quarta-feira, junho 20

DISCRIMINAÇÃO PELO RACISMO E MINORIAS ÉTNICAS

A Comissão Europeia estabeleceu o ano de 2007 como o Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades para Todos (AEIOT) com o objectivo de sensibilizar a população para os benefícios de uma sociedade mais justa e solidária através da promoção da igualdade e da não discriminação. Este SC remete-nos para a questão do racismo, da xenofobia, da exclusão/inclusão do outro.

142 comentários:

José Araújo disse...

Novas sensibilizações são sempre uma mais valia , mas ...

O mal é quando se erguem obstáculos, de diversa ordem e estilo (económico,diplomático,...) , em prol de um "higher plan" e por consequência desse facto se menospreza os nossos emigrantes...


Se houver uma maior coêrencia e transparência, nas atitudes , posições dos mesmos responsáveis (politicos)que devem ser os primeiros a dar o exemplo , talvêz esses projectos de sensibilização, tenham maior proveito...E sua influência tenha maior extenção , pelas as diversas classes sociais...

Há que lembrar que temos por volta de 4.500.000 de emigrantes portugueses, que merecem de igual forma nossa preocupação e atenção...Como devemos e temos com os nosso imigrantes em nosso pais.

Não basta juntar comunidades para eventos musicais , que por sinal , fracos de produção, originalidade, e demasiadamente condicionados a estereotipações de emigrantes , esquecendo que já não são os mesmos do garrafão de tintol e dai desejando melhores conteudos desses mesmos programas(Mas isto é outro assunto).

É necessário olhar essas mesmas comunidades pelos os seus anseios , sua multifacetada cultura , seus problemas no pais que os acolhe e dai trazer a público tanto as positividades como as negatividades , ou caso contrário padecemos de uma continua hipocrisia...

Quando deixaremos de ser o Portugalinho de ideias curtas?

Anónimo disse...

O Racismo é uma questão ridicula em todos os níveis, tanto cientifica como cultural.


Se existem pessoas que sejam de cor negra, castanha, amarela, vermelha ou branca, isso deve-se UNICAMENTE à evolução e adaptação do ser humano consoante o local onde habitou durante milhares de anos, e não a questões de se ser superior ou inferior.
Se certas pessoas racistas acham que uma pessoa de raça negra é inferior a pessoas caucasianas, então do ponto de vista evolucionário estão completamente erradas, pois as pessoas de raça negra evoluiram no sentido de o seu corpo suportar muito melhor a radiação solar e a seca, dai serem de pele muito escura, enquanto que caucasianos são muito mais sensíveis a estes aspectos.

Nós (caucasianos), superiores? E desde quando ser racista é ser superior? Para mim é sinónimo de falta de consciência e inteligência.


Na realidade isto das diferentes raças é tudo somente uma questão evolucionária, sendo que racismo só existe em pessoas que não têm sensibilidade, vêem e compreendem esta matéria.


E quanto à imigração, de portugueses (e europeus) que reclamam que pessoas de África venham para a Europa e ocupem postos de trabalho... não foi o mesmo que os Europeus fizeram com os Africanos durante séculos? Mas neste caso não foi somente para "roubar postos de trabalho", mas sim para explorar, escravizar, adulterar e matar todo um povo.

Se alguém deve alguma coisa a alguém, são os Europeus.


Por fim, podemos abordar o tema da biodiversidade... o mundo não é mais bonito e desenvolve-se melhor quando existe diversidade, seja ela genética ou cultural, ou será que alguém gostaria verdadeiramente que tudo fosse ou branco ou preto, e que todos gostassemos das mesmas coisas? Não me parece.


Para finalizar, só existe vida na Terra porque existe diversidade, biodiversidade e evolução. Sem isto, não existiamos.


Paulo

lady_blogger disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lady_blogger disse...

Concordo com a igualdade de direitos para todos. Efectivar isso é que será difícil, não?!
A questão de discriminação racial é muito relativa... Ainda anteontem presenceei uma atitude xenófoba de uma negra para com caucasianos.

A cor não importa, o que importa são os valores e a mentalidade.

Também há muitos casos conhecidos de portugueses que em países estranjeiros são vítimas de xenofobia.

Maria Mendes

maria disse...

Ao contrário do que acontece no caso dos homossexuais (caso já debatido no programa), que podem esconder a sua condição para não serem discriminados, no caso das pessoas de cor de pele diferente não há fuga possível, por esse este parece ser o tipo de discriminação mais frequente e evidente.

Ana disse...

Nada na Natureza é discriminado pela sua cor, então porque será que os humanos (termos muitas vezes mal aplicado), como seres pensantes que são, discriminam os outros pela sua diferença na cor da pele?

maria disse...

Conheci uma pessoa preta albina, e com muito boa disposição ele próprio se chamava “preto”, mas na realidade era branco. Era uma pessoa bem disposta e sem preconceitos ou complexos.
Era o exemplo que todos devíamos seguir, pois a cor da pele não muda o que realmente somos no nosso interior.

maria disse...

Qual a melhor forma de tratar uma pessoa de cor de pele negra? Preto? “De cor”? Negro?

A melhor resposta será: chamar a pessoa pelo seu nome próprio!

Anónimo disse...

Concordo que cada vez existe mais discriminação nas minorias étnicas, especialmente na Europa e nos EUA, onde, curiosamente, a sociedade necessita cada vez mais dessas minorias etnicas.
Discordo um pouco em relação ao racismo. Penso que nesse aspecto as mentalidades evoluiram muito, desde os anos 50/60 para cá. Penso que hoje em dia está mais ou menos assimilado nas sociedades "ocidentais" a aceitação das diferenças raciais ou étnicas.
Hoje, quanto a mim assiste-se a fenomeno diferente por parte das pessoas alegadamente vitimas de racismo: elas tendem a aproveitar-se dessa situação como desculpa para não se adaptarem e, de uma maneira geral, viverem à custa dessas sociedades.
Talvez seja tempo de os Estados olharem para o problema de formas diferentes, em vez do tradicional "coitadinho". Tal como se disse no programa, cientificamente a raça ou a etnia não contam para nada em termos de especie.
E tal como diz o proverbio: se alguem tem fome, em vez de lhe dares de comer, ensina-o a pescar.

maria disse...

Vejam este vídeo, está muito engraçado :)

http://www.youtube.com/watch?v=8-k48luq6ms

pedrocarlos disse...

As racas existem?!
Qual e o parametro?
Cor da pele; cabelo; altura; fisionomia; grupo sanguineo; ADN?
O meu filho esteve num infantario internacional universitario e posso garantir que o chamado racismo nada tem de genetico.
Para ele e tao natural estar com portugueses, como com ingleses, chineses, indianos, chechenos, sul americanos, iranianos, etc.

Mas foi possivel observar que ele se dava mais com miudos que partilhavam mais elementos culturais com ele.

De facto, a cultura e que interessa.

Quando sou identificado como partilhando os valores ingleses esta tudo bem.
Quando nao os partilho, entao sim a questao etnica e usada como arma de arremesso.
E eu e o meu filho de 5 anos ja fomos verbalmente abusados no autocarro, so porque falavamos portugues.

Um bom exemplo do uso da etnia como arma de arremesso foi a questao da substituicao de Blair.
Fez-se uma investigacao para saber o que os ingleses achavam sobre o assunto.
Os resultados foram notaveis.
Quando estavam perante imagens de Gordon Brown, de quem nao gostavam chamando-lhe arrogante, diziam que nao queriam aquele escoces como 1 ministro.
Mas perante John Reid - que tambem e escoces - essa questao nem foi levantada pois gostavam dele!

Anónimo disse...

"elas tendem a aproveitar-se dessa situação como desculpa para não se adaptarem e, de uma maneira geral, viverem à custa dessas sociedades."


Como? Viver em barracas que acabam por serem demolidas, em quartos onde vivem várias pessoas com poucas condições, a ganhar o rendimento minimo que mal dá para alimentar uma pessoa, a dormir na rua?

Então se falarmos de imigrantes ilegais, a situação é de extrema exploração e pobreza, de viverem nas ruas, serem ameaçados, viverem em medo e sozinhos, entre outros.

RAROS são os casos onde imigrantes (recentes ou antigos) vivem à custa da sociedade, é mais o contrário, é sim pessoas que dão mão de obra barata, ou seja, são explorados, e que vivem em más condições, de forma a que as empresas ganhem com isso, e indirectamente a economia de todo o pais.

Quem é que se aproveita de quem?

Paulo

Anónimo disse...

teste

pedrocarlos disse...

Para se perceber o que escrevi faltou escrever que eu vivo em Manchester.

Pedro Alves

Anónimo disse...

Sobre o 11 de Setembro que foi referido, vejam os documentários:

- 911 in plane site (directors cut)
- Loose Change (2º Edition)


ver em:
www.video.google.com

lady_blogger disse...

Falem do Michael Jackson. As suas plásticas recorrentes devem-se aos seus próprios sentimentos rácicos. Como ele é um ídolo para muitos jovens está de certa forma a promover esse tipo de sentimentos.

Maria Mendes

Anónimo disse...

voltando a falar de política-leis.
Tenho 21 anos,os meus pais( de origem caboverdiana)vivem em portugal há 30 anos. Nasci e sempre estudei cá... Vivo num chamado bairro problemático.em 2004 candidatei.me para a fac de arquitectura com média de 18.5 valores, não pude pedir a bolsa de estudo à reitoria da utl porque apesar de ter cá nascido sou estrangeira, disseram-me pa dirigir à minha embaixada(cabo verde)mas foi.me negado auxilio porque nunca lá estudei e assim fiquei perdi 1 ano da mnha vida....

lady_blogger disse...

Pedro Carlos era perfeitamente perceptível que vive em Inglaterra. E quem já cá costuma visitar o blog também já o sabia.
O meu marido também viveu em Inglaterra e foi tratado como um estrangeiro.

Anónimo disse...

"RAROS são os casos onde imigrantes (recentes ou antigos) vivem à custa da sociedade, é mais o contrário"...
Isso não é verdade, caro Paulo. São imensos os casos de imigrantes que vivem à custa do Estado. Mesmo quando vivem em barracas.
O probelma desses mesmos imigrantes serem explorados é um problema do Estado que permite isso, que tem leis permissivas que não punem as empresas que praticam esses actos, nomeadamente na construção civil, que como sabemos é um lobi poderosissimo.
Mas isso existe porquê? porque os imigrantes não se adaptam, preferem viver na clandestinidade e assim alimentam essa exploração.
E o que fazem as chamadas ONG que volta e meia falam de racismo e discriminação? NADA. Limitam-se a receber donativos e viver a sua vidinha e verbalizar teorias que, na pratica, nada ajudam essas pessoas.

pedrocarlos disse...

Uma cabo-verdeana estrangeira?!
Por amor de Deus!
Cara comentadora, quando os seus pais nasceram Cabo Verde era Portugal!
Logo, eles sao portugueses!
Experiemnte chatear umas quantas pessoas usando este argumento.
Use o servico do SOS racismo ou outras organizacoes.
Cumprimentos e boa sorte.

Como uma media dessas voce bem merece muita sorte!

Pedro Alves

Ajtel disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Anónimo disse...

Pedrocarlos, se os pais vieram para Portugal há 30 anos, é obvio que não eram portugueses nessa altura... certo?

Anónimo disse...

O vosso programa presta um mau serviço, já que não há debate, pois não convidaram ninguém com uma visão diferente da vossa, que é a da "casssete" habitual e que representa apenas a pressão das forças internacionalistas e mundialistas que pretendem destruir a Civilização Ocidental e reduzir todos os países a um imenso "Terceiro Mundo". Mas nem todos os esprectadores são ingénuos. Estudos científicos mostram que a raça é um "constructum" taxonómico plenamente justificado e até útil a vários níveis práticos (e.g. Medicina ou Investigação Policial). Há diferenças inter-raciais (entre as três macro-raças) importantes, ao nível do volume cerebral, Q.I., comportamento reprodutivo, personalidade(incluindo agressividade), maturação do organismo e organização social, diferenças essas que aparecem através das várias sociedades e que o Prof. Philippe Rushton, um corajoso canadiano, documentou apropriadamente. Para além das diferenças citadas, há outras que acabam por ser fundamentais a nível cultural, ainda que geneticamente isso pouca expressão numérica percentual tenha (a diferença genética entre um chimpanzé e um homem é de pucos pontos percentuais , por exemplo). O estafado argumento de poder haver maior variabilidade entre indivíduos da mesma raça do que entre indivíduos de raças diferentes não colhe: também pode haver maior variabilidade entre dois homens do que entre um homem e uma mulher, e no entanto ninguém duvida de que existem homens e mulheres. Respeitemos a Natureza, sejamos ecológicos e RESPEITEMOS TODAS AS RAÇAS, a começar pela nossa, que é nossa responsabilidade preservar! Desde já o meu obrigado se este comentário for mostrado no na TV no vosso programa, o que demonstraria não ser exercida censura a ideias "politicamente incorrectas", mas que são vitais para a sobrevivência do nosso povo, o Povo de Ascendência Branca.
Andreia Cunha.
Lisboa

pedrocarlos disse...

Nao eram portugueses?
Entao nao nasceram antes da independencia a 5 de Julho de 1975?!
Caro anonimo, nao estou a ver as suas contas obvias...

Anónimo disse...

O racismo, a exclusão, o comentário, o apontar, a integração, a não integração.
O problema está em quando uma pessoa não se consegue integrar seja de que cor, raça, etnia, ou cultura ou grupo e se encontra em minoria sentindo-se de fora.
Sendo assim de onde parte todos esses problemas?

Anónimo disse...

"Isso não é verdade, caro Paulo. São imensos os casos de imigrantes que vivem à custa do Estado. Mesmo quando vivem em barracas."


Diga-me quantos portugueses "de gema" (brancos, que sempre tenham cá vivido) vivem à custa do estado com os subsidios de desemprego (e que por vezes trabalham) e outros que o estado providencia, e que dificilmente IMIGRANTES conseguem obter? Muitos, claramente a maior parte.


Sobre o resto que diz:


1- Se os imigrantes (legais ou ilegais) são explorados, é porque as empresas QUEREM e o estado PERMITE, para com isso ajudar a desenvolver a economia do pais à custa da exploração e pobreza de imigrantes (outra forma de "colonização"). Num programa da RTP1 na semana passada, o Prós e Contras, politicos e outros participantes de alto renome e que muita experiencia e conhecimentos têm nesta matéria, falaram sobre os emigrantes portugueses que eram explorados na Holanda, Inglaterra e outros locais, e ELES PROPRIOS que tiveram contacto directo com politicos Holandeses, ADMITIRAM que o governo Holandês sabia de tudo isto mas que PERMITIA (não oficialmente claro) que isso continuasse, porque era uma forma de ajudar a economia do país... A maior parte dos estados PERMITE que isto aconteça.


2- Acha que os imigrantes gostam de viver na clandestinidade, ou seja, viver na pobreza e exploração??? Por favor, esse comentário é ridiculo. Regra geral vivem nesse tipo de vida porque o país onde vivem não permite ou não ajuda a que as coisas mudem e essas pessoas sejam tratadas como seres humanos e de igual forma com os cidadãos. Se pudessem, claro que preferiam viver melhor e com mais direitos.



3- Da vasta experiência que tenho na questão das ONGs, estas ajudam muitíssimo mais que o Estado. Por isso esse seu comentário é totalmente falso. Fale com a AMI, a Comunidade Vida e Paz, Cruz Vermelha, os Médicos do Mundo, e tantas outras dezenas de ONGs viradas para este tema que regra geral só têm apoios monetários dos sócios e o estado pouco ou nada faz.


Paulo

Tiago disse...

Sempre me pareceu evidente que a existirem características comuns entre um "povo/etnia/raça/cultura" sempre se deveu a uma "miscigenação interna". Mas antes estava-se muito mais isolado de tudo. Logo, provavelmente vivemos num mundo global? :P Mas, e quem não vive? O que lhe resta?

Anónimo disse...

"Ajtel disse...
MANIPULAÇÃO EM CADEIA:
Illuminati manipulam maçonaria, maçonaria manipula ACIME e SOS Racismo, ACIME E SOS Racismo manipulam Fernanda Freitas..."

"Anónimo disse...
O vosso programa presta um mau serviço, já que não há debate, pois não convidaram ninguém com uma visão diferente da vossa"

---

Uma pergunta sincera:

Por acaso não pertencem ao PNR?

É que CLARAMENTE parece.
Prestem bem atenção ao programa que podem aprender muito com isso.

Anónimo disse...

estou a ver que o debate está forte! Acredito que existam fortes argumentos de todos os lados mas temos que ver as questões do lado do ser humano superior. Não se deve ser racista só por ser e sem argumentos válidos. Isso é claramente uma atitude errada que atrasa o desenvolvimento pessoal e social. É ignorancia não admitir os aspectos positivos da multicultura e de cada cultura. Mas admito que eu própria sou racista... mas não contra aqueles conceitos normais. Sou racista contra a raça dos estupidos, dos ignorantes, dos obtusos, dos violentos, dos que não têm capacidade de aprender, de ver longe e de se questionarem. Sim, sou racista dessa forma.

Anónimo disse...

Muito obrigada pela atenção à minha mensagem anterior. De facto, os trajectos evolutivos do Homo Sapiens produziram três grupos principais: Brancos, Amarelos e Negros. Chamei Povo de Ascendência Branca ao que podemos designar por Caucasianos. Já sabemos que há muitas mistura étnicas, mas é importante considerar que os três grupos referidos apresentam características bem próprias. Nós, Portuguese, somos claramente um povo de génese europeia a meu ver devemos preservar essa herança.

Anónimo disse...

Muito obrigada pela atenção à minha mensagem anterior. De facto, os trajectos evolutivos do Homo Sapiens produziram três grupos principais: Brancos, Amarelos e Negros. Chamei Povo de Ascendência Branca ao que podemos designar por Caucasianos. Já sabemos que há muitas mistura étnicas, mas é importante considerar que os três grupos referidos apresentam características bem próprias. Nós, Portuguese, somos claramente um povo de génese europeia a meu ver devemos preservar essa herança.

Andreia Cunha
Lisboa

Anónimo disse...

pedrocarlos, lá por terem nascido portugueses, não quer dizer que fossem automaticamente cidadãos portugueses quando esses Estados se tornaram independentes.
Senão, imagine os milhões de Portugueses que teriamos hoje nas ex-colonias, a votar, a ter direitos de cidadania, etc...

pedrocarlos disse...

Cara Andreia Cunha, concordo consigo quando diz que deveria existir contraditorio.

Mas agora essa do Povo de Ascendência Branca, tem muito que se lhe diga.
Entao nao sabe que fomos parte do Al-Andaluz?!
Nao sabe que foi, felizmente, politica oficial do Reino a miscigenacao com outros povos?
Foram os portugueses que inventaram os mesticos!

Fomos ate hoje o unico pais europeu a ter um mestico como 1 ministro: Pombal!

Olhe, fizeram um estudo genetico em Inglaterra a individuos que se diziam puros e foi a surpresa das surpresas!

Todos tinham ascendencia asiatica!
Uns turcomana; outros mongol!
Se fosse a si pensava 2 vezes antes de escrever o que escreveu.
Nao va ter uma surpresa!

Cumprimentos

Pedro Alves

Anónimo disse...

"os trajectos evolutivos do Homo Sapiens produziram três grupos principais: Brancos, Amarelos e Negros."


Cientificamente isso não existe.


"Chamei Povo de Ascendência Branca ao que podemos designar por Caucasianos."


Esse primeiro termo é um claramente nazista.




Cara Fernanda, ainda bem que o PNR não foi entrevistado, pois não se iria aprender nada com eles. Por outro lado também poderia ser interessante que pudessem ter comentado alguma coisa, para se ver as enormes incoerências e parvoices que iriam dizer que seriam facilmente desmontados com factos.

Anónimo disse...

Eu também sou racista contra a raça dos ignorantes, violentos, estupidos, sem valores morais e éticos. Se essa pessoa for de origem africana sou racista, se for de origem oriental também, se for europeu igualmente.

Anónimo disse...

Muito bem respondido Fernanda!
Apoiada! Não se deixem intimidar e continuem a prestar o optimo serviço que estão a prestar.
Muitos Parabens.

Ajtel disse...

Mas porquê confundem espécie com raças, imigrantes/refugiados com portugueses instantâneos/artificiais?
Os meus pais e eu também fomos imigrantes na Alemanha, mas nunca ia passar-nos pela ideia fazermo-nos alemães.

Guimaraes disse...

Ao anónimo das 15:02 quero informar que a lei da nacionalidade de 1975 é claramente racista e discriminatória. Deviam ter dado a possibilidade de escolha às pessoas. Houve militares e funcionários do Estado português atirados para estatutos de refugiados e até fusilados por causa disso...

Anónimo disse...

"Cientificamente isso não existe?"
Começa logo pela observação, uma técnica científica importantíssima. Mas há muito mais. Por favor leia os estudos do Prof. Doutor Philippe Rushton antes de falar.

Andreia Cunha

joana disse...

Poque será que estamos "infestados" por emigrantes africanos, brasileiros e de leste, se eles procuram uma vida melhor (do que a que vivem no país deles) e em Portugal não há nada de bom em termos de emprego? Nem para nós portugueses há emprego, quanto mais para eles...
Não me interpretem mal, quero o bem deles, mas também quero o meu bem e dos meus, e isto está muito complicado...

Anónimo disse...

"Ajtel disse...
Mas porquê confundem espécie com raças, imigrantes/refugiados com portugueses instantâneos/artificiais?"


Em termos biológicos e de evolução de especie, somos TODOS Humanos.


Pessoas racistas são pessoas mal informadas e inconscientes.

Anónimo disse...

Chamar-me "nazista" tem intenção de ataque pessoal. Eu não faço ataques pessoais. Discuto ideias.
O facto de haver no nosso sangue elementos de outras raças/etnias não nos exclui do grupo "raça branca", claramente dominante e formador da nossa Cultura e da noss História, com todas as características que isso significa a nível genético/biológigo e a nível hitórico-cultural.

Andreia Cunha

Tiago disse...

Extrema-direita associada ao tráfico de mulheres & Skingirls portuguesas: o fascismo com nome de mulher

xenofobia:
do Gr. xénos, estrangeiro + phob, r. de phobein, ter aversão
s. f.,
aversão às pessoas ou coisas estrangeiras.

racismo:
s. m.,
doutrina que tende a preservar a unidade da raça e assenta na suposta superioridade de uma raça que se confere o direito de exercer domínio sobre as outras;
reacções ou atitudes que se harmonizam com esta teoria;
mostras de hostilidade face a um grupo social ou étnico.


Anedota do dia:

Esse ingleses/holandeses são todos uns xenófobos.
(Desenlace facultativo): A gente quer é ser europeus, eles são-no mais que a gente, xenofobia é indissociável do progresso permitido. :P

Anónimo disse...

Cara Andreia Cunha eu até concordo consigo quanto ao facto de existirem claras diferenças entre as raças e também não gosto da conversa estéril de que "não há diferenças e que o código genético bláblá". É claramente uma conversa de quem tem culpas no cartório! A questão é que existem diferenças mas elas são positivas, enriquecedoras e que temos que aprender a viver com as mesmas.
Agora... o seu discurso... vá estudar um pouco de história para aprender as lições do que não se deve fazer e de qual o percurso que a humanidade já percorreu. Está alguns milhares de anos atrasada. E já agora... experimente umas comidinhas e musiquinhas de outras culturas a ver como lhe passa!

pedrocarlos disse...

De facto, os trajectos evolutivos do Homo Sapiens produziram três grupos principais: Brancos, Amarelos e Negros?!

A serio?!

Mas voce acha que um Mediterranico e igual a um Lapao?!

E os Americanos (nativos) nao entram na sua classificacao!
Nao existem?!

E os Malaios?
Indianos?
Polinesios?
Aborigenes?

Ou Andreia desculpe la o sarcasmo, mas voce nao le muito e viaja ainda menos nao e?

Anónimo disse...

Cara Fernanda,

Não sou membro nem militante do PNR.
Se convidaram alguém do PNR, ainda bem, mas que eu saiba esse partido nunca se pronunciou sobre questões raciais, o que de resto, se destoasse, seria "ilegal" no âmbito da nossa democracia/liberdade de expressão, um valor todos os dias atropelado pelas TVs.

Andreia Cunha
Lisboa

Anónimo disse...

Pedrocarlos,

Evite os ataques pessoais. Eu também conheço insultos, mas não os uso porque estoua discutir ideias. Leia com atenção: eu falei em macro-raças.

Andreia Cunha

pedrocarlos disse...

Falar com anonimos e chato, mas voce nao se identifica.

Desculpe la mas estamos a falar dum casal que vive em Portugal a 30 anos!
E nasceram ainda Cabo Verde era Portugal!
Como se nao chegasse, a comentadora nasceu em Portugal!

Nao e o mesmo que aparecerem agora uns quantos a afirmarem-se portugueses!

Aquela familia e portuguesa!
Toda a vida viveram em Portugal!
Sejamos serios!

Anónimo disse...

Pedrocarlos,

Note que os índios americanos pertencem o macrogrupo asiático. Houve fluxos migratórios.
De novo: leia os estudo de Rushton, estão na WWW

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Cara Andreia Cunha,


Esse senhor dito pseudo-cientista Philippe Rushton, é como tudo indica, RACISTA e provavelmente mesmo pró-nazi. Obviamente que assim não poderia agir de forma objectiva e que só poderia dizer mentiras para favorecer a sua visão distorcida.


Escolha (muito) melhor as suas fontes ;)

http://www.google.com/search?hl=en&q=nazi+%22Philippe+Rushton%22

Paulo



Since 2002, Rushton has been the president of the Pioneer Fund, listed by the Southern Poverty Law Center as a hate group.[6] Tax records from 2000 show that his Charles Darwin Institute received $473,835 — 73% of that year's grants.[7] The Southern Poverty Law Center a civil rights organization critical of the research supported by the Pioneer Fund[8] writes that Rushton has spoken on eugenics several times at conferences of the American Renaissance magazine, in which he has also published a number of articles.[9] Anti-racist Searchlight Magazine described one these meetings as a "veritable 'who’s who' of American white supremacy"

Anónimo disse...

a discriminação mais generalizada e os maiores preconceitos não giram à volta da raça ou do género. a profissão que a pessoa exerce é o que mais preconceitos gera. quando se conhece uma pessoa nova o que se pergunta logo é: o que é que faz? há raças que estão mais conotadas com certos trabalhos. a minha médica de família é africana com sotaque e não me parece que tenha mais problemas de integração que um português de gema que trabalhe nas limpezas.
maria, odivelas

Anónimo disse...

Cara Fernanda,

Não quis em qualquer das intervenções ser agressiva e se falo contra as TVs é porque estas não deixam de exercer algum tipo de censura velada. obviamente. Certamente conhece as obras de Noam Chomsky sobre os "media" ou de Gustave Le Bopn sobre a Psicologia das Multidões e de amirar seria o contrário. O que há muitaas vezes é um discurso de "pureza moral" do nosso sistema vigente, mas que, ao analista formado e atento, não resiste ao "teste ácido".

Mais uma vez: muito obrigada, continuarei a ser espectadora assídua do seu interessante programa!

Anónimo disse...

Desculpem alguns erros de teclado.
Eu queria dizer "admirar" e Gustave Le Bon.

Andreia Cunha

pedrocarlos disse...

Andreia se chama insulto a uma afirmacao sarcastica entao esta bem...
Procure um dicionario...

Nao existem macro-racas!
Leia uns livritos de Genetica, mas daqueles a serio.

Mas mesmo que existissem, a Andreia nao conseguiu incluir os grupos etnicos que eu referi.

Acho muito preocupante que ainda existam pessoas que escrevam coisas daquelas.

Se calhar, quem me atacou por eu ser portugues, tambem pensa como a Andreia.

Anónimo disse...

"esse partido nunca se pronunciou sobre questões raciais, o que de resto, se destoasse, seria "ilegal" no âmbito da nossa democracia/liberdade de expressão, um valor todos os dias atropelado pelas TVs."


Ilegal e principalmente IMORAL é promover ódio e descriminação.

Há uma diferença muito grande entre liberdade de expressão e promover o ódio, que é claramente o que o PNR tem feito na margem da lei, brincando com as palavras mas dizendo as coisas indirectamente (para mim mais que directamente).


Se estivesse na "pele" dessas pessoas que são descriminadas e mesmo odiadas por individuos sem consciencia, de certeza que veria o rididulo disto de "raças" e mudaria totalmente de opinião.

Espero e desejo que um dia assim seja.

Paulo


"A liberdade de uns termina onde começa a liberdade de outros".

Anónimo disse...

Os portugueses caucasianos? essa é boa. Se há povo que descende de múltiplas etnias na europa é o português. É gira a ideia da separação biológica. A partir de agora antes de falar com alguém peço-lhe uma amostra de ADN.
Concordo, no entanto que o racismo é algo que atravessa todas as etnias e que é utilizado em vários sentidos. Não há um "branco racista" nem um "negro racista". Há pessoas racistas, ponto final. E há algo que as une a todas: a falta de inteligência.

Nuno G.

Anónimo disse...

Cara Andreia Cunha

Um cientista não faz uma ciência. São precisos muitos mais a corroborar essas ideias.
Para além disso, falar em macro culturas com os conhecimentos de antropologia, sociologia, psicologia, economia e mesmo de informação global que cada pessoa tem do mundo... é uma redução... no minimo intencional. É sua intenção reduzir as raças com que ideia?

Ajtel disse...

O quê mudou no ACIME?
- Agora é ACIDI.

pedrocarlos disse...

Os chamados nativos americanos sao amarelos?
Estou a ver...
Por essa logica, os Timorenses tambem sao...

A historia da ocupacao humana das americas e muito mais complicada do que a passagem pelo Estreito de Bering.

Thor Heyerdahl ja mostrou ha muito tempo que houve contacto entre a Polinesia e as Americas.

Ajtel disse...

Parece que a sra dna Fernanda se sentiu insultada com o meu 1º comentário. Caso se tenha sentido, as minhas desculpas, embora obviamente foi não-intencional.

Anónimo disse...

"joana disse...
Poque será que estamos "infestados" por emigrantes africanos, brasileiros e de leste, se eles procuram uma vida melhor (do que a que vivem no país deles) e em Portugal não há nada de bom em termos de emprego?"



Os antepassados dessas pessoas devem ter dito a mesma coisa quando os portugueses os foram literalmente invadir, não durante anos, mas séculos...

lady_blogger disse...

Tenho pena que no programa de hoje só se tenha visto a música como uma influência positiva para uma aceitação dos outros isenta de discriminação, e não terem atentado para o facto de a música ser também ela um potencial distorsor de valores de integração socio-cultural. Relembro a minha referência à má influência que pode ser o Mickael Jackson.

Tiago disse...

Philippe Rushton

É psicólogo. Ler as críticas nessa página sobre a validade científica das suas fontes científicas.

Ex: "Lisa Suzuki and Joshua Aronson of New York University wrote in 2005 that Rushton has ignored evidence that fails to support his position that IQ test score gaps represent a genetic racial hierarchy. He has not changed his position on this matter for 30 years."

Genética deve ser cabala de zionistas maçónicos?

lady_blogger disse...

Poderiam ter aprofundado a temática não só da integração dos outros por nós no nosso país, mas também o modo como somos marginalizados por outros (ditos cidadãos) em países estrangeiros.

Maria Mendes

Anónimo disse...

"vá estudar um pouco de história para aprender as lições do que não se deve fazer e de qual o percurso que a humanidade já percorreu"

Não sei pouco de História, mas não estou aqui para me gabar.
Não sejamos é "reféns da História". Os brancos trouxeram benefícios imensos às outras raças e não apenas os malefícios que os xenómanos apontam. Por exemplo, sabia que e os africanos se dedicavam à escravatura muito antes de os brancos lá chegarem e que colaboraram muitíssimo com o tráfico negreiro?
Os brancos acabaram por abolir a escravatura, coisa que ainda existe; o que fizeram foi uma aplicação da sua capacidade industrial a todo esse processo, com o enorme aumento de escala daí resultante. Mas note-se que eu não apoio essa mentalidade, não digo que a escravatura foi uma coisa boa (claro que não, tanto em termos humanitários, como até por ter sido um factor do problema racial que hoje assola a América) como não apoio a mentalidade da Inquisição, seja ela a do séc. XVIII ou do século XXI, segundo a qual em países da União Europeia, o "Admirável Mundo Anti-Disciminação" hoje ainda estão homens presos por escreverem livros!

Obrigada mais uma vez. Fico por aqui.
Até um dia e não se deixem "infoxicar" pelos meios de comunicação social. Estudem de diversas fontes!

Andreia Cunha
Lisboa

lady_blogger disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lady_blogger disse...

E para terminar...

Alguém referiu que hoje é Dia Mundial dos Refugiados?

Maria Mendes

Ajtel disse...

Em resposta ao anónimo das 15:14 -
É claro que todos os elementos (em todo o Mundo), da espécie humana são humanos. Eu não vou pelo (mau) caminho daqueles que defendem que existem humanos e sub-infra-humanos.

Tiago disse...

Já os criadores da democracia também tinham os seus escravos e julgo até que eram um factor essencial para a sua manutenção... Uma espécie de barbárie cultivada? Ou civilização bárbara?

Anónimo disse...

"Os brancos trouxeram benefícios imensos às outras raças e não apenas os malefícios que os xenómanos apontam."


Beneficios? Quais?
500 anos de escravatura, exploração, destruição da cultura e modo de vida nativos, exploração dos recursos naturais, genocidios, etc etc. Não vejo como isso possa de alguma forma ser benéfico, e foi precisamente toda essa manipulação europeia de outras culturas que originou a África que conhecemos, cheia de guerras e de pobreza.

É o legado do dito "povo superior".

Benefícios? ONDE?



"Por exemplo, sabia que e os africanos se dedicavam à escravatura muito antes de os brancos lá chegarem e que colaboraram muitíssimo com o tráfico negreiro?
Os brancos acabaram por abolir a escravatura, coisa que ainda existe;"


Um comentário esteriotipado e manipulativo esse o seu, de dizer que os AFRICANOS (ou seja, como se fossem todos) já tinham escravatura... na sua maioria NAO TINHAM, e os que tinham eram na sua maioria da áfrica do norte, ou seja, os que tinham contacto com os europeus (será que foi assim que aprenderam isso??).

Os Europeus pelo contrário usavam a escravatura (parcial de alguns grupos ou total de alguns paises) desde há MILHARES de anos.


A escravatura só foi abolida nos EUA, porque quase todos as pessoas negras lutaram por isso, e algumas pessoas brancas ajudaram. O racismo apoiado pela lei nos EUA só terminou há poucas decadas porque as pessoas negras lutaram por isso, como Luther King.
Em termos de percentagem, aqueles grupos que conseguem mudar as coisas são precisamente aqueles que são descriminados e não os que descriminam.



"aplicação da sua capacidade industrial a todo esse processo, com o enorme aumento de escala daí resultante."


Processo industrial que está literalmente a destruir o planeta e toda a vida.
Deviamos viver isso sim, como muitas nações nativa americanas viviam, em pleno respeito pela Natureza. Eles sim eram inteligentes.




"não se deixem "infoxicar" pelos meios de comunicação social. Estudem de diversas fontes!"


Parece-me haver aqui um pouco de "faz o que eu digo e nao o que eu faço", pois pelos vistos voce esteve a estudar de fontes racistas que assumiu como verdadeiras, não tendo sequer estudado fontes VERDADEIRAMENTE independentes e objectivas. Será um paradoxo ou simplesmente cegueira?


Paulo

Anónimo disse...

Vivam num mesmo Prédio com uma familia de etenia cigana!depois façam comentários.
A culpa talves nao seja deles,mas de todo o sistema(judicial,politico,e forças de segurança)todos têm medo de os fazer cumprir a lei.
Assim nada os ajuda para a sua intregaçao na sociedade.
Têm que ser cidadâos com os mesmos direitos E OS MESMOS DEVERES como todos NóS.
P.S.A Fernanda DE Freitas hoje estava particularmente muito BONITA

Anónimo disse...

caro pedrocarlos, uma coisa é o que achamos correcta, outra é aquilo que existe, que É, que de facto se passa. E realmente esse casal não é português só por ter nascido português.
Agora, moralmente são portugueses e até já tiveram concerteza oportunidades de se tornarem portugueses.. porque não o fizeram?
E realmente discordo do seu ponto de vista: porque haveriam de ter nacionalidade portuguesa automaticamente? são cidadãos de outro país, lutaram pela sua independencia, tal como nós lutamos pela nossa em 1640. É por isso que somos todos espanhois??

Paulo disse...

Oh anonimo das 15:57... foram os brancos que originaram a pobreza e guerras em Africa?? Sabe por acaso o que era Africa antes de os brancos lá chegarem? Tribos rivais que se guerreavam mutuamente e eternamente.
Era bom, era mau, era melhor? Não sei. Eles lá tinham a vida deles e se calhar ninguem deveria ter interferido.
Agora dizer que a pobreza e as guerras foram por causa dos brancos, santa paciência.

Paulo disse...

Esses comentadores que falam em "fontes independentes" dão vontade de rir.
Não há fontes independentes. Todas as fontes estão ligadas a um determinado objectivo e interesse. Isso é intrinsecamente Humano.

Anónimo disse...

"porque haveriam de ter nacionalidade portuguesa automaticamente? são cidadãos de outro país, lutaram pela sua independencia, tal como nós lutamos pela nossa em 1640."


Legalmente, em vários casos as pessoas têm direito automático a cidadania, como é o caso se nascer cá em portugal (e em muitos outros paises), mesmo se não cá ficar.

Portugal já é independente da Espanha há cerca de 900 anos.



"Esses comentadores que falam em "fontes independentes" dão vontade de rir.
Não há fontes independentes."


Quando falamos de ciencia falamos em FACTOS. Se a ciÊncia por detrás de um estudo for imparcial e objectiva, só poderá ter resultados FACTUAIS e não em supostas opiniões. É disso que se fala: FACTOS.

E contra factos nao existem argumentos.



"Eles lá tinham a vida deles e se calhar ninguem deveria ter interferido.
Agora dizer que a pobreza e as guerras foram por causa dos brancos, santa paciência."


Ninguem disse que havia povos perfeitos, mas nenhum povo tem o direito de invadir outro povo e de impor o seu modo de vida.

O facto é que a AFRICA que conhecemos, só está assim como está porque os europeus a MOLDARAM ASSIM. Se nao tivesse acontecido as "descobertas", pode ter a certeza que o destino seria muito diferente e que estariam muito melhor.

E sabe o que aconteceu depois da 1ª guerra mundial? Foi apenas uma demonstração da ignorância e arrogância de nações europeias para com África que desenvolveu em mais guerras em áfrica.


Paulo

Anónimo disse...

Eu já tinha encerrado, mas o Paulo fez-me voltar atrás.

"Beneficios? Quais?"

Veja-se a acção civilizadora dos brancos, a Educação a Medicina e não apenas as atrocidades.

"a África que conhecemos, cheia de guerras e de pobreza."

África sempre foi assim, mas nem após as "descolonizações" e com injecções maciças de recursos há UM ÚNICO país africano com boas condições gerais de vida, ou há?. A "exploração imperialista- capitalista" (da qual não sou adepta) chgará para explicar isto?

E sobre as suas palavras paira a "sombra" de que é melhor então que os povos/raças vivam geograficamente separados, para evitar influências perniciosas de estilos de vida que são, talvez, destrutivos da harmonia... Não me parece coerente.

"É o legado do dito "povo superior"."

Eu não falei em "superior" nem "inferior" a palavra é sua (!?), defendo é a preservação da nossa Identidade, que será destuída quando entrarem em Portugal milhões de imigrantes. O mesmo se aplica à Identidade Europeia, p. exemplo.
O problema está bem à vista, por exemplo na Alemanha, França, Reino Unido.

"Um comentário esteriotipado e manipulativo esse o seu, de dizer que os AFRICANOS (ou seja, como se fossem todos) já tinham escravatura... na sua maioria NAO TINHAM, e os que tinham eram na sua maioria da áfrica do norte, ou seja, os que tinham contacto com os europeus (será que foi assim que aprenderam isso??)."

Não confirmo a sua versão. Controverso.

E dizer "estereotipado e manipulativo " nada esclarece e pode aplicar-se às posições predominantes nos meios de massas.

"Os Europeus pelo contrário usavam a escravatura (parcial de alguns grupos ou total de alguns paises) desde há MILHARES de anos."

Não haja ilusões: TODOS usavam, pode em geral dizer-se.

"as pessoas negras lutaram por isso, como Luther King."

Luther King tinha fortes ligações marxistas, há qum diga que era um curioso "reverendo" racista antibranco que dormia com prostitutas, existindo mesmo gravações resultantes da vigilância. Seria? Favor pesquise o que puder, embora os princiais arquivos do FBI sobre ele estão selados até 2050 (salvo erro).

"Em termos de percentagem, aqueles grupos que conseguem mudar as coisas são precisamente aqueles que são discriminados e não os que discriminam."

Concordo, para haver mudança, uma minoria age. Que minoria é essa, é o que se verá. Mas o caminho actual está a destruir a nossa Identidade e a nossa Civilização.

"Processo industrial que está literalmente a destruir o planeta e toda a vida.
Deviamos viver isso sim, como muitas nações nativas americanas viviam, em pleno respeito pela Natureza. Eles sim eram inteligentes."

Eu não defendo o processo industrial de exploração mundial-capitalista vigente.
Os índios viviam à sua maneira, não é a nossa. Eu não quero viver como um índio. Os brancos descobriram e desenvolveram a Ciência Moderna e a Tecnologia, rumo às Estrelas! Os animais também vivem em harmonia com a Natureza (quando não são perturbados). E não estou a comparar os índios com os animais, respeito muito esse povo e todos os povos, a começar pelo meu!
E defendo políticas com forte componente de rspeito pela Natureza.

Parece-me haver aqui um pouco de "faz o que eu digo e nao o que eu faço", pois pelos vistos voce esteve a estudar de fontes racistas que assumiu como verdadeiras, não tendo sequer estudado fontes VERDADEIRAMENTE independentes e objectivas. Será um paradoxo ou simplesmente cegueira?

Haja respeito. Dizer "cegueira" não clarifica nada. Não tenha dúvidas de que eu consulto várias fontes, sendo as omnipresentes as que expressam a sua opinião, Paulo. Por isso, até faço mais esforço do que muitas outras pessoas.

Note-se que quem adopta opiniões xenómanas e míopes face às diferenças está a ajudar a acabar com a Diversidade, que no entanto diz querer preservar. Então o paradoxo não será aqui?

A terminar, reitero que DEVEMOS RESPEITAR TODAS AS RAÇAS.

