sexta-feira, setembro 16

Acordo ortográfico nas escolas

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO) chega às escolas já neste ano letivo, assim como a todas as entidades públicas. Mas como vai ser aplicado. Os alunos terão todos que começar a escrever segundo o AO? Os testes já irão envolver esta nova ortografia? Os manuais serão escritos de acordo com o AO? A sua adoção nas escolas é facultativa ou obrigatória? Aplica-se a todos os anos letivos? E na administração pública, como funcionará? Os documentos passaram a ser escritos com AO? O Sociedade Civil, pioneiro na adoção do AO na RTP, explica todas as mudanças com o apoio dos parceiros mais especializados nesta área.

Convidados:
Edviges Antunes Ferreira, Presidente APP - Ass. de Professores de Português
Sandra Duarte Tavares, Consultora do Ciberdúvidas
Hermínio Corrêa, CONFAP
Inês Espada Vieira, Docente Faculdade Ciências Humanas UCP

6 comentários:

luis disse...

Estudos avançados das línguas,dizem que se uma língua,não se adapta aos tempos,nao metendo palavras,novas,adaptar-se aos tempos acaba por ser uma língua,morta.
Obrigado.

luis disse...

Se a lingua não se adaptar, aos tempos acabara por ser esquecida,ao longo dos anos,a língua mais antiga,na Europa com 30mil anos é o Basco,e esta perdida com o tempo,passa a ser uma língua morta. A adaptação e a aquisição de novas palavras leva o prolongamento temporal da língua.
Obrigado

João Santos disse...

quem vai comentar o acordo, da maneira que põem as coisas parecemos todos Albertos Joãos ,e senhores não tratem mal a palavra mito.

jlagapito disse...

Que debate é esse que só convida "adoçantes" do acordo (sim, que etimologicamente, adoção deve vir de adoçar e quem adoça, deve ser um adoçante.

Cambada de hermesetas!

naf disse...

Quais missionários da ortografia, juntam-se para converter "espetadores" infiéis e trazer a luz à escrita "impura"...
Esta onda do "é um acordo firmado, são compromissos internacionais que temos de honrar, está tudo decidido e legislado, aplica-se porque sim"... quando tudo não é mais que o resultado de reuniões secretas em 1990 (ver artigo de Fernando Venâncio na revista "LER"), é lamentável, abusivo, prepotente e até caro! Num país "sem dinheiro", alguém já quantificou quanto custa o "acordo" ao Estado?

MJ disse...

Gostei muito do programa e da forma como a apresentadora tratou das provocações sem cabimento para o tema a ser debatido e apresentado. Sou formadora e sempre me considerei uma pessoa actualizada e informada. Considero a resistência à mudança uma perda de tempo e como tal já adotei o novo acordo nas minhas sessões. Lamento muito que ainda existam pessoas pouco esclarecidas que estejam contra o novo acordo e que façam comentários desadequados e impróprios, que nenhum valor acrescentem aos mais resistentes. No entanto, as exceções que foram referidas são absurdas e devem ser reformuladas o mais rapidamente possível. Os autores deste acordo devem admitir as suas falhas nesta matéria e corrigir algumas regras que não têm explicação.