quarta-feira, março 28

FALSIFICAÇÕES DE MARCAS

Segundo as últimas estatísticas, Portugal regista menos marcas do que a média dos países desenvolvidos.Este tipo de comportamento leva a maior proliferação de falsificações. Os têxteis e a alimentação são dois dos sectores mais afectados. Como se faz investigação neste âmbito e, sobretudo como é que os consumidores se podem defender e não cair no conto do vigário, é o que queremos explicar neste SC.

107 comentários:

Ana disse...

A cópia de um cd de música para consumo próprio, ou seja, por exemplo, para ouvir no carro, é ilegal?

João disse...

Comprei à pouco tempo um computador e "arranjaram-me" um cd de instalação do Microsoft Office 2003 para poder ter word, excel, etc., devo utilizá-lo ou é ilegal?
Achei aliciante uma vez que comprando um original é muito caro, mas não sei se devo utilizar ou não.

Anónimo disse...

O facto é que há uma grande sobrevalorização no mercado, e enquanto a houver, haverá sempre um mercado paralelo. A exemplo temos os DVD's que à unidade embalados, com preço de fábrica, custam muito menos de €1,00; já vendidos com um filme, pode chegar a mais de €20,00. O mesmo se passa nos negócios texteis, etc. Não que apoie a contrafacção, mas acuso muitas marcas de venderem o nome e não o produto.

Anónimo disse...

Em resposta à Ana, se tiver o original, tem o direito legal a fazer as cópias que quiser para consumo próprio.

Anónimo disse...

Em resposta ao João, se não é original é ilegal, mas podes sempre pedir (provável será comprar) uma autorização à Microsoft

Ana disse...

Quando vamos a feiras, vemos roupas que são muito parecidas com as de marca, mas que alteram o nome da marca (nem que seja uma só letra) para contornarem a lei.
Mesmo assim, devemos ou não comprar estes artigos?

Anónimo disse...

POR UM COMÉRCIO ÉTICO E ECOLÓGICO

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Parece-me ser muito exagerado que se diga que o dinheiro ganho em produtos contrafeitos, que servirá para financiar o terrorismo. Certamente que algum desse dinheiro servirá para tal, mas será apenas uma quantidade demasiado pequena para ter qualquer relevância. Claro que não quer isto dizer que não seja imoral, pois é um comércio controlado por pessoas que operam de forma ilegal.


No entanto e mais importante, o que é certo é que as empresas que vendem esses produtos originais e que assim ganham imensos lucros, a gande maioria dessas, é que cometem de forma continuada, e directa ou indirectamente crimes contra o Ambiente, os Animais e a Humanidade.

Exemplos de empresas não éticas:
Monsanto
Coca-cola
Microsoft
Bayer
Ford
Adidas / Rebook
MacDonalds
...etc, etc, etc...



Basta ver o documentário "The Corporation", para se poder aperceber do quão criminosas estas e outras empresas podem ser.

RECOMENDADO VISUALIZAR:
http://video.google.com/videosearch?q=the+corporation


O ideal será sim, boicotar essas empresas e comprar apenas produtos de Comércio Justo e amigos do ambiente. Na internet existem bastantes sites que falam sobre estas questões e que em muito podem informar o consumidor para que este se torne um CONSUMIDOR ÉTICO... pelo planeta e toda a vida.

Paulo




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NOTA PARA O PROGRAMA:

Apesar de considerar o Sociedade Civil como um dos melhores (senão talvez o melhor) programas da televisão portuguesa, considero uma autêntica vergonha que o programa tenha entrevistado, dado voz e muito pior ainda, feito publicidade à Fátima Lopez, quando esta comete de forma declarada e publica, crimes contra os Animais através do comércio de peles, ao por várias vezes ter admitido que ao comercializar grandes quantidades de peles de animais, que sabe o sofrimento que isso envolve e que para ela não lhe diz absolutamente nada, que continuará com esse comércio imoral e de grande sofrimento para milhares de animais de todo o tipo.

Ana disse...

Obrigada pela resposta "Anónimo".
Não tenho o cd original, tenho a cópia de um original que pedi emprestado a um amigo. Quer dizer que é ilegal?

Filipe disse...

Viva,

Desde já gostaria de dizer que estou a gostar bastante do programa.

A minha questão é a seguinte, em termos práticos o que acontece ao feirante que se encontra a vender DVD/CD's pirata (ou seja obtém lucro) e, por outro lado, o que acontece à pessoa que usa o seu computador em casa para fazer um download para consumo próprio sem intenção de o vender.

Obrigado,

Filipe

Anónimo disse...

Venho indicar algumas dicas sobre as questões relativas ao uso de produtos informáticos.

Poderão utilizar software gratuito com vários programas FREEWARE / SHAREWARE / OPENWARE que podem descobrir em vários sites na internet (procurem num motor de busca). Existem também programas Office totalmente gratuitos como o Star Office da Sun (e outros), com uma qualidade igual à da MS Office.

Podem também utilizar sistemas operativos como o Linux, muito mais seguros e fiáveis que a Microsoft, em que *TODO* o seu software é totalmente gratuito.

BOICOTEM A MICROSOFT

Paulo

Eduardo de PN (anonimo dos 3 primeiros comentários) disse...

