sexta-feira, outubro 8

Como poupar na água?

Tal como se previu 2010 foi um ano muito quente, e apesar das chuvas intensas ocorridas durante o início do ano, no futuro prevê-se que este seja um dos fortes problemas a enfrentar.
Que impacto e que frequência terão no futuro as ondas de calor? Que mecanismos técnicos, institucionais e financeiros para gerir este grave e recorrente problema?
Os setores com impacto direto são o agrícola, o da eletricidade, o turístico, o industrial e o do abastecimento de água às populações.
Fogos que devastaram o país durante este verão, que consequências traz ao consumo de água? As políticas ambientais estão alinhadas com este problema?

Convidados:
Antónia Figueiredo, Confagri
Francisco Ferreira, Quercus
Eugénio Sequeira, Presidente da Associação Geral da LPN
Orlando Borges, Presidente do Instituto da Água

23 comentários:

Gustavo Martins disse...

Onde se podem comprar os redutores de caudal? Sou do Porto.

Gustavo Martins disse...

Onde se podem comprar os redutores de caudal na região do Porto?

jorge disse...

As Camaras Municipais atraves dos SMAS comenmtem na minha modesta opiniao uma ilegalidade de "bradar aos Ceus" pois cobram escloes de Agua por fogo/Habitaçao, ou seja um TO ou T1 tem o mesmo escalao que um T4 ou T5 de 0 a 5m3 um preço de 5 a 10 outro de 10 a 15 outro e de 15 a 25 outro de 25m3 em diante mantem-se.
Assim nao me parece justo nem legal que uma pessoa que viva só nim T1 tenha o mesmo escalao que uma familia de 4 pessoas num T3 por exemplo.
Os escaloes de Agua deviam ser conforme o numero de pessoas com domicilio fiscal naquele fogo/habitaçao e nao por fogo.
Assim o escalao de uma familia de 4 pessoas devia ser de 20m3 para cima e assim sucessivamente.
Também me parece ilegal que cobrem actual mente para alem da taxa fixa de saneamento um valor de 90% em relaçao á agua consumida, mas se alguem tiver um jardim ou pequena agricultura paga por um saneamento que nao usa os tais 90% de consumo de agua.
Parece-me inadimissivel que os veradores que nos representam nas assembleias Municipais ainda nao se tenham dado conta desta injustiça/ilegalidade que estao a cometer...
Portanto vamos todos viver para T0 ou T1s pois o escalao é o mesmo.

Jorge Canedo

jorge disse...

As Camaras Municipais atraves dos SMAS comenmtem na minha modesta opiniao uma ilegalidade de "bradar aos Ceus" pois cobram escloes de Agua por fogo/Habitaçao, ou seja um TO ou T1 tem o mesmo escalao que um T4 ou T5 de 0 a 5m3 um preço de 5 a 10 outro de 10 a 15 outro e de 15 a 25 outro de 25m3 em diante mantem-se.
Assim nao me parece justo nem legal que uma pessoa que viva só nim T1 tenha o mesmo escalao que uma familia de 4 pessoas num T3 por exemplo.
Os escaloes de Agua deviam ser conforme o numero de pessoas com domicilio fiscal naquele fogo/habitaçao e nao por fogo.
Assim o escalao de uma familia de 4 pessoas devia ser de 20m3 para cima e assim sucessivamente.
Também me parece ilegal que cobrem actual mente para alem da taxa fixa de saneamento um valor de 90% em relaçao á agua consumida, mas se alguem tiver um jardim ou pequena agricultura paga por um saneamento que nao usa os tais 90% de consumo de agua.
Parece-me inadimissivel que os veradores que nos representam nas assembleias Municipais ainda nao se tenham dado conta desta injustiça/ilegalidade que estao a cometer...
Portanto vamos todos viver para T0 ou T1s pois o escalao é o mesmo.

Jorge Canedo

pereirinha disse...

