quarta-feira, fevereiro 28

QUE PORTUGUÊS FALAMOS?

É reconhecida a importância da língua materna para o desenvolvimento cognitivo e afectivo. Daí que a oralidade – o que falamos, como falamos, porque o fazemos – mereça a atenção que lhe queremos dar no Sociedade Civil. Explicar a importância das palavras, dos tons, da diversidade linguística, do português de Coimbra que parece ter perdido o estatuto de referência para Lisboa, entre outros aspectos da nossa língua materna.

3 comentários:

Inês disse...

Estou a achar excepcional! Parabéns!

O tema é infindável e apaixonante. E deixo um link para um blog surdo, bom para entender que a 2ª língua pode ser riquíssima

http://caixadesilencios.blogspot.com/

Zarzanga disse...

cresci na beira interior.sempre fui educada a não falar com pronuncia porque "parecia mal"....
por um lado integrei-me mais depressa à cidade, por outro perdi o conhecimento de certas expressões populares regionais que enriqueceriam a minha identidade beirã;)...

Anónimo disse...

Parabéns ao Nuno Estêvão que conseguiu "montar" as minhas palavras soltas numa boa reportagem.
Parabéns também à Fernanda Freitas pelo programa e por ser também ela (inconfidência) uma contadora de histórias para a Fundação do Gil. Vale a pena dizer, porque é um gesto nobre.

Filipe Lopes

www.ocontadordehistorias.com