terça-feira, março 16

Apertar o cinto é inevitável?

Congelar os vencimentos dos funcionários públicos, aumentar impostos ou reduzir os benefícios fiscais, cortar em 5% os vencimentos, cativar o 13º mês – não há oráculo da economia que não vaticine a aplicação de uma destas medidas, ou de outras ainda mais draconianas, para impedir Portugal de se tornar numa Grécia ao nível económico. Mas são mesmo necessárias medidas de redução da despesa do Estado que mexam com as finanças dos trabalhadores? Estamos de facto a viver acima das nossas possibilidades? Quem garante que as medidas que vierem a ser tomadas são suficientes?


Convidados:
Nuno Fernandes Thomaz
, Gestor, Membro da ACEGE e Vice-Presidente Fórum para a Competitividade
António Godinho, Consultor financeiro e economista, Vice-Presidente da Associação de Consultores Financeiros
Paulo Marques, Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos-Lisboa
Luís Ferreira Lopes, Jornalista e editor de economia da Sic e autor do livro Seja mais esperto do que a crise

28 comentários:

João José disse...

Bem desde que me conheço com 44 anos de idade que oiço falar em aperta o cinto, então em Portugal com os ordenados vergonhosos que são pagos aos gestores de empresa publicas e as respectivas mordomias, com certeza de que assim nunca deixaremos de apertar o cinto, e o problema não é acabar com os ricos mas sim com os pobres, como é que um País que tem 900 anos e historia e teve meio mundo está na condição que está, os lucros da banca astronómicos e não pagam a taxa efectiva de 25% de IRC, acho mesmo e juntamente com esta mentalidade de cultura de laxismo e despesismo e sempre os mesmos a pagarem ou melhor é não usar cinto.

João José disse...

E ainda mais as entidades reguladoras onde estão e a afazer o quê então os Senhores que trabalham na União Europeia que só os ordenados para pagar os mesmo não há dinheiro que chegue o que andaram a fazer para deixar que a Grécia chegasse ao ponto que chegou só podem ter sido coniventes e nos Estados Unidos o Senhor Obama já não se fala do mesmo há não sei quanto tempo, pois é a ilusão está à mostra, ele não manda quem manda são os poderosos da Guerra, Laboratórios e afins.

ZELIA disse...

Algo tem de ser feito, mas pergunto se esta situação que agora vivemos não é anterior à tão falada crise?
Porque o acesso fácil ao crédito em anos anteriores não terá sido excessivo? Não terá de haver uma educação para a gestão orçamental das próprias famílias?
E em termos práticos, como é que este PEC afeta uma família portuguesa (refiro-me obviamente aos escalões médio e baixo).
Bom programa.

ﻣﺤﻤﺪ Rachid disse...

Essas medidas "de apertar o cinto", vão incomodar muitos Portugueses, mas são mesmo necessárias para enfrentar o grande défice. Acho que tinhamos duas alternativas, ou aplicar essas medidads que custarão tanto aos trabalhadores, ou teriamos outra alternativa: o estado iria despedir mais funcionários públicos e também Portugal corria o risco de ser um Estado falido.
Concordo também com o aumento de impostos.
acho que os sindicatos estão mais precupados com aqueles funcionários públicos que ganham um salário superios a mil Euros, enquanto eles esquecem que a crise deixou centenas de milhares sem emprego (esses já não tem sindicato)

Pedro disse...

Vamos apertar o cinto. Ninguém tem dúvida. Mas vamos apertar o cinto numa altura em que se discute a atrbuição de simpáticos prémios aos administradores da REN. Será isto justo?
E quem fala na REN fala noutras empresas!

Partido de Todos os Portugueses disse...

A pergunta que deve ser feita é:

O Governo tem legitimidade para impor o PEC?

Os Portugueses votaram estas medidas?

Nas eleições prometeram não aumentar os impostos!

PEC - Plano para Efectivar a Crise.

Em 2010, o PEC é que vai impor a crise aos Portugueses!

No geverno passado tinham prometido não aumentar os impostos e o IVA de 19 para 21%!

Quanto é que vai ser o aumento efectivo do IRS para os Portugueses?

Referendar o PEC! Só assim terá alguma legitimidade. Senão é puro roubo de dignidade dos Portugueses para dar a alguns...