Água corrente
Há tempos e sem que me lembre bem porquê o meu filho vira-se para mim e diz-me que bebe água quando está no duche a tomar banho. Quero com isto dizer que ao tomar banho ele, e tal como eu, mete o chuveiro na boca e desata para ali a beber água até se fartar. Se for como eu é até ficar cheio.
Existe uma razão prática para tal procedimento e que tem que ver com o facto de ter de se beber água pura e simplesmente. Sendo preguiçoso, creio, o meu filho aproveita o banho para beber água. Perguntei-lhe se ele bebia a água quente que saía do chuveiro ao que ele respondeu que sim, retorquindo ainda que quente ou fria não interessava, o que interessa é beber água. O Manuel tem nove anos e diz coisas impressionantes.
Beber água quente ou relativamente quente tem as suas vantagens pois o estômago prefere recebê-la quente. É uma questão de lógica. Perguntem aos chineses. Uma pessoa que pensa como o Manuel já tem incutido um sentido prático das coisas. Já tem uma lógica formada. Percebi nesse instante que o Manuel já se defende até da sua eventual preguiça.
A irmã diz que também faz o mesmo. Ora pelos vistos já somos três. Claro que a água que vem do chuveiro não é água cristalina da fonte mas há tempos os meus filhos fizeram-me um teste pois acharam que eu andava a comprar água engarrafada desnecessariamente. Encheram dois copos com água e pediram-me para dizer qual era da torneira. Eu errei. Quando apontei o copo de água como sendo engarrafada foi por adivinhação porque de facto eu não senti diferença.
Aprendo muito com os meus filhos. E reaprendo ao dar-lhes a oportunidade de me lembrarem o que já esqueci. Eu sempre soube que é um disparate comprar água engarrafada. Mas que hei-de fazer? Às vezes esqueço-me das coisas elementares. Deixo-me levar pelo consumismo e o marketing. Claro que há águas diferentes. Uma garrafa de água de iceberg a custar cinco euros o litro tem de ser diferente por alguma razão... tem de ser... cinco euros... tem de ser.
É como o gelo que vendem nas bombas de gasolina. Há tempos havia lá uns sacos de plástico dourados com cubos de gelo que tinham escrito “edição limitada gourmet”. Fui perguntar que gelo era aquele, se tinha ouro ou qualquer coisa que justificasse o facto de ser edição limitada ao que me responderam que o gelo era o mesmo. O saco é que era diferente. Ora bolas!
E assim de repente e sem perceber bem porquê ou não, lembro-me do papel higiénico. Ultimamente há por aí marcas de papel higiénico que fazem com que limpar o rabo seja uma espécie de culto. Há-os com cheiros, motivos vários ou às cores. O papel higiénico preto por exemplo, tão na moda, não limpa, espalha. E como é preto, não se vê. Digo eu, não sei. O que sei é que eles dizem que se vende aos milhões e portanto o anormal devo ser eu que teimo em lavar o rabo com água corrente... Vou falar com o meu filho.
Beijinhos e essas coisas,


www.ricoxete.com
www.onormalanormal.blogspot.com

cristina disse...

Em relação a beber água da torneira, depende muito de onde se está. Apesar de se dizer insípida as águas têm sabores diferentes e, pessoalmente, de uma forma geral, a água da torneira não me sabe bem. Note-se que não estou a pôr em causa a qualidade de salubridade. Mas, da mesma forma que se escolhe um sumo ou um vinho, também se pode escolher uma água.

É claro que depende dos locais... Por exemplo, em S. Pedro do Sul a água da torneira chega a saber melhor que a engarrafada. A propósito disso, o festival Andanças incentiva isso mesmo, para além de efectivamente pôr em prática algumas dessas medidas de aproveitamento de águas.

ESCRITA DE LUZ disse...

Boa Tarde a todos

Estou a renovar uma casa que fica num município do distrito do Porto e em que o projecto previa o aproveitamento da água da chuvas para a utilização de rega de jardim lavagem de espaços exteriores e autoclismos. O projecto foi rejeitado, não por má concepção técnica mas porque a empresa que legaliza a distribuição da água pelos edifícios é a mesma que vende a água aos consumidores domésticos.
Estamos em Portugal e pronto...


Obrigado

Rui Cardoso

Canilho, André disse...

Penso que sou um bom utilizador da água, uma vez que tanto na utilização do autoclismo, chuveiro, etc, uso apenas o necessário, ou pouco mais.

Tenho noção que a boa utilização deste recurso, depende da educação e personalidade de cada pessoa, e se não existirem acções constantes de sensibilização, muitas destas pessoas simplesmente nem sequer vão pensar em poupar água.

Sou a favor da diferenciação dos preços entre o litoral e interior, assim como entre pequenas e grandes localidades.
Ou pelo menos, que o preço de impacto ambiental de cada região, esteja associado ao preço da água...

Manuel disse...