Nota à Ana: qualquer CD de música que não consigas fazer cópias pessoais ou de segurança, tens o direito legal de reclamar. Também tens o direito de passares as músicas para o PC, mp3, etc, se tiveres o original, é claro.

Eduardo de PN disse...

(à Ana) De nada, se não tens o original, é ilegal

Eduardo de PN disse...

Ao Filipe: depende muito do caso, mas a pena pode ir até aos 3 anos de prisão

Tiago disse...

Há pouco tempo fecharam uma fábrica têxtil em Portugal porque fazia contrafacção de marcas que curiosamente, apesar de venderem os seus produtos bem mais caros, ainda os fabricam noutros países com mão-de-obra mais barato e com leis laborais bem diferentes das nossas. E ainda assim vendem esses artigos em feiras por preços bem mais baratos.

Um programa que começa com a questão toda a pirataria financia o terrorismo, e a interpelada não sente necessidade de dizer não e segue dizendo que gostou muito da notícia que implica isso...

Quanto ao software livre, não deixa de ser curioso quando grandes empresas de software os copiam sem grandes problemas, apesar disto
Exemplo: Firefox vs. Internet Explorer

Distribuições de Linux não podem distribuir determinados códigos porque não podem ser distribuídos nos Estados Unidos apesar de poderem ser distribuídos na UE.



Ah então quando se compram marcas verdadeiras, é-se e não se parece?

Luísa disse...

o problema da contrafacção é de facto preocupante. E a exploração infantil que muitas destas grandes empresas fazem, nao sera um problema maior??

Eduardo de PN disse...

è muito raro a contrafacção financiar o terrorismo. Financia geralmente apenas os contrafactores.

Filipe disse...

Ao Eduardo de PN,

Em termos do download ilegal não existe neste momento, em Portugal, legislação que fale directamente deste aspecto.

Corrijam-me se estiver errado.

Já agora, em tom de brincadeira, quem não tiver um produto "pirata" que levante o dedo.

Filipe ;)

Anónimo disse...

Acerca do comentário acima dito sobre a Fátima Lopes, aqui fica um exemplo de um texto sobre o que foi afirmado.

Paulo


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COMÉRCIO DE PELES
FÁTIMA LOPES - ESTILISTA DA MORTE


Quando perguntado à Fátima Lopes,estilista portuguesa, se usava peles sintéticas, respondeu: "Não há nada falso. É tudo verdadeiro desde as raposas aos visons. Nunca disse que era contra as peles verdadeiras. Pelo contrário, sou a favor." Estas declarações vergonhosas foram imediatamente contestadas através de muitas centenas de e-mails e faxes de protestos nunca respondidos.

Num curto mas revelador vídeo, vêem-se imagens da estilista com citações das suas lamentáveis declarações intercaladas com imagens de raposas e guaxinins a serem esfolados vivos numa quinta de peles em Portugal, como prova de que, ao comercializar e usar pêlo de animais e ao defender esta atividade, Fátima Lopes apóia, sendo, portanto, ativamente cúmplice desta crueldade absoluta.

Fátima Lopes quer convencer o público de que não tem qualquer responsabilidade quanto ao modo como os animais são tratados e mortos, apenas porque ela não participa disso. Simplesmente, usa o pêlo desses animais que foram tratados miseravelmente e cruelmente mortos para as suas criações, que vende e promove, dizendo alegremente que é "a favor das peles"

Veja e divulgue ---> http://animal.org.pt/fatimalopes.wmv

Amigos,este vídeo fala por mil palavras.

Eduardo de PN disse...

Mais, muitas vezes a contrafacção serve de publicidade à marca original. Perguntem, por exemplo, aos vossos colegas do Gato Fedorento

Anónimo disse...

Muitas vezes as pessoas usam cópias ilegais porque não sabem das alternativas livres (software aberto). Um exemplo gritante disso é o uso do 'Office' da Microsoft. Há muita gente que não sabe da alternativa OpenOffice, por exemplo.
E este é "patrocinado" pelo Governo Português (Ministério da Justiça)
http://lisa.gov.pt

Filipe disse...

Muitos dos feirantes são donos de pequenas lojas.

Na sua banca não vendem necessariamente material contra-feito nem imitações.

Acho que estamos a cair numa generalização perigosa de que "tudo o que é de feira é cópia".

Bruno disse...

Eu pago quase 36€ pela internet, incluindo velocidade e downloads, mas depois proibem-me de fazer downloads, ou melhor, posso fazer mas tenho que pagar mais por isso, que é o caso das músicas. Quer dizer que tenho que pagar isto tudo pela internet e depois ainda tenho que pagar mais se quiser ter uma música? Não será isso um pouco excessivo? Porque é que as empresas de internet e editoras não fazem acordos?

Anónimo disse...

Gostaria de me clarificassem uma situação, que até hoje, ninguem me conseguiu explicar.

Sendo eu um DJ, posso utilizar copias dos meus cd originais? Eu tenho cd's que já não se fazem, e alguns são series limitadas, não posso dar ao luxo de os riscar ou estragar. Gostaria de saber se posso utilizar os cds copiados, estando os originais ao lado!
Outra situação é a compra de MP3, tenho de andar sempre com um dossier de facturas, para provar que os comprei legalmente?

desde já o meu agradecimento por uma explicação!

