terça-feira, junho 3

Que música ouvem os portugueses?

O Rock in Rio está ao rubro e marca o início dos festivais de Verão. Mas por que motivo o alinhamento de bandas é diferente em Portugal? Há um cartaz para o público nacional? A música brasileira e o kuduro angolano são já incontornáveis?
Um debate sobre os géneros musicais predilectos dos portugueses, a sobrevivência dos grupos nacionais e o conselhos para o melhor périplo pelos festivais que vão mobilizar até Setembro cerca de dois milhões de pessoas.
Convidados:
Henrique Amaro - Radialista e Divulgador musical
Fernando Alvim - Animador de Rádio
Carlos do Carmo - Fadista

122 comentários:

lady_blogger disse...

Por acaso tenho estado no RIR, mas não necessariamente pelos concertos. Poder ver os concertos de perto tem sido impensável. As e os adolescentes degladiam-se pelos lugares da frente e marcam o lugar durante horas e horas, sem sairem dali nem para comer nem para ir ao WC. Dizem mesmo em reportagens que pelos seus ídolos fariam tudo mesmo. E pelos pais ou irmãos também fariam tudo? Caso para dizer: "é a loucura total".
Sinceramente nunca consegui entender porque choram pelos artistas, e porque querem tanto beijá-los e tudo mais que eles queiram. Tirar-lhes fotos para mais tarde recordar ou mostrar aos amigos que se conhece alguém até é perceptível, mais do que isso parece-me exagerado.
Nunca gostei muito de ir a concertos por causa do moshe, gosto muito de estar no meu canto. No caso do festival que está a decorrer nem tem havido muito moshe.
A música brasileira e angolana estão cada vez mais presentes nos festivais porque a comunidade de brasileiros e angolanos é já uma parte significativa dos habitantes de Portugal, logo surge a necessidade de ir ao encontro dos gostos musicais destes fazendo-os até sentir um pouco em casa.
Nestes concertos só deveria poder entrar jovens a partir da maioridade, ou então deveria haver um dia específico para cada grupo etário, de modo a pôr cobro a determinados excessos que surgem por quererem viver rápido demais e parecerem adultos e de certa forma experimentarem tudo que os adultos normalmente podem vivenciar.
Além de tudo isto deveria haver uma melhor organização... Bons planos e melhores incentivos, resultam em maior sucesso de qualquer evento.

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...

Queria perguntar ao Alvim se viu um post que coloquei às 11h 19m de 19 Fevereiro 2008 no seu blog da prova oral... e outro post sobre ele num dos meus blogs...

CC

Maria Mendes

toneves disse...

Boa tarde.

Como jovem, adoro ouvir música, dou por mima ouvir dos mais variados tipos de música.

Como é evidente, não dispenso os festivais como o RIR, pois poder ouvir um concerto de um grupo ao vivo é completamente diferente do que se ouve numa rádio ou num CD.

Nuno disse...

a verdade é que os portugueses ouvem má música.temos música portuguesa muitíssimo boa nas nossas rádios assim como música estrangeira também.temos fama de dar mais valor a bandas estrangeiras mas a verdade é que a maioria dá valor a bandas como linkin park, tokyo hotel etc e quando se fala em rod stewart, bob dylan, depeche mode, portishead etc..ninguem conhece ou quando ouve diz que nao presta.ou seja nesse aspecto temos sim uma má fama

Andromeda disse...

Normalmente a música que ouço não é Portuguesa, nem Brasileira, nem Africana, nem Norte-Americana mas sim Japonesa, mais especificamente rock Japonês. É com enorme satisfação que posso afirmar que estive no passado dia 9 de Maio no concerto que a fantástica banda Japonesa, de nome L'Arc-en-Ciel, deu em Paris para uma audiência de quase 6000 pessoas.
Embora dê preferência à música Japonesa também ouço e aprecio música Europeia e Norte-Americana.
Não aprecio música Portuguesa. Melhor dizendo, não aprecio música cantada em Português o que incluí também a música Brasileira e Africana (cantada em Português). Não é que pense que é música de má qualidade, simplesmente não acho que a língua Portuguesa se adeque da melhor maneira a melodias. Não gosto da maneira como a combinação soa aos meus ouvidos, seja ela música Portuguesa, Brasileira, Africana, etc.

toneves disse...

Atençao, sem querer de forma alguma retirar a importância da informação que o top nacional de vendas tem, deve-se ter em atenção a música ouvida por muitos que não vem do sector das vendas, que vem da internet ou pirataria.
Existe muita gente a ouvir muita música e que não compra álbuns.

Vanessa_ disse...

Boa tarde! Acho muito interessante abordarem o tema 'música' neste tipo de programas!
Eu tenho 20 anos e, como tal, oiço a música que a maioria da minha faixa etária ouve. Oiço maioritariamente música inglesa mas, também alguma música portuguesa. No que diz respeito à música portuguesa oiço nomes como David Fonseca, Rita Redshoes, Mesa, Paulo Praça, M.A.U., Slimmy, The Gift, More Than a Thousand, Balla, Clã...enfim, as músicas portuguesas que a grande Antena 3 nos dá a conhecer. No que diz respeito a música estrangeira oiço Bloc Party, Goldfrapp, Interpol, Placebo, Editors, Franz Ferdinand, Cansei de Ser Sexy, Arcade Fire, Klaxons, Muse...por aí! Sou uma grande adepta dos estilos Indie, Alternativa, Rock e Electrónica.

De à uns anos para cá marco presença no festival SBSR mas, para este ano a minha escolha recai sobre o Sudoeste TMN e o Alive!08.

Parabéns pelo programa.

toneves disse...

A música portuguesa peca pela falta de imagem e de conhecimento, ou seja, falta-lhe muito markting.

Quanto ao facto de os portugueses serem maus ouvintes de má música, não concordo definitivamente. Existe muita gente nova a ouvir os velhos clássicos dos anos 70 e 80, que sabem muito bem quem foram as bandas e cantores dessa altura.

Ana Ribeiro disse...

Boa tarde amigos
Deixem que vos conte uma anedota: 'Sei de um re...Sei de um re...' cantava tristemente Camané, e eu sem perceber o que seria um 're'. Pensei até que seria a nota musical 're'.
Até que um dia se fez luz- Eureca!, afinal o Camané conhecia um 'rio'.
Fiquei a conhecer um rapaz que tem talento, que canta bastante melhor do que já o fez anteriormente, mas que tem ainda algo a aprender...espero!

AG disse...

No vigor dos acordes dos Mettalica, ou na poesia cantada por Tupac; passando pela electrizante Madonna, ou por sonoridades mais selectas como Mozart ou Tchaikovsky: tudo me soa bem quando coincide com o meu estado de espírtio!

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Porém, como essência de alma alfacinha, o fado parece-me dizer algo mais que qualquer outro genéro musical. O trinar da guitarra, o espírito intenso e libertino pintado por José Malhoa, parece reflectir exactamente o meu gosto pessoal.
(http://pinturaportuguesa.blogs.sapo.pt/arquivo/malhoa3g.jpg)

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No entanto vejo que este género musical de essência bem portuguesa continua a sua linhagem. O mesmo não poderei dizer acerca da Música Folclorica portuguesa!
Acredito que de futuro,esse transmitir de uma certa identidade de tradição rural, se venha de DEFINITIVO a perder.

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Como seria a presença de um grupo de música folclórica no Rock in Rio ? Será que, seria a debandada dos “bandos de pardais” ? (:

Ana G.

tiago disse...

"Festival, bebe-se muito, come-se mal e onde o ruído é incondicional." (Rosa Lobato de Faria). Claro que nem todos os festivais são assim, mas...

j disse...

O tipo de música que mais gosto de ouvir é muito variado, não posso dizer que exista uma que seja "a tal" existem várias, talvez seja por considerar que a música é a arte mais gosto, e por isso mesmo ter de escutar vários estilos, só assim me completo...mas para mal dos meus pecados existem dois tipos que detesto, o Rap e o Fado, em relação a Rap nem sequer vou qualificar pois é mesmo vulgar, em relação ao Fado não o consigo ouvir, e peço desculpa ao Carlos do Carmo, considero o Fado como sendo um estilo musical que representa tudo o que de mau tem Portugal, é triste, sofrível, deprimente e arcaico musicalmente...é um sofrimento ouvir fado, o meu conceito de música não é esse, música para mim é alegria, se calhar sou mais espanhol ou brasileiro do que português.