Desta vez, termino mesmo.
Obrigado a todos os que contribuíram para algum esclarecimento. Reflictamos sobre as ideias uns dos outros sem dogmatismos, será esse o "valor acrescentado" desta discussão.

E muito obrigado mais uma vez à Sr.ª Apresentadora Fernanda Freitas!

Andreia Cunha
Lisboa

José Araújo disse...

Srª Freitas , gosto da sua postura que sempre positiva perante os diversos temas , que é sempre bom, mas...Reparei que pecou num conceito fundamental da liberdade de expressão , que foi quando quis defrontar com um comentário aqui colocado , que presumi , que tivesse nuances preconceituosas ou do foro ofensivo...

Mas nunca se esqueça que também o direito ao preconceito é parte de um todo social direito...Que deve por lógica ser avaliado pela a sua postura ,contexto,forma e sentido , e no caso de violação ou coloque em risco terceiras liberdades e assim é evidente, deve ser punido

As pessoas não são obrigadas a gostar somente a aceitar , pela a via de conhecimento do quanto lhe possa ser estranho , mas depois a decisão é de sua própria competência e avaliação

E deve havêr sempre a coexistência de contrários pontos que se repelem , para achar o meio termo que prefaz o seu mutúo consenso

E também já fui emigrante e estudei sociologia, para além que em Portugal vivi no bairro problemático e sei do que falo.Temos que sempre vêr o problema por todas as possiveis vertentes e só assim poderemos chamar a nossa causa , como um acto de liberdade e democracia...


E mais uma vêz pecaram nesses aspecto quando deviam referir os nossos emigrantes .Deve ser a minha postura? Sou somente tranparente, irreverente mas acho que sempre educado e racional...Sou rebelde até à espinha dorsal ..Mas enfim RTP

E antes que me coloquem por montras de fatais preconceitos por falta de profunda analise...

Eclético xenofóbico (Passeriforme - Raça em vias de extinção?)

Que natural beleza , que voa adentro fedorenta neblina...?

O super-homem? Hum nã

Um alcóolico papagaio
inalando fédico vicio
Do seu espiritual tumor
Por lúdico e frenético
Banquete de gastrica moral
expectorada de arrotada boca
Que lhe imacula vanoril recto

Entre si...
São sacerdotisas sentinelas
Catorolando sentenciadas lábias
proliferaradas , por antas fóbias
Que lhes regista fedorento mérito
Da saliva de acentuado paladar
Dos domingueiros dogmáticos fétiches

Migratória raça de pantanoso bafejo de excrementada eclética miragem

Por José Araújo

Tiago disse...

"e até já tiveram concerteza oportunidades de se tornarem portugueses.. porque não o fizeram?
E realmente discordo do seu ponto de vista: porque haveriam de ter nacionalidade portuguesa automaticamente?"

Hein? Isso é uma certeza? Ah não, nem é automático...

Não é uma questão branco vs. preto mas sim de colonizador vs. colónia. A corrupção que hoje existe em muitas ex-colónias são o legado mais evidente que a Europa por lá deixou. A herança é uma organização que assume a existência de um colonizador. Disfuncional numa sociedade que se quer justa. Agora em vez de se rapinar para um outro país distante, rapina-se para proveito próprio, a tentação é grande e o sistema já estava estabelecido.


Disputas de terras/gado/qualquer outra coisa de pequenas tribos não me parece equivalente a guerras civis e entre países armados até aos dentes com equipamento militar produzido por quem mesmo?

Pois é verdade que violência sempre existiu em qualquer sociedade humana. É indissociável/desejável? O que a provoca?

Tiago disse...

Eu não lutei em 1640, para que conste.

Tiago disse...

Nem todas as culturas usaram a escravatura.

"defendo é a preservação da nossa Identidade, que será destuída quando entrarem em Portugal milhões de imigrantes. O mesmo se aplica à Identidade Europeia, p. exemplo.
O problema está bem à vista, por exemplo na Alemanha, França, Reino Unido."

Por favor diga-me qual é a minha identidade.
Essas pessoas são até essenciais ao modo de vida europeu contemporâneo, quem iria fazer o que essas pessoas para terem algum dinheiro para viver aqui.
Tal como a exploração de trabalhadores estrangeiros na produção barata, que servem ainda de bodes-expiatórios de roubo de emprego e de grandes responsáveis de poluírem o ambiente ao produzir infinita quinquilharia para oferecer em brindes em cereais de pequeno-almoço.

Numa notícia que deixei acima fala-se como skins e movimentos de extrema direita estão envolvido no tráfico humano. Quer comentar?

Diversidade não é Eugenia! A diversidade é livre de se estabelecer como se entender.Ao querer impor restrições a contactos humanos, o que é que está a tentar preservar? Afinal o que é que os Portugueses/Europeus têm assim de tão peculiar e desejável que mais ninguém tem? E o que os faz privilegiados?

Anónimo disse...

"Luther King tinha fortes ligações marxistas, há qum diga que era um curioso "reverendo" racista antibranco que dormia com prostitutas, existindo mesmo gravações resultantes da vigilância. Seria? Favor pesquise o que puder, embora os princiais arquivos do FBI sobre ele estão selados até 2050 (salvo erro)"



Cara Andreia, sabe o que está por detrás dessa vigilância? O FBI. Sabe quem foi o director e fundador do FBI? J. Edgar Hoover?

Sabe quem foi este individuo?
Um racista xenofabo de extrema-direita que odiava pessoas negras, minorias e imigrantes, e que implementou medidas para os combater e/ou expulsar dos EUA.

Se soubesse a biografia deste individuo e dos imensos crimes que cometeu, até ficaria com vergonha do sujeito.

Sabe quem apoiou Edgar Hoover para combater Luther King, espalhar mentiras sobre si e destruir o movimento anti-racista? O Governo americano impulsionado por politicos racistas de extrema-direita que acreditavam na superioridade branca.







"Veja-se a acção civilizadora dos brancos, a Educação a Medicina e não apenas as atrocidades."


Isto é mesmo argumentos tipicos de movimentos racistas (não querendo dizer que é ou pertence, mas são esses os "argumentos" usados).

As evoluções da medicina (ou outras areas) foram feitas por muitas pessoas de todos os quadrantes, as mais antigas e avançadas (para a altura e mesmo ainda presentemente) existiam na amazónia com os nativos que lá viviam, além de que isso nada tem a ver com a questão.

Os nativos tinham a sua própria medicina, à base de plantas que funcionou por milhares de anos. Os europeus pelo contrário levaram inconsciente e COSNCIENTEMENTE doenças europeias para locais onde não havia, e sendo que essas pessoas nunca tinham tido contacto com essas doenças, morreram aos milhoes, espcialmente no continente americano. Foi o primeiro caso de guerra biológica em larga escala para matar nativos americanos.

E sobre a educação... bem, basta dizer que os europeus FORÇARAM a sua cultura sobre outros povos para estes perderem a sua cultura e serem mais facilmente assimilados, e os que resistiam ou eram presos, torturados ou simplesmente mortos. Na maioria dos casos bastava falarem a sua lingua nativa para serem castigados.

Fica a pergunta, beneficios ONDE?





"África sempre foi assim, mas nem após as "descolonizações" e com injecções maciças de recursos há UM ÚNICO país africano com boas condições gerais de vida, ou há?."


Por acaso acha que as consequencias nefastas que uns povos fizeram noutros povos supostamente "mais fracos" durante séculos, que desaparecem numa questão de meses, anos ou mesmo décadas?

A questão e o FACTO, é que Africa está assim por causa da manipulação europeia em todos os niveis.

Experimente estudar a divisão de áfrica literalmente com regua e esquadro pela europa depois da 1ª guerra mundial e vai entender onde quero chegar.

Os povos podem viver em conjunto, desde que se respeitem e respeitem os direitos humanos de cada individuo e povo.





"Eu não falei em "superior" nem "inferior" a palavra é sua (!?), defendo é a preservação da nossa Identidade, que será destuída quando entrarem em Portugal milhões de imigrantes"


São os racistas que costumam dizer esse frase.

E não foi isso que diz ser contra os europeus fizeram com centenas de outras culturas durante séculos??

Para além do mais, pelas suas palavras acho um paradoxo e tremenda incoerencia que queira defender a SUA cultura mas que já considere que a SUA cultura tem o direito de influenciar, modificar ou destruir a cultura de outros, como disse de forma indirecta quando referiu que a Europa "beneficiou" África com a SUA educação (cultura).





"eu consulto várias fontes, sendo as omnipresentes as que expressam a sua opinião, Paulo. Por isso, até faço mais esforço do que muitas outras pessoas."


Mais fontes racistas paralelamente ao outro psicologo racista? O que interessa são os factos cientificos, não meras opiniões ou estudos manipulados por que tem uma agenda a defender.





"Os animais também vivem em harmonia com a Natureza (quando não são perturbados)."


Isso já não acontece, o ser Humano (em especial os Europeus/Americanos caucasianos) acabaram por desenvolver tanta tecnologia destructiva que de Natural já o planeta tem pouco. E porque, porque existe aqui um OUTRO TIPO DE RACISMO, que a grande maioria das pessoas no mundo praticam, o ESPECISMO, ou seja, considerarem que como são seres humanos supostamente a forma de vida superior no planeta, que tÊm o direito a destruir outras formas de vida animal e de plantas.

O resultado está à vista, destruição do planeta que acabará por nos auto-destruir.




Mas afinal será que o racismo alguma vez trás alguma coisa de bom ????


Paulo

Sara disse...

Ganda tema hã?! =)

"É necessário olhar essas mesmas comunidades pelos os seus anseios , sua multifacetada cultura , seus problemas no pais que os acolhe e dai trazer a público tanto as positividades como as negatividades , ou caso contrário padecemos de uma continua hipocrisia..." José Araújo

Concordo!


"Se existem pessoas que sejam de cor negra, castanha, amarela, vermelha ou branca, isso deve-se UNICAMENTE à evolução e adaptação do ser humano consoante o local onde habitou durante milhares de anos, e não a questões de se ser superior ou inferior.
Se certas pessoas racistas acham que uma pessoa de raça negra é inferior a pessoas caucasianas, então do ponto de vista evolucionário estão completamente erradas, pois as pessoas de raça negra evoluiram no sentido de o seu corpo suportar muito melhor a radiação solar e a seca, dai serem de pele muito escura, enquanto que caucasianos são muito mais sensíveis a estes aspectos."
"só existe vida na Terra porque existe diversidade, biodiversidade e evolução. Sem isto, não existiamos." Paulo

Bem verdade!


Desde que existe, o ser humano foi descobrindo o Mundo e outras culturas. Estamos cada vez mais globalizados por esta interacção.

Não creio haver "raças" puras, visto que desde que diferentes povos se encontram que se dá uma mistura de culturas (miscigenação), e a suposta "superioridade racial" é mera pretensão absurda ou ignorância... Não existe superioridade!

Cada povo de diferentes locais do Mundo se desenvolveu (características físicas e culturais) conforme, por exemplo, uma série de características (Ex: climáticas) inerentes à região onde cada povo habita, para garantir a sua sobrevivência e boa adaptação (como quanto à cor de pele, como referiu o Paulo).

Quanto a testes de Q.I., estes têm imensas limitações como o facto de não abrangerem todos os campos de inteligência, terem que ser aferidos para a população a que se destinam e de não poderem ser aplicados a qualquer cultura (há que ter em conta os contextos, os costumes, valores, aquilo que é a "realidade" para os indivíduos pertencentes a um grupo específico, etc.).

Ex: Há uma anedota (que me parece bem elucidativa) de um membro de uma tribo que diz a um americano (que foi estudar e medir o Q.I. aos indivíduos dessa tribo):
"Você não consegue construir uma cabana, não sabe como encontrar raízes comestíveis e não sabe nada sobre previsão do tempo. Em outras palavras, você teve um desempenho horrível no seu teste de Q.I.".

...

Sim à:
Liberdade, Igualdade, Respeito, Diversidade!

Como disse o Paulo muito bem e é uma dos meus lemas preferidos:

A nossa liberdade acaba onde começa a liberdade do outro!

Racismo e xenofobia não têm razão de ser e só provocam violência. E, ou é sinal de pura maldade, ignorância ou pretensão cega e ilusória de ser "superior".

Atlas disse...

"Por acaso acha que as consequencias nefastas que uns povos fizeram noutros povos supostamente "mais fracos" durante séculos, que desaparecem numa questão de meses, anos ou mesmo décadas?"
Pois é Paulo, quando não existem argumentos inventa-se.
Estude as suas fontes, informe-se. verifique os milhões de milhões que ja foram entregues em Africa desde o inicio da descolonização nos anos 50/60.
E veja a quem beneficiaram. Os que já eram ricos, os governantes, as organizações que se encarregam de destribuir as ajudas.
Em Africa há tanta corrupção como existe em qualquer outro continente.
Aquilo que já foi entregue nesses paises nos ultimos 40 anos era mais do que suficiente para erradicar a fome e a doença em TODO o continente aricano. Sim, não nos esqueçamos de que muitos desses paises têm recursos naturais riquissimos. Porque não os exploram? Porque insistem nas guerras?
Por aqui me fico

Sara disse...

A "problema" da imigração em Portugal é uma questão de legalização e implementação dos mesmos direitos e deveres (tendo sempre em conta, claro, algumas dificuldades como a língua).
De resto, desde que seja sustentável, penso que não interfere com a vida de ninguém...

Anónimo disse...

Gostaria de deixar uma pergunta a algumas pessoas que aqui participaram com tendencias, digamos, racistas.


Quem é racista diz que deve-se lutar pela raça branca (caucasiana), mas, será que esses grupos que existem em paises latinos, não fazem a minima ideia que nós NÃO SOMOS brancos (caucasianos puros), mas sim LATINOS?

Sabiam que grupos extremistas / racistas nos paises do centro e norte da europa, consideram os "brancos" latinos como seres impuros e inferiores a eles?

Sem saber, estão a lutar contra si próprios. :-p



Só isto era suficiente para tornar ilógica a existencia desses grupos racistas em paises latinos.

É a inconsciencia e desinformação.

Paulo

Sara disse...

É uma questão de abertura...

José Araújo disse...

Sara mas nada disso foi citado e isso que tentei aqui salientar , mas sem qualquer resultado...

Não é somente tratar dos imigrantes mas como também trtar dos nossos emigrantes , que são descriminados por diversos paises..Mas falar disso deve pisar os pés a alguém...

