segunda-feira, junho 4

EM QUEM CONFIAM OS PORTUGUESES?

Em quem confiam os portugueses?
No início de 2007, o estudo Marcas de Confiança 2007 veio demonstrar que os portugueses são muito desconfiados da classe política e dos vendedores de automóveis. Em Portugal, confia-se nos pilotos de avião, nos bombeiros, nos profissionais de saúde quase a 100% e nos professores. Ajude a responder a esta pergunta neste SC.

34 comentários:

Anónimo disse...

Em quem confiar? É uma pergunta muito difícil de responder.

A realidade é que a maioria das pessoas era capaz de corromper pelo menos um pouco a sua possível ética de vida, caso acha-se que poderia ficar a ganhar com isso.

Não existe sector que seja excepção, mesmo naqueles que pareçam ser mais "inocentes": desde professores, a médicos, bombeiros, entre muitos outros.


Alguns médicos por exemplo, são subornados pelas empresas farmaceúticas para promover e vender apenas medicamentos dessas marcas, noutros casos podem literalmente inventar problemas de saúde nas pessoas para as obrigarem a comprarem multiplos medicamentos ou mesmo fazerem operações desnecessárias para com isso ganharem dinheiro (existem muitos casos documentados), são também subornados pela indústria da carne e derivados, para continuar a promover o consumo desses produtos e chegando ao ridículo de dizerem que o vegetarianismo não é possível/saudável, o que é totalmente falso.

Alguns bombeiros colocam fogos nas florestas de propósito para as corporações ganharem mais financiamento do governo.

Entre outros exemplos surpreendentes...


É claro que há dois sectores em geral que se destacam e são sem dúvida os piores em todos os níveis: O sector político e o sector empresarial no geral.

Estes são os dois sectores com maior poder e com mais dinheiro, que literalmente governam o mundo, no entanto são os dois sectores mais corruptos e com mais falta de moral e ética que existe a nível global.

A nível de politicos/partidos, não confio em nenhum, em termos de empresas, até prova em contrário só confio em empresas de comércio justo, que produzam/vendam produtos naturais, e outros similares.


É muito dificil confiar em pessoas ou instituições que fazem algo porque pessoalmente podem ganhar com isso, de forma directa ou indirecta, legal ou ilegal.
Confio sim, apenas em pessoas ou instituições que fazem as coisas de forma verdadeiramente altruistica sem qualquer tipo de ganhos pessoais.


O poder e o dinheiro corrompem a alma e a ética.

Paulo

João Duque - Lisboa disse...

Falo por mim,
Não confio num politico nem num país retrógrado como o nosso,isto porquê?
porque a evolução não nos toca passa nos sempre ao lado,ando descontente com as medidas tomadas pelos senhores
doutores é uma injustiça o que fazem nos passar todos os dias.
Mas adiante não confio nas estatísticas pois elas falam por todos e mal sabem o que cada um de nós pensa realmente.
Hoje em dia confiar em alguém é um bocado dificil,pois honestos é o que não existe por cá pois á sempre
alguém que quer lucrar com o seu vizinho.
Por exemplo nas Televisões a honestidade das noticias por vezes leva muito a desejar,estou convicto de que 60% a 70% do que ouvimos nas tv´s é falso e nesse método de ludibriam as pessoas leva ao famoso boato que passa como verdade e destrói por vezes muitas famílias, sei do que estou a falar,a seriedade tem que vir da tv pois se não o futuro neste sistema não vai ser risonho mas sim uma plena fantochada de especulação.
Não confio nas policias portuguesas nem na Justiça,pois a corrupção já se alastra para dentro destas corporações a torto e a direito, pergunto agora quem é que investiga
os nossos policias?
e mais porque vivemos com leis do arco da velha que já estão decrepitas e nada servem?
Como português que sou sei ou sabemos qu as leis foram feitas para não serem cumpridas, mas uma nova reforma não lhe faria mal no que toca a leis ou novas leis!
Confio simplesmente em mim,essa é que é essa!
Tenho Dito!

Anónimo disse...

"Por exemplo nas Televisões a honestidade das noticias por vezes leva muito a desejar,estou convicto de que 60% a 70% do que ouvimos nas tv´s é falso e nesse método de ludibriam as pessoas"


Totalmente de acordo nessa questão.

Infelizmente existe muita manipulação propositada de informação, com o objectivo de enganar as pessoas e favorecer certos lobbies.

A RTP também não é excepção, nos noticiários em especial e com a excepção do programa Bioesfera, pois tem sido um forte lobbie de apoio aos OGMs (organismos geneticamente modificados), que são um autêntico perigo para a saúde e especialmente o ambiente.
Mais em www.stopogm.net

Existem muitos outros exemplos, como nos EUA, em que a maioria dos mass media é controlada por conservadores de extrema-direita (administração bush), o caso mais flagrante é a vergonhosa FOX News.

Na Russia e na China, o controlo e manipulação de informação é praticamente de 99%.


O meio mais democrático de informação é a Internet, pois podemos ter acesso a todo o tipo de informação que é muitas vezes censurada nos mass media.


Paulo

Mário disse...

É difícil confiar no que quer que seja no nosso país. O governo promete e não cumpre, a oposição crítica e quando lá está ou esteve faz o mesmo. Os médicos esquecem-se muitas vezes do código deontológico e tratam mal os pacientes, a função pública muitas vezes parece que estão a fazer um frete a atender-nos e muitas vezes informam mal, a polícia parece que anda à caça de multas, concordo com a estatística nos professores e bombeiros.

Anónimo disse...

Sou céptico por natureza, mas que remédio tenho eu senão confiar no médico que me receita certo químico para curar certa maleita! Confiar, confiar, confio no coveiro que - certamente - fará o seu trabalho com bastante primor...



António Martins, Lamego

maria disse...

Eu só confio em quem me dá provas de confiança, em todo o tipo de profissões ou mesmo na vida pessoal. Sou uma pessoa do tipo “ver para crer” aplicando isto também na relação com os outros, depositando mais, menos ou nula confiança, conforme o feedback que a outra pessoa me dá. Hoje em dia é muito difícil confiar em quem quer que seja e na grande maioria dos casos, acabamos por ficar desiludidos por termos confiado em quem não merecia!

Anónimo disse...

Sou céptico por natureza, que outro solução me resta senão confiar naquele que me receita os químicos ou naqueloutro que controla um pássaro metálico que pesa toneladas... Mais fácil é desconfiar dos politicotes pois esses só - aparentemente - estão distantes do meu dia-a-dia.

Confiar, confiar, confio no coveiro, que - certamente - fará o seu trabalho com muito primor e amor ao serviço público.


António Martins, Lamego.

Anónimo disse...

boa tarde
Eu acho que os portugueses confiam nos estrangeiros...
Até porque a maneira de ser portuguesa é muito na base de ser mais "esperto" que o outro, seja em que sector for, (A vaca da vizinha da mais leite qe a minha) e assim tenho de ter o que ele tem seja de que forma for. É assim que se pensa em portugal e ista forma de pensar leva a que se faça de tudo para conseguir os nossos objectivos muito nossos, muito egocentricos logo , muito "trafulha". O portugues é mal formado por natureza e "se eu talvez fizesse, então o proximo faz com toda a certeza"...
Seriam precisas muitas geraçoes para mudar esta nossa forma de pensar (ou não pensar). isto se começarmos hoje...

Anónimo disse...

no sociedade civil, :D

zeluiz disse...

confio nos meus filhos e nos meus pais. em quem mais poderia confiar? Mas não creio que, PARA OS OUTROS, eu, os meus filhos ou os meus pais sejam "de confiança" É este o poder do sangue.

Anónimo disse...

É impossível confiar em "gentinha" que tenta manipular o cidadão de várias formas, desde as mais subís até às mais grosseiras.
No meu caso pessoal já à muito que deixei de exercer o direito/dever de cidadania do acto de votar.
Sempre votei na minha terra natal, Mação, e desde que o estado me colocou a trabalhar em Lisboa que, para ter direito a estacionar na rua onde moro e onde tenho casa, fui obrigado pela EMEL a recenciar-me em Lisboa. Nada tenho a ver com a autarquia de Lisboa. Só voltarei a votar se o puder fazer na minha Terra. Este é um direito democrático. Só um país não democrático faz atropelos destes.
Querem que confie em quê? Em políticos que mostram um total desrespeito pelos cidadãos? Não obrigado!

António Cardoso, professor

Anónimo disse...