No Fado só consigo valorizar uma coisa, as vozes, as boas vozes, algumas que tem surgido nos últimos anos, das antigas poucas são boas, só mesmo Carlos do Carmo e mais três ou quatro.

Eugénio disse...

Sendo professor de línguas há já vários anos (cerca de dez), trabalhei um pouco por todo o lado na Europa e até na Ásia. Por isso, posso afirmar sem pejo que Portugal é um dos únicos países que possui uma rádio pública (Antena 3)que não passa maioritariamente produção portuguesa. Por vezes, nem chega a passar uma música cantada em português por hora! Em Portugal, a produção nacional é preterida por Madonnas, Tokyo Hotel, Shakira, Britney Spears etc (será isto a tal liberdade pretendida? A rádio pública não deveria dar o exemplo, como em todos os outros países?). A maioria dos alunos em portugal não gosta de ouvir cantar em português, não têm o hábito de ouvir cantar na sua língua apesar de termos uma produção bastante apreciável (qualquer que seja a língua). Sinceramente parece-me uma batalha perdida ... Bem haja

toneves disse...

Sobre o RIR, confesso que não pagaria o bilhete para ir ver bandas nacionais, para mim, um festival desta envergadura só tem valor com grandes grupos internacionais em que são poucas as oportunidades de os poder ver e ouvir.

As bandas nacionais, vêm-se e ouvem-se o resto do ano.

toneves disse...

O que têm os Tokio Hotel que fazem delirar tanta jovem?
Muito fácil e o mesmo que muitas outras bandas estrangeiras, IMAGEM e muito markting por trás.

Apostem nisso em Portugal e os portugueses olharão também para dentro.

filipe carvalho disse...

Boa Tarde Sr.ª Fernanda Freitais e restanntes convidados, uma vez que tenho estado a assistir ao vosso programa e vejo-me na obrigação de vos pedir para falarem na maior e melhor banda de rock em Portugal, XUTOS E PONTAPÉS.
Eles merecem pelo menos ser mencionados nessa conversa.
Aproveito ainda para dizer que eu não consigo passar um dia sem ouvir uma cançãoi de XUTOS, é um escape ao stress do dia a dia, e sinceramente não me vejo a consumir qualquer outra música.
É ADMIRÁVEL VER O QUE XUTOS FIZERAM NO ROCK IN RIO DESTE ANO.
Por favor falem nos xutos.

Ana Ribeiro disse...

Amigo Carlos
Se 'ser português não é tão mau assim', reconheça que também 'não é tão bom assim'!
Na realidade somos 'para o bem e para o mal' como diz o Sérgio Godinho. Ou não será assim?
Não gosto de ouvir persistentemente 'só neste país', mas talvez se não reconhecermos a nossa incompetência e provincianismo, para além de outros atavismos e limites, não possamos jamais evoluir

Fernando Gouveia disse...

Gostava que os presentes comentassem a hipocrisia ("double standard") da SPA (e não só): por um lado, "choraminga" por as rádios nacionais passarem pouca música nacional, desenvolvendo intenso "lobby" para mudar isso (porque reconhece que a divulgação na rádio melhora muitíssimo as vendas); por outro, exige que os cafés lhe paguem "compensações" por terem rádio, como se o facto de a música passar aí prejudicasse os músicos, que por isso têm de ser ressarcidos do prejuízo... Afinal os cafés não estão a ajudar na divulgação que editores, artistas e SPA tanto reclamam?!...

Bellatrix disse...

Boa tarde,

Não posso dizer que nacionalidade de música prefiro ouvir, uma vez que os meus critérios de escolha não passam pela nacionalidade, e sim pela sonoridade: ou me agrada no ouvido, ou não! De música não percebo, não sei se a técnica de determinada artista é boa ou não... Simplesmente ou gosto ou não!
Sou mais rock, sempre fui... Mas ouço desde xutos a bon jovi (nasci em 80, jamais poderia ter ficado imune), passado no entanto por coisas tão diferentes como Mariza, Pearl Jam, Roberto Carlos, Camané, Fausto, Rui Veloso, Metallica ou Moonspell... Ou gosto ou não, a nacionalidade não é definitivamente um dos critérios de escolha...

Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

Sabemos que hoje em dia, infelizmente, cada vez mais se perde o conceito de ouvir e criar boa música portuguesa. Mas por outro lado, posso-vos dizer que a "velha guarda" ainda aí anda e me deixa com um enorme prazer em ser portugues. Tenho um projecto acustico (duo) em que só cantamos música portuguesa (cantamos fados do meu carissimo Carlos do Carmo, a quem mando um abraço. aprecio imenso o seu trabalho) e felizmente temos tido uma grande receptividade. Mas lá está, muita gente mais velha nas nossas actuações. Ainda assim, aos poucos, vamos cativando alguns mais jovens. É importante seguirmos os ideais e continuar a cantar em Português. Não podemos baixar os Braços. Temos da melhor música do mundo em Portugal e felizmente ainda há algumas bandas e projectos muito bons a aparecer hoje em dia. É pena é que ninguem aposte neles.

Ana Ribeiro disse...

Não concordo com a ênfase que é dada à necessidade de ouvirmos, divulgarmos e gostarmos da música portuguesa. Talvez até pelo que eu não consigo dizer se a minha preferência é de musica portuguesa ou outra.
Eu gosto de musica, passando pela Pop, Jazz e Lírica.
O que eu considero relevante é a qualidade!!!

Stasi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Paulo disse...

Boa tarde,

Não existe um sentimento talvez exagerado ao sentir que devemos consumir musica portuguesa?

Eu ouço rádio e adoro musica, no entanto não me preocupo nada em saber qual a nacionalidade do grupo ou artista em questão.

Somos uma aldeia global a trocar influências por isso neste momento uma das bandas mais ouvidas no mundo ser dedicada a adolescentes alemã até é um ponto positivo.

Melhores cumprimentos

Anokas disse...

Olá Boa Tarde, eu chamo-me Ana Isabel e sou locutora num rádio local do concelho de Vagos.
Apesar de ter 21 anos, gosto de incutir no meu publico a música portuguesa.... não necessariamente a musica tradicional, mas esta musica mais recente e várias adaptações que foram feitas às musicas mais antigas. A musica portuguesa está em evolução sim senhora,e cada vez merece destaque nas playlists das rádio, e acredito que não é pela lei em vigor, mas pela qualidade que é empregue nela cada vez melhor.
Uma das questões que tem funcionado de alguma forma são as bandas sonoras das telenovelas portuguesas, cm artistas portugueses, também vende e são musicas que andam sempre nos ouvidos das pessoas.
Parabéns pelo programa e um beijinhos ao painel.

Ana Isabel

j disse...

O Camané é muito bom mesmo, mas não a cantar fado, a cantar outros estilos e em português acho que se tornaria práticamente imbatível.

Os Xutos instrumentalmente são muito bons, nas letras assim assim, já no que diz respeito a voz, o Tim não é grande espingarda, acho mesmo que nem sabe cantar.

Rafael disse...

o rock in rio, tem mts bandas portuguesas, e nao se esqueçam que o festival nao é portugues(é exportado)

bigslim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

Cara Ana Ribeiro, o problema é que se não consumirmos nada Português, para além destas one-hit pop bands que aparecem para os morangos com açucar durante um ano, ninguem mais irá consumir. E depois isso leva ao panorama a que estamos. As boas bandas e bons músicos não conseguem singrar... O mesmo se passa a nivel económico... mas nem vale a pena entrar por aí. Depois queixem se que estamos com o país que temos...

Canilho, André disse...

Eu sou estudante universitário e musico amador e desde pequeno que me deparo com musica estrangeira nas rádios nacionais desde muito pequeno.

Talvez por essa razão, tenha mais bandas internacionais favoritas que nacionais.

Eu continuo a achar estranho quando vou a um festival e vejo grandes artisas nacionais, reconhecidos internacionalmente, que nem os próprios portugueses conhecem, muito por culpa dos média.

Não acredito quando dizem que a musica de portugal não tem qualidade. No festival da Eurovisão ficou provado isso mesmo, onde a Vaniâ Fernandes foi considerada a melhor artista em palco, e cantou um género de musica que não costumo ouvir, mas mesmo assim gostei muito da musica...