Filipe disse...

Voltando à questão do software,

Gostaria de saber quem é que está disposto a pagar 600€ pelo ultimos sistema operativo da microsoft (Windows vista [Ultimate]).

Filipe,

Eduardo de PN disse...

Permita-me discordar, meu/minha caro(a), mas no caso do Microsoft Office, é o office mais usado no mundo, originando a necessidade de haver compatibilidade. Claro que o Open Office também não tem a qualidade do Microsoft Office

Anónimo disse...

A contrafacção existe devido ao preço exagerado das coisas...as pessoas o que querem é ter as coisas baratas ,se os ordenados em portugal fossem mais elevados talvez já nao existisse tanta ilegalidade...Eu não acho correcto, por exemplo, uma pessoa comprar um jogo para o PC ou agora PS3 e nem sequer saber como é o jogo...Um jogo anda a volta dos 50€ para PC e 75" para PS3..Ora isto leva a que uma pessoa que goste de se divertir e nao tenha dinehiro suficiente recorra á ilegalidade...O mesmo acontece com os cd´s de musica...

Eduardo de PN disse...

Ao bruno, não tens de andar com um dossier de facturas, mas convém guardá-las.

Marcelo disse...

Voltando ao assunto dos texteis contrafeitos e apreendidos, porquê a sua destruição e não a sua doação a instituições sociais ou mesmo a sua doação a países subdesenvolvidos ?

Filipe disse...

O Office é apenas mais um dos casos.

Utilizo a ultima versão do Office, no caso a versão 2007. Não adquiri o mesmo. Não sinto qualquer espécie de remorso quanto a esta situação. O software é caro e eu necessito do mesmo para trabalho.

Como eu existem, engenheiros, arquitectos etc que utilizam software ilegal.

Aliás, existem professores nas faculdades que facultam cópias de software aos seus alunos (CAD por exemplo).

Filipe

Eduardo de PN disse...

Ao anónimo: para isso existem as demonstrações, que muitas vezes podes encontrar na internet, mesmo no site da Microsoft

João disse...

Ando na rua com um leitor de MP3 para poder ouvir música em todo o lado, podem vir multar-me, visto não conseguir provar se as músicas foram obtidas legal ou ilegalmente?

Jorge disse...

Por vezes nas discotecas "minan" as bebidas..isto é nas garrafas de whisky retiram o seu conteudo e deixam um pouquinho no fim...depois despejam para lá alcool puro..eu ja vi um colega meu ter de ir parar ao hospital...isso tb é uma especie de contrafacção...gostava de ver mais fiscalização nas discotecas...pois por vezes são estas que incitam ao consumo desenfriado...

Anónimo disse...

Uma crítica ao programa: se querem discutir, discutam os pontos todos, nomeadamente a sobrevalorização.

Anónimo disse...

Até que ponto um medicamento generico é uma falsificação de uma marca, e até que ponto poderei fazer a comparação com o tema e debate...

Filipe disse...

Em relação às roupas.

Se há coisa que detesto é ter roupa copiada. Prefiro mil vezes mais comprar roupa de uma marca menos conhecida (e portanto mais barata) do que andar vestido com imitações baratas só para dizer que me visto de marca "X".

Ana Sofia disse...

"Ouvi dizer" que a polícia em operações STOP podem pedir para verificar os CD's que se encontram no veículo e caso sejam cópias, o condutor é multado (versão 1) ou terá de apresentar os originais num posto (versão 2). O mesmo acontece com a roupa que se tem vestido caso seja falsificada. Isto é verdade ou é absolutamente ridículo?

Inês Pereira disse...

As alternativas freeware são múltiplas. Os programas tipo office freeware (como por exemplo, o Open Office)são compatíveis com o da Microsoft.
Existem muitas marcas de anti-virus e firewalls com edições gratuitas para uso doméstico.

Tiago disse...

É o mais compatível porque é o mais usado e a Microsoft põem grandes entraves a developers ao não abrir o código-fonte do Windows e outros programas. A Microsoft quer que os seus programas não sejam compatíveis.

A Comissão Europeia concluiu, após uma investigação de cinco anos, que a Microsoft Corporation infringiu o direito da concorrência da União Europeia ao ter abusado da sua situação de quase monopólio no mercado de sistemas operativos para PC a fim de restringir a concorrência nos mercados de sistemas operativos de servidores para grupos de trabalho e de leitores de media.

Eduardo de PN disse...

Desculpem, mas foi o próprio Ricardo do Gato Fedorento que o disse.

Ricardo Albergaria Samara disse...

Uma questão:
Referiu-se que a possibilidade de violar os direito de autor está à distância de um "clic".
Quem têm acesso às novas tecnologias, o que inclui necessariamemnte o acesso aos produtos, nomeadamente "software", música, fimes via internet, paga para ter o referido acesso.
O acesso é permitido exactamente porque é pago.
Quem permite o freferido acesso são as empresas´`as quais é pago o referido acesso. Não se pode dizer, portanto, que os downloads efectuados por essas pessoas é gratuito. Quem permite a colocação desse produtos à disposição dos utilizadores da internet são as empresas que lucram com o pagamento pelo acesso, nomeadamente com a colocação de públicidade que é paga e bem paga.
Não deverão ser responsáveis pelo pagamento de direitos de autor as empresas que lucram com a colocação desses produtos?

