terça-feira, fevereiro 22

Prevenção do alcoolismo

Cerca de 80 % dos jovens com 15 anos consomem bebidas alcoólicas em Portugal, revela o II Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral. Ainda de acordo com o mesmo estudo, a prevalência do consumo de álcool na população aumentou em seis anos de 75,6 % para 79,1 %. E os jovens começam a beber entre os 15 e os 17 anos. Segundo o Instituto da Droga e da Toxicodependência, as medidas de fiscalização são ineficazes. O que se deve, então, fazer para explicar os perigos do álcool a menores? Que conversas devem ter os pais com os filhos? O alcoolismo é genético? Onde termina o consumo social e começa a dependência?

Convidados:
Manuel Cardoso, Vogal Conselho Diretivo IDT
José Luís Baptista, CONFAP
Fernando Ramalho, Vice-Presidente Sociedade Portuguesa de Hepatologia
Maria Raul Xavier, Fac. de Educação e Psicologia UCP Porto

6 comentários:

Piloto Automatico disse...

É utópico falar em legislação sobre bebidas sem alcool quando a Montante as empresas produtoras de bebidas alcoolicas contribuem obrigatoriamente com a "dízima" em alcool para o Instituto do Vinho do Porto (IVP), e a Jusante as empresas que comercializam bebidas alcoolicas estão expostas ao pagamento do Imposto Especial de Consumo (IEC), ambas a reverter a favor do Estado.

Antonia disse...

Boa tarde,permita-me lhe dar os parabens pelos seus interessantissos programas,sempre que posso vejo-os.Cresci no estrangeiro, só podiamos consumir alcool aos 18 anos e as bebidas alcoolicas eram vendidas em locais proprios ou seja garrafeiras e não em supermercados onde todos têm acesso. Antonia

Bruno disse...

Olá Fernandinha, Parabéns a ti e ao Sociedade Civil.
Pergunta: O que acham os seus convidados sobre, ao nível das campanhas e afins, mudar a fórmula publicitária institucional da promoção do medo e passar a outro nível e a outra estratégia de campanha de prevenção?
Grazie, beijinhos para toda a equipa do Sociedade Civil, Bruno

Mara disse...

Exmos. Senhores

Na minha perspectiva o maior problema é que as discotecas aceitam e deixam os jovens com idades inferiores a 17 anos entrar.
Todos sabem que os adolescentes bebem , e apesar de o saberem , nada fazem.
No Porto no Estado Novo pode ver-se crianças com 12 e 13 anos. A minha filha com 15 anos vai lá de vez em quando, e sei que o seu grupo de amigas bebem todas.
Os pais podem proibir mas é um remar contra a maré. Os maiores responsáveis são os seguranças que estão à porta das discotecas e permitem que os adolescentes entrem sem identificação (NUNCA FOI PEDIDO O BI á minha filha)
E uma vez lá dentro são servidas bebidas alcóolicas aos adolescentes , desde shots a cubas livres, etc.
é triste que não haja penalizações .
Não entendo como é que se deixa de se cumprir a lei tão fácilmente.

Melhores cumprimentos
Paula Pinto Silva

Mara disse...

Boa tarde.
Sou Assistente Social e durante 5 anos trabalhei numa IPSS c/ doentes e familiares de adictos ao álcool.
Constatei na minha curta experiencia que em Portugal não existe PREVENÇÃO PRIMÁRIA.
Concordo PLENAMENTE c/ o médico do HSM presente no v/ excelente programa, ao nível dos lobies existentes em Portugal, da passagem da proibição da vendas das bebidas alcoolicas < 18 A.
E tenho pena que estes excelentes programas não sejam ouvidos pela classe dirigente Portuguesa.

Sandra Pinheiro

Maria disse...

OHHH, Ohhhhh
compro mtos Kwivi, logo tenho a noção de preços. Nova Zelandia, por vezes chega cá a Metade do PREÇO!!!
Aguardente????? Temos várias destilarias portuguesas modernas!!! Então q fazem ao enhgaço os produtores vitivinicólas????
Q leituras tão irreis!!!!
Maria Ramalho