura é em Filosofia e Desenvolvimento da Empresa da UCP de Braga e a vontade de muitos dos alunos é conseguir emprego em alguma instituição financeira ou então em alguma empresa, mas a grande dificuldade por vezes é a de ultrapassar a barreira da comunicação, isto é, por vezes os jovens não têm oportunidade de mostrar as suas competências pois são postos de lado logo no processo de recrutamento e selecção. O estado devia desenvolver um programa para ajudar licenciados cuja nome do curso não é dos mais sonantes ou cuja família não tem grandes conhecimentos que lhe permitam ter uma "cunha" para conseguir o tal "empurrãozinho" para poder demonstrar as suas capacidades e para as empresas poderem avaliar as suas competências.
Os estágios deviam ter uma avaliação acompanhada e que permitisse no final fazer um balanço para ser analizado o porquê do sucesso ou insucesso do estagiário, o porquê da empresa não colocar o estagiário nos quadros da empresa e dessa forma evitar também a "exploração" a que alguns estagiários são submetidos.

Raquel disse...

Olá Fernanda!

Pergunto aos seus convidados:

As Universidades estão a fazer a supervisão adequada dos locais de estágio? E os orientadotes estão a ser pagos?
Quanto ao estágio do Instituto de Emprego e Formação Profissional, gostava de saber se esta entidade faz alguma supervisão dos locais de estágio ou mesmo junto do estagiário? Porque no fundo pela minha experiência e remuneração do estágio é feita mas o compromisso de inserir o estagiário no mercado de trabalho cai por terra... A ideia de estágio profissional promovida pelo IEFP é boa, mas penso que actualmente está a ser usada de forma errada como se os estagiários fossem descartáveis. Desta forma as empresas preenchem as suas necessidades imediatas e o IEFP, resolve o problema das esatisticas.
Obrigada.
Raquel

Pedro disse...

ao painel de convidados colocava o desafio de espreitarem a secção de emprego da Ordem dos Arquitectos. A maioria das ofertas reportam-se à procura estagiários e a totalidade das ofertas é referente a arquitectos à procura de emprego!

sofia disse...

se o programa inov contacto apenas se destina a áreas como:
-Gestão e Marketing

-Indústrias Criativas

– Tecnologias de Informação e Telecomunicações


sendo eu jovem recém licenciada em engª agrária poderei candidatar-me? onde me encaixo no programa inove contacto?

monica disse...

Gostaria de falar da minha situação profissional, em que fiz um estágio num cartório notarial privado, e após 3 meses de realização do estágio, foi-me dito que teria de terminar o meu estágio, porque não tinha experiência profissional.....insólito...pensei que um estágo servisse para adquirir experiência.....
Já passou um ano e até hoje estou á espera de uma resposta do centro de emprego, onde fiz "queixa" do insólito e até hoje não fui ouvida e conmtinuo desempregada, sem subsídio de desemprego.
Convém salientar que sou licenciada em direito........
A quem reclamar desta situação?!........

paulo ferreira disse...

PS:

o problema não é a dimensão das nossas empresas, e/ou a estrutura da nossa economia.

A questão está na forma de estar e na atitude do(s) empresarios. Ou seja, vivemos baseados no facilitismo, sem risco e na mão de obra sem grandes custos associados.

Cassiopeia disse...

Sofia, eu sou a engª do ambiente que esteve em Bucareste. O melhor conselho que te posso dar é CONCORRE! Nunca se sabe, na edição a que concorri estava uma enóloga e um engº aeroespacial e quem sabe se eles não estiveram com as mesmas dúvidas que tu!
http://www.networkcontacto.com/
As incrições para a 12ª Edição estão abertas. Força. Qualquer coisa podes-me contactar.
Boa sorte!

Alex disse...

Boa-tarde. Os estágios têm muito que se lhe diga.Há pessoas que estão nas instituições sem a formação mas têm o factor "C" e as pessoas competentes ficam de fora.
Fazemos os trabalhos e as instituições querem ficar com os projectos e além disso os orientadores têm de ir mais vezes ao terreno para aferirem.
temos de voltar a criar cursos, como existia nas escolas Técnicas e Comerciais, para termos profissões com trabalhadores qualificados. Claro está que estes cursos têm de ser ministrados com maior nº de aulas práticas e com teoria para termos um povo culto.Não podemos só ter "doutores e engenheiros" e tudo passa por políticas educativas bem definidas, com investigação no terreno para se saber ao certo que profissões e profissionais são necessários num país como o nosso, que quase nada produz.Só assim podemos criar postos de trabalho e sermos mais produtivos.
Professora e Técnica da Educação

Euros disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alzira disse...

Estou actualmemte a fazer um estágio da Câmara dos Solicitadores, o qual não é remunerado. Para o próximo ano o escritório onde estou já tem 7 estagiários!Ora sabendo eu que não ficarei a trabalhar neste local, já que o número de estagiários para o ano já é mais que suficiente, e que além disso não tenho qualquer tipo de ajuda financeira por parte da empresa...que vontade tenho eu de acordar todos os dias ás 8 da manhã para ir para um local destes!!!!???!!
concluindo, ao estarem constantemente sair licenciados na minha área os escritórios preferem ir trabalhando com a mão de obra a custo zero, do que claro ter de pagar a um recem licenciado!

Euros disse...

Como já foi referido o sistema de ensino preocupa-se muito em formar empregados especializados, mas que pouco sabem da sua área de especialização. É premente promover um ensino mais transversal incluindo disciplinas de Cidadania, Empregabilidade e Português em todos os cursos. (Há pouco o Presidente do IEFP disse aderência em vez de adesão).

sofia disse...

Olá CASSIOPEIA! estava a tentar contactar-te através do teu blog mas não tou a conseguir! Obrigada pelo conselho, vou candidatar-me pode ser que tenha sorte mesmo não sendo das áreas que são propostas... veremos ;)

Carlos disse...

O problema do emprego nos licenciados é gravíssimo e eu estou incluindo no lote dos descontentes porque sou licenciado e pós-graduado numa Universidade pública, com elevadas notas (17,3 + 18) e estou a exercer funções de contínuo.
Todavia, parece-me que a maior parte dos jovens tem um consideração errada do conceito de "estágio". O estágio não é um tirocínio para um emprego na empresa hospedeira nem um teste para a contratação de empregados. O estagiário é um aluno e o estágio é um instrumento de aprendizagem que deve ser aproveitado curricularmente. A criação de expectativas de emprego apenas acaba por inquinar a relação entre estagiário e hospedeiro, ao mesmo tempo que dificulta a prossecução dos reais objectivos do estágio.
Só queria deixar mais uma nota à produção do programa: os maravilhosos olhos da Fernanda Freitas e o seu apaixonante sorriso distraem demasiado os espectadores que, embevecidos desta maneira, não estão devidamente atentos ao debate. Eu próprio estou sempre ansioso que a câmara se detenha na linda Fernanda, para regalar a minha vista.
De resto o programa é excelente e bem merecia estar num horário nobre, na RTP-1.

Cassiopeia disse...

Olá Sofia. Estranho não estares a conseguir através do blog :). Isso facilmente se remedeia, caso queiras ou tenhas dúvidas acatarrelavado@gmail.com.

Templo do Giraldo disse...

http://templodogiraldo.blogspot.com/

Passem por aqui.

SAUDAÇÕES.

ferreira disse...

Boa tarde.
Por principio os estágios são bons.
No privado o problema é que as empresas tem tendência para rodar estagiários
sem nunca admitirem estes no final do estágio.

Nas autarquias os estágios são boas formas de entrar mas os critérios de
selecção é conhecer o Presidente da Câmara Municipal, vereadores, acessores
, avilgar "cunha " sem isso nada feito infelizmente (falo por experiência
própria).
Depois de estágios quem tem "cunhas" concorre às anúncios obrigatório nos
jornais para contrato de 1 ano onde mais uma vez entra quem eles querem com
critérios absurdos.
Enfim uma vergonha.

Spizziarias disse...

Desculpem esta minha intrormissaoetc mas gostaria de saber de facto o que seja um Estajio. Espero que n levem a mal. Preciso mesmo de saber. MO.