Filipe disse...

Questão pertinente, dos presentes no programa quem é que não possui em suas casa um software, uma peça de roupa, etc, que não seja pirata/cópia?

Não se trata de um juízo de valor mas sim percebermos que mesmo os que defende a "dama" também a apunhalam por trás de vez em quando.

Filipe

Eduardo de PN disse...

Se tiver o CD original à mão, não serve como prova?

Miguel disse...

Porque é que a ASAE em vez de ir às feiras apreender material contrafeito (nomeadamente os texteis e calçado) e não vai antes às fábricas onde esses artigos são produzidos?

Electro Phenomena disse...

boa tarde a todos! desde já os parabéns à ASAE pelos suas acções a nível nacional.

a lei em portugal não é correcta, pode-se comprar mp3 na internet temos recibos das musicas mas os inspectores da SPA/ASAE não assumem essa informação como correcta, pois se compramos na web, pagamos é emitido um recibo mas esse não é prova da compra, pois é de empresas não portuguesas, o que fazer nessa situação? será q é a lei em portugal é que não é a mais correcta ou será que comprar um mp3 é ilegal em portugal! Muito obrigado

Anónimo disse...

Ilícito maior é a sobrevalorização das marcas e a a combinação dos preços entre elas. E isso que ninguém desminta porque existe!

Anónimo disse...

olá, boa tarde!
concordo com a opinião de que a cópia falsificada não favorece as marcas. eu não sei se os tapetes de "arraiolos" feitos na china são ilegais ou não, o que é certo é que muitas pessoas deixaram de comprar esse tipo de tapete e optaram por outros, precisamente porque se perdeu o valor da marca, infelizmente.
maria

Tiago disse...

É lícito fechar uma fábrica portuguesa que produz roupa contrafeita (ao que parece cópias quase perfeitas) e que as vende em feiras bastante baratas?

Isto em contraste com as marcas reais que abrem fábricas onde quer que tenham que pagar menos, em que os trabalhadores trabalham em condições que nem conhecem, porque apenas contactam com os representantes da fábrica local.

Isto é lícito?

Filipe disse...

Só a questão do download dava tema para um programa tão vasto que é o assunto.

Filipe

Anónimo disse...

Olá Fernanda! Gostava de saber se os representantes em Portugal de marcas de vestuário e calçado, se são informados das quantidades apreendidas e se os mesmos apresentam queixas crime. pois caso não o façam os "criminosos" ficam impunes, apenas sem o material confiscado? certo? Quais as marcas mais contafeitas em Pt? Muito Obrigado

Anónimo disse...

Alguém me pode vender uma cebola, sem factura, à porta de um super mercado?

Rui Moura disse...

Boa tarde.

Uma coisa que sempre me incomodou é o facto de que quem vai ao cinema, que está a pagar para ver um filme, ou quem compra um dvd, ter que apanhar com aqueles vídeos e informações acerca de pirataria. É um contra-censo, porque quem faz downloads piratas de filmes e dvd's não vai ver esses vídeos de informação, e é um insulto à inteligência e à honestidade de quem paga para ver filmes.

Obrigado pela atenção.

Tiago disse...

É verdade que há empresas apenas interessadas em registar patentes sem aplicação, mas na esperança que poderão vir a ter?

Apenas com o objectivo que alguém no futuro queira desenvolver tecnologia dependente da tal patente guardada no fundo da gaveta do registo de patentes.

pedro silva disse...

Em relação a software ilegal, conto uma pequena história:
há uns anos atrás, um belo dia comprei um software (Norton System) que supostamente faria com que o meu computador funcionasse melhor, com menos erros de funcionamento. A consequência de ter instalado tal software foi ter ficado com o computador avariado e, muito pior que isso, ter perdido o acesso a todas a informação que tinha no disco rígido, o que significou para mim um ENORME e irrecuperável prejuízo. Posteriormente verifiquei que existia no website do fabricante um aviso de que, devido a um erro do software, antes de instalar tal software se deveria correr um pequeno programa (patch) aí disponibilizado. Mas no CD-ROM que adquiri na loja não vinha qualquer referência à necessidade dessa instalação prévia... Claro que não pude reclamar deste ENORME prejuízo, pois quando se instala um software tem sempre de se aceitar uma incrível lista de condições (não expostas na capa do CD-ROM que se adquire na loja) onde a empresa que vende o software se iliba de todo e qualquer prejuízo que a utilização do mesmo possa causar.

Pergunta: não é isto um perfeito convite à pirataria e mesmo uma legitimação desta?

Seria equivalente comprar um electrodomestico, comercializado sem o devido controlo de qualidade, que explodisse e fizesse arder um lar, sem que existisse qualquer possibilidade de ser indeminizado. Seria isto aceitável? Se não porque o é no caso do software?

