sexta-feira, junho 25

Férias cá dentro

Independentemente de ser ou não patriótico optar por férias em território nacional em vez do estrangeiro, importa saber o que tem Portugal para oferecer. É isso que propomos neste Sociedade Civil: um roteiro de sugestões para todos os gostos. Praia ou campo, praia de mar ou praia fluvial, relax ou aventura. E mais importante: quanto custa. Onde e como fazer férias económicas? Alugar casa ou ir para um resort? Onde acampar com qualidade? Que bens e serviços aumentam nas zonas de veraneio?

Convidados:
António Quina
, Diretor-geral e fundador "A vida é Bela"
Paulo Canário, Fundação Inatel
António Padeira, Direção de Promoção do Turismo de Portugal
Susana Albuquerque, Secretária-geral da Asfac

7 comentários:

martinz disse...

Vi no outro dia packs a vida é bela com alojamento nos açores. É um sitio q não conheço e gostava de conhecer, mas o valor da viagem é impeditivo. Pq não podem existir voos low cost p os açores de modo a incentivar este destino de férias?

Gonçalo disse...

Como empresa q vende “Turismo”, sentem que os preços estão a acompanhar a situação económica que vivemos, nomeadamente a nível das pequenas unidades de Turismo?

João disse...

JOÃO

Moro a 5 minutos de uma capital de distrito e quando passo pelo parque de estacionamento de entrada livre ao lado da estação de comboios da CP, vejo um parque de terra com cerca de 500 metros quadrados todo esburacado e contudo lotado todos os dias.. Mas não só, também todas as valetas em todas as direções num raio de 500 metros.
Se todas as estações da CP em todas as capitais de distrito tivessem um parque de estacionamento de 1, 2 ou 3 pisos dependendo das necessidades, em que as pessoas mediante um valor acessível a todos pudessem lá deixar a viatura, eu penso que haveria mais pessoas a utilizar o comboio e a conhecer mais Portugal sabendo que há chegada com toda a certeza a sua viatura estaria no sítio onde a deixara e intacta.

Estela Nogueira disse...

Estou a ver o vosso programa e estando aí um representante da Fundação Inatel, gostaria de saber o que devo fazer para me inscrever como associada da Fundação Inatel.

E onde e como me posso inscrever no Turismo Solidário.

Susana disse...

Boa tarde,

Estou neste momento desempregada, o meu marido ganha o ordenado minimo e temos dois filhos.

Gostaria de saber qual o Programa da Fundação INATEL de que poderei usufruir, com toda a familia, a baixo custo?

Obrigada

Susana

Antístenes disse...

Boa tarde,
como Mestre em Gestão Hoteleira que fez investigação no Reino Unido - voltei para ficar no desemprego - fico espantado com o facto de em Portugal ainda se acreditar que "temos um país fantástico" logo "temos de ter turistas".

Esta visão exarcebada das características e competências internas, não produz vantagens competitivas.
O que interessa é responder às necessidades e desejos dos mercados alvo!

Dou aqui um exemplo:
no centro de Sintra um restaurante vende "pizzas" e "hamburgers", e eu perguntei porque razão não vendiam comida portuguesa e a resposta foi:
"vendemos o que os turistas querem comer".
Logo, a comida portuguesa não interessava para rentabilizar o restaurante!

Esta atitude radical ilustra o que quero dizer.
Os turistas estarão interessados na nossa comida se forem expostos a ela de forma conveniente.
Eu fiz um ensaio em Inglaterra com comida portuguesa e os resultados foram excepcionais.

Infelizmente, ainda não pude aplicar em Portugal o que aprendi...

Pedro Alves
Mestre em Gestão Hoteleira

Dustspell disse...

O importante é salvarguardar o turismo de médio custo ou seja o turismo ao alcance das bolsas portuguesas..E quando digo salvarguardar me refiro a excelentes zonas como a costa alentejana , onde já testemunho tentativas de investimentos que só vem a prejudicar esse turismo local a longo prazo,...E como também devo mencionar o alto minho(Caminha) (EXCELENTE!), Gerês, mas como referi há que salvarguardar o turismo de baixos custos(Mas de qualidade) , ou não tarda vamos todos passar férias ao Seixal...E sem essa de patriotismo...Não abusem desse adjetivo quando foi e ainda é tão caro para muitos dos que realmente entendem o seu verdadeiro sentido...

"Ser português é não gostar de ser português, é chorar a sorte de ser português. A versão mais sofisticada do ser português faz até gala de lutar de forma, errr, quixotesca contra tudo o que possa fazê-lo sentir-se bem por ser português. Assim se explica que, em sectores influentes dados ao cepticismo pós-moderno, A Naifa não seja a pedra mais preciosa de uma qualquer portugalidade.
Pedro Gonçalves " - www.myspace.com/anaifa