Quanto é que o PENEDOS vai ganhar com a REN?

Pedro disse...

Não me vou alongar e, por isso, coloco apenas esta questão: e se o PEC falhar? Como ficará o país? Os portugueses vão pagar mais impostos?

Obrigado

Sylvie disse...

Acho que o nossa actual sociedade quer mostrar aos outros um nível de vida mais elevado do que tem na realidade!
Conheço pessoas que têm mais que um emprego e andam mortas de cansaço só para poder pagar as coisas materiais que têm (tais como plasmas, tv cabo com n sei qts canais e q nem têm tempo para ver), carros, Iphones, férias no algarve e qd n é lá fora, enfim...etc, etc).

Juan disse...

Algo que já devia ter sido criado há mais tempo era uma base geral de contribuintes no que concerne a empréstimos ou dividas privadas.
por exemplo, devia existir um "banco Central" que detinha o numero de contribuinte com os actuais encargos e aí aprovava ou não determinados novos encargos ou empréstimos por parte das empresas de crédito pois estas continuam a engordar com esta "lacuna" do Estado...

Isto iria certamente acabar com o endividamento privado e também de outra forma erradicava o consumismo excessivo.

Vitória disse...

Pede-se muito ao cidadão (e bem), para controlar as suas despesas. Gostaria que alguém me explicasse, porque é que não se limita a importação de artigos de luxo, já que estes são significativos no desiquilibrio da balança de pagamento?
Nós temos que decidir o que queremos. todos exigimos: mais medicamentos comparticipados e com maoior comparticipação; mais actos médicos comparticipados e depois gritamos que estamos a gastar muito e exigimos que nos expliquem porquê?
É certo que se devem presseguir os contribuintes faltosos, mas concordo com o esclão dos 45%.
O estado somos todos nós! Dizem aí os convidados. Mas parece que não eu faço desconto há 40 anos, agora de 1/3 do vencimento e o governo decidiu sem consultar os contribuintes o apoio que dá aos bancos que ameaçam falência.

Juan disse...

Luis Tiago - Cacém

Maria disse...

Criaram-nos as expectativas q alcancaríamos um padrão de qlidade de vida, semelhante aos pares europeus mais "equilibrados" e óbvio q perante a realidade e igualm/ fruto de uma ineficiente gestão de politicas dos anos,e ultimas decadas, onde poderiamos desaguar? Nesta realidade e se crescermos 1% é no fundo crescimento.... logo há q apenas saber gerir essa GRANDE frustração q nos foi incutida de termos uma melhor qlidade de vida, sem ter em conta n variavéis do sermos portugueses com atrasos estruturais enormes como a tão falada ILECTRACIA finaceira! Mas em 74 qtas pessoas tinham acesso ao ensino???

Mas enfim intervenho pq me irritou de sobremaneira a v/ peça de compras no supermercado. Mas, q passagem de informações mais DESINFORMATIVAS!!!!!

Em 1º lugar a escolha: Corte Inglês q qquer portugues sabe q apresenta os preços mais altos e só é frequentado por certa classe!!

NUNCA ~será dado adqurido q comprar a granel/versus ensacada, será a melhor opção para a n/ bolsa!!! Andar c maquina de calcular?? È de rir! Concerteza q há q se ter atenção SEMPRE ao preço KILO mais q OBVIO, mas não nos tomem por idiotas, passe a expressão! De seguida e depende das superficies, o cuidado/atenção q se terá de ter são de facto q em certos certos dias da semana, em q os preços dos bens essenciais apresentam quebras q valem a pena e ter-se-a de ter atençãoaos mesmos!!! Pq o que me é dado assistir é q- os preços aos fins-de semana, nesses bens são sempre superiores, apenas os acessorios q se apresentam "tentatórios" baixam!! Desde as chamadas Lojas Alimentares às grandes superficies, hje em dia será uma nova perigrinação por mais q uma vez semanal na ida a esses locais tendo em conta se o beneficio da deslocação compensa! Homessa, por favor não induzem as pessoas com rubricas como essa! Sp a eterna "paternalidade" sobre nós como não soubessemos pensar/reflectir. ôbvio q se impõe informação, como hje a estão a fazer sobre o PEC, mas q fazer? continuar-se a, no fundo, "malhar" nos erros do passado q cabem à sociedade civil q nunca foi interveniente nem incentivada para isso? Interessante q apareçam agora neste grave contexto economico grandes "pensadores" debitando os erros do passado, e onde estavam a dar a sua voz qdo se impunha?

Fala ag do sismo, pois já lá irão mais de vinte anos, o meu marido trabalhava no LNEC eng especialista, qdo este era um referencial e na altura já se faziam estudos sobre o impacto dos sismos nas estruturas das habitações!!

Homessa , mtos responsáveis cometeram e cometem erros q se pagam de forma altissima , espelhados nos Portugueses!! E , reafirmando o q acima dizia, onde pairavam estas pessoas q ag "avaliam" o q já se passou?

Tv se as TVs não passsassem tantas telenovelas q são shares de audiencias, logo acrescimo de publicidade, e introduzissem informação apelativa, haveria mais informação e regressando as idas ao supermaercado, mta gente iria na semana em detrimento da agenda das telenovelas! No fundo os medias condicionam e mto as opções dos portugueses!!

Nota: não sou partidária

Maria Ramalho

João José disse...

Ainda outra situação apesar de nós cidadãos termos alguma culpa principalmente em votar em pessoas incompetentes, mas foram as mesmas e também o senhores economistas que nos deixaram ir para o buraco mundial onde estamos insisto os reguladores onde estavam.

Sociedade Civil disse...

"Estou a seguir o V. programa com muito interesse.
Na perspectiva o Estado somos todos nós" como podemos contribuir, de uma forma decisiva para uma verdadeira reforma do Estado: maior rigor, menos desperdício, reforma das instituições , nomeadamente Assembleia da República - menos e melhores deputados, governos mais pequenos, sérios e eficientes, etc.....

Maria Teresa Penha"

(via e-mail)

Maria disse...

Em Portugal sempre ouvi reclamar muito de todos os aumentos, inclusivé os dos salários que nunca são suficientes.
No entanto, como um dos paises mais pobres da europa, vejo sempre os cafés cheios (de manhã a grande maioria vai tomar o pequeno almoço fora de casa) e os restaurantes, porque a grande maioria de quem trabalha não passa sem uma boa refeição num restaurante.
Nos países mais "ricos" da europa, como seja a Suiça, a Alemanha ou a Holanda, as pessoas tomam o pequeno almoço (mais saudavel) em casa e a grande maioria leva sandes e fruta para o almoço no emprego.
Há outra caracteristica bem tipica dos portugueses, que é a de viverem sistematicamente acima das suas capacidades economicas (com o respectivo sobreendividamento); é a competição pela melhor casa, pelo melhor carro, pelas melhores roupas, competição essa que se trava com o vizinho do lado, o colega do emprego, o familiar...´´e o viver para o exterior em que ninguem se quer ficar atrás do outro.~
No entanto, vejo que essas mesmas pessoas não compram livros, ou quase não compram (nem sequer para os filhos); isto se calhar também é um retrato de uma forma caracteristica de estar na vida própria do povo portugues...mas queixam-se sempre que o dinheiro é curto...e que a culpa é dos sucessivos governos, mas se calhar a culpa é também muito da mentalidade...

Sociedade Civil disse...

"Os empresarios Portugueses sao autenticos herois dentro da conjutura nacional, mas o seu crescimento e limitado...razao pela qual todos aqueles que por via das circunstancias tiveram que deixar Portugal criaram autenticos imperios no estrangeiro. Isto quer dizer que os Portugueses tem muito valor.

E porque nao em Portugal??"

José Vasques Osório

(via e-mail)

BZ disse...

Praticamente todas as medidas do PEC são temporárias (ex: funcionários públicos nunca aceitarão perpétuo congelamento dos salários). O Governo aposta é na eventual saída da recessão para que as receitas fiscais aumentem e o défice orçamental se reduza.

Mas a crise portuguesa começa a ser cada vez mais semelhante à chamada "década perdida" no Japão dos anos 90...

Sociedade Civil disse...

O supermercado para filmar a nossa reportagem serviu APENAS como cenário. Não serve de publicidade ao mesmo- não usamos os preços desse supermercado; foi uma mera questão de produção devido à proximidade deste supermercado em relação à localização da nossa convidada.

Ramiro disse...

Gostava de esclarecer que os apoios para ILE estão fechados desde 4 de Dezembro.Desde então não há data prevista para reabertura das candidaturas.Quero saber porque razão um programa estabelecido para 2007/2013 é "parado" a meio da execução?

risco disse...

Porque não se acaba com os off shores?

risco disse...

Onde querem que aperte o cinto? No pescoço?

Maria disse...

De acordo João José: entidades reguladoras ehehe, são miragem... basta ver por ex as conclusões do Tribunal de Contas e as empresas visadas a recorrerem!! Então pra q se criou aquela moldura essencial do Tribunal de Contas se as empresas tem meios sp de discordar? Acho inacreditável q essa Entidade seja constantem/ questionada, se no fundo o trabalho q executa são sobre contas e a todos nós diz respeito?

Este foi um exemplo, mas as entidades q supostamente velam plos nossos interesses: Anacons, ISP,( instituto de seguros de portugal) etcs, se reclamos somos tidos por "piratas" e gente de má-fé, recebe-se sp uma cartinha de resposta, qdo se recebe, mto tardia e parece "xapa à 4" da ultima reclamação q teremos eventualm/ feito!! Reclamar-se por ex, nas finaças, só com um curso de TEATRO , hahahha, para aboservermos com bonomia os disparates e exaltação de que somos logo alvo!!

Falar verdade? Ouço um sr do pianel referir... sim, mas para a falar é sobretudo fundamental q estas instituições nos vejam como cidadaõs com deveres e direitos , pque no fundo se estas instituições existem, é resultante da n/ existencia!

Maria Ramalho

Fernando disse...

Como foi dito agora o exemplo deve vir de cima. A liderança deve surgir na base mas com as atitudes do líder.
Não me pareçe que a liderança deste país com tanto caso obscuro às costas seja exemplo para ninguém.
O país precisa de gente que produza e não de esponjas que se colocam em todas as frentes.
Eu sugeria, como aliás foi já sugerido que os líderes cortem nas despesas que produzem, e depois estão em condições de pedir ao povo que os siga.
Fernando Pires - Branca

Sylvie disse...

@Maria
Estou completamente de acordo consigo.

João José disse...

Muito Boa Tarde.

Exmos. (as) Srs. (as),

Com os meus e mais respeitosos cumprimentos.

Como cidadão comum, cívico, participativo, eleitor e contribuinte, venho por esta vai apoias incondicionalmente estas iniciativas, mas as mesmas ao principio e como atitude e postura de cultura de mentalidade dos Portugueses e não é pessimismo mas sim realismo, e podem dizer se ninguém fizer nada com certeza, só pergunto o “E DEPOIS” como fica para o ano volta-se a limpar e todos os anos, ou deveria se apostar fortemente na fiscalização e prevenção, infelizmente eu sei e tenho experiência de como acabam estas situações, dou um exemplo já oiço falar das poluição das suiniculturas quase desde que nasci, há mais de 40 anos, se não educarmos os nossos filhos a ter educação, respeito e consideração, lamento para o ano estarmos novamente a limpar Portugal.

Ficando assim e, deste modo na melhor das expectativas de poder a vir ser merecedor, das mais prezadas e favoráveis noticias por parte de V.Exas., entretanto subscrevo-me com alta estima e elevada consideração.

Um Bem-haja.
Renovados e Respeitosos Cumprimentos.
Sempre ao Dispor.
Do Cidadão Comum, Cívico, Participativo, Eleitor e Contribuinte
Atenciosamente.
João Fael.

2010-03-16

Sociedade Civil disse...

"Em Portugal sempre ouvi reclamar muito de todos os aumentos, inclusivé os dos salários que nunca são suficientes.
No entanto, como um dos paises mais pobres da europa, vejo sempre os cafés cheios (de manhã a grande maioria vai tomar o pequeno almoço fora de casa) e os restaurantes, porque a grande maioria de quem trabalha não passa sem uma boa refeição num restaurante.
Nos países mais "ricos" da europa, como seja a Suiça, a Alemanha ou a Holanda, as pessoas tomam o pequeno almoço (mais saudavel) em casa e a grande maioria leva sandes e fruta para o almoço no emprego.
Há outra caracteristica bem tipica dos portugueses, que é a de viverem sistematicamente acima das suas capacidades economicas (com o respectivo sobreendividamento); é a competição pela melhor casa, pelo melhor carro, pelas melhores roupas, competição essa que se trava com o vizinho do lado, o colega do emprego, o familiar...é o viver para o exterior em que ninguem se quer ficar atrás do outro.
No entanto, vejo que essas mesmas pessoas não compram livros, ou quase não compram (nem sequer para os filhos); isto se calhar também é um retrato de uma forma caracteristica de estar na vida própria do povo portugues...mas queixam-se sempre que o dinheiro é curto...e que a culpa é dos sucessivos governos, mas se calhar a culpa é também muito da mentalidade...o "show-off""

Claudette Jager
(via e-mail)

Maria disse...

SOCIEDADE CIVIL: registo a v/ resposta. Ok e até aceito por questão de proximidade q a mini reportagem tenha sido feita onde foi. Mas se me permite, SOCIEDADE CIVIL, acho q o q tentei transmitir, centrou-se no conteudo dessa v/ peça, salvo melhor opinião. E se outra opinião existir q aceito, na BOA, q ma digam, pois com anos de vida em idas a essas superficeis, em q as m/ "estrategiaas" de compra tiveram q se ir adaptando as realidades da "agressividade" das mesmas!!! Não são dados adquiridos o q a peça transmitiu, e com a introdução de uma maquina de calcular (!!!) e julgo q foi esse o meu objectivo. Seria mto mais interessante q essas superficeis tivessem e julgo q se não erro, é legalm/ uma imposição, q os preços estejam marcados CLARAMENTE e ao kilo/peça etc..!! Essa Postura por parte das superficies é q deveria ser objecto de REFERENCIA na respectiva peça! Julgo eu!Esclarecia, não? Saberiamos então, se é na realidade uma imposição legal e com esse dado caso nos deparassemos com uma situação menos claros, estarimaos habilitados a registar a reclamção no respectivo livro!

Mas SOCIEDADE CIVIL é um dos poucos programas q pautuo como de QUALIDADE, e q sp q posso vejo em directo ou em podcast, depende do tema . Se a Fernanda comete eventuais erros, tb/ aceita as criticas :-) mesmo as q sejam como a minha, tv, tomadas, quiçá , "higienica" hahah

Gramei receber o v/ feed-back, sinal plo menos q nos leem e daí existir, uma eventual compilação de dados interessantes :-)
Inté
maria Ramalho

Maria disse...

CLUDETTE JAGGER

Desculpe discordar do q escreve sobre Alemanha, Holanda Suiça! Os pequenos almoços são mtos deles feitos em casa, sobretudo se há crinças. Mas são pequenos almoços q em nada se assemelham aos continentais ( dai até os hoteis se refirem a essa opção)onde carnes frias, bacone ovo frito, ombreando com variadissimas carnes frias, frutas yogurte, cerais de diversas composição, sumos variados, pães, chás, sei lá..uma olhar q por si, portugueses nada habituados a semelhante cenário, só nos "enche" logo :-)

Curioso isso sim, é q imensos tecnicos, trabalhadores, aproveitam e marcam em hoteis, dou o ex do Van der Valk,e podia dar outros a tomada do pequeno almoço pra se reunirem em trabalho e quiçá fecharem negócios ou iniciá-los.

Após um pequeno almoço tão equilibrado e com tantas colorias, acho q lhes é dificil carregarem sandes p/ o Almoço?? Ms estas são sp acompanhadas por uma peça de fruta... Mas os cafes, por lá tb/ são objecto de mtas idas de muitas gente sobretudo para a ingestão de bolos e ou chocoltaes com chá :-) Foi o q de facto observei... lidando com familias e não só.

Entrratnto dê uma reflexão à dieta alimentar em Inglaterra e se tiver paciencia veja o trabalho do chefe Olivier aquele jovem cozinheiro q pretende alterar todo esse universo :-)

Dantes e ainda hje pode ter a certeza q mtas familais usam as velhas "marmitas" ag termos para se alimentarem ao almoço.. E não será desoportuno afirmar q os estrangeiros q nos visitam adoram por demais a nossa gastromia genuina :-)

Bye
Maria Ramalho