Conclusão: a indústria de software não se pode queixar da "pirataria" antes de garantir a qualidade dos seus produtos (não obrigando os compradores a correrem enormes riscos e a trabalharem gratuitamente como "beta testers") e antes de se disponibilizar para assumir as responsabilidades da comercialização dos produtos (tal como acontece nas restantes indústrias, nem mais nem menos).

Pedro Silva

(Fernanda, parabéns pelo seu programa e pelo seu "estilo televisivo"; ambos fazem IMENSA falta no horário dito nobre)

Eduardo de PN disse...

Não favorece as marcas? Estatísticas comprovam que se não fosse a cópia pirata do Windows, hoje o Linux estava à frente

Anónimo disse...

Só mais uma questão, as roupas confiscadas são doadas a instituições de solidariedade ou são destruidas, assim como a comida, calçado e mesmo veiculos q tanta falta fazem em APPC e similares, são doadas a fim de serem úteis a quem precisa? Obrigado

Joana disse...

Questão que já foi levantada e muito pertinente, se pagamos o acesso à internet onde já pagamos os downloads, deveriamos poder fazer todos os downloads que quisessemos? Pelo menos pagámos por isso.

Anónimo disse...

Boa tarde,


Gostaria de saber em que estado estão os tão propagados 8 casos impostos contra utilizadores de P2P, no ano passado.

António disse...

As autoridades tem o direito de revistarem os nossos carros, por exemplo numa operação stop, eprocurar se temos copias de cds/dvds (que no meu entender são propriedade privada, não sei se estou certo). Se tiverem esse direito nos temos algum prazo para provar que de facto essas cópias eram de segurança para os originais não se estragarem, riscarem, etc?

Anónimo disse...

Joana, isso é rídiculo. Quando pagas à Brisa para circular nas suas auto-estradas, também querias que a Brisa te oferecesse a gasolina?

Cumpz!

Anónimo disse...

"Só mais uma questão, as roupas confiscadas são doadas a instituições de solidariedade ou são destruidas, assim como a comida, calçado e mesmo veiculos q tanta falta fazem em APPC e similares, são doadas a fim de serem úteis a quem precisa? Obrigado"



Uma EXCELENTE QUESTÃO e comentário.
Considero que todos os produtos que fossem confiscados e pudessem ser reutilizados, deveriam ser entregues a associações de solidariedade.

No entanto parece-me que são todos destruidos, o que é simplesmente uma irracionalidade tremenda, quando há pessoas em desespero social e económico que precisam de coisas simples como roupa, por exemplo.

Gostaria que a ASEA responde-se a esta questão tão importante.

Paulo

ricardo albergaria samara disse...

Uma questão:
Referiu-se que a possibilidade de violar os direito de autor está à distância de um "clic".
Quem têm acesso às novas tecnologias, o que inclui necessariamemnte o acesso aos produtos, nomeadamente "software", música, fimes via internet, paga para ter o referido acesso.
O acesso é permitido exactamente porque é pago.
Quem permite o freferido acesso são as empresas´`as quais é pago o referido acesso. Não se pode dizer, portanto, que os downloads efectuados por essas pessoas é gratuito. Quem permite a colocação desse produtos à disposição dos utilizadores da internet são as empresas que lucram com o pagamento pelo acesso, nomeadamente com a colocação de públicidade que é paga e bem paga.
Não deverão ser responsáveis pelo pagamento de direitos de autor as empresas que lucram com a colocação desses produtos?

Filipe disse...

:) Que bom, ninguém no programa usa material pirata/contrafeito. :)

:) Brigada das Maria Madalenas...

eric disse...

em termo de direitos de autores o mais complicado é de entrar no sites oficiais-no a ligações nem na SPA,nem por audiogest,nem por GDA ?

João disse...

Olá!

Já enviei a questão para o email, mas não sei se será lido...

Primeiro, como Engº Informático, concordo plenamente com o combate à pirataria.

Mas como explicam as acções quase intimidatórias da ASAE, que mandam parar condutores e lhes pedem o portátil para verificar o software. Se por um lado concordo com o objectivo, não concordo com o meio para o atingir. E penso que seria necessário um mandato judicial para isto. Corrijam-me por favor, se estiver enganado.

Como músico, gostaria também de chamar a atenção para os milhares de cópias Made In China de guitarras Gibson. Ora aqui se nota o grave problema da contra facção. Quem compra, muitas vezes não sabe que é falso, compra pensando que conseguiu um grande negócio (10x mais barato) e depois, se vender, vende mais caro e sem saber que é uma falsificação... E quem irá sofrer com isto é a marca original, já que é em relação a esta que surgirão as críticas.

Com os melhores cumprimentos

Damas disse...

Parabéns pelo programa, só é pena que dê a esta hora do dia, por acaso como estou de férias e o tema da pirataria me interessa, em particular o da música.

À pouco falaram de um Disc-Jockey, que quis saber o que diz a lei sobre esta matéria, em especial a utilização pública, pois bem ouvi dizer que a AUDIGEST é quem controla as autorizações nesta área, já tentei contactar a mesma tanto por telefone ou por email mas nada...

Acho que este tema seria um assunto muito importante a debater no vosso programa, pois há muita gente ligada a esta área que gostaria de estar devidamente informada para que não aconteçam situações desagradaveis, pelo menos falo por mim.