Divulguem o que é nacional, e verão quantos artistas temos por metro quadrado, não só na musica mas em todas as áreas.

Venni disse...

Oiço muita rádio, principalmente no carro e reparo que há algum tempo a esta parte as rádios passam mais música portuguesa (não tanta quanto desejaria, nem tenho a certeza se as quotas estão a ser verdadeiramente respeitadas...para já não falar que talvez as quotas deveriam ser estabelecidas para música estrangeira e não portuguesa, afinal estamos em Portugal).

Uma das coisas que me aborrece nas rádios portuguesas e na música portuguesa que passam tem a ver com uma coisa que se chama "PLAY LIST"...quantas mais vezes vamos ter que ouvir o "Encosta-te a mim" do Jorge Palma? (o tema é belíssimo, mas o albúm tem outras pérolas que as rádios NUNCA passam)....de cada artista português, seja ele qual for e seja qual a rádio em questão, os temas dos albúns são sempre os mesmos....será que não está na altura de mudar os temas das PLAY LISTS?

Um bem-haja e viva a música portuguesa.

Venâncio Gomes
32 anos
Estudante Mestrado de Marketing

[m.m. botelho] disse...

O Carlos do Carmo tem inteira razão quando apelida o Rock In Rio de sinal de «provincianismo português» e quando foca o facto de os artistas portugueses estarem relegados para segundo plano, mas o provincianismo começa logo na designação do festival: porque razão um festival que decorre em Lisboa se chama "Rock In Rio"? E porque razão o mesmo sucede em Madrid? Uma vez mais, se os patrocinadores quisessem, o Rock seria "In Lisboa" e "In Madrid".

Quanto à Antena 3, mérito lhe seja dado porque muitíssimo tem contribuído para a divulgação da música portuguesa (é, provavelmente, a par da Rádio Renascença, a rádio nacional que mais música portuguesa passa). Sou ouvinte assídua e sei que passa bem mais do que uma, duas ou três músicas portuguesas por hora.

Ana Ribeiro disse...

Portanto....o que é necessário é conjugar esforços para proporcionarmos condições, de vária ordem (e o campo é tão vasto!), a quem quer crescer na música

Carlos disse...

Apesar dos meus 24 anos, acho que estamos a entrar em algo denominado por "gostos musicais". Se me disserem que estes gostos são influenciados em parte por um conjunto de factores exteriores acredito perfeitamente.

Infelizmente o meu estilo de musica é algo que em Portugal as editoras não apostam muito o "Blues".

Para concluir, posso referir que a boa musica foi feita no passado, e apesar de hoje aparecer alguma coisinha, é raro. Quem não se lembra dos Beatles que entravam num estúdio de manhã e saiam com um álbum gravado. Rolling Stones, a melhor banda rock de sempre. Todos estes músicos têm influencia "blues", mas aí está, estamos a entrar em gostos novamente.

Rorschach disse...

Tenho 19 anos, e apesar de viver numa geração onde se dá cada vez maior importância à música estrangeira, tive a sorte de conhecer muitos cantores portugueses, entre os quais o grande Sr. Carlos do Carmo. Nos tempos que correm, e apesar de gostar de muitas bandas portuguesas que cantam noutras línguas, acho que temos de facto grandes artistas e bandas como Carlos do Carmo que já referi, Camané, Xutos e Pontapés, Rui Veloso, os Clã e mais recentemente os Toranja e/ou Tiago Bettencourt. Acho que os jovens de hoje em dia, nem sequer dão uma oportunidade a estas bandas. Também tenho a sorte de ser de Coimbra e de ouvir Fado de Coimbra e de não esquecer que o Fado é uma das maiores reliquias que o povo Português tem. Acho que é bom relembrar aos jovens portugueses quem foi a voz maior do nosso povo, conhecida e reconhecida a nivel internacional, ou não fosse essa grande Senhora Amália Rodrigues.

Pedro Fernandes

Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

E mais, por experiência própria, vejo que cada vez mais os portugueses têm ansia de ouvir boa música portuguesa. Boa e nova!

qrestina disse...

Com a devida excepção da Antena 3, é uma pena que as rádios portuguesas passem, sem cessar, sempre a mesma ladaínha.

Independemente se cantada em português ou inglês, há tanta música de qualidade por aí que o público não conhece...

Ana Margarida disse...

Boa tarde!
Como egitaniense orgulhosa que sou, gostei de ouvir o elogio da grande voz masculina do fado português relativamente ao TMG. Sim, porque é verdade que é um grande polo cultural importante e que não deve ser menosprezado. Fica o incentivo, a quem quiser conhecer.
Já que se fala de festivais, queria aproveitar também para referir que uma boa iniciativa nem sempre nasce de grandes entendedores de música. Pode partir apenas de um número restrito de cidadãos comuns, jovens anónimos, com gosto e garra para novos desafios. E com vontade de dinamizar social e culturalmente lugares fantásticos escondidos pelo nosso Portugal. E conseguem mostrar a qualidade da música portuguesa a todos os que queiram participar. Falo especificamente do Festival Serra da Estrela, este ano com edição marcada para 17, 18 e 19 de Julho. Mais informações em festivalserradaestrela.com

Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

É isso, cara Ana Ribeiro, mas mais que isso. Acho que de momento é necessário é fazer a filtragem da porcaria (desculpem me ser tão directo mas é isso mesmo) que aí anda e lançar quem realmente trabalha, sabe e mereçe.

Filipe Soares disse...

Boa tarde a todos. O meu nome é Filipe Soares e tenho 19 anos. Tenho estado a assistir ao vosso programa. Concordo completamente com o Carlos do Carmo quando diz que não há marketing e promoção suficiente a bandas portuguesas. Eu fui ao rock in rio no dia da criança com a minha família e achei o concerto dos 4taste muito bom. Muito melhor que Tokyo Hotel por exemplo. Acabaram de dizer que pecamos na divulgação de bandas portuguesas, e logo a seguir passaram uma peça gigante acerca dos tokyo hotel a fazer-lhes promoção. Eles não precisam de promoção. Ainda por cima na tv portuguesa estatal.

4taste é igual a tokyo hotel, mas com muito menos promoção e é português. Porque não dão o exemplo? Porque não promovem 4taste?

Filipe Soares disse...

Boa tarde a todos. O meu nome é Filipe Soares e tenho 19 anos. Tenho estado a assistir ao vosso programa. Concordo completamente com o Carlos do Carmo quando diz que não há marketing e promoção suficiente a bandas portuguesas. Eu fui ao rock in rio no dia da criança com a minha família e achei o concerto dos 4taste muito bom. Muito melhor que Tokyo Hotel por exemplo. Acabaram de dizer que pecamos na divulgação de bandas portuguesas, e logo a seguir passaram uma peça gigante acerca dos tokyo hotel a fazer-lhes promoção. Eles não precisam de promoção. Ainda por cima na tv portuguesa estatal.

4taste é igual a tokyo hotel, mas com muito menos promoção e é português. Porque não dão o exemplo? Porque não promovem 4taste?

Mónica Sofia disse...

Sempre que ando de carro, a Antena 3 é a minha companhia! É o meu momento musical, onde fico a par do que melhor se faz na música nacional e estrangeira.
É certo que não se ouve tanto a nossa língua como deveria, mas isso não quer dizer que não se faça excelente música no nosso país a todos os níveis, pois existem excelentes músicos e compositores portugueses que escrevem em inglês (Davis Fonseca, Rita Red Shoes, etc...).
Sou professora de português e espanhol e isso faz com que tenha contactos periódicos com a língua espanhola e realmente no país vizinho as rádios quase só transmitem música em castelhano, o que não quer dizer que seja música espanhola!
Um beijinhos a todos. Parabéns pelo programa. Alvim, sou tua fã!

MDA disse...

O que me parece é que se confunde muitas vezes género musical com nacionalidade. Se tiverem em conta bandas como WrayGunn, D3o e mesmo David Fonseca, nada nos diz que são portugueses a não ser o B.I. Aliás, são mesmo projectos que tocam música tipicamente americana. Daí que não faça sentido falar em música portuguesa Vs. resto do mundo.
O que falta ao nível da descoberta de novos valores é um mecanismo que seja capaz de detectar efectivamente quais são os bons projectos e quais são os projectos vendáveis porque as badnas novas têm que se esfolar para ganhar visibilidade e, quando a têm, ela tem que ser partilhada com milhares de outros projectos.