Concordo em absoluto com o Joaquim Aletria quando referiu que não podemos confiar cegamente nos mass media, empresas ou outras instituições, sem primeiro sermos nós a pesquisar sobre o mesmo assunto e verificar os vários lados e factos, de forma a podermos opinar e chegar o mais próximo possível da verdade.

Eu pessoalmente faço isso mesmo, e com certos assuntos mais complicados e polémicos, que possam correr o risco de ser manipulados, procuro primeiramente pesquisar e investigar sobre o assunto em várias fontes, e só depois estabelecer uma opinião.

Não podemos ser "cordeiros" e acreditar cegamente nos pseudo-factos que nos apresentam.

Informação é poder, o poder de mudança.

Paulo

Tiago disse...

Acho que confiança na informação que passa na televisão não é assim tão cega, acho que passa mais pela impossibilidade de confirmação de veracidade com os meios limitados que dispõem. Talvez sirva mais para saber o que toda gente sabe, porque a maioria vê televisão. Não será tanto para se informarem ou confiar em algo confiável, mas para conhecer o mínimo denominador comum. As formas mais fáceis de socialização são auto-mutiladoras.

Paz

Anónimo disse...
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nise disse...

Não temos razão para confiar em nós, portugueses, tão preocupados com a sobrevivência, com o desemprego dos filhos, o despedimento do irmão, as dificuldades da pequena empresa familiar.
Não confiamos nos que nos devem e não nos pagam. No Estado que não cumpre o que nos deve. E Estado são muitos de nós, a trabalhar nos serviços. Que não cumprimos e somos desleixados.

Tiago disse...

Certamente definir pessoas que não atingem o estatuto que desejariam como ansiosas e com outras neuroses avulsas, valoriza ainda mais o valor de status. :)

Anónimo disse...

Fernanda. têm aí convidados excelentes para comentarem o sucedido.p.F. aceite o desafio
Chico

Anónimo disse...

Confiar é arriscar, e quem não arrisca não petisca.

Anónimo disse...

Boa tarde, provavelmente o que tenho a dizer nao sera muito bem recebido por aí mas para se conhecer bem como o nosso país funciona, será necessário "conhecer" bem o mundo de 70% dos portugueses. Esse portugal não é muito bem conhecido pelas pessoas que geralmente vão á televisão discutir e analisar o nosso país...
Isto esta muito mau mesmo, senão...
Quando se fala em confiança nos nossos compatriotas, gostaria de lembrar uma estória que se passou no hosp. amadora-Sintra, em que uma senhora foi 23 vezes as urgencias porque se sentia a morrer( não me recordo bem dos detalhes) noo entanto, chegou-se ao ridiculo de a senhora ter alta e 15 minutos depois deu entrada novamente muito aflita e sempre foi mandada embora, ate que um dia , na sequência, foi morrer lá a porta das urgencias uma vez que já nem era levada a serio. Da para confiar nos portugueses???
Na grande maioria, os profissionais de sectores que exigem vocação forte, como por exemplo na medicina, têm aquela atitude horrivel de desprezo por tudo e todos, só se encontram nas cafetarias( dos hospitais por exemplo), e que ninguem lhes peça para fazer nada a menos de meia hora do seu horario de saída...

Anónimo disse...

Em portugal as coisas funcionam assim...
Se tens a sorte de quem te vai prestar um serviço, esteja bem disposto. Ate consegues o que precisas. Se por qualquer motivo essa pessoa não lhe apetecer trabalhar ou por estar mal disposta ou só porque não, uma coisa que te leva 10 minutos a resolver, vai-te demorar DIAS...
Isto em tudo o qu epossa envolver um contacto com alguem do qual precisas e que acha que por isso "te tem na mão". E dar esse poder a um portugues (o poder de te atrasar a vidinha toda), então em 80% dos casos essa pessoa manda-te ir buscar um papel ao guiché 18 , e daí vais pro 9 , etc...

Anónimo disse...