Sou um animador (não me considero um Disco-Jockey).

Tiago disse...

Mais ninguém acha estranho que uma fábrica que consegue fazer cópias quase perfeitas de roupas de marca (supostamente de qualidade tããão superior) e as consiga vender a preços ridículos em feiras NÃO TENHA QUE DECLARAR FALÊNCIA?????

Filipe disse...

João,

Sou músico e em realação às guitarras gibson...

Apenas podes considerar cópia se for um produto made in USA (e dps vens a saber que é made in china).

Não percebi muito bem a tua duvida.

Anónimo disse...

Ricardo, se bem percebi, entendes que sites/trackers P2P de partilha de filmes, musica, etc é que deveriam pagar os tais direitos de autor.

Errado, pois quem partilha esses mesmos ficheiros/produtos são os utilizadores comuns, os mesmos que "downloadam".

Esses sites apenas indicam a localização desses ficheiros aos utilizadores comuns que querem fazer o "download". Aí põe-se em causa mais a questão ética do que a legal.


Cumpz!

Miguel disse...

Eu compreendo que seja mais dificil descobrir as fábricas que produzem os artigos contrafeitos do que ir às feiras. Mas, a ASAE não é um orgão de policia criminal e como tal não implica investigação? É que a ideia que passa é que a ASAE trabalha mais na base das denuncias e não da investigação. A ASAE aparece nos jornais e noticiarios como uma elite ou uma super policia, e como tal tem que conseguir ir às fontes, às fábricas e cortar o mal pela raiz, porque se não, peca por só conseguir fazer cumprir a lei nos mais pequenos ou como menor poder económico.

João disse...

Uma pergunta adicional.

É possível encontrar na net diversas séries de televisão. Estas são disponibilizadas online pelo próprio canal (Fox, CBS, etc)

Ora, fazer download disto é ilegal?

Principalmente, tendo em conta que as séries costumam sair posteriormente em DVD.

Obrigado

Marcelo disse...

Durante a escolaridade é necessario/obrigatorio estudar diversas obras, nomeadamente em Português. Ora, se a sua leitura e estudo é obrigatorio, entao é necessaria a avaliaçao de conhecimentos acerca do mesmo. É ilegal a reproduçao nas fichas de avaliaçao de excertos da obra sem conhecimento previo do autor?

Filipe disse...

Slogan muito interessante de um site que disponibiliza livros (cópias) grátis:

"Feed your brain! Beacuse knowledge must be free!"

:)

Anónimo disse...

Daqui a pouco estamos a falar da questão das fotocópias em escolas/universidades...

João disse...

Filipe, quanto às guitarras, não era dúvida, era uma constatação.

As guitarras são vendidas como Gibson Made in Usa. Não estou a referir-me aos casos em que o formato é similar e a marca diferente.

A única dúvida mesmo, era em relação à fiscalização de portáteis dos condutores por parte da ASAE, sem mandato judicial.

joana disse...

"Anônimo disse...
Joana, isso é rídiculo. Quando pagas à Brisa para circular nas suas auto-estradas, também querias que a Brisa te oferecesse a gasolina?

Cumpz!

15:06 "


Não me parece que seja ridiculo "anonimo", uma vez que também sou eu que pago a electricidade que gasto com o computador.

Filipe disse...

Essa questão das fotocópias é tão valida como as restantes que já falamos.

É ilegal.

PS- Presumo que estamos a falar de fotocopias de livros certo?

Anónimo disse...

João, claro que é legal! Se fizeres os downloads nos sites oficiais, pagos ou não, não tem nada de ilegal!

Filipe disse...

João,

Em relação a isso tens que ter cuidado.

Nomeadamente no teu fornecedor. Normalmente um instrumento not-USA é fácil de detectar pela escala, madeiras, etc.

;)

Anónimo disse...

"Mas como explicam as acções quase intimidatórias da ASAE, que mandam parar condutores e lhes pedem o portátil para verificar o software. Se por um lado concordo com o objectivo, não concordo com o meio para o atingir. E penso que seria necessário um mandato judicial para isto. Corrijam-me por favor, se estiver enganado."


ESCLARECIMENTO:

Se não estou enganado, a polícia ou ASEA só podem pedir para verificarem esse e qualquer outro material dentro do carro, em duas situações:

1- Se o condutor/dono do material concordar/permitir que eles possam investigar o carro/material.

2- Se tiverem um mandato de busca. (claro que nestes casos isso só aconteceria caso já estivessem à procura de uma pessoa específica).

A maneira de evitar isto, é de forma clara, a pessoa dizer que não permite que a polícia/ASAE possa investigar o carro, visto não terem esse direito e de violar o direito à privacidade que as pessoas têm.

Anónimo disse...

Joana, então explica-me que downloads achas que não deverias ter de pagar.

Eduardo de PN disse...

Lá está o que disse, até na arte a falsificação serve de publicidade. E depois dizem que não...

Tiago disse...

Seria ridículo se a Brisa cobrasse por cada leitura de sinalética :)

Filipe disse...

Sra. Fernanda Freitas,

Quando utilizei a expressão "Brigada das Maria Madalenas" foi apenas uma provocação saudável. Sem qualquer teor pejorativo.

:)

Continue com o bom programa...

João disse...

Filipe, eu não tenho problemas, sei bem distinguir as coisas, já ando nisto há algum tempo. Mas infelizmente há quem não o saiba ver e compre "gato por lebre"

Quanto à questão da ASAE, eu também penso que é necessário o mandato.

Mas as pessoas não sabem disto, e são coagidas a fazê-lo pensando que têm obrigação disso.

Anónimo disse...

EM RESPOSTA PARA A ASEA:


Sobre a questão das roupas (e outros produtos) que são destruidos em vez de serem enviados para instituições de solidariedade, o que deveriam fazer seria sim "marcar" as roupas, com tinta por exemplo, para impedir que pudessem voltar a serem vendidas mas que pudessem serem utilizadas por quem mais precisa.

Sinceramente, bem que podiam pensar um pouco.

Paulo

Anónimo disse...

Ok, mau exemplo.

Pagamos a portagem e a mesma deveria incluir: almoço na estação de serviço, revistas, jornais, tabaco, etc.



Cumpz!

Filipe disse...

João,

Acho que quem compra uma guitarra gibson não é propriamente um novato a iniciar-se no mundo da guitarra.

Mas isto sou eu a ver as coisas pelo lado que me parece mais lógico ;)

Electro Phenomena disse...

Cara Fernanda
Fica a sugestão de um próximo programa com a ASAE - SPA - AUDIOGEST - ADVOGADOS, para saber se comprar e usar MP3 em portugal é legal em q casos e é ilegal em q outros?..fica a sugestão
keep smiling Fernanda
Muito obrigado

Anónimo disse...

NÃO FALARAM NAS SOBREVALORIZAÇÕES!!!!

João disse...

Filipe...sinceramente acho que estás enganado... É uma das marcas mais conhecidas, e qualquer "novato" já ouviu falar. Se esse mesmo novato vir uma suposta Gibson a 300 ou 400€ vai comprá-la...

Filipe disse...

João,

Uma Gibson a 300€ ou 400€ só pelo preço é de estranhar.

De facto do ponto de vista do novato que não saiba identificar o problema é uma situação muito má.

O problema está em quem vende que tem que ter a responsabilidade de avaliar os seus produtos. :)

Anónimo disse...

em resposta ao damas

ele q tente junto da asae ou mesmo da spa

www.audiogest.pt
www.asae.pt
www.igac.pt
www.spa.pt

Tiago disse...

Mais ninguém acha estranho que uma fábrica que consegue fazer cópias quase perfeitas de roupas de marca (supostamente de qualidade tããão superior) e as consiga vender a preços ridículos em feiras NÃO TENHA QUE DECLARAR FALÊNCIA?????

Filipe disse...

Eu estava a brincar com o assunto das Maria Madalenas.

:P a Sra. Fernanda Freitas hoje já não se vai esquecer desta expressão...

;)

Anónimo disse...

Para quem quer comprar falsificações roupa basta investiga o site de leiloes do miau, não se vende na feira, vende-se na internet...www.miau.pt , ver para crer, coloquem na pesquisa, palavras como : diesel, dolce, armani, timberland, puma, etc, etc..e digam-lá se estou errado. srs da asae investiguem!

Fernanda Freitas disse...

Sr. Filipe, nem eu entendi como algo de mau, por isso é que sorri.

Saudações civis,

Lina disse...

Querida Fernanda faça o favor de nos presentear mais vezes com a sua presença, teremos muito gosto em a ter a comentar mais vezes neste "nosso" blog. ;)
Obrigada pela sua presença :)

FC disse...

Olá Fernanda, se possível deixava aqui no blog, os livros q tinha hoje na sua prestigiada emissão - nomes - autores e editores, muito obrigado.FC

Artur disse...

O programa infelizmente acabou e como a Fernanda, dizia "os intervenientes irão dar uma vista de olhos no blog", pois o tema de hoje tem muito por onde se pegue e questões por responder.

Enfim como já vi aqui no BLOG, algumas pessoas que tentaram contactar as autoridades, tanto a SPA, AUDIOGEST, não obtêm as respostas que pretendem, onde vamos as procurar...no estrangeiro?? Pois bem por acaso já encontrei alguma informação sobre esta matéria e acho que a lei portuguesa não está ajustada à realidade actual com o desenvolvimento das novas tecnologias... Acho que temos de ver outros exemplos que já existem, por ex: no Reino Unido.

Já agora o que dizer sobre este email que circula na net??