Márcio Augusto

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

filipe carvalho disse...

Novamente boa tarde, obrigado por terem referido XUTOS na vossa conversa..
Eu tenho 22 anos e toda a minha vida consumi música portugues, mas custa-me olhar para os adolescentes e vê-los a cantar Tokio Hotel, etc,.
Eu tenho muito orgulho na nossa música e muitas vezes fico triste ao ver fenómenos como os Tokio Hotel, que nada têm para nos ensinar e depois vulgarizar-se nomes históricos e grandes histórias de vida como são os Xutos só porque são Portuguese.
Não será uma questão de educação cultural esta história de não querermos consumir música portuguesa?

Fica aqui a minha pergunta e também os meus parabéns para vocês por debater este assunto.

esolove disse...

Tenho 18 anos e aprecio musica Portuguesa. Ouço regularmente e acho que os adolescentes também ouvem! Se isso não acontece é porque as rádios não passam musica portuguesa suficiente, o incentivo por parte dos media não é o suficiente!
Apesar disso, acho que ainda existem pessoas que acreditam na música, na boa música portuguesa e essa pessoas não devem deixar de lutar pela música, independentemente de quantas pessoas a ouvem!

Inês Silva

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

O meu blog disse...

Parabéns pelo vosso programa.
Pergunto... o que se passa com os portugueses é o efeito "Selecção". È de modas. Antes não se podia colocar uma bandeira à janela, agora "desde o nosso europeu" passou a ser chique. O portugues considera toda a nusica portuguesa de Pimba, até estar na moda. Vejam o Marco Paulo, Tony Carreira, entre outros, pimba até à pouco tempo e agora já participa na selecção. Deixou de ser? Nunca foi? e se fossemos traduzir as letras inglesas?
Cumps
Fernando Pinho

toneves disse...

É isso mesmo que disse anteriormente, a música portuguesa peca pela falta de divulgação apropriada e efectiva, porque qualidade e divergência de géneros ela já tem.

Mikasmokas disse...

A percepção dos profissionais sobre os gostos musicais dos portugueses varia de sector para sector. Enquanto as rádios são mais formatadas pelo gosto fazem estudos de mercado constantes, enquanto outros, também por menos meios financeiros disponíveis, como os produtores de espectáculos, regem-se mais pela intuição sobre o que são os gostos musicais.
Há diversos estudos em que é retratado os gostos musicais dos portugueses, em especial na área da Sociologia da Cultura. A influência anglo-saxónica no gosto português é clara e não de agora e em todos os sectores de actividade ligada à música têm demonstrado a veracidade desta realidade.
No entanto, uma característica que hoje marca os gostos é o ecletismo, ainda que não tanto quando se eventualmente poderia querer. A transversalidade do gosto é hoje cada vez mais uma regra, ao contrário dos ano 70, 80 e inícios de 90 onde a identidade pessoal estava intimamente ligada apenas a um género musical.

Ana disse...

Boa tarde, estou a fazer uma tese em mestrado onde estou a estudar a crise na indústria fonográfica portuguesa, o impacto do aparecimento da internet, a pirataria e os downloads ilegais. Seria possível abordarem esta problemática?

Obrigada.

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

MIJÃO disse...

Eu adoro musica! E quem me tira a musica portuguesa tira-me tudo! Não me refiro simplesmente a um estilo mas sim a vários estilo! Em relação às letras, temos poesias lindas! Existe mesmo um álbum que se chama composto de mudança, que são musicas trabalhadas pelo Kalaf, Sam The Kid, entre outros, mas as letras são poemas de Camões a Manuel Alegre. Eu vivo em Arronches, no Alentejo, e tenho muita pena de não fazerem grandes espectáculos musicais por estes lados! Já que Carlos do Carmo ai está presente aqui vai um desafio, porque não uma dupla entre esse grande senhor e o Sam The Kid, tenho isso pensado desde que vim um documentário sobre a musica portuguesa, onde se encontravam os dois! SAudações musicais do Luís Figueira

Carla Sousa disse...

Tenho 34 anos e sou professora de Português e Alemão há alguns anos, mas durante os poucos anos em que leccionei (dada a conjectura do ensino em Portugal) deu para perceber que se ouve de facto mais música anglo-saxónica do que portuguesa, mas não acho que seja uma situação sem resolução, porque acredito que as didácticas podem inverter a situação. Acredito, sinceramente, que os nossos gostos musicais se cultivam à medida que vamos crescendo, mas não posso deixar de salientar que esses mesmos gostos têm por base os primeiros sons que se ouvem pela casa, quando ainda somos crianças e adolescentes. Talvez por isso eu tenha uma forte inclinação para tudo o tipo de música que interaja com a força das palavras, porque o pai me deu a conhecer o Zeca Afonso, o Sérgio Godinho, o Chico Buarque, o José Mário Branco, a Brigada Vítor Jara, o Carlos do Carmo... e tantos outros. Agora continuo procurar outros que amam as palavras como o Jorge Palma, o J. P. Simões, a Mafalda Veiga, que tem por exemplo uma legião de fãs considerável. Isso também se extende naturalmente a cantores internacionais como o Ben Harper ou o Damien Rice...
Não podemos é deixar de acreditar...
Bons sons! *

Ana disse...

Gostava que falassem dos artista portugueses que cantam em inglês...para mim isso não é música portuguesa.

Por exemplo...a melhor musica dos the gift e o "facil de entender"

Obriagda, Ana (18 anos)

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Diogo disse...

Cantar em ingles nao e' propriamente mau! Vejam o caso do David Fonseca.
Continua a ser musica portuguesa. Ele aparece na MTV!
Quantas musicas do festival da Eurovisão eram cantadas na li'ngua do pai's?

kelly disse...

tenho 17 anos, acho que os Tokio Hotel vingaram graças a lacuna dos ditos ídolos internacionais.. os jovens seguiram sempre uma ou duas bandas de referencia internacional que representavam os maiores idolos momentaneos de sempre, passou-se o tempo dos Boysband, as Spice Girls é chegada a hora deles pois o publico jovem precisava de uma banda para se "agarrar" a um estilo, a uma banda. pessoalmente não aprecio, prefiro Mafalda Veiga ou Fingertips que acho que representam do que de melhor se faz po ca porém se os queremos ouvir a rádio nunca é uma boa opção pois não passa, muitas das vezes dou por mim a perguntar onde é que eles foram buscar certas músicas que são do pior que se pode ouvir quando temos coisas tão boas por cá.

Nuno disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantou ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Bárbara disse...

Boa tarde a todos.
Só agora me liguei ao programa, mas ja ouvi questões pertinentes. Em Portugal, felizmente existe liberdade de expressão e cabe ao público ouvir aquilo que mais agrada a cada um. Sem dúvida que deveriamos ser um pouco mais patriotas no sentido de apoiar e valorizar a música lusa, sendo ela cantada na nossa língua ou não. Pois na minha opinião isso torna-se um pouco irrelevante visto que muitas bandas utilizam outra lingua no sentido de procurar outros públicos.
Sem dúvida que as rádios portuguesas estão a investir na música portuguesa de qualidade, nomeadamente a Antena 3. Acho que cada vez mais se ouve musica portuguesa, mas o grande problema é mesmo a falta de patriotismo ou talvez o grande sentimento de inferioridade dos portugueses em relação aquilo que se faz no proprio pais.

Nuno disse...

Boa tarde!
Por coincidência ou não, tive ontem um ligeiro debate no café que regularmente vou sobre o mesmo tema que hoje é discutido aí. naturalmente vou escrever aqui o mesmo que disse ontem.
Sou exigente com o que consumo e na musica sou muito cuidadosa. oiço muito tipo de musicas com melodias diversas e sou constante/ "acusada" de ter as palas dos burros.. se calhar porque nao oiço o que o comum ouve mas lá esta, nao é preciso ouvir camané para ser portuguesa!

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

joana disse...

eu tenho 20 anos ..e acho que cada vez mais jovens da minha idade e mais novos ainda ouvem musica portuguesa..muitas vezes até dando-lhe preferencia acima da musica estrangeira.gostam mesmo de descobrir os nossos classicos e andam com eles para ouvir ,diariamente, no 'mp3'.claro que a musica estrangeira faz e sempre fará parte de nos ,inevitavelmente, pela sua grande qualidade.

bigslim disse...

Gostava de saber a opinião dos convidados em relação ao myspace agora que lançou um canal em Portugues e para a musica Portuguesa.

Crítico disse...

Boa Tarde gostava de saber porque a radio não passa musica portuguesa independente? Sera por nao correr dinheiro pelos corredores das radios? Somos obrigados a ser extorquidos por grandes editoras e somos obrigados a termos que ter a imagem que a editora quere para apanhar um publico alvo, mas ha quem nao queira fazer parte desse negocio facil e faça boa musica em casa ou em estudio sem ter que obedecer aos padrões que as editoras exigem sem ter que alterar a sua musica e acima de tudo a sua integridade.
Se olharmos para os programas do Brasil nao vemos Artistas Portugueses e em Portugal pela altura de carnaval notamos nos programas portugueses uma ivasão de Artistas do Brasil. Tambem sou contra o Rock In Rio porque devia ser Rock em Lisboa e ter os Artistas Portugueses no palco principal e não nos mini palcos nas treseiras.
Cumprimentos

Filipe Soares disse...

Boa tarde a todos.

O Carlos do Carmo disse que qualidade vem com quantidade, e é perfetamente verdade. Há muita música má portuguesa, porque é limitada artisticamente. Não tem liberdade, tenta imitar aquilo que já teve sucesso lá fora. Isto é porque, desta forma, sabe-se que vai sempre resultar e dar algum dinheiro. E para as editoras portuguesas tudo tem que dar dinheiro, tudo é para amanhã. Não se pensa a longo prazo.

Se as rádios passarem mais música portuguesa e o público português comprar mais discos portugueses, certamente as editoras também poderão arriscar mais e o artistas terão mais liberdade. Volto a falar dos 4taste porque eles têm um tema muito bonito, escrito pelo vocalista, que se chama Diz-me que Sim. É um tema dado a rádio e ninguém o passa só porque é 4taste. E porquê? Porque é da tvi? Ao não passarem, não prejudicam a tvi, prejudicam a banda. Estou a dar este exemplo, porque desde o RIR que sou fã da banda mas há inúmeros outros exemplos em todo o lado.

conecting_people disse...

Artistas como o David Fonseca reflectem a dificuldade que é compor em português. Será que este seria tão bem recebido pelo público se cantasse na nossa língua?
"Entre Dezembro de 1980 e Julho de 1990 o Rock Rendez Vous serviu de rampa de lançamento para a modernidade rock portuguesa. Foi no palco da Rua da Beneficência, em Lisboa, que bandas como os Xutos e Pontapés, Heróis do Mar ou Mão Morta deram alguns dos seus mais memoráveis concertos". In Blitz
Era nesta altura que a música portuguesa, especialmente o rock, vivia o seu apogeu. Estes tempos já lá vão. Mas na minha opinião bastava um esforço por parte dos portugueses para que estes tempos voltassem.

conecting_people disse...

Artistas como o David Fonseca reflectem a dificuldade que é compor em português. Será que este seria tão bem recebido pelo público se cantasse na nossa língua?
"Entre Dezembro de 1980 e Julho de 1990 o Rock Rendez Vous serviu de rampa de lançamento para a modernidade rock portuguesa. Foi no palco da Rua da Beneficência, em Lisboa, que bandas como os Xutos e Pontapés, Heróis do Mar ou Mão Morta deram alguns dos seus mais memoráveis concertos". In Blitz
Era nesta altura que a música portuguesa, especialmente o rock, vivia o seu apogeu. Estes tempos já lá vão. Mas na minha opinião bastava um esforço por parte dos portugueses para que estes tempos voltassem.
Catarina

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

tiago disse...

A respeito da pirataria de música, se é verdade que os CeDes estão muito caros, será que se baixassem o preço, haveria pirataria na mesma proporção?

runenot disse...

Um acorde é um acorde e soa a um acorde em qualquer parte do mundo , mais importante que um som na musica é a poesia ( que mta gente esqueçe aka tokio hotel ) , e se eu sinto , penso e falo em portugês , choro a ouvir jp simões , chico buarque .
porque choro , rio e sinto em português


rui 30 anos

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

inseparabilidade disse...

(Rita Soeiro, prof. estagiária)

À excepção dos países anglo-saxónicos, de um modo geral, um pouco por todo o lado, todos gostam de ouvir música - e, invariavelmente, com ela se identificam - se e quando esta é cantada numa língua estrangeira (maioritariamente em inglês. Sobretudo poruqe é fácil cantar à boca cheia "amo-te", "odeio-te", "que belo dia", "que saudades tenho de ti", quando estas expressões canoras nos saem numa língua que não a nossa - não correndo, assim, o risco, de parecer que nos estamos a expressar em nosso nome e por voz própria.
Assim sendo, ouvir música em português parece, para muitos, parolo, folclórico (num sentido pejorativo) e até desconfortável. É um erro e, concordando aqui com o Henrique Amaro, acho que a desmistiifcação deste preconceito passaria por estratégias de marketing mais incisivas, principalmente junto do público jovem. Temos bandas fabulosas a cantar em português e nos mais diversos estilos: Clã, Xutos, Da Weasel... E a nível individual temos super-valores para os quais, só agora e lentamente a crítica vai despertando. Falo por exemplo de Camané, de quem sou profunda e incontestável admiradora, que, para quem teve a oportunidade de o ver ao vivo noutros projectos - como no espectáculo "Outras canções" - percebeu que, em parte nenhuma do Mundo, não é menos que um Sinatra...:-)

ds disse...

E quanto à música portuguesa cantada em inglês? Como é o caso de David Fonseca, dos Gift e André Indiana?

Como devemos interpretar? como um caso de sucesso na música portuguesa? Eles são portugueses, mas cantam em inglês. O preconceito, se assim se pode dizer, é sobre a lingua ou sobre a cultura?

No caso dos Gift é estranho pensar que um dos seus maiores êxitos foi uma música em português, "fácil de entender", eles teriam conquistado o mesmo nível de sucesso cantando em português? Ou no caso do David Fonseca que começou a sua carreira nos silence4, nos EUA.

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

jose disse...

Acho vergonhoso a falta de amor à pátria que se abate sobre o nosso povo Luso.
Tenho quinze anos e não há nada que mais goste que é ouvir uma boa música portuguesa.
Gosto especialmente de apreciar boas vozes.
A maravilhosa Vânia Fernanades que nos representou no festival da Eurovisão, Mariza, Ana Moura, Da Weasel, Clã, Deolinda, são uma infima parte das maravilhosas vozes portuguesas.
Desgosto de algum rock portugues, nomeadamente Xutos e Pontapés pois a voz do vocalisa não é muito harmoniosa. No entanto é o nosso país, é a nossa cultura, é a nossa maneira de viver.
Luso somos, transpiramos fado e respiramos saudade.
Adoro o meu país!

Cara_de_Lua disse...

Eu fui ao RIR para ver actuar a Lúcia Moniz (com o Ricardo Azevedo). E na verdade é um pouco triste ver o excelente cartaz do 'Palco das traseiras', o novo Palco Sunset, e ver que estava de cert forma relegado para um plano mais baixo que o 2º plano.
Não acho que deva haver uma lei que obrigue na rádio a X percentagem de música nacional, e muito menos nos festivais. Mas por que não um dia do RIR, por exemplo dedicado à produção nacional, seja músicas em português ou inglês? E no Palco Mundo. Porque apesar da globalização, devemos primeiro que tudo conhecer o que se cá faz, para não haver a ideia que tudo o que vem de fora é que é bom.
E sem dúvida, foi pena ver uma banda como os Xutos ser metida num cartaz daqueles. Mais valia terem ido tocar ao Palco Sunset. Palco que esteve sempre cheio de gente, e por onde passaram grandes nomes como o Rui Veloso, Sara Tavares, Jorge Palma, Tim, Ala dos Namorados..Podia continuar a citar a lista. Pena é ver que estes grandes artístas nacionais, eles próprios são vítimas de 'modas'.

Ana Lúcia

vitoscano disse...

