sexta-feira, março 18

Conflitos parentais

Grande parte dos portugueses conhece uma história de uma família envolvida num conflito parental. No meio destes processos, as crianças são as vítimas: presenciam as discussões dos pais, sofrem por não poderem estar com a família quando querem, mas sim de acordo com as decisões judiciais. Às escolas pede-se atenção a estes casos e que tenham mecanismos de resolução e contacto estreito com os familiares. Se for pai/mãe ou professor saiba o que fazer em caso de conflito parental. Um tema a tratar na véspera do colóquio “Os Conflitos Parentais e a Escola”, organizado pela Associação para a Igualdade Parental no Instituto Superior de Gestão, em Lisboa

Convidados:
Luís Gameiro, Direção Ass. Portuguesa para a Igualdade Parental e Direito dos Filhos
Luís Silva, Advogado, Vice-presidente do Conselho Distrital da Ordem dos Advogados, Delegado do Tribunal de Família
Ana Varão, Psicóloga e Mediadora Familiar
Rita Durão, Educadora de Infância

2 comentários:

Rogerio disse...

Hoje em dia, após o estabelecimento da regra da "guarda-conjunta" , assiste-se imenso ao fenómeno de "alienação parental" (normalmente perpetrado pelas mulheres) dando lugar nos adolescentes e crianças a Distúrbios de Alienação Parental.. a nova "moda" de conflito..

Mara disse...

Cara Fernanda Freitas, sigo seu programa, que muito tenho conta, pois nele encontro temas muito interessantes e que muito informa nos mais diversos temas
discutidos!

Neste tema em particular “conflitos parentais” que muito me diz, venho expor uma questão para esclarecimento no meu caso em particular.

Eu e a minha esposa vamos estamos em processo de divórcio sob regime de mútuo consentimento.(pedido pela minha esposa). Chegamos a um acordo em que eu ficarei com a casa ,ele vai para perto da familia e do seu trabalho ficando com a guarda da minha filha(6anos) e fica com o carro. Ela tem emprego eu estou desempregado , ela não vai pagar renda mas vai pagar o carro(empréstimo) ,eu ficar a pagar a casa.(Casa que ela rejeitou ficar pois quer estar perto da familia dela)!
A minha questão em particular era neste panorama que hipotesses poderei ter em pedir a guarda partilhada da minha filha ,seja por mútuo consentimento ou seu o mesmo?E qual a melhor forma de transmitir a minha filha esta situação?
De notar que aparentemente já passa-mos a fase da revolta agonia angustia e desilusão....!

Os meus cumprimentos e continuação deste excelente programa de utilidade publica!

Atentamente!

Carlos Cunha