E sinceramente esse Portugal , já me enjôa...Que a que chamo pacovice moderna , que usa a perfomance da diplomacia, para salvarguardar seus económicos interesses...Me faz lembrar um livro de Moita Flores "Não há lugares para divorciadas"

Tiago disse...

Alguma corrupção existe porque limitaram-se a mudar os orgãos governativos constituídos por estrangeiros, por não-estrangeiros. A organização manteve-se.
As colónias só sobreviviam porque tinham o apoio dos países colonizadores, eram um mero apêndice.

Parece que algumas pessoas agora transmitem a raiva contra determinadas raças para os que se "miscegenam " como se o propósito fosse construir galerias de bravos exemplares embalsamados de cada tribo para colocar em museus. Afinal o que é que as pessoas querem tanto dos outros? Porque insistem em diferenças/semelhanças virtuais? Carência de afectos?

Sara disse...

Racismo e xenofobia não têm razão de ser e só provocam violência. E, ou é sinal de pura maldade, ignorância ou pretensão cega e ilusória de ser "superior". Ou então de querer explorar os outros de alguma maneira. (Como muitos que se aproveitam da situação de imigrantes, principalmente quando estão ilegais nalgum país, para os explorar em trabalho (ex: trabalho escravo em campos agrícolas; trabalho em obras que depois não é pago, etc..)

Anónimo disse...

ridículo! que falta de civismo fazer disto campo de batalha!

Anónimo disse...

"Aquilo que já foi entregue nesses paises nos ultimos 40 anos era mais do que suficiente para erradicar a fome e a doença em TODO o continente aricano. Sim, não nos esqueçamos de que muitos desses paises têm recursos naturais riquissimos. Porque não os exploram? Porque insistem nas guerras?"


O primeiro assunto é FALSO.

O que o "mundo" deu (??) de ajudas para África, em termos monetários e de comida é muito muito pouco, para não dizer quase nada, sendo que a maioria desses apoios são desviados por governos e facções militares corruptas, que são apoiadas por governos e empresas estrangeiras do 1º mundo em especial.
As organizações no geral é que têm dado muito mais apoio do que os governos mundiais. E normalmente só conseguem apoios monetários através de donativos e da quota de sócios, os governos dificilmente apoiam a sério as organizações, porque preferem gastar o dinheiro em parvoices como a OTA (mais de 3 mil milhoes de euros que podiam erradicar a pobreza em portugal) somente para beneficiar os amigos empresários da construção e a especulação imobiliária.


Mesmo que a Europa, os EUA e a Russia dessem dezenas de milhares de milhões de euros todos os anos para áfrica, isso não seria suficiente para "compensar" todo o sofrimento e morte dos últimos 500 anos.




Por fim, o tema das empresas e financiamentos em África.

Antes de mais é preciso perceber que a grande maioria dos governos corruptos que existem em áfrica, foram directa ou indirectamente apoiados e instalados pelos EUA, pela URSS/Russia e pela Europa, para assim poderem ganhar influencia directa nesse país e... explorar os seus recursos pagando muito menos do que seria justo...

O que aconteceu durante décadas na Angola é um dos melhores exemplos de tal: de um lado um partido apoiado pelos EUA, do outro um apoiado pela URSS porque ambos (EUA e URSS) queriam controlar o país e explorar as suas imensas riquezas através da colocação de fantoches no poder = guerra civil por várias decadas = destruição do pais.


O que acontece é que as empresas e governos estrangeiros apoiam o governo e ditadura X no país Y, com o acordo de que depois de estes ILEGALMENTE ganharem o poder no país (mesmo através de eleiçoes manipuladas), poderem explorar o povo desse país e os seus recursos naturais, essas empresas levam a grande maioria da riqueza, pagam uma percentagem elevada para os politicos corruptos do país (para aprovarem, se calarem e apoiarem esses negócios), e o povo com muita sorte recebe quase nada. Exemplos destes é o que não falta.


E quando um outro partido independente ou o povo se revolta, acontecem guerras... que começaram porque os governos e empresas estrangeiras corromperam, manipularam e instalaram ditaduras nos países africanos.


ACONSELHO A TODOS que vejam o documentário "the corporation" que fala em parte sobre estas questões no: www.video.google.com



Mais uma vez a pergunta que ninguém conseguiu responder...
BENEFICIOS ONDE?

Paulo

josé costa - casal do marco disse...

O meu anterior comentário desapareceu no éter!
Volto a dizer que antes de criticar seja quem for, a sociedade-civil deve começar por discutir o racismo, xenofobia, discriminação e especialmente as desigualdades, no nosso país pois somos um mau exemplo para a Europa!
1) Discriminação: Na Educação superior, pagamos todos mas só alguns frequentam os cursos universitários!
Mandam ás urtigas o princípio democrático, sagrado e fundamental da universalidade!
2) Racismo: Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, são ILHAS PORTUGUESAS e o seu povo é português tal como eu, caucasiano mas descendente de todas as tribos e povos que aqui aportaram e colonizaram!
Com a mistura que existe em todo o nosso ADN, dizer-se que os portugueses são racistas é estupidez pura!
Volto a dizer que essas ilhas são tão portuguesas (ontem, hoje e amanhã!)como as ilhas dos Açores e Madeira!
Podemos agradecer a TRAIDORES a venda dessas ilhas em troca de apoios para conquistar o poder em Portugal!
3 ) Desigualdades: Este "estado" de cleptocráticos prefere deixar morrer e abandonar á sua sorte, os nossos velhos, doentes crónicos e deficientes a deixar de alimentar bem os seus seguidores partidocráticos da função pública!
A esses que existem em excesso, é que têm que ser alimentados mesmo que morram os outros por falta de assistência e apoio quando mais precisam!

josé costa - casal do marco disse...

Para a PORTUGUESA natural de Cabo Verde, gostaria de lhe dizer que se apresentar a sua questão no Tribunal Constitucional, terão que lhe dar razão na sua pretensão de se apresentar perante o estado português, como portuguesa em igualdade de direitos que qualquer outro cidadão português!
Se isso não bastar, envie uma queixa para o Tribunal dos Direitos Humanos através da respectiva secção da Ordem dos Advogados!
Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, foram descobertas sem que se descortinassem populações nativas, por navegadores ao serviço de Portugal!
Peça responsabilidades ao Mário Soares, Almeida Santos e a todos os que estavam no comando do governo e forças armadas pois foram eles a causa desta indignidade feita ao povo português e á nação portuguesa no seu todo!

josé costa - casal do marco disse...

Peça também responsabilidades á escumalha que teve o descaramento de fazer uma "constituição" eliminando dela quaisquer referências ás NOSSAS ILHAS de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe!
Essa canalha nem sequer teve a coragem de se responsabilizar pela vigarice e atentado ao bom nome de Portugal quando nos apresentou esse livreco sem chamarem o povo , donos ainda desta nação,a referendar a mesma.
Atendendo a essa falta não HOUVE CORAGEM da parte de NENHUM PRESIDENTE DA REPÚBLICA a PROMULGAR a mesma contrariando 2 leis escritas nesse mamarracho a que chamam pomposamente "CONSTITUIÇÂO"!
Desafio-vos a discutirem este tema com todo o povo que foi excluído dessa aprovação!
Incluindo os povos portugueses de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe!
Mas claro que tenho a certeza que os cobardes nem uma palavra dirão a esse respeito!

Anónimo disse...

Diferenças Entre as Raças - Este é um tema de muito difícil tratamento em público, já que, pela ideologia igualitarista reinante na maior parte do mundo, é um dos "tabus". É intocável, e quem o trata, que se proteja. Chovem os insultos, ostracismo e até acontecem actos violentos, apenas por se exprimirem pacificamente ideias. Em pleno séc. XXI, pessoas vão presas em diversos países da União Europeia (sabia?!) por escreverem livros ou artigos que destoem da "linha de pensamento aprovada".
Ora um preto não difere de um branco apenas por possuir pele escura, carapinha e lábios grossos. O Prof. Philippe Rushton sistematizou, por via de estudos de indubitável carácter científico, na obra "Raça, Evolução e Comportamento" interessantes factores de diversa natureza e que justificam plenamente o conceito taxonómico "Raça", se definido em termos dos grupos seguintes: Brancos, Pretos, Orientais. É, assim, importante conhecer as diferenças, se queremos saber do que estamos a falar. Em traços resumidos e mesmo assim incompletos, a bem da brevidade:
Volume craniano - difere em alguns centímetros cúbicos.
Inteligência - testes de QI (ainda que devidamente adaptados) e realizações culturais.
Reprodução - níveis de fertilidade, níveis hormonais, características sexuais (como o tamanho dos órgão genitais masculinos), frequência do coito, atitudes permissivas e nível de morbilidade sexualmente transmitida.
Peronalidade - Agressividade, cuidado, impulsividade, autoconceito, sociabilidade.
Maturação - Tempos de gestação, de desenvolvimento esquelético, de desenvolvimento motor e de desenvolvimento dental, idade de iniciação da função sexual, idade de primeira gravidez, duração de vida.
Organização social - estabilidade marital, conformidade face às leis e normas sociais, saúde mental.
Certamente, poucos dos leitores ouviram falar destas diferenças raciais, que a Televisão tão cedo não lhes revelará, embora de algumas delas estejam conscientes, por via da sua experiência de vida. Por exemplo, os pretos são excelentes em corridas de atletismo dos 100m, dado que desenvolvem mais facilmente "energia explosiva" devido aos seus níveis mais elevados de testosterosna, no entanto falar deste assunto levaria a perceber que essa testosterona tem efeitos sociais marcantes ao nível do comportamento agressivo (e sexual, claro).
Claro que se trata de diferenças médias. As distribuições matemáticas envolvidas são de tipo gaussiano, como é próprio de inúmeros fenómenos naturais.
Ao nível da Fisiologia, Medicina e Farmacologia, estes conhecimentos são da maior importância, até em procedimentos banais, como a medição e avaliação de uma tensão arterial, em que o médico tem de ter em conta a raça do paciente, obviamente, pois os pretos apresentam valores mais elevados do que os brancos, sem que isso signifique, no entanto, hipertensão.
Caro leitor, conheça as raças, conheça a Diversidade, não use este termo sem ter em conta o que ele significa.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Philippe Rushton - embora seja professor de Psicologia no Canadá, este cientista, que de resto, claro, não é o único de interesse para as questões do estudo diferencial das raças, mas é um que se distinguiu pela qualidade e actualidade dos conhecimentos que tem revelaso. Movimentou-se por outros campos necessariamente multidisciplinares, como a Antropologia, a Medicina, a Demografia e as Ciências Criminais.
Não é de admirar, como refere mais acima um bloguista, que organizações como o Southern Poverty Center ou muitas outras entidades inimigas da Raça Branca, ao serviço das ideologias mundialistas, lancem as maiores "farpas" aos estudos do Prof. Rushton, cujo gabinete na Universidade já foi vandalizado por "manifestantes", mas as razões para tal não são de natureza científica, mas sim ideológica. Giordano Bruno e Galileu sofreram enorme ostracismo por terem tocado em assuntos científicos segundo perspectivas inconvenientes à ordem estabelecida. Hoje isso ainda acontece, e não sem ser chocante para qualquer adepto da Liberdade de Expressão. Haveria que promover o livre debate de ideias científicas e não tentar o silenciamento de alguém só por ter ideias inconvenientes ao Poder Estabelecido. Muito leitores ignoram que em cerca de 10 países da União Europeia (e não só) há uma lista de livros proibidos e tem havido e há homens presos por escrever livros ou falar em público! David Irving, Germar Rudolf, Ernst Zündel, Robert Faurisson, são disso exemplo. Há assuntos "tabu", tal como no tempo da Inquisição! É possível insultar Deus ou proclamar o Satanismo, oralmente ou por escrito, no café ou na TV, mas há um par de assuntos "intocáveis" e este que hoje nos ocupa é cada vez mais um deles, a ponto de se querer criminalizar quem defenda outras opiniões, ainda que de forma pacífica e justificada. Grande "Democracia", bela "Liberdade de Expressão"!

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Mundo Darwiniano - vivemos num mundo em que diferentes espécies e raças competem por recursos, a começar pelo territorial, por um espaço vital. Neste mundo darwiniano, continua a vigorar a lei do mais forte, ainda que muitos moralistas possam advogar o contrário. "Como seria bom se nos déssemos todos bem, porque não há de ser assim?" De facto, seria bom, mas o mundo não é assim, a nossa essência, a essência da Natureza, permanecem imutáveis. No passado, ocorreram choques entre civilizações em estádios de desenvolimento muito díspar e o que se passou foi a sobreposição do mais forte, por vezes mesmo com a extinção do mais fraco. Hoje, é o armamento americano dita a "nova ordem mundial". Pela força, não pelo discurso hipócrita dos "valores". Estes, são atropelados a bel-prazer.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Respeito - Respeito igualmente todas as raças, não odeio ninguém, e não afirmo que alguma seja superior, inferior ou igual (o que implicaria o critério "em quê", que nem defino). Quem associar "ódio", "racismo", "nazismo", etc., às minhas palavras estará a utilizar rotulação abusiva, e que de resto nada contribuirá para um esclarecimento, mas, pelo contrário, apenas lançará a habitual "cortina de fumo" que impedirá uma apreciação intelectualmente honesta. E tenho amigos de várias raças. O nosso tema é, no entanto, uma questão de nível "macro" e é a esse nível que deverá ser realizado o tratamento.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Liberdade - lembro também a nossa Constituição, que consagra o Direito à Liberdade Expressão e apelo à coerência dos leitores para perceberem que é impossível que por um lado haja liberdade de expressão e em simultâneo se estabeleçam limites a essa mesma liberdade. A frase feita, até mais geral, de que "a minha liberdade acaba onde começa a dos outros" não tem para mim qualquer validade, é falaciosa, já que uma liberdade sem restrições não é liberdade, por definição. Aquela frase, devidamente interpretada, significa: não há tal coisa, Liberdade, pois a vida social (e a própria essência do indivíduo, como digo à frente) impede-a. Se queremos viver em sociedade, teremos de abdicar de muitos aspectos da nossa liberdade. Não seremos livres. Eu acrescento até que nem é preciso viver em sociedade para que um indivíduo são seja livre: já antes de nascer o indivíduo é condicionado por muitos factores, e depois de nascer é sem dúvida escravo da sua condição e das limitações que a sua própria essência biológica e psicológica e as suas vivências passadas, num ambiente que não escolheu, lhe impõem. Por isso, admito que se use o termo Liberdade, mas só dentro de certa reserva. E nem tratei o tema Dever, pois não será este um contrapeso importantíssimo em relação à Liberdade? Mas evitemos desviar-nos mais, por agora.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Origens da Diversidade Racial - A espécie humana sofreu evolução por via da adaptação aos diferentes meios em que os indivíduos foram vivendo, com mobilidade e grandes migrações. Ou se preferirmos, numa perspectiva cristã anti-evolucionista, que nos é de certo modo pelo menos familiar, podíamos dizer "Deus criou o Homem este apresenta-se em diferentes raças. (Ou criou Adão e depois este, ao multiplicar-se, deu origem a diferentes raças, o que não é muito diferente.) Nunca li, em textos religiosos, que as raças são uma "criação impura do Homem", pelo que é preferível assumir que correspondem à vontade divina. Sem esgotar outras perspectivas, considero que as duas abordagens citadas, quer a evolucionista, quer a criacionista (por exemplo, cristã), nos permitem desde logo a posição de desejar que se respeite a Natureza, ou, na outra variante, se respeite a vontade de Deus. Se bem que "todos somos iguais aos olhos do Senhor", "o Meu reino não é deste mundo". Essa igualdade sê-lo-á no mundo dos espíritos, não neste. Se Deus criou a diversidade racial, ela tem lugar. Se a Natureza gerou a diversidade racial, é ecológico preservá-la.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Origem do Comportamento Discriminatório - Os seres vivos estão "programados" fortemente para perpetuarem a sua espécie e ao fazê-lo procuram o seu semelhante. Estudos mostram que já em bebé o indivíduo apresenta comportamentos diferentes consoante o ambiente racial, por exemplo, bebés brancos reagem de forma diferente a caras de negros, brancos ou asiáticos. A tendência para agregação aos seres que nos são semelhantes continua por toda a vida. Isto implica um sem-número de acções discriminatórias. Ora estamos, por via da propaganda antidiscriminação, sempre a interpretar o termo "discriminação" associando a um valor negativo, no entanto a discriminação pode ser, obviamente, positiva. Passamos a vida a discriminar. Discriminar é optar. Ou fazemos isto, ou fazemos aquilo. E tentamos sempre efectuar as melhores escolhas. Muitas delas salvam-nos a vida: "afugento este animal, pois é um pequeno gato assustadiço" é uma opção muito adequada se virmos um gato, e que não dever tomada quando encontramos um tigre esfomeado.