Parabens pelo debate o que a música Portuguesa precisa é de mais divulgação quantas pessoas conhecem os Deolinda os Donna Maria ou a Joana Pessoa e as Tucanas? São muito boas pena que só quase a Antena 1 e a 3 os passe. A muitos bons músicos portugueses pela Net ver o caso da já divulgada pela Antena3 Ana Free ou a Rita Red Shoes que recentemente gravou um disco. É pena as nossas rádios não term um programa nem que fosse semanal de fado faz falta eu gosto e muito e não sou um velho tenho 31 anos. Vamos parar um pouco de ouvir tanta música em Inglês e porque não além da nossa língua não ouvir música em Espanhol á muitos bons grupos noutras linguas que não só inglês. Outra coisa, porque será que todos os dias temos de ouvir Shakira ou o mesmo tema do Jorge Palma. Vamos mudar isto por favor.

Ruben T disse...

Boa tarde Fernanda.Gostaria desde ja de felicita-la pela modesta,mas brilhante carreira que tem vindo a desenvolver na tv portuguesa.Sobre o tema de hoje,gostaria de dizer que o facto de a musica portuguesa ser tao preterida em funçao de musica estrangeira,nomeadamente a pop,se deve nao so a globalizaçao,mas tambem a alguma falta de qualidade (os clã que me perdoem) das bandas pop portuguesas,pois tal fenomeno ja nao é tao visivel em outros generos musicais,como o rock/punk,o hip-hop etc...
sem mais,Ruben T.

Misunderstood disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

Meu caro henrique amaro, peço desculpa, mas isso é a velha lógica da batata. Não venha dizer que é o público que faz a playlist. O público também se educa. Aí é que está o problema. Se só derem sempre a mesma músicazinha pop, o público só irá consumir isso. Têm que se EDUCAR a sociedade portuguesa. Aí é que está a palavra Chave. O público só consome o que houver para consumir

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Ana Ribeiro disse...

Pedro Miguel Simões Oliveira, houve certamente algum mal entendido, pois eu consumo musica portuguesa (e não pouca). Nem percebo o que pode ter originado essa confusão

Jolene disse...

Eu penso que a música, sendo uma arte, não tem nacionalidade, nem tão pouco isso me interessa. Eu ouço música boa, seja ela portuguesa ou estrangeira. Adoro Mariza e Ella Fitzgerald...gosto dos Ornatos Violeta mas também gosto muito de Pink Floyd.
A partir do momento em que se pense em fazer arte com qualidade, ninguém se importa de onde ela vem.

Penso também que a Música, a rainha das artes a meu ver, é muito mal tratada pela "leviandade" com que se ouve e se constrói...toda a gente pensa que pode ser cantor ou guitarrista...o que não é verdade, tal como nem todos nós podemos ser pintores ou bailarinos.



Rute Portela

Nuno disse...

Boa tarde!
Por coincidência ou não, tive ontem um ligeiro debate no café que regularmente vou sobre o mesmo tema que hoje é discutido aí. Naturalmente vou escrever aqui o mesmo que disse ontem.
Sou exigente com o que consumo e na musica sou muito cuidadosa. Oiço muito tipo de musicas com melodias diversas e sou constante/ "acusada" de ter as palas dos burros.. se calhar porque nao oiço o que o comum ouve mas lá esta, nao é preciso ouvir camané para ser portuguesa!
Se a musica portuguesa nao é grabde aposta no rock in rio..eu concordo porque ainda há muito trabalho para fazer! E quem está por de trás desse evento é inteligente porque oferece ao público o que realmente dá dinheiro e manterá o recinto cheio.
Quem disse que a música Portuguesa não é boa!? Moonspell é óptimo, é uma banda que demonstra inteligencia e profissionalismo!!

Nuno disse...

Boa tarde!
Por coincidência ou não, tive ontem um ligeiro debate no café que regularmente vou sobre o mesmo tema que hoje é discutido aí. naturalmente vou escrever aqui o mesmo que disse ontem.
Sou exigente com o que consumo e na musica sou muito cuidadosa. oiço muito tipo de musicas com melodias diversas e sou constante/ "acusada" de ter as palas dos burros.. se calhar porque nao oiço o que o comum ouve mas lá esta, nao é preciso ouvir camané para ser portuguesa!

DaCosta (Dreamer) disse...

Boa tarde. Não procederei á votação por considerar a questão mal colocada. As minhas preferencias vão para a Musica Anglo-Sáxonica, para o jazz, blues, world music e Musica clássica e Barroca. HáSejam Portugueses ou Estrangeiros a criá-la, nâo me importa. Importa sim, as qualidades de cada criador, de cada músico ou projecto musical. Há outras vertentes musicais que não aprecio, no entanto respeito-as e admito existirem músicos de elevada criatividade e qualidade. Posso informar-vos que existem vários projectos com elevado sucesso fora do País, mas no entanto, são propositadamente colocados fora do plano Nacional, por não fazerem parte do interesse de quem lida e decide a música em Portugal. Dou-vos o exemplo de uma banda do Porto, Heavenwood, vão lançar em Setembro o mais recente albúm, onde do qual fazem parte alguns músicos convidados, um dos quais, considerado como um dos melhores guitarristas do meio. Jeff Watters. Podem confirmá-lo, não é dificil. Aproveito e mando cumprimentos aos convidados, em especial ao Sr. Carlos do Carmo. Obrigado pelo seu legado. Paulino Martins.

MIJÃO disse...

Em relação à musica brasileira, temos excelentes trabalhos. E o que disse Carlos do Carmo em relação à musica brasileira é verdade, eles estão em todo o mundo, mas levam sempre a sua musica, e até fazem melhor... misturam estilos novos com estilos antigos, exemplo disso é o trabalho de Marcelo d2, que mistura o rap com o samba! Em Portugal, já existem algumas musicas que misturam o fado com o hip hop, mas...poderiam ser melhores!

Relativamente à rádio, é pena existirem poucos programas de autores. E não é por o Alvim estar ai, mas o talk-show dele, é sem duvida dos melhores programas de rádio.

Luís Figueira

Nuno disse...

Boa tarde!
Por coincidência ou não, tive ontem um ligeiro debate no café que regularmente vou sobre o mesmo tema que hoje é discutido aí. Naturalmente vou escrever aqui o mesmo que disse ontem.
Sou exigente com o que consumo e na musica sou muito cuidadosa. Oiço muito tipo de musicas com melodias diversas e sou constante/ "acusada" de ter as palas dos burros.. se calhar porque nao oiço o que o comum ouve mas lá esta, nao é preciso ouvir camané para ser portuguesa!
Se a musica portuguesa nao é grabde aposta no rock in rio..eu concordo porque ainda há muito trabalho para fazer! E quem está por de trás desse evento é inteligente porque oferece ao público o que realmente dá dinheiro e manterá o recinto cheio.
Quem disse que a música Portuguesa não é boa!? Moonspell é óptimo, é uma banda que demonstra inteligencia e profissionalismo!!
Bem haja!
De: Andreia Rodrigues

Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

Mas eu não disse que era a Ana Ribeiro que não consumia! Estava a falar do público em geral. Era isso que ambos estavamos a debater.

Ruben T disse...

Boa tarde Fernanda.gostaria desde ja de felicita-la pela sua modesta e na minha opiniao brilhante carreira na tv portuguesa.Em relaçao ao tema de hoje,gostaria de dizer que como "jovem" de 23 anos,na minha opiniao o facto de preterirmos tanto a musica portuguesa em funçao de musica estrangeira,se deve nao soa globalizaçao, mas tambem a alguma falta de qualidade da pop portuguesa (os clã que me perdoem),pois tal nao é tao assinalavel em generos como o hip-hop,o punk/rock,etc.
Ruben T.

ds disse...

Coloco agora outra questão, porque é que no inquérito não existe sequer a opção de "música europeia"? Porque se contenplarmos a música espanhola, inglesa, fancesa e italiana bem como a portuguesa, parace-me que a resposta maioritária seria então a música europeia. Afinal deveriamos viver todos como uma comunidade, a comunidade europeia, e a ver pela música é de uma riqueza impar.

Diogo Silvestre.

Sérgio disse...

É uma pena termos passado pela fase da música chamada pimba. Muitos cresceram a pensar que toda a música porteguesa era assim, pois não havia projecção suficiente para a boa música nacional.

Madalena disse...