Tenho por hábito recolher água junto de uma fonte pública na minha área de residência onde existem algumas analisadas frequentemente. Não o faço só por uma questão de economia orçamental, mas por uma questão de consciência ambiental. Ainda ontem "perdi" 5 minutos a encher 9 garrafões de 5l, ou seja, 45 litros de água. Incomoda-me no entanto, o facto de aquela água corrente não ser aproveitada para mais nada, ficando infinitamente a correr para o desperdício, podendo ser muito bem aproveitada para outros fins.

Carlos R., Santarém disse...

é pena pk deveriam ser coisas do senso comum. o k se pode fazer, eu faço em casa como a agua do banho pra sanita, o fechar da agua. cuidados normais, penso eu... eu sei k é forte mas o meu filho dantes deixava mtas vezes a pingar, eu disse lhe k havia meninos k nao tinham pra beber... isso tocou lhe e agora é mais cuidadoso

LB disse...

Olá a todos. No Inverno passado, na zona de jardins envolvente ao Estádio Municipal de Aveiro, que é extensa, o sistema automático de rega esteve ligado dias seguidos. Mesmo depois de ter informado os Serviços Municipalizados. Que exemplo é este? Durante estes dias houve precipitação quase de forma contínua.

Luís Bastos
Aveiro

LB disse...

Olá a todos. No Inverno passado, na zona de jardins envolvente ao Estádio Municipal de Aveiro, que é extensa, o sistema automático de rega esteve ligado dias seguidos. Mesmo depois de ter informado os Serviços Municipalizados. Que exemplo é este? Durante estes dias houve precipitação quase de forma contínua.

Luís Bastos
Aveiro

Johnny disse...

Penas pesadíssimas para quem poluí a água...

Manuel disse...

Tenho por hábito recolher água junto de uma fonte pública na minha área de residência onde existem algumas analisadas frequentemente. Não o faço só por uma questão de economia orçamental, mas por uma questão de consciência ambiental. Ainda ontem "perdi" 5 minutos a encher 9 garrafões de 5l, ou seja, 45 litros de água. Incomoda-me no entanto, o facto de aquela água corrente não ser aproveitada para mais nada, ficando infinitamente a correr para o desperdício, podendo ser muito bem aproveitada para outros fins.

eufonseka disse...

Saudações!

Sempre fiz os possíveis por poupar água em casa e, com o meu exemplo, sempre transmiti a mensagem a quem me rodeia.
Nalguns países (no Brasil, por exemplo) as casas de banho são preparadas para terem, na canalização sanitária, descargas de água reciclada, identificada com um corante azul, para não desperdiçar água potável nas sanitas.
Mas as Câmaras Municipais não dão o exemplo. Já vi torneiras de rega a verter água ou a pingar abundantemente, dias seguidos. Rega automática a molhar passeios e bancos de jardim, pessoas distraídas, em vez das plantas...
Neste último feriado, vi em São João da Madeira, regarem os jardins quando tinha chovido à pouco e estava ainda a chuviscar...
Tenho visto coisas berrantes. Na escola que o meu filho frequenta há torneiras a pingar e ninguém liga!

Poupar água potável é urgente, mas os de Cima, tem de dar o exemplo...

Um abraço!

Eugénia

João M. S. Silva disse...

Coloquei esta questão ao INAG, mas ainda estou à espera de resposta:

"Tanto quanto sei, existe um grande desperdício de água nas banheiras
das residências, devido ao tempo que os esquentadores demoram a
aquecer a água para o banho.

"Se cada casa estiver equipada com um depósito de autoclismo extra e
com um simples sistema de comutação, pode aproveitar-se a água do
banho ainda fria para encher o depósito extra do autoclismo.

"Julgo que com este esquema simples se podem poupar na ordem dos
milhões de litros diários a nível nacional.

"Penso que esta ideia poderá ser tornada uma exigência no âmbito da
construção residencial a nível nacional. O custo de implementação do
sistema de base num projecto de habitação é mínimo, sendo os
benefícios claramente compensatórios, dado que o valor da água no
futuro é ainda hoje difícil de prever."

Eduardo disse...

Como poupar a água?
acho que há aind auam falta de conhecimento ou informação que damos e é dado ás pessoas, pois como todo aprendeu e sabe na escola, ensinam-nos o ciclo da água. Cujo é um ciclo increvável, pois a água nao "desaparece" se sai do nosso planeta. Pois como todo a genet sabe, a água evapora, sobe para a atmosfera, condensa-se e torna-se em "água condensada em forma de gotas de chuva". Assim sendo, torna-se de novo água, percepitando-se e caindo novamente na terra!". Assim sendo, é veridico e torna-se real, o facto de, em que a água nao extingue. Pois passa dos céus para a terra e assim sendo entra e retorna ao "ciclo da água". Um Coisa que nao está a ser feita, muito menos visualizada, e era ponto que eu queria e gostava de frizar, era que nós, pessoas, seres humanos, para nao estar a tornar Homem, nao poupa e não trata da água, arrumando e libertando certos derperdicios, alguns dos quais tóxicos e muitos poluente e prejudiciais à nossa saúde, em que muitos deles podem ser e tornam-.se cancerisnas. Aqui está a falta de noção de conhecimento do Homem, em que se vai libertar de quimicos, os quais alguns deles sao os detergentes, sabões, sabonetes, champôs, amaciadores e toda essa exurbitante quantidade de produtos que existem para "embelezar" o homem. Assim como muitos outros produtos tais como derivados do consumo industrial. Pois é torna-se verdade e é veridico que, nós, o Homem nao tem, noção da real poluição e contaminação e exagero na utilização desses certos e determinados produtos os quais uma pessoa puxa o autoclismo ou abre a torneira do bidé ou da banca e deixa de pensar neles. A nossa contaminação começa a onde a dos outros acaba. Pois julgamos que ela corre pelo canos e se deterioriza ou fica sem esses produtos, e deixam de existir. Passando assim a entrar no ciclo natural biológica da água. Como tal, ela nao desaparece, assim como esses produtos. Pois eles sao consumidos por e pelos animais, que nos dao como alimentação, e que sao alimentados e dão-lhes a beber água e correr nos rios, e desaguam no mar.
A parte em que o Homem, nós nao tem ou nao temos noção, é que ela é paga, taxada e posta à venda com o proposito de nao desperdiçar àgua, para nao a "desperdiçar", acabando por se esquecer que a está a contaminar e po-la para nao consumo. Torna-se verdadeiramente irreal o facto do nós, os seres humanos, pessoas, andamos aqui a estragar a água toda e a desperdiçar materiais na produção de materias de limpeza e desinfecção da agua. Torna-se impropria para o Homem, que estraga e destroi o consumo e o ciclo da agua acabando por enxer o "bolso" e deixando a água com sabor e gosto a cano de esgoto. Torna-se veridico que o Homem gasta água sem entender o seu consumo e o facto, a função da água esta aqui. O que deixa algumas pessoas furiosas e de facto frustadas. Torna-se verdade, nao saber da verdade do que estamos aqui a fazer.

MS-SKY disse...

Mais giro do que ver o jardins a serem regados conjuntamente com as estradas, é nos dias como hoje(em Coimbra), está a chover e alguns locais estarem a ser regados. À uns anos realizei um projecto "Sistema de Telegestão de Rega em Espaço Urbano" em que o pretendido era realizar a gestão da rega com informações meteorológicas. Foi um projecto para a gaveta. Considero que não existe vontade e se calhar também não existe orçamento.

Eduardo disse...

Como poupar a água?
acho que há aind auam falta de conhecimento ou informação que damos e é dado ás pessoas, pois como todo aprendeu e sabe na escola, ensinam-nos o ciclo da água. Cujo é um ciclo increvável, pois a água nao "desaparece" se sai do nosso planeta. Pois como todo a genet sabe, a água evapora, sobe para a atmosfera, condensa-se e torna-se em "água condensada em forma de gotas de chuva". Assim sendo, torna-se de novo água, percepitando-se e caindo novamente na terra!". Assim sendo, é veridico e torna-se real, o facto de, em que a água nao extingue. Pois passa dos céus para a terra e assim sendo entra e retorna ao "ciclo da água". Um Coisa que nao está a ser feita, muito menos visualizada, e era ponto que eu queria e gostava de frizar, era que nós, pessoas, seres humanos, para nao estar a tornar Homem, nao poupa e não trata da água, arrumando e libertando certos derperdicios, alguns dos quais tóxicos e muitos poluente e prejudiciais à nossa saúde, em que muitos deles podem ser e tornam-.se cancerisnas. Aqui está a falta de noção de conhecimento do Homem, em que se vai libertar de quimicos, os quais alguns deles sao os detergentes, sabões, sabonetes, champôs, amaciadores e toda essa exurbitante quantidade de produtos que existem para "embelezar" o homem. (...) Como tal, ela nao desaparece, assim como esses produtos. Pois eles sao consumidos por e pelos animais, que nos dao como alimentação, e que sao alimentados e dão-lhes a beber água e correr nos rios, e desaguam no mar.
A parte em que o Homem, nós nao tem ou nao temos noção, é que ela é paga, taxada e posta à venda com o proposito de nao desperdiçar àgua, para nao a "desperdiçar", acabando por se esquecer que a está a contaminar e po-la para nao consumo. Torna-se verdadeiramente irreal o facto do nós, os seres humanos, pessoas, andamos aqui a estragar a água toda e a desperdiçar materiais na produção de materias de limpeza e desinfecção da agua. Torna-se impropria para o Homem, que estraga e destroi o consumo e o ciclo da agua acabando por enxer o "bolso" e deixando a água com sabor e gosto a cano de esgoto. Torna-se veridico que o Homem gasta água sem entender o seu consumo e o facto, a função da água esta aqui. O que deixa algumas pessoas furiosas e de facto frustadas. Torna-se verdade, nao saber da verdade do que estamos aqui a fazer. è veridico para o Homem que sao eles, que passam a desfundamentar a água, a destruir e a contaminar.

dolce_viga disse...

Boa tarde

Gostaria que repetissem o nome dos estudos sobre barragens e os outros que foram referidos na parte final pelos presentes. Estou bastante interessado em consultar esses trabalhos.

Obrigado

Eduardo disse...

A sociedade não sabe, mas quem gasta e torna a água impossivél e imprópria para o consumo, neste caso nomeadamente a torna desperdiçada e impossivel de consumir é. e sao as pessoas que a consomem. O Sere Humano, tais como nós, as pessoas que vivem juntas e em socedade contamina a agua com determinados e certos produtos que utilizam e que se utilizam no dia-a-dia e diáriamente. Como ninguem sabe a água passa a utilizar-se nas chuvas e nas ribeiras, e torna-se utilizavél para a regada dos produtos e das produções de plantações, pois a àgua nao se "desperdiça e nao se evapora nem vai embora", tem apenas un ciclo que torna a agua potável para o homem, mineralizando-se e tornando-se limpida com o iniciar do seu ciclo. pois parte daí do principio que o homem nao gasta água, apenas desperdiça e torna impropria para o consumo. Com tantas "noçoes" de vida, o homem nao sabe como produzir e reutilizar o redutor possivel para se poder deixar de "desperdiçar" água. Pois podemos todos nós desperdiçar e gastar água, o cuidado que temos e deviamos d eter era a de não a poluir e assim sendo passando a deixar de não haver água. O resultado e a questão final, é o preçário e a conta que se tem de pagar ao fim do uso da utilização da água. Poupar água é não deixar água a correr desperdiçadamente e não fazer caudais de água a correr pelo nossos canos de água abaixo!

Eduardo disse...

Como é fácil e é simples, o homem, tem de consumir água, quer queira quer não, para manter o equilibrio liquido do seu corpo. No entanto a dependência de cada um do consumo de cada pessoa, é que a torna "desperdiçavél" ou não. No entanto parte de cada um como saber poupar a parte do consumo que a torna reutilizável, apartir do ponto em que passa a ser desperdiçada. A seguir o homem, nós, pessoas civicas da sociedade, a torna despotável, tornando-a assim poluida com produtos quimicos nocisvos e tóxicos para o homem, seres humanos e animais, tendo em conta o ciclo da água que se torna uma noção irreal da nossa sociedade com se está a estabelecer com bases e em principios de beleza que se tornam "pindericos" e irreais quando estragamos e intoxicamos o planeta com a base de utilização desses produtos. No entanto nao deixo de mencionar isso pois o nós, o homem, é que tornamos a água impropria para consumo e nao a "utilizável" para o homem. quando tempos noção de mundo e da realidade que vivemos, perde-se a noção e a capaciade de o homem, estar-se a tornar-se auto-destruidor do planeta e do propiro mundo em que vive e existe.
a segunda frase que queria dizer era que cada um tem de fazer contas ao preçário e contador da água, para depois no final do mês nao arranjar e nao ter problemas. Pois o contador é que conta a água o numero do contador da água que a camar impôs para o consumo. Sem noção das bases da realidade o homem torna-se o proprio contra a poupança da água.

Guilmex, disse...

A empresa que aparece na reportagem sobre os redutores de caudal (www.ecomeios.com) fornece para todo o país.