Confiança...em quê!! Nos políticos, só se for para rir. Como eu posso ter confiança em pessoas que dirigem este país de forma defeituosa, em que o seu grande objectivo é o interesse pessoal? Que confiança posso ter numa classe que fomenta uma série de objectivos de governação que depois não passam de mera estatistica? Estou "enjoado" de fazer parte da estatistica. Que me interessa ter uma grande formação quando, quase de certeza absoluta, vou ter que ir construir riqueza para outra país do mundo? Acho que um belo de um "nome" vale mais que qq formação académica. Conhecer-se a pessoa certa é meio caminho andado para o sucesso, e muitas vezes até é antidoto para a incompetência. Quantos vezes o "moço", que até não é mau rapaz, é retirado se um determinado lugar por incompetência e de seguida vai logo ocupar outro? Cumps

Tiago disse...

Porque é que a tecnologia dota a indústria alimentar de tantas técnicas, e ao consumidor resta a confiança em marcas e organismos reguladores, e os seus velhinhos sentidos orgânicos? :)

Marta disse...

Infelizmente nos nossos dias aprendemos a não confiar em ninguém, principalmente nos nossos politicos. Aqueles que se dizem representantes dos portugueses não passam de representantes deles mesmos! Aprendemos que confiar em alguém ou nalguma coisa por vezes sai (muito) caro.
Hoje em dia aprendi a não confiar em ninguém a 100%. Até mesmo as marcas que consumimos por vezes deixam-nos ficar mal. Aconteceu-me comprar um creme, daqueles que agora anunciam que nos deixam morenos em pouco tempo, e deixar até deixam esqueceram foi de nos avisar que tudo o que é roupa branca passa a castanha e não deixa de o ser, e esta até era uma marca na qual eu confiava!
Despeço deixando cumprimentos ao programa.

MAria Gonçalves disse...

A falta de confiança tira a alegria de viver de qualquer um. Nos dias em que tudo é negro, um pequeno gesto pode ser suficiente para se pensar que "afinal, ainda há esperança..." Mas esses pequenos gestos são cada vez menos e o desanimo é cada vez maior...

roler33 disse...

Olá Fernanda Freitas,

Para mim a falta de confiança deve-se à falta de civismo que graça pela nossa sociedade.
Somos desconfiados porque sentimos falta de civismo na nossa sociedade.

Cumprimentos,
José Maria Bompastor/Vila do Conde

Anónimo disse...

Eu vot na pessoa que tiver mais coragem em enfrentar e expor, as tremendas "falcatruas" que se fazem a todos os niveis ...

Manuela disse...

Não sei se é uma questão de confiança ou não, mas neste país vive-se de "geitinhos". Toda a gente procura alguém que lhe faça o "geitinho" de resolver o seu problema. Se não for assim, muitas vezes não se resolve.

Makuleku disse...

Na generalidade as pessoas confiam em quem as sabe enganar melhor ...

Pena é que, associada a essa mais do que repetida e confirmada realidade,não aprendam a lição que lhe está subjacente e se acautelem de vez.

Gostei muito do provérbio japonês que a ser sériamente reflectido, a ponto de condicionar eficazmente o nosso comportamento, poderia trazer excelentes benefícios para o resultado do nosso relacionamento com o que nos é exógeno.

Infelizmente, temos uma natureza demasiado fraca e pouco reinvicativa (no verdadeiro sentido do termo) e acabamos sempre por socumbir ao "porreirismo" nacional.

Saudações amigas.

Anónimo disse...

Pararbens pelo programa mas principalmente pelo blog e a forma de interacçao que atraves dele voces proporcianam que é fundamental e que hoje em dia é essencial para que consigam realmente fazer da televisão a NOSSA televisão...
Muitos parabens mesmo, esse é o caminho... ;)
Pedro Lencastre

Sara disse...

É difícil saber em quem confiar... À partida, acho que é preciso desconfiar de tudo, até do que parece ser absolutamente certo e fiável!

Em políticas não confio. Até deixaram de me interessar por achar que está essencialmente envolta numa enorme palhaçada em que se brinca, nomeadamente, com promessas (e muitas vezes andam os políticos a passear por feiras ou outros lugares que se mostrem particularmente "interessantes" por algum motivo, para tentar convencer as pessoas (grande parte delas nem se interessa por política e encontra-se em tal estado de ignorância do assunto que é capaz de acreditar em tudo, bastando deixar-se levar pelos sorrisinhos ("amarelos", falsos!) e cumprimentos e discursosinhos sujos e promessas que não chegam a ser cumpridas (e já cá cantam mais uns votosinhos!)), com o parecer (em vez de mostar o que verdadeiramente é, pensa e pretende). Enfim... De tudo para chegar mais "acima", ao "poleiro", ao poder!