Boa tarde! Tenho 18 anos e sentindo-me como uma das pessoas pertencente ao grupo etário a que mais se estão a referir, tenho portanto o direito de defender pelo menos parte dos jovens (que sei terem uma opinião semelhante à minha). Acontece que eu, tal como muita gente que conheço, oiço a música que gosto, independentemente da lingua em que é cantada. sou capaz de ouvir música brasileira, francesa, norte-americana, australiana, e obviamente musica nacional. Não tem a ver com a lingua, mas antes com a qualidade. eu adoro Rui Veloso, Sérgio Godinho, Pedro Abrunhosa, Clã, Mafalda Veiga, Tiago Bettencourt, Sugarleaf, Rita RedShoes... e poderia ficar toda a tarde nisto. No entanto, também gosto de música internacional. Uma não deve impedir a outra, nem abafa-la, mas antes complementarem-se. Mas concordo plenamente que existe de facto, falta de promoção e de gosto por aquilo que é nosso. A música que nos é dada a conhecer é maioritariamente internacional. Eu tenho quase a certeza que se arriscassem e passassem música portuguesa variada nas rádios existia uma maior aderencia. Mas não o fazem. Porquê??


Madalena

the_stress disse...

Considero-me uma pessoa com um gosto transversal pela música. Como DJ, faço os possíveis para promover a música portuguesa, independentemente do género de festa e do ambiente em que a enquadro. Acho que há muita música portuguesa de bom gosto e de qualidade, nalguns casos de excepcional qualidade e originalidade no âmbito internacional. Infelizmente, a qualidade de muita música portuguesa mantém-se de rastos - continua a produzir êxitos comerciais reconhecidos, de qualidade duvidosa - reflectindo pouco talento e muitas vezes, pouco trabalho. Lamentavelmente, a responsabilidade pela persistência de trabalhos de fraca qualidade e mau gosto é do público que a consome. Enquanto o índice cultural da população em geral for diminuto, o consumo de música de qualidade não se desenvolverá exponencialmente.

Por fim, quero despedir-me deixando no ar a seguinte questão: A música é um dos reflexos da cultura dos portugueses, ou mesmo O Reflexo evidente da cultura nacional. O facto de se começar a consumir mais música portuguesa corresponde a um revivalismo da identidade nacional?

P.S. Parabéns aos convidados, que são grandes ícones na defesa da música portuguesa.

P.S2 A Antena3 é uma rádio pública e até há pouco tempo fazia a Quinta dos Portugueses - 24h de música portuguesa e cantada por portugueses. Além disso promovia espectáculos (mensais, salvo erro) de revelações portuguesas - completamente gratuitos. Cumpria a lei, indiscutivelmente.

Di disse...

Boa tarde!
Sou finalista em Comunicação Cultural e uma ávida consumidora de musica. Realmente, na minha opinão a maior falha q noto na musica portuguesa é uma falha de variedade. Hoje em dia quando ouvimos musica de outros países existe sempre um género base, mas com algumas alterações q tornam os sons unicos. Essas coisas não acontecem em Portugal, quando acontecem são muito reconhecidas, como é o caso dos Buraka Som Sistema que, não agradando a toda a gente têm q ser reconhecidos pelo que fizeram pela musica portuguesa/africana a nível nacional e internacional. É isto q tem q ser incentivado e não grupos efémeros, sem criatividade, criados em novelas.
Quanto aos downloads, legais ou ilegais, parecem-me inevitáveis. Convinhamos q por mais q se respeite os musicos, a crise económica em Portugal não permite comprar CD's a cerca de 17 euros ou mais. Há q considerar os preços quando se quer combater a pirataria...

Obrigada

Catarina disse...

Penso que não devemos ser fundamentalistas. Como foi dito logo no início do programa, existem diferentes públicos para diferentes estilos de música. Eu, por exemplo, tenho como estilo de música favorito o rock e o metal. Ora o mundo habituou-se a ouvir estes estilos de música em inglês, com as bandas americanas e britânicas, portanto talvez pareça fazer sentido continuar com essa opção, pois acaba por fazer sentido musicalmente, já para não falar da universalidade inegável da língua inglesa; isto independentemente da nacionalidade das bandas. O mesmo penso que pode ser dito para o jazz, género que também aprecio bastante, dando como exemplos artistas como Frank Sinatra ou Nat King Cole. Por outro lado, não gosto de kuduro ou kizomba, música popular brasileira ou música popular portuguesa, pois são estilos com que não me identifico de forma alguma. Quanto à música portuguesa, cantada em português, também confesso que não tenho ouvido muita coisa que me agrade, de qualquer género, desde as bandas míticas dos anos 80 (e de notar que eu nasci apenas em 87).
Em última instância tudo se resume ao gosto pessoal e ao que cada pessoa considera "boa música" (o que claramente é uma definição individualizada na maioria dos casos). Depois claro temos bandas míticas que conseguem reunir gerações, o que me parece fantástico; exemplificando na área do rock e do metal, bandas como Iron Maden ou Led Zeppelin só para nomear algumas.
Uma nota quanto ao que se falou de, por norma, não existirem bandas portuguesas a fechar festivais. Gostaria de dar o exemplo do festival do Sudoeste de 2006, que foi muito bem fechado pelos Xutos e Pontapés.

Muffi disse...

Oiço bastante música Portuguesae estrangeira e, no entanto, graças ao fenómeno de passar a mesma música vezes sem conta, cada vez oiço menos rádio.
É verdade que as pessoas não vão dizer que gostam do que não conhecem, mas a rádio (ou as rádios) têm o dever de mostrar as novidades e educar os públicos senão ouvíamos sempre o mesmo.
É com muita pena que vou notando que à excepção de estações de rádio independentes e mais pequenas, a maioria das rádios tendem a passar as mesmas músicas, dos mesmos autores e intérpretes. Chegaram ao cúmulo nos últimos anos de contratarem os locutores da concorrência para lutarem pelas audiências...
Dêem-nos música. Música boa, música nova, música diversificada... E dêem-nos menos conversa e menos repetições.

Ricardo Cunha disse...

Não sei porquê mas mesmo antes de perceber Inglês já as canções escritas nesta língua me soavam melhor que as portuguesas ou de outra língua. Talvez não seja uma boa língua e termos de sonoridade aliada à cada vez mais massificação da língua inglesa e não tanto da música dos USA. Quanto à pirataria de musica acho que os ouvintes estão a vingar-se dos longos anos emque eram obrigados a comprar um cd inteiro por apenas uma ou duas músicas boas. Cheguei a conhecer lojas que retiraram os leitores porque aperceberam-se que depois de ouvir melhor o cd este já não valia o dinheiro pedido.

Venni disse...

OS ESTUDOS DE MERCADO POUCO NOS DIZEM

Sendo estudante de Mestrado em Marketing, tenho noção da necessidade dos estudos de mercado para direccionar as ofertas das estações.
O que os estudos de mercado nos dizem em última análise "é o que as massas gostam de ouvir"...o que os estudos de mercado não nos dizem é quentas são as vezes que são necessárias tocar o mesmo tema...as rádios GASTAM os temas (gastam as palavras como dizia o poeta).
O que se passa é que os responsáveis de Marketing têm uma visão ultrapassada (a meu ver)daquilo que podem oferecer aos públicos...arriscam muito pouco e são muito pouco criativos.
O Henrique Amaro falou numa coisa importante:
- as pessoas gostam de saber dos seus artistas;
- gostam de ouvi-los falar dos seus trabalhos, do processo criativo;
- quanto é o tempo que as rádios dedicam aos autores (e digo autores incluindo os intérpretes, mas também os compositores e os poetas...);
- para quando um espaço nas rádios para EDUCAR (pelo recurso ao passado que tanta coisa boa teve) para a música/cultura portuguesa?...onde se oiça Lara Li (que tem das vozes mais bonitas d a música portuguesa e foi um prazer revê-la no espectáculo de homenagem à Simone de Oliveira);
- onde se possa ouvir Paulo de Carvalho, o de ontem (do do "Amor sem Palavras");
- que rádio passa CRISTINA BRANCO?...

Enfim, este é o cenário nas rádios....se passarmos à televisão, entre um pobre (e à anos estático) TOP+ nada existe...que saudades do meu velhino "Europe Contdown" nas tardes da RTP.

Um bem-haja

Venâncio Gomes

hugo15! disse...

Tenho muita pena que os joven andem ouvir musica de disco sem sentido...este top que á pouco mostraram...TODAS MUSICAS COMERCIAIS para a criançada toda..ouçam red hot jimi henrix ,sting ,carlos paredes ,david fonseca, ornatos violeta..humanos..

Ana Ribeiro disse...

Pedro Miguel Simões Oliveira, a filtragem da música será feita naturalmente.NUNCA PELA CENSURA
Todos nós fazemos filtragem ao escolhermos o que consumimos, ou melhor, desfrutamos.
E isto verifica-se a todos os níveis.
O QUE È NECESSARIO É DIVULGAR E EDUCAR. NUNCA CENSURAR!
TODOS NÓS, SE NÃO FORMOS INCULTOS, SABEREMOS E DEVEREMOS PODER, ESCOLHER AQUILO DE QUE GOSTAMOS

Ny disse...

Boa Tarde a todos!

Tenho 19 anos e sei bem que a minha geração não tem hábitos que eu no que diz respeito á musica... e claro a importância que dá à musica portuguesa. Somos uma geração muito influenciada e infelizmente tudo o que é comercial é o que se ouve.. digo isto não por a musica comercial ser má, mas porque acho que toda a musica tem de ser explorada e tem de ser ouvida. A musica nao nos influencia só quanto lazer, mas como conhecimento e cultura. A musica abre os nossos horizontes!
Respondendo à pergunta base...
Gosto de todo o tipo de música, geralmente descubro a musica por acaso e vou gostando... Na minha lista de vícios... gosto de musica portuguesa, francesa e norte –americana...
Nomes, nomes... gosto de Michael Bublé... uma novo artista que esta abrir os horizontes aos mais jovens do que foi a música dos grandes clássicos americanos com um toque de jazz. Portuguesa, Tiago Bettencourt, Sugarleaf, Rui Veloso, Xutos e Pontapes e muito muito mais...
Musica francesa, Christophe Mae .. Emmanuel Moite.. etc...


A mensagem que queria deixar era: já que estamos num mundo global.. temos de ver se deixamos de nos influenciar não só pelo o que nos dão e pelo o que nos fazem ouvir.. temos ser NÓS a escolher a qualidade..temos ser nos a ir ao encontro da musica! Pesquisar, procurar, trocar...a musica é isso .. é ouvir gostar e aconselhar a um amigo .. a MUSICA tem DE SER PARTILHADA!!!

Ricardo de Oliveira disse...

O que está em questão: a música portuguesa ou os profissionais da música portuguesa?
Faço esta pergunta pois tenho dificuldade em definir a música portuguesa. É o Fado, Tony Carreira, Quim Barreiros, Just Girls?
Onde insere o vasto número de cantores que expressão em inglês? É música portuguesa?

Pedro Miguel Simões Oliveira disse...

Sim, mas estamos a chegar ao mesmo ponto, Ana Ribeiro, o problema é que se não houver sequer maneira de o público conseguir conhecer certos artistas... como vamos fazer? porque raio a música pior tem que ter mais divulgação e mais oportunidades do que os "pequeninos" que muitas vezes nem conseguem editar os seus albuns?

Se não houver maneira de as pessoas conhecerem, não há maneira de escolher. Eu nunca falei em censura.

Rute disse...

Grande Fernanda, um beijão. Aqui é o Jaimão, sim o próprio. Grande abraço para o Alvim e para o Carlos do Carmo que considero um ícone. Apesar de eu ser um mau exemplo na música portuguesa, para quem me conhece sabe bem o porquê, penso que o meu método de trabalho resulta.
Vivo há cerca de 11 anos de espectáculos, junto do público, é daí que vem o dinheiro para o meu dia-a-dia. Quanto a promoção, aproveito e penso que bem a internet. Não vendo discos, porque produzo e distribuo o que faço gratuitamente no meu site, e logicamente que é impensável promover-me pelos media. Mas como se falou aí, a coisa faz-se passo a passo, e os artistas têm de se deixar de vedetismos e imposições quanto aos locais onde actuam e quanto às exigências que fazem. A música tem de ser fundamentalmente paixão e gosto pelo que se faz e prazer em estar com quem paga para nos ouvir. Cada vez mais os artistas têm de lutar por si próprios, é o futuro.

Filipe disse...

saudaçoes! é com grande orgulho q digo q ouço musica em portugues.n em portugues d Portugal mas portugues brasileiro, nomeadamente samba, pagode, bossa nova, rap e rock (80's). porquê? porque quando comecei a ouvir Marcelo D2, tive a preocupaçao de prestar atençao às suas letras onde ele faz uma verdadeira apologia à musica brasileira, ou aos "arquitectos da musica brasileira" como ele diz frequentemente, e a partir daí fui pesquisar por mais nomes da musica brasileira. Penso que isto nao acontece com a maior parte dos jovens de hoje em dia, pois esses mesmos jovens "metem-se" a ouvir musica, na maoir parte provida dos EUA, e mais recentemente da Alemanha, nomeadamente Tokio Hotel. Ora jovens que muitas vezes nem sabem fazer uma frase em ingles, como sera possivel perceber aquilo q ouvem?? eu penso que alguns ouvem musica em ingles porque gostam da harmonia, outros simplesmente pela letra, e uma grande parte apenas e simplesmente porque está na moda (!!). e aqui reside o grande problema desta estoria toda, na minha opiniao. eu penso q o peoblema n é a falta de consumo de musica nacional, mas sim a falta de personalidade dos nossos jovens, que ouvem apenas "porque sim", o que acaba por implicar a falta de cultura dos jovens (desculpem a repetiçao). e a culpa disto n é nada mais nada menos do que das radios e ate da MTV. por nao divulgar a nossa cultura. obrigado pela atençao.

Rui Valente disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Ribeiro disse...

FICO CONTENTE PELA REFERÊNCIA FINAL À MÚSICA PORTUGUESA NÃO CANTADA.
É que o programa não era sobre Fado

eduardo disse...

Devo dizer que é uma pena não se ouvir mais musica portuguesa e ela ter a chance de ela vadiar pela a europa, como a europa tem o direito de vir ca, falo tanto das grandes bandas como das pequenas, das quais destaco bandas como Esteban Device, os Bypass e tantas outras bandas do underground que dão cartas por este nosso pais,
mas como tudo só depende de nós.

toneves disse...

No fundo, todos temos as nossas preferências e somos influênciados pela cultura e meio onde vivemos.

A música é apenas mais uma dessas componentes de cultura. Como a cultura não é algo estático nem imutável, também os gostos músicais não o são e estão, assim, em constante mudança. Cabe à música portuguesa (de todos os géneros) tentar acompanhar essa evolução.

João disse...

Boa tarde!
Já que o tema é sobre musica, alguem sabe qual é a musica que é passada a quando do termino do programa ?

eduardo disse...

se for a mesma de sempre e eu não tiver em erro é um excerto da "sinner man" da grande nina simone

Miguel Silva disse...

Oiço muita música mas não nas radios nacionais. Nela só oiço mesmo as notícias e os talk shows (parabéns por isso Alvim!). Nas rádios passa exaustivamente sempre a mesma coisa apesar da quantidade e qualidade hj existentes. simplesmente ng se arrisca a perder público! daí eu usar serviços de rádio online como o Pandora e afins, são mesmo inovadores e muito bons! e qualquer dia só oiço mesmo os podcasts em vez dos programas em directo.

Hoje em dia há muita musica disponivel na internet e isso causa entropia! dificuldades em escolher, acompanhar ou sequer
memorizar coisas novas (terei principios de alzheimer?)! mas ter muita oferta é bom... somos sem dúvida a geração mais musical! e ajuda muito a aguentar o stress do dia (transito, trabalho, etc.)

Gostava de ouvir sons mais variados "por aí". Desde World Music a outros géneros. Sempre o mesmo RNB já chateia.

Parabéns pelo programa!

Maria disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lady_blogger disse...

Olha João, a música é mesmo essa que o Eduardo te disse, e acho que eu mesma já a terei mencionado num outro programa SC.

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...

Ao Jaimão:

Tu hoje aqui no blog apresentas-te como Rute?
Eu conheço um versão "hot" duma canção do Noddy... e a sua criação é atribuida a um Jaimão. Foste tu que concebeste esta nova letra?

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...

Prezada equipa do SC, hoje isto está a ser spamado. Tenham isso em atenção, pois tal pode provocar o mesmo que no outro dia em que nem se conseguia aceder ao blog.

CC

Maria Mendes