O MS Vista está a ser proibido em diversos orgãos da administração norte-americana, além de empresas como a Texas Instruments. Veja a notícia completa em
http://aaxnet.com/editor/edit043.html


A nova versão do Windows – Vista – não acrescenta nada de novo, em relação ao anterior XP, do ponto de vista da utilização profissional।
As novidades, dizem respeito à interface gráfica aos efeitos visuais, decorações das janelas, etc. Características que exigem mais em termos de memória e de capacidade de processamento, mas que não acrescentam nada quanto a produtividade, antes pelo contrário, servem para entretenimento ou distracção dos utilizadores.
Alguns programas que funcionam no Windows XP, não vão funcionar no Vista. Depois de pagar pelo Vista, vai ser necessário pagar ainda mais por novas versões dos programas que já temos e que deixam de funcionar.
A grande novidade é o DRM – Digital Rights Management uma tecnologia que pretende prevenir a violação de direitos de autor por parte do utilizador.
Não é possível ver/ouvir um CD ou DVD copiados num computador com Windows Vista (supostamente). Isto não é uma tecnologia que interesse a quem compra computadores, apenas interessa às empresas produtoras de música e filmes.
O DRM é um “polícia” dentro do computador, que nos ajuda a não fazer asneiras, como copiar CD’s ou DVD’s!
Mas a Lei Portuguesa permite que se façam cópias para uso pessoal, porque os DVD’s podem estragar-se facilmente, convém ter uma cópia guardada, para não ficarmos sem o filme.
O que é proibido não é fazer cópias, é distribui-las.
O Windows Vista é mais exigente que a Lei Portuguesa…
Para o DRM funcionar, aumentam os requisitos em termos de mémoria, processador e componentes. A maior parte dos computadores actuais não funcionam com o Vista. É necessário equipamento novo mais caro.
Mais em:

http://aaxnet.com/editor/edit042.html

Tiago disse...

Se não uso exclusivamente Linux é porque tenho hardware que não é compatível, ou apenas com mais conhecimentos informáticos do que os poucos que tenho. A nível de software, à excepção de um ou outro programa, acho que é bastante satisfatório e nalguns aspectos melhor ainda. Além de que com programas apropriados o ambiente Windows pode ser simulado em Linux, o que não é ilegal apesar de desagradar muito à Microsoft.

Espero que cada vez haja mais hardware compatível com Linux e que a Microsoft não tente impedir essa expansão por meios menos LÍCITOS.

Filipe disse...

Sra. Fernanda Freitas,

Não me trate por Sr. :)

Sou apenas um jovem de 20 anos que descobriu hoje o seu programa :)

Continuação :)

Sociedade Civil disse...

De facto, não tivemos tempo para as sobrevalorizações... apesar da promessa! lamento, o tempo não dá para tudo...
de qualquer forma, apesar de ler todos os comentários, admito que nem sempre tenho tempo para vos responder...
obrigada pela participação ...particularmente activa no dia de hoje!!!
saudações civis!
Fernanda Freitas

Isabel disse...

Sempre que posso vejo com muito interesse o Sociedade Civil. Considero-o um dos programas mais bem conseguidos da RTP e de grande utilidade pública o que, no meu entender, se deve à equipa que o compõe mas sobretudo à jornalista Fernanda Freitas. Os meus parabéns a todos. Julgo reconhecer a música que passa em looping no genérico e que acompanha os separadores ou algumas das peças. No entanto, não me recordo do nome da banda ou da música. Se estiver certa gostaria que me informassem de quem se trata. E a propósito do tema de hoje será a sua reprodução considerada ilícita já que não fazem referência ao original?

Mike disse...

Concordo com o "Electro Phenomena"

Coloquem num programa a "ASAE - SPA - AUDIOGEST - ADVOGADOS, para saber se comprar e usar MP3 em portugal é legal em q casos e é ilegal em q outros?"

Acrescentem à lista de pessoas a convidar, um DJ, que use software e um músico mas é capaz de ser muita "música" ao mesmo tempo.

Ops: Copiei a frase do "Electro Phenomena"...

Mas em recompensa indico-te este site, onde podemos ver como as coisas estão a funcionar no Reino Unido, para quem exibe música para o público em formato mp3:

http://www.digitaldjs.com/home.asp

Eduardo de PN disse...

Tenho pena de não poder ver mais vezes o programa devido a incompatibilidades nos horários. Acho um excelente programa, contudo, penso que deviam aprofundar. Por exemplo, acho que deveriam ter visto o porquê da adesão à pirataria, a dada "sobrevalorização", que pelos vistos até exaltou pessoas por não ser falada, teria sido um ponto fundamental a focar, talvez também referir de forma.
Os meus parabéns e saudações civis!

Eduardo de PN disse...

Ao Filipe (perdoe-me só ter visto agora o comentário): de facto há uma legislação, tanto que servidores "piratas", na altura ainda legais, tiveram que ser fechados. Isto mais recentemente. Desde cedo que foi proibida a cópia de cassetes para venda . A venda de jogos pirata começou a ser punida na altura da Playstation 1 após haver uma grande quebra de vendas por se venderem chips que deixavam jogar jogos piratas. A lei adaptou-se aos PC's, e com o desenvolvimento dos PC's e leitores de mp3 a lei abrangeu-se a todos os formatos de material intelectual. Hoje é punida consoante vários factores, e pode atingir um máximo de 3 anos de prisão.

Navigator disse...

Queria felicitar a escolha da estilista Fátima Lopes para falar neste programa.E eu é que sou mauzinho.Eu pensei não voltar a escrever aqui,mas deu-me a volta ao estomago!Realmente andei a perder tempo!A ironia é uma questão de estilo!Se as pessoas se preocupassem mais com o conteúdo do que com a forma...Preciso de falar consigo Sra.Fernanda Freitas.E tb me explicarei em respeito ao ultimo comentario de ontem.Hoje o programa foi contrafeito(é assim que o sinto)!