Andreia Cunha

José Araújo disse...

José Costa e Andreia adorei vossas posições , faziam falta aqui neste espaço demasiadamente morno em prol dos bons costumes bem portuguêses..

Costa tens razão fui emigrante , durante uns bons anos , e me deparo e deparei que se propaga aqui dentro, o respeito pelo o semelhante , mas nem damos o primeiro passo com os mais directos concidadãos..

E como indirectamente referiste e reafirmo por minhas palavras , para encontrar um concensual ponto há que colocar em público pontos contrários , de outra forma é a mesma coisa que nada ...

Que bom que voltei para lêr possiveis opiniões..Se multipliquem...Embora o sociedade seja muito morninho, para além de civicamente têndencioso..

Desculpo a minhas honestas palavras à equipa que realiza e produz este programa :)

Anónimo disse...

Massificação - "Opiniões e crenças" e "Psicologia das Multidões" são os títulos de importantes obras de Gustave Le Bon, o pai da Psicologia Social, que revelou como são formadas as convicções da pessoas e o pensameno do senso comum. Mais recentemente, Karl Jaspers e Noam Chomsky também forneceram importantes contribuições sobre o tema. Claro que é maioritariamente com superficialismo e sob os fortes efeitos da sugestão e do contágio mental que se formam as opiniões e crenças populares. O que não seria tão trágico, se não fosse o facto de no momento do sufrágio universal ser assim definido o futuro da Nação... Isto explica como existe uma à primeira vista surpreendente unanimidade, ou quase-unanimidade, mesmo em questões complexas. Neste aspecto, o poder hipnótico da Televisão e da "voz-off" é avassalador. Quem controla a Televisão, controla a sociedade. Muitas vezes, não são necessárias guerras militares para que haja uma efectiva conquista e uma eficaz subjugação. Outro aspecto é o fenómeno da deslocação das crenças religiosas para outros campos, e com os mesmos efeitos de ostracização dos "não crentes". É assim que surgem logo os insultos e a agressividade quando verdadeiramente se entra em confronto de ideias, como de resto se pode apreciar mais acima, e, estou a prever, mais abaixo, nesta página... Isto embora eu nen tenha propriamente entrado em confronto, apenas expus algumas ideias que acho que se enquadram bem numa discussão deste tema. Porque "da discussão nasce a luz"...

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Desculpem, mas como por lapso houve a troca de uma letra, mas o sentido ficou gravemente afectado, repito isto:

Liberdade - lembro também a nossa Constituição, que consagra o Direito à Liberdade Expressão e apelo à coerência dos leitores para perceberem que é impossível que por um lado haja liberdade de expressão e em simultâneo se estabeleçam limites a essa mesma liberdade. A frase feita, até mais geral, de que "a minha liberdade acaba onde começa a dos outros" não tem para mim qualquer validade, é falaciosa, já que uma liberdade sem restrições não é liberdade, por definição. Aquela frase, devidamente interpretada, significa: não há tal coisa, Liberdade, pois a vida social (e a própria essência do indivíduo, como digo à frente) impede-a. Se queremos viver em sociedade, teremos de abdicar de muitos aspectos da nossa liberdade. Não seremos livres. Eu acrescento até que nem é preciso viver em sociedade para que um indivíduo não seja livre: já antes de nascer o indivíduo é condicionado por muitos factores, e depois de nascer é sem dúvida escravo da sua condição e das limitações que a sua própria essência biológica e psicológica e as suas vivências passadas, num ambiente que não escolheu, lhe impõem. Por isso, admito que se use o termo Liberdade, mas só dentro de certa reserva. E nem tratei o tema Dever, e não será este um contrapeso importantíssimo em relação à Liberdade? Mas evitemos desviar-nos mais, por agora.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

E não é que está ainda um erro grave no texto? Será que os gestores deste espaço me podem ajudar e eliminar as versões anteriores? Cá vou repetir, peço desculpa:

(ASSIM É QUE É:)

Liberdade - lembro também a nossa Constituição, que consagra o Direito à Liberdade Expressão e apelo à coerência dos leitores para perceberem que é impossível que por um lado haja liberdade de expressão e em simultâneo se estabeleçam limites a essa mesma liberdade. A frase feita, até mais geral, de que "a minha liberdade acaba onde começa a dos outros" não tem para mim qualquer validade, é falaciosa, já que uma liberdade com restrições não é liberdade, por definição. Aquela frase, devidamente interpretada, significa: não há tal coisa, Liberdade, pois a vida social (e a própria essência do indivíduo, como digo à frente) impede-a. Se queremos viver em sociedade, teremos de abdicar de muitos aspectos da nossa liberdade. Não seremos livres. Eu acrescento até que nem é preciso viver em sociedade para que um indivíduo não seja livre: já antes de nascer o indivíduo é condicionado por muitos factores, e depois de nascer é sem dúvida escravo da sua condição e das limitações que a sua própria essência biológica e psicológica e as suas vivências passadas, num ambiente que não escolheu, lhe impõem. Por isso, admito que se use o termo Liberdade, mas só dentro de certa reserva. E nem tratei o tema Dever, e não será este um contrapeso importantíssimo em relação à Liberdade? Mas evitemos desviar-nos mais, por agora.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Miscigenação - num mundo em que (e já há dezenas de anos) todos os dias somos bombardeados com propaganda com vista à tolerância e prática da miscigenação, através de meios de persuasão poderosíssimos, como a TV e o Cinema, e desde os bancos de escola, propalando a igualdade das raças ou até negando que estas existam, alguém até se poderia admirar: como é que não há mais mestiçagem? Como é possível que brancos continuem a acasalar com brancos, em esmagadora maioria, e pretos com pretos, asiáticos com asiáticos? Mesmo nos EUA, as taxas de miscigenação não são tão altas como se poderia esperar. Claro: a resposta relaciona-se com o meu tópico mais acima, a discriminação racial é inata e é um impulso vital muito forte, ligado à conservação. Lembra a anedota "eu não sou racista, não senhor, mas a minha filha não casará com um preto". Outra face da moeda da discriminação é esta: se as raças não se fundem, então continuarão a partilhar o mesmo espaço vital, nos países em estão juntas. Ora, também por razões naturais, isto é fonte de imensa conflitualidade. Veja-se o que se passa nos EUA e infelizmente também já em países europeus, como o Reino Unido, França, Alemanha e França, em que o facto de haver milhões de indivíduos de cada grupo racial impossibilita a integração (integração em quê?) e, claro, a sobrevivência da Identidade Nacional. A Identidade, um sentido de pertença e até digo, um sentido de continuidade e de responsabilidade pela herança dos nossos antepassados, que lutaram e se sacrificaram para que hoje estivéssemos na nossa terra, são elementos muito importantes para a estabilidade dos indivíduos e das nações. E isto não é desrespeitar nem maltratar quem quer que seja. Todos os povos deviam ter direito à sua própria sobrevivência. Hoje, aqui e agora, é a Raça Branca quem está ameaçada. Basta ver as estatísiticas demográficas para aferir esse facto incontestável.

Andreia Cunha

José Araújo disse...

Andreia esse factor mediático, que mencionaste , que manipula e fomenta um constante estereótipo imperativo(Sexismos, femismos,machismos,fundamentalismos,nacionalismos,...) , é o que devia se têr em foco e a própria que fomenta a descriminação e não como alguns ignorantemente julgam , que é por formas socialmente brajeiras..

Basta analisar a filosfia da publicidade , para facilmente chegar ao ponto que tanto tu como eu chegamos , que aqui no "forum" muitos poucos ousaram chegar.

Porque nós não seguimos linhas impostas , remamos consuante a própria lógica, usando as contradições como "ferramenta" ampla....

Mas lembra que o Sociedade Civil é um pacote simplificado e tendenciosamente regulado , embora que não tão negativo com alguns outros mediáticos exemplos

Como já atrás referi , há que vêr ambos os lados da mesma razão , só assim ganhamos maior lucidez...

Não te conheço , mas não desistas das tuas ideias , que têm boa amplitude mas de dificil compreenção , para outros de menor visão analitica..

José Araújo disse...

Esqueci de referir um factor importante:

Embora eu discorde por alguns teus pontos , mas me deu outras prespetivas necessárias para analise

Tiago disse...

Race

Darwinismo não defende que o mundo é dos mais fortes, mas dos mais bem adaptados.

A ciência concorda que raça não existe geneticamente, é uma construção cultural. Por isso, a persistir enquanto conceito, será porque se faz essa escolha e nada mais. Mas parece-me que os mais bem adaptados do presente não o farão, terão que ser os heróis da raça a defender a pureza racial (até a minha:P). Mas não deixa de ser estranho que heróis valorosos precisem de um conceito unificador, pensei que o maior herói seria o mais individualista dos indivíduos, o mais singular. Talvez se tenha que reforçar algum conceito de grupo, de outra forma iria destacar-se do quê?

Se procurar a origem genética humana verá que todos temos a mesma origem.

Mas fiquei curioso em saber o que pensarão de miscigenação...
O José Araújo já sei...

Já agora está um .pdf na página do wikipedia sobre esse tal psicólogo-maravilha que o compara com estudos desde os finais do século XIX acerca das dimensões médias consoante a raça, parece que num século as dimensões cranianas de "pretos" aumentaram bastante, ao contrário das dimensões de "brancos", que até reduziram. Ao escrever isto, já começo a imaginar as vossas justificações recambolescas, mas no entanto tããão eloquentes e interessantes.

José Araújo disse...

"O José Araújo já sei...?"

Tiago onde eu é que eu falei de miscigenação...

Lê com atenção...Falei do mediatismo tendencioso e falacioso , que cria natural dequilibrio na lógica da razão, e que por ela msma controvérsia hipócrita...

E não é preciso lêr Darwin , para saber que somos uma única raça que se desenvolve não por genética forma mas cultural, por consequência a sua adaptibilidade

Anónimo disse...

Darwinismo - de facto, concordo que é mais rigoroso falar-se nos mais adaptados, mas isso inclui certamente, pelo menos para os mamíferos, a dominância do mais forte, como se observa nos fenómenos competitivos, seja a competição por alimento, por território ou por parceiro sexual.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Raça: uma construção cultural? - É óbvio que não. A raça é reconhecida mesmo por bebés, como mostraram estudos (realizados por cientistas israelitas), e existe a tendência inata, nos indivíduos, para, em face da diversidade, se agruparem e procriarem com os seres que mais se lhes assemelham. Como a raça é uma característica que tem até clara expressão morfológica, é detectável visualmente, mesmo à vista desarmada, e assim, seria impossível, mesmo a um homem que, por hipótese, tivesse, desde criança, estado privado de todo o contacto social numa ilha deserta, deixar de distinguir, isto é, discriminar, indivíduos de diferentes raças que lhe fossem colocados à frente. Ele notaria imediatamente as diferenças entre os indivíduos de diferentes linhagens raciais, por exemplo, entre um caucasiano e um subsariano. Logo, a raça não é uma construção social. A afirmação de que o é constitui uma das estratégias das ideologias vigentes, que utilizam fórmulas simples que, embora falsas, uma vez repetidas nos meios de comunicação social, facilmente se transformam em ideia fixa, tida por verdadeira, na cabeça do homem-massa.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

A origem genética é a mesma para todos os homens? - Desta vez é óbvio que sim, mas a origem genética de todos os mamíferos também e a mesma, e no entanto existem ratos, cavalos, vacas e homens. A origem é a mesma, mas o processo natural é o da diversificação progressiva, surgindo variantes, raças e o próximo passo é a sua evolução para novas espécies, sempre que o meio circundante em que cada uma se movimenta seja suficientemente diverso para se se desenvolvam novas formas de adaptação.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

"A ciência concorda que raça não existe geneticamente"? - Só um falso cientista pode afirmar isso. Vejamos: uma vez que os indivíduos de várias raças, por exemplo, um subsariano e um asiático, se distinguem, até à vista desarmada, por caracteres morfológicos (anatómicos) e fisiológicos e estes são hereditários, segue-se que não há outra forma de estes existirem biologicamente, senão a nível genético. Quando muito, o que se pode dizer, isso sim, é que, QUANTITATIVAMENTE, a diferença genética entre os indivíduos das diferentes raças é muito pequena. Mas existe e isso resulta nas diferenças morfológicas e fisiológicas patentes aos olhos de todos, fora as outras, incluindo as difíceis de estudar. Não admira que a diferença seja quantitativamente pequena, pois estamos a considerar indivíduos da mesma espécie. Note-se, a propósito, que um homem e um chimpanzé diferem em apenas poucos pontos percentuais, em termos genéticos. Um homem e um cão têm muito em comum, o mesmo entre um homem e um rato, e muitos leitores ficariam surpreendidos se conhecessem os valores percentuais de comparação entre um homem e uma mosca, ou mesmo entre um homem e certos tipos de bactérias (ainda da ordem das dezenas por cento de afinidade genética). Não cito aqui os múmeros em concreto, pois não os tenho de momento à mão e prezo o rigor.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

O Tiago, a quem envio os meus cumprimentos, extensíveis ao José Araújo e demais eventuais leitores, diz: "...fiquei curioso em saber o que pensarão de miscigenação..."
Ora parece cedo para abordar esse tema, pois estamos ainda a discutir aspectos fundamentais, sobre os quais não sei se já atingimos acordo. Eu, pelo menos, não vi argumentos sucicientemente fortes para mudar as minhas posições, que de tão claras e objectivas até diria que não são minhas, tão evidentes e patentes aos olhos de todos que estão. Só depois do tratamento dos aspectos fundamentais se poderá passar às perguntas: "E então? E depois? Que fazer face a isto?" E entramos num terreno especialmente perigoso, que é o da Política... Creio que não entrarei nesse campo, aqui neste passo. Há que reflectir ainda sobre o que temos vindo a discutir, já que só sobre um terreno devidamente sólido se poderá construir um edifício con futuro..
Posso é desde já estranhar que o Tiago fale em miscigenação, pois esse é um conceito posterior à aceitação da noção de raça. Ora como referiu que a raça não existe, é meramente uma construção social e para a Ciência não existe raça, então poderei, sem incorrer em grosseiro erro, deduzir que reviu a sua posição e agora já aceita que existem raças? Eu aconselho todos os partidários da "antidiscriminação" e da mistura racial, no sentido de manterem alguma credibilidade e não serem facilmente contrariados, a aceitarem publicamente a existência das raças. Mais valia dizerem: "Sim, as raças existem, mas detestamos que existam. Queremos acabar com elas, ou queremos misturá-las, seja segundo o modelo "sopa Juliana", seja segundo o modelo "queijo-fundido"".
Esta seria uma posição muito clara e honesta, pois não assentaria em ideias falsas, que nada têm a ver com a base natural, de comprovação científica, deste tema. Uma ideologia construída sobre ideias falsas é uma triste ideologia. Mas claro, para que uma ideia se imponha socialmente em grande escala ela não necessita de ser verdadeira, basta que seja introduzida nos canais apropriados durante o tempo suficiente e segundo os processos mais eficazes. E quanto mais simplistas as formulações, mais hipóteses têm de êxito. Ideias como "somos todos iguais" são certamente de aceitação muito fácil, ainda que, como escreveu Orwell, alguns sejamos "mais iguais que outros"...

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Rushton, outra vez - Acho estranho que para se contestar os dados de partida de certas análises do Professor P. Rushton se recorra a outros dados que são do séc. XIX!, quando entretanto apareceram métodos e tecnolgias de recolha e tratamento de dados, por exemplo com recurso ao computador, incomparavavelmente mais avançadas do que as disponíveis antigamente!
Todos os dados utilizados por Rushton se encontram disponíveis publicamente, eles foram recolhidos de instituições americanas que os fornecem ao público, como as forças armadas (um excelente repositório de dados anatómicos, pois a aquisição de fardamento e equipamento a isso obriga), o FBI, institutos de estatística, etc.
Mas, como disse acima, há quem venha contestar esses estudos. Isso não admira. Como é sabido, a Wikipédia usa mecanismos de aprovação dos textos que lá se encontram e o que é "politicamente incorrecto", claro que não é publicado. Também há muitos pareceres favoráveis ao trabalho de Rushton, como elementos ligados a diversas revistas científicas e autores deste campo científico. Eu só digo: que cada um, se puder, se informe, consulte os que falam a favor e o que falam contra e depois decida por si.

Andreia Cunha

Tiago disse...

"É óbvio que não. A raça é reconhecida mesmo por bebés,"

Eles reconhecem familiaridade e diferenças físicas que têm a ver com morfologia de diferentes indivíduos, e não com raça, crianças e bebés não criam esse conceito.

Não percebi isso do homem-massa. Então o conceito de raça não foi já tanto do homem-massa e continua a ser ainda para bastantes pessoas, apenas não para a maioria de cientistas e na info que fazem passar para as massas. As características que distinguem as "raças" são irrelevantes, pois existem maior variação genética individual do que colectiva.

E comparar espécies diferentes com "raças" distintas é forçar demasiado.

Falaste antes em chimpanzés? Nesse artigo podes ver que o ADN de humanos e chimpazés varia 2%, enquanto humanos têm uma variação de 0,1%.

A parte do código genético que permite especular a nossa ascendência "racial"/cultural não tem qualquer utilidade e é por essa razão que sofre poucas mutações e permite fazer esse histórico.

Mesmo esses aspectos de predisposição "racial" para determinadas doenças podem ser perigos, porque ninguém tem uma "raça" pura.

Falei em miscigenação porque embora envolva o conceito de raça, anula-o. E não procuro acabar com raça nenhuma ou fazer juliana ou queijo fundido. Isso já é assim. Ou somos clones?

O computador mede melhor o crânio é? Associar superioridade com base (entre outros dados) em morfologia do crânio e com testes de QI...

Gostaria de saber como ele fez a selecção de exemplares raciais também.

E o que tem o Wikipedia? Só representantes brancos inseridos numa tradição académica sólida são aceitáveis?

E por favor leia o artigo que coloquei sobre raça e se quiser rebata os argumentos com base científica e não em teorias compiladas (e não investigadas) de dados científicos escrupulosamente seleccionados.

Mais bem adaptado não é necessariamente mais forte ou algum tipo de especialidade superior, tudo depende de inúmeras circunstâncias.

Pode até falar-se que ter uma visão racial, apesar das provas científicas existentes, é uma inadaptação, apesar de exigir bastante convicção, dogmatismo e força.

"Falei do mediatismo tendencioso e falacioso , que cria natural dequilibrio na lógica da razão, e que por ela msma controvérsia hipócrita..." Então todos os teus posts se resumem a isso? Eu falava do "poema".

Tiago disse...

Só para reforçar o meu primeiro post: O que faz com que aparentemente existam raças? É o isolamento regional, ou a reprodução regional? A haver raças (entendendo que não passam da dezena), não é por causa de não se fazer segregação racial num determinado território? Ou a evolução foi determinada apenas pelo ambiente em núcleos de incesto?

José Araújo disse...

" Então todos os teus posts se resumem a isso? Eu falava do "poema". "

Tiago na boa rsrs , não vou por ai, leva lá a taça , mas li nas "entrelinhas"...Olha o preconceito , quando nem conheces as pessoas para concluires o que seja...Porque eu tambem nada conclui a teu respeito...

É evidente que tendi a falar do racismo , analisando pela a forma mediática...Foi o meu desejado rumo...

Mas tudo em cima , não venho aqui para acentuar o que seja , somente para discutir , no bom sentido da palavra...
O que é difundido pelos os próprios media , como uma absoluta razão , mas como uma mono observação, quando os próprios são dupla face que provoca e teóricamente resoluta ,para além de não ostentarem um bom jornalismo , de que devia ser baseado numa boa postura neutra , porque quem deve pensar ou concluir é o tele-espectador, e não o difusor...

Sem ondas , porque a vida é curta...


Andreia , saudações

Anónimo disse...

"Existe maior diferença genética entre indivíduos de uma mesma população (85%) do que entre diferentes populações (15%)" Esta frase constitui mais um exemplo de técnica de influência sobre as mentes simples: enuncia-se uma semiverdade, cuja compreensão plena exigiria mais esforço do que aquelas mentes são capazes de realizar (ou estão interessadas em realizar) e assim, colando a afirmação à premissa "As raças não existem", esta aparece legitimada por aquela. A citação referida merece, de facto, atenção, pois é utilizada com frequência e há que desmistificá-la.
Ora nós não vemos que a variação de 85% entre indivíduos da mesma raça se manifeste naqueles caracteres que a identificam, como, como exemplo, entre outros, a textura do cabelo, a estatura, a cor da pele, a forma do nariz, a capacidade atlética, etc. O que se nota relativamente às raças é que elas diferem em algo de significativo em termos de características físicas e fisiológicas, bem como de traços comportamentais. Na afirmação de Lewontin, não há qualquer expressão dos aspectos QUALITATIVOS. Na sua forma de pensar, qualquer variação é contabilizada e como se sabe que a diferença genética entre raças é inferior a 1%, e no entanto as diferenças existem e não são desprezáveis, já que se manifestam e têm consequências notórias, o carácter "cego" e totalizante da afirmação destrói completamente o seu interesse como elemento desta problemática. Mas este pensamento apenas devia chegar para expor o ridículo da citada afirmação: há mais variação genética entre seres humanos do que entre o Homem e o chimpanzé; quer isto dizer que não nos devemos distinguir dos chimpanzés?

Andreia Cunha

Anónimo disse...

"Mais bem adaptado não é necessariamente mais forte ou algum tipo de especialidade superior, tudo depende de inúmeras circunstâncias.

Pode até falar-se que ter uma visão racial, apesar das provas científicas existentes, é uma inadaptação, apesar de exigir bastante convicção, dogmatismo e força."

Aqui, o Tiago resvalou para o terreno do ataque pessoal. Agora, considerar o elemento "raça" é sinal de desadaptação, ignora a ciência e é dogmático... Claro que atribuo valor zero a essa afirmação.

Não nos desviemos, a discussão aqui não é sobre o que se entende por "melhor adaptação". Em todo o caso, é claro que "the survival of the fit", a sobrevivência dos mais adaptados, segundo a perspectiva darwiniana, inclui, no mundo dos mamíferos, a "lei do mais forte". Foi isso que eu disse mais acima, e reitero.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

"O computador mede melhor o crânio é? Associar superioridade com base (entre outros dados) em morfologia do crânio e com testes de QI..."

Há-de reparar que nunca falei em superioridade, mas sim em diversidade e diferenças raciais.
No entanto, não faltam cientistas que estudaram o QI de forma diferencial entre as raças e os seus trabalhos são certamente dignos de respeito e, sobretudo, de aturado estudo.
Quanto ao computador, não há dúvida que veio, e muito, aumentar a capacidade de os cientistas tratarem dados, pois tornou-se possíve lidar com amostras muito maiores e realizar cálculos sobre essas grandes amostras, como a determinação de distribuições de parâmetros com técnicas de análise numérica, análises para detecção de padrões, de correlação e covariância, etc., enfim, técnicas que há 100 anos não estavam desenvolvidas e tarefas que nem eram humanamente possiveis.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Todos opinam sobre tudo - O homem-massa é um produto de dois factores combinados: democracia liberal e tecnologia. Isto nos disse Ortega y Gasset já na década de 20 do século passado! O homem-massa sente-se alguém, sente-se até poderoso, não respeita nada nem ninguém. Vive para o imediatismo. As ideologias equalitárias assentam-lhe como uma luva. E todos opinam sobre tudo. Que acha disto? Que acha daquilo? E agora vote aqui... Todos opinam sobre tudo, ainda que sejam matérias complexas de Macroeconomia, Ética, Geopolítica ou Política Demografia. Claro, opinar é um "direito"... As opiniões e as crenças são estranhamente unânimes... É analfabeto? Não faz mal, vota na mesma. O voto de um analfabeto tem o mesmo peso do de um catedrático.
Ao homem-massa, é oferecida a ilusão de que a sua opinião conta, mas o que ele pensa é-lhe programado desde pequenino e referendos, só para aquilo que convier...
Ora quem lucra nesta situação são as forças mundialistas-capitalistas que dominam os meios de comunicação e, claro, os governos, espalhando ideologias destrutivas que nos estão a levar à miséria. As disfuncões do sistema estão bem à vista mas, como dizia um patriota americano, "a liberal never learns": um liberal nunca aprende.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Wikipedia? Só afirmei que esse sítio aplica censura aos artigos que não são "politicamente correctos", ainda que bem fundamentados. Disso, já vi vários exemplos. Não haja ilusões sobre isto. Claro que, como noutros meios de massas, é possível insultar Deus e o Diabo, mas há um pequeno número de assuntos que são mesmo "tabu"...

Andreia Cunha

Tiago disse...

"Existe maior diferença genética entre indivíduos de uma mesma população (85%) do que entre diferentes populações (15%)"

Não fui eu que disse isto.


"há mais variação genética entre seres humanos do que entre o Homem e o chimpanzé; quer isto dizer que não nos devemos distinguir dos chimpanzés?"

Onde foste buscar isto?
Se humanos variam 0,1%, e 2% de chimpanzés e bonobos como é que há maior variação entre humanos do que entre humanos e chimpanzés?

Aqui, o Tiago resvalou para o terreno do ataque pessoal. Agora, considerar o elemento "raça" é sinal de desadaptação, ignora a ciência e é dogmático... Claro que atribuo valor zero a essa afirmação.

É claro que a distinção racial é sinal de não-adaptação. E prefiro ataques pessoais do que raciais. Até o próprio conceito de sub-espécie é posto em causa por alguns biólogos.

Em todo o caso, é claro que "the survival of the fit", a sobrevivência dos mais adaptados, segundo a perspectiva darwiniana, inclui, no mundo dos mamíferos, a "lei do mais forte". Foi isso que eu disse mais acima, e reitero.

Ainda que em português seja usada essa frase, deveria ser traduzida como a sobrevivência dos que melhor se adaptam ou dos mais aptos.

Fit
6. Biology.
a. being adapted to the prevailing conditions and producing offspring that survive to reproductive age.
b. contributing genetic information to the gene pool of the next generation.
c. (of a population) maintaining or increasing the group's numbers in the environment.

Agora um pouco de interpretação pessoal: mesmo os que não se reproduzem afectam potencialmente o património genético de outros.

"O computador mede melhor o crânio é? Associar superioridade com base (entre outros dados) em morfologia do crânio e com testes de QI..."

Há-de reparar que nunca falei em superioridade, mas sim em diversidade e diferenças raciais.


Mas fala claramente Philippe Rushton que mencionaste!:D
É óbvio que computadores trouxeram grandes benefícios na investigação científica, mas eu falei em medições cranianas e da forma que relacionam isso com hierarquias de superioridade pretos>brancos>amarelos. Isso já se faz desde o século XIX e depende directamente das pessoas que se escolher como exemplares de cada raça. Um preto que viva numa tribo em África é igual a outro que viva na Europa ou Estados Unidos? Não vais dizer-me que se vive numa cultura Ocidental não serve como exemplar porque não está inserido na sua cultura genética, pois não? QI nem dentro duma cultura diz muito sobre as reais capacidades que uma pessoa tem.

O Homem-massa opina sobre tudo...
OK Geneticistas e Biólogos são homens-massa? Qual é o problema em se ser homem-massa? É-se homem-massa e nada mais? Parece-me mais que estás a tentar encaixar demasiadas coisas dentro da tua cabeça. E se a tua opinião não conta porque a estás a dar? Não és homem-massa? Homem não és pelo menos... Parece que tens inveja do poder que exercem e se não tens princípios igualitários e queres silenciar a quem não atribuis valor, porque raio te concederiam poder a ti? Terias que ganhá-lo à força? Isso seria tão muito melhor...

Racialismo é uma crença também.

Wikipedia? Só afirmei que esse sítio aplica censura aos artigos que não são "politicamente correctos", ainda que bem fundamentados. Disso, já vi vários exemplos. Não haja ilusões sobre isto. Claro que, como noutros meios de massas, é possível insultar Deus e o Diabo, mas há um pequeno número de assuntos que são mesmo "tabu"...

Não afirmaste, estás a afirmar. Não existe censura, existe consenso, que qualquer divergência é ultrapassada confrontando factos.
Funciona um pouco como a comunidade científica vs. Philippe Rushton.

Mas logo no início do artigo sobre raça tens isto: The neutrality and factual accuracy of this article or section are disputed, um aviso que é uma assunto com divergências, só tens que abrir essa página e veres quais são. Podes contribuir também se quiseres. Podes falar com o Philippe Rushton a ver se ele quer contribuir. É de lembrar que as contribuições não são pagas.

Mas suponho que Wikipedia é um instrumento de homens-massa para outros homens-massa. Os valorosos estão encerrados em academias e a conspirar sobre como influenciar os homens-massa de topo.

Tiago disse...

Note the key qualifier above: to be regarded as different groups rather than as a single varied group, the difference must be distinct, not simply a matter of continuously varying degree. If, for example, the population in question is a type of frog and the distinction between two groups is that individuals living upstream are generally white, while those found in the lowlands are black, then they are classified as different groups if the frogs in the intermediate area tend to be either black or white, but a single, varied group if the intermediate population becomes gradually darker as one moves downstream.

This is not an arbitrary condition. A gradual change, called a cline, is clear evidence of substantial gene flow between two populations. A sharp boundary between black and white, or a relatively small and stable hybrid zone, on the other hand, shows that the two populations do not interbreed to any great extent and are indeed separate species. Their classification as separate species or as subspecies, however, depends on why they do not interbreed.

If the two groups do not interbreed because of something intrinsic to their genetic make-up (perhaps black frogs do not find white frogs sexually attractive, or they breed at different times of year) then they are different species.

Tiago disse...

Cline

Não sei como traduzir

Tiago disse...

Chimpazés demonstram altruísmo

Tiago disse...

Aqui está o artigo completo

Anónimo disse...

O Tiago disse:
"As características que distinguem as "raças" são irrelevantes, pois existem maior variação genética individual do que colectiva".
Eu comentei atalhando directamente para a fonte da segunda parte da frase, que é uma afirmação muito ouvida, inclusivamente no programa da RTP apareceu um Geneticista que a proferiu. Trata-se de uma famosa frase de Richard Lewontine, de 1972 e que não faz sentido utilizar no âmbito desta problemática, como expliquei.

Andreia Cunha.

Anónimo disse...

"É claro que a distinção racial é sinal de não-adaptação. E prefiro ataques pessoais do que raciais."

Eu, pelo contrário, acho que a consciência racial é sinal de boa adaptação, já que um sentido de identidade e de pertença e um sentido de responsabilidade são elementos estáveis da minha cosmovisão.

Não efectuei qualquer "ataque racial". É típico, logo que se toca em certos assuntos, ouvir logo falar em "ódio", o que constitui apenas mais uma técnica de diversão que evita a discussão dos factos e remete as mentes simples para a rotulagem identificadora do que é considerado indesejável.

Andreia Cunha

Tiago disse...

O que se nota relativamente às raças é que elas diferem em algo de significativo em termos de características físicas e fisiológicas, bem como de traços comportamentais.

Como diferem os traços comportamentais? Como distinguir o impacto cultural do património genético na formação de comportamento/personalidade?

Ah e ainda não existe maior variação entre humanos do que todos os humanos e todos os chimpanzés.

Tiago disse...

Suponho que categorizar pretos < brancos < amarelos é complexo...

Anónimo disse...

Wikipedia "The neutrality and factual accuracy of this article or section are disputed."

Ora ainda bem, vá lá. Então se a Wikipedia reconhece isto, então não será assim tão líquido que isto das raças seja uma invenção de "desaptados"...

O que não aumenta, aos meus olhos, o valor da Wikipedia, pois o tema "Holocausto" também é altamente disputado e até estão na prisão homens pacíficos apenas por terem investigado o assunto e exprimido as suas opiniões divergentes da reinante, e no entanto, não se lé lá "The neutrality and factual accuracy of this article or section are disputed." ...

Mas também não digo que a Wikipédia não interessa ou é de deitar fora, não ponho é as mãos no fogo pela imparcialidade dessa entidade.

Andreia Cunha

Tiago disse...

:D quer dizer então que ainda nem sequer tinhas visto o artigo? :D:D:D

Tiago disse...

A Wikipedia é um colectivo, não é nenhuma identidade ou instituição!

Anónimo disse...

"Funciona um pouco como a comunidade científica vs. Philippe Rushton."

1. Rushton faz parte da comunicade científica.

2. Rushton não está, de forma nenhuma, isolado, havendo diversos cientistas que respeitam e até admiram o seu trabalho como altamente válido.

Andreia Cunha

Tiago disse...

Ora ainda bem, vá lá. Então se a Wikipedia reconhece isto, então não será assim tão líquido que isto das raças seja uma invenção de "desaptados"...

Antes de dizeres o quer que seja, convém ler que divergências são...

"Funciona um pouco como a comunidade científica vs. Philippe Rushton."

1. Rushton faz parte da comunicade científica.

2. Rushton não está, de forma nenhuma, isolado, havendo diversos cientistas que respeitam e até admiram o seu trabalho como altamente válido.


É como na Wikipedia. Todos têm voz mas existem consensos e divergências...

Acho que psicologia não é uma ciência exacta, e para alguns assuntos, talvez sejam mais indicadas... Afinal esse trabalho ele fê-lo apoiado em dados de outras pessoas com critérios certamente bem definidos por si.

Anónimo disse...

Tiago, tenho passado em muitos artigos e posso não ter passado no da Wikipedia sobre Raça ou ter passado e nem ter reparado do cabeçalho, mas devo dizer que tenho acesso a muitas outras fontes, frequentemente mais aprofundadas e completas (livros inteiros), não sei porque se há-de destacar a Wikipedia.
Lá por ser uma fonte de tipo colaborativo, a que chamei entidade (uma entidade distribuída, em grande medida, eu sei) isso não significa que não haja influências e algumas pessoas que detêm "cordelinhos" na publicação que lá se encontra...

Enfim a discussão vai interessante e creio que terá tido já o mérito de mostrar que isto das raças não é assim um disparate tão grande quanto nos dizem repetidamente os meios de massas! Isto quando se tem um mínimo de conhecimentos interesse pelo assunto e, acima de tudo, honestidade intelectual e capacidade de respeitar o outro, mesmo quando as suas ideias diferem muito.

Andreia Cunha

Anónimo disse...

Em breve voltarei ao assunto, pois não comentei ainda alguns apectos que o Tiago referiu.

Até lá, cumprimentos,

Andreia Cunha

Mário Portela disse...

Em primeiro lugar, tudo depende do comportamento e das decisões da corrupção política que apenas se importa da imagem e das aparências. Aquilo que não der votos não lhes interessa.

Este sistema tem produzido várias discriminações, de que a racial é uma das que dão mais nas vistas. Existe actualmente um enorme e crescente número de pessoas cada vez mais pobres no país. Há uma declarada discriminação em ajudar mais os imigrantes que os nacionais, o que é contrário à igualdade de direitos e aos princípios básicos do Direitos Humanos. Este procedimento do governo verifica-se a todos os níveis, mas parece que aquele que se sente mais é nas ajudas dadas quando, por exemplo, filhos de ciganos frequentam as escolas e simultaneamente negado aos nacionais. Se isto não é uma discriminação, que é então? As ajudas e apoios dados a imigrantes são frequentemente desajustados às suas necessidades por terem sido estudados e planeados por incompetentes que se limitam a “apresentar trabalho que canalize fundos”, sem que sejam ou não justificáveis ou úteis, enquanto as necessidades reais dos imigrantes são menosprezadas.

Este conjunto de acções injustificadas e injustificáveis geram descontentamentos os quais neste campo se transformam em acções e pensamentos que se aproximam do racismo.

Entretanto, como aqui já li, os emigrantes portugueses são votados ao quase completo abandono. Fazem festas e verdadeiro barulho, mas é só fogo de artifício. Que contraste! Mais uma discriminação que só pode juntar-se aos outros ressentimentos e que não pode senão instigar o racismo.

Infelizmente, o nível cultural dos portugueses, pelo menos em relação aos das populações para onde mais emigram, tem baixado progressivamente ao longo das últimas décadas. Se antes eram muito bem vistos e aceites, nos mesmos países hoje não o são. Tal como dantes, são tomados pelo que são: discriminados porque mental e moralmente discriminados, postos de parte por indesejáveis. Quem quer que tenha sido emigrante há trinta ou quarenta anos sabe o que isto significa. Os portugueses já não comem numa lata à beira da estrada, como aqueles que construíram as auto-estradas francesas e a mentalidade mudou, só que não foi para melhor, pelo menos em relação aos outros povos. A cultura é o verdadeiro valor de comparação racial na Europa. Uma autêntica bitola.

A juntar a isto temos ainda o fenómeno da língua. O abandono dos termos correcto de expressão substituídos pelo que o primeiro iletrado com larga audição se lembrasse, substituiu a palavra inócua “preto” pela racista “negro”: sempre assim foi em Portugal, sempre se disse preto por negro ser racista. Convém notar que este uso – agora estupidamente substituído devido a sentimentos racistas que não existiam em Portugal – não se restringe à nossa língua, mas à grande maioria de línguas. Os próprios africanos, entre si, quando falam deles e de brancos usam frequentemente o termo preto (black) ou o diminutivo pretinho (blacky) quando tentam imprimir mais familiaridade ou amizade. Que na sua presença um não africano pronuncie “negro” ou “niger" (em inglês), “negro” ou “nègre” (em francês) e fica logo marcado para sempre como extremamente racista. Preto ou africano passa sem problema; nem todos os pretos são africanos, mas todos os verdadeiros africanos são pretos. Serem chamados de negros é que não toleram. Não serão eles próprios quem tem razão? Isto é autêntico, inegável e pode ser testemunhado por quem quer que tenha tido qualquer tipo de relações com africanos de língua francesa ou inglesa, por exemplo. Comportamento idêntico no uso destes termos se encontra até em países tradicionalmente mais racistas, como nos EUA. A troca desses termos em Portugal foi obrigatoriamente uma instigação ao aumento do racismo, o que foi catapultado pelo seu uso massivo por parte dos jornalistas.

Resta precisar que as razões apresentadas no segundo comentário estão muito próximas da realidade. Pequenas diferenças existem em que as raças mudam todas efectivamente, mas num espaço de tempo um pouco mais longo. Pode afirmar-se que num milhão de anos nenhuma raça se parece com o que era. Afinal, todos nós já fomos pretos, pois que todos somos originários do mesmo continente. Já não se pode é dizer que sejamos caucasianos, termo absolutamente errado, que para aqueles que deturparam o sentido da palavra nos diz que somos descendentes daqueles que passaram pelo Cáucaso, o que não é completamente certo, até porque o nosso grupo racial tem um nome já bem anterior aos espertalhões o mudarem para eles. Somos do grupo Indo-Europeu, é esta verdadeira designação. Claro, se em Portugal só se copia o que está mal nos outros países, justifica-se assim o uso de mais um termo iletrado.

Só o uso comum e exagerado da classificação de “minorias étnicas” é por si outro termo racista que não existia em Portugal.

Concluindo. Como são os governos que podem e devem lançar as linhas guias dum povo em todas as direcções, a desgraça actual, tal como todas as outras se deve à corrupção política formada por clãs oligarcas gananciosos que nos querem convencer de que oligarquia=democracia. Para eles nada que não dê votos pode contar. Haverá melhor exemplo do que há décadas não existirem planos de fomento ao desenvolvimento a longo termo? Não estamos a constatar os resultados de tais governações. Os governos, corruptos por natureza, não controlam a corrupção em nada, incluindo a do patronato que explora os imigrantes. Que poderemos esperar que gente dessa estirpe faça contra o racismo, para além de palavras vãs, banha da cobra e decisões erradas que mais não farão que agravar o rpoblema. Tal como até agora? Afinal as atitudes tomadas pelos governos só têm acirrado os ânimos e hoje encontram-se até mais atitudes racistas de pretos contra brancos como nunca em Portugal e que vão a caminho de igualar o mesmo nível a que acontecem nos EUA, pais extremamente racista por tradição.

São estes os factos reais e sem sentimentalismos nem lamúrias dum lado nem do outro. Enquanto a realidade não for tomada a sério, o racismo não diminuirá. Se medidas erradas e contrárias forem tomadas, não resta dúvida de que continuará a aumentar pela mesma razão que até agora tem acontecido.

Não tenho o costume de desprezar os outros comentários, mas tudo o resto é perder tempo “beating around the bush”.

Mentiroso disse...

Os vossos programas são inúteis porque os participantes que convidam estão sempre do mesmo lado. Não há um verdadeiro debate. E como é do debate que nasce a luz, também não nasce luz nenhuma.