Há uns anos tive a oportunidade de visitar a Assembleia da República numa visita de estudo de 12º ano.
Até tinha bastante curiosidade.
Mas quando lá chegamos começamos a reparar num certo ócio que ali reinava... Nos corredores havia um ou outro funcionário sentado na sua secretária e, qual não é o meu espanto, quando reparo que, sem ter, ao menos, o cuidado de, disfarçar à passagem da nossa turma curiosa, estava uma funcionária sentada a resolver, descontraídamente e a bocejar, um jogo de palavras cruzadas, e outra a conversar e ás gargalhadas com um segurança.
Já sentados a assistir durante uma meia hora a um debate na sala do parlamento, fiquei impressionada com a quantidade de pessoas que entravam e saíam, que usavam descontraídamente os telemóveis, que gozavam com este ou com aquele, que se desrespeitavam, com o tipo de argumentos que usavam para refutar (como ataques pessoais ou comparações sem muito nexo)...
A impressão com que fiquei foi de que tudo aquilo se tratava de uma palhaçada onde falta seriedade e respeito, o que mais parece um espaço onde se pratica brincadeira, falsidade e o ataque aos adversários para os derrubar e avançar mais e mais até ao topo, ou seja, um jogo (de batota).
Sinceramente, não esperava... À parte disso, o espaço é fantático! Enorme!

A publicidade mente descaradamente! Grande parte dos produtos prometem resultados (que não acontecem), afirmam ter determinadas propriedades (que, na verdade, não têm), ocultam ou falseiam a origem e manipulação inerente ao fabrico dos produtos, etc.. E somos diariamente entupidos com informação publicitária com vista a conduzir-nos ao consumo excessivo e enganado...

Em geral, acho que é preciso ter sorte com quem se lida no dia-a-dia e tentar sempre levar as coisas na paz e na descontracção, no respeito e, se possível, até na brincadeira. Até porque é a melhor maneira de levar a nossa adiante.

Antes de acreditarmos no que este ou aquele diz (mesmo que se trate de alguém em quem confiamos muito), devemos pesquisar, consultar outras fontes potencialmente fiáveis e comparar as informações para se chegar a uma conclusão com fortes probabilidades de veracidade.

Confiar sim, mas com um pézito atrás!

=D

Henrique Jorge disse...

Temos de mudar de mentalidade e, já que o exemplo não vem de cima,temos de começarn por nos unirmos,trabalhar com a melhor qualidade possível,fazermos os possíveis para acabar com o propotencia dos magisrados,dos advogados,dos médicos,fiscalizarmos o Governo para saber aonde gastão o nosso dinheiro,atacarmos a corrupção e temos de pensar em votar em branco para os políticos apanharem um susto

José Araújo disse...

Primeiro desejo mandar saudações a um grande senhor da informação , que é o Sr. Letria ,pela a sua sempre vertical postura , suas lúcidas observações e principalmente a sua conciência independente...A televisão precisa de senhores , como você!

Quando ao tema , esperava mais profundidade , porque me deparei com o continuo condicionamento por factores do politicamente correcto , que fractura a capacidade lúcida de um debate...

Enfim me desculpem o dizer , mas este progrma já teve melhores indices de qualidade .E a qualidade não se sublinha na correcta postura ou aprumo mas pela a sua diferença e conteúdo...
E quando se fala de informação , há que têr este facto em consideração...

paula nunes disse...

os portugueses e todos os povos, confiam sobretudo na pratica, seja por parte das instituições seja das pessoas individualmente. acontece que em Portugal, em particular, nas 2 ultimas decadas, assistimos à falencia do aparelho judicial, que supostamente deveria ser o pilar mais sólido da nossa jovem democracia. sem JUSTIÇA em que ou quem acreditar ??
paula nunes

Yoga disse...

Gostaria de dizer que sou vegetariano há mais de 8 anos e me sinto muito bem e feliz.
Começou com a prática de Yôga, onde ganhei uma enorme consciência. Experimentei e os resultados foram fantásticos :)
Agora, não como nada que dê origem à morte de animais que não têm culpa da falta de consciência do Homem que gratiutamente se alimenta de cadaveres e depois sofre as consequências na saúde.

SwáSthya!