terça-feira, março 11

Segurança alimentar


Num momento em que voltam a emergir as acções de fiscalização por parte da Agência para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), os portugueses continuam a ter como principal preocupação a qualidade dos produtos que consomem. Ainda nos últimos dias foram apreendidas pela ASAE quatro toneladas de pescado que iriam ser vendidas de forma ilegal à porta da lota de Matosinhos. Sendo Portugal um dos maiores consumidores de pescado em todo o espaço europeu – cerca de 50 kg per capita, por ano –, torna-se premente analisar o papel da fiscalização da nossa segurança alimentar e a informação que chega (ou não chega) aos portugueses sobre os cuidados básicos a ter em casa para evitar contaminações alimentares, instruções para ler os rótulos das embalagens, etc.

54 comentários:

jon disse...

Em teoria uma instituição como a ASEA parece fazer sentido existir e poderia a médio e longo prazo, ser benéfica para os consumidores... na prática não é isso que tem acontecido, pois em várias circunstâncias a ASAE tem-se comportado de forma vergonhosa e mesmo hipócrita.

A verdade é que esta imensa obecessão por segurança alimentar, está a tornar-se num extremismo sem sentido que só acaba por ser prejudicial para TODOS (Excepto o estado que ganha com as multas)...


E porque isto é afirmado?

Poderemos dar o famoso exemplo de um dos directores da ASAE que, em plena altura de proibição de fumar, ainda assim esteve-o a fazer em locais proibidos sem qualquer preocupação pela lei, como se as leis fossem feitas para os outros e não para ele(s). Quando esse caso foi descoberto, a ASAE com a cumplicidade do casino, começaram ridicula e demagogamente a tentar dar voltas à lei de forma a se tentarem desculpar de um acto que é punivel com multa... obviamente que sem ser a questão de uma imensa perda de credibilidade, esse "senhor" não sofreu qualquer outra punição, como deveria ser feito por lei.

Poderemos dizer exemplos de outros casos:

A ASAE só se preocupa UNICAMENTE COM A APLICAÇÃO DE MULTAS, não se preocupa com o informar para educar. Existem muitos casos de pessoas individuais e especialmente de pequenas e médias empresas (restaurantes, cafés, etc), que de livre vontade tentam contactar a ASAE para saber o que devem fazer, e esta RECUSA-SE A INFORMAR (existem imensas testemunhas de tal). Há relatos de pessoas que tiveram estabelecimentos fechados pela ASAE e a mesma nem sequer lhes recomendou e explicou sobre o tipo de mudanças necessárias para poderem funcionar.


A verdade é que esta imensa obecessão por segurança alimentar, está a tornar-se num extremismo sem precedentes em que se chega ao ponto de ser obrigatório tudo ter de estar embalado em plásticos, cheio de quimicos para preservar (o que ironicamente ambos fazem muito mal à saúde - ou seja, mais um péssimo servido por parte da ASAE), chegar ao ponto de estar completamente livre de micróbios como se fosse um ambiente esterializado (o que a longo prazo até é muito prejudicial para o organismo humano, porque por exemplo por ironia enfraquece e muito o sistema imunitário - perguntem a um médico)... entre outros exemplos existe um em que se deve servir bebidas só em copos de plástico em vez dos de vidro, o que é PÉSSIMO para a saúde se as bebidas estiverem quentes, pois as pessoas acabam por ingerir dioxinas do plástico, também os produtos tradicionais chegam a ser atacados pela ASAE, sem qualquer senso comum por serem precisamente produtos tradicionais e por isso terem de ser produzidos de forma diferente.

A ASEA chega ao cúmulo do ridiculo de ir a instituições de solidariedade social, as quais pretendem dar alimentos em bom estado para pessoas sem-abrigo ou outras mais pobres, associações que não têm qualquer apoios somente donativos, e a ASAE prefere impedir a ajuda a pessoas mais pobres e enviar TODOS os alimentos que foram doados pela população local, para o lixo, sem qualquer fundamento...

Esta atitude monstruosa parece demonstrar que para a ASAE é preferível que as pessoas morram à fome do que comerem alimentos que não estão tão bem embalados ou conservados como eles pretendem.

Considero isto um crime e uma total falta de sensibilidade por parte da ASAE.



Isto são apenas alguns exemplos, e se fossemos a falar dos GRAVES problemas ambientais que toda esta obecessão por segurança alimentar acarreta, como na excessiva produção de quimicos sintéticos para "preservar" mais tempo os alimentos e de plásticos, veriamos que isto acaba por ser uma catástrofe a todos os níveis.


Durante milhares de anos que as pessoas ou tiravam os seus produtos alimentares directamente das hortas ou compravam em feiras, sem ter-se os requisitos EXTREMISTAS que a ASAE impõe, e não era por isso que as pessoas ficavam doentes e muito menos morriam. Pelo contrário, hoje em dia as pessoas ficam com mais problemas de saúde e podem mesmo morrer, derivado de todos os quimicos sintéticos e outros produtos não-naturais que são usados directa ou indirectamente no fabrico ou "protecção" dos alimentos.

Pela lógica distorcida da ASAE, todos os produtos biológicos deveriam ser banidos e todas as pessoas e associações de solidariedade deveriam ser proibidas de dar alimentos para pessoas pobres.


Senhores da ASAE, tenham vergonha no péssimo serviço que andam a prestar em muitas das situações.

jon disse...

PETIÇÃO CONTRA AS MEDIDAS EXTREMISTAS DE SEGURANÇA ALIMENTAR DA ASAE:



To: Ministério da Economia e Inovação da Republica Portuguesa

A A.S.A.E., Autoridade de Segurança Alimentar e Económica tem vindo a impor sobre a restauração portuguesa um conjunto de regras e obrigações que em nada favorecem o povo português, pondo inclusivamente em causa valores culturais da nossa sociedade. Sob a bandeira da higiene e da segurança e escondidas atrás de supostas regras comunitárias (que não parecem estar em vigor em mais nenhum país da União Europeia), a A.S.A.E. instaurou um conjunto de medidas que vão desde a proibição da venda de produtos alimentares não empacotados, à proibição da utilização de chávenas de porcelana para chás e cafés, ou de copos de vidro para outras bebidas. De acordo com estes regulamentos todos os alimentos devem estar empacotados e etiquetados com prazos de validade, mesmo os preparados no próprio local de venda e as bebidas deverão ser servidas em copos de plástico.
Além dos duvidosos e obsessivos principios higiénicos em que estas medidas se inserem, estas são de um cariz claramente anti-ambiental, estando em causa um drámatico aumento da produção de lixo, essencialmente plástico, um material resultante da refinação do petróleo. Em vez de uma política dos três R(reduzir, reutilizar, reciclar), temos aqui uma política do desperdício e da total falta de consciência ambiental.
Depois há naturalmente a questão cultural. Como nos podem exigir que bebamos café em copos de plástico, como podem impedir a venda de bolas de Berlim nas praias, ou proibir que os cafés vendam produtos de fabrico próprio não empacotados? Os cafés sabem sempre melhor numa chávena e os produtos acabados de fazer, que tantas vezes chamamos "frescos", são aqueles que nos atraem aos locais onde são feitos?
Contra a subserviência ao monopolio dos plásticos e do petróleo e a favor da tradições do bem comer e bem beber portuguesas, assinamos esta petição. Não podemos permitir que estraguem aquilo que de melhor existe no nosso país e, de certa forma, aquilo que faz de todos nós portugueses.

Não à implementação das novas medidas de higiene alimentar da A.S.A.E., já!



ASSINE AQUI:
http://www.petitiononline.com/naoasae/petition.html

jon disse...

PETIÇÃO - ASSINE AQUI:

http://www.petitiononline.com/naoasae/petition.html

jon disse...

Pergunta para a ASAE:

Qual é a vossa actuação em relação aos alimentos biológicos, à forma como são produzidos, destribuidos e colocados nas lojas e supermercados?

Já que a ASAE tem como missão proteger a saúde do consumidor, e sendo que EXISTEM PROVAS CIENTIFICAS que os ditos "alimentos" geneticamente modificados fazem mal (no caso de quererem provas disso mesmo contactem a plataforma www.stopogm.net ), qual é a vossa forma de pensar e actuar para os transgénicos? Vão fazer alguma coisa para um breve futuro para proteger os cidadãos deste perigo alimentar?


---

NOTA: Não esquecer que a EFSA (agencia europeia de segurança alimentar) é uma agência que está corrupta (isto está provado), derivado ao facto de a maioria dos seus derigentes e cientistas pertencerem aos quadros das empresas de biotecnologia que produzem os transgénicos, ou terem interesses económicos nas mesmas, o que é claro representa ZERO de credibilidade.
De fazer notar que a EFSA nem sequer faz qualquer teste independente que seja para "comprovar" a segurança dos transgénicos, que eles confiam por completo nos testes manipulados das próprias empresas que os querem vender... isto dito pela própria EFSA.

j disse...

Boa Tarde.

58 toneladas de alimentos apreendidos na última mega-operação pela ASAE, que estavam impróprios para consumo, depois digam que a ASAE não presta e que é só espectáculo, mas antes de o fazer imaginem-se a deliciar-se com os produtos impróprios que foram apreendidos no vosso prato.

Obrigado.

Eva F. A. disse...

Boa tarde!

A(s) minha(s) questão/ões é/são direccionada(s) ao representante da ASAE.

Face ao veiculado pelos meios de comunicação social (designo-os num todo), creio que a ASAE deve ser das entidades mais "odiadas" do nosso país.

A meu ver, a presença de uma polícia para as Actividades Económicas é bem-vinda, mas parece-me que caiu de para-quedas. Face à intransigência e inflexibilidade que são veiculadas, onde está o princípio da informação e educação subjacentes à aplicação das leis?
Parece-me que, numa grande parte das situações (posso, eventualmente, estar enganada), há acções que me parecem desfasadas, numa sociedade, que está longe de ser a "verdadeiramente europeia"...

Alice disse...

Vou já assinar a petição que Jon indicou.
A ASAE já chateia. De facto, em teoria é tudo muito bom, porque é para defesa dos consumidores, etc. Mas vamos lá ver o exemplo daquela família de Portalegre, que fabricava amêndoas: optaram por dar por terminado o negócio, porque sabiam que aquando de uma fiscalização da ASAE iam ter problemas porque não têm salas específicas de armazenamento, empacotamento, etc. E aquela família que fechou o café e foi viver e reabrir o negócio para Espanha, porque lá as regras não são tão apertadas (leia-se patéticas) como cá... Parece que vivemos num país rico, para se fazerem este tipo de exigências aos pequenos propietários...
E já agora, perguno eu, os pequenos empresários estão constantemente a sofrer multas, e quem é que castiga os poderosos? Vou ser muito clara e objectiva: tenho o serviço de internet da Kanguru (eu sei que não devo fazer publicidade, mas isto é mesmo assim), para o qual pago mensalmente 29.90€, e garanto-vos que não há um só dia em que não tenha problemas, de ligação, de lentidão, etc. E garanto também que não sou a única, posso até dizer que a minha melhor amiga por vezes demora meia hora (sem exagero) a conseguir entrar na internet, também da Kanguru. Sim, quem pune estas empresas?! Francamente...

R2MS disse...

Produtos Tradicionais

1 - Como poderá a ASAE saber o que é ou não um produto Tradicional?
Que formação terão eles sobre esses produtos?
2 - Gostava de levantar uma outra questão sobre produtos tradicionais, Como é que uma entidade que não conhece um produto o poderá controlar ou certificar a qualidade desse produto?
Será que nesses casos irão os produtores deixar de produzir os produtos tradicionais devido quer às exigência extremas e aos preços a que ficam obrigados a pagar?
3 - O facto de certificar um produto não será já uma mais valia para um nível de segurança alimentar?

ita disse...

Acho que seria importante salientar o objectivo da ASAE, o de protecção dos consumidores, e não o contrário!
Se o consumidor prefere comprar o "ovo ou chouriço caseiros", não inspeccionados, fica à sua responsabilidade! No entanto, em grande escala, quando nos dirigimos a um restaurante, queremos ter a certeza que a nossa segurança está salvaguardada!
Como em tudo, deve imperar o bom-senso, e deve-se ensinar primeiro e só posteriormente punir.
Cumprimentos
Rita Almeida e Silva

j disse...

Caro blogger jon, gostaria de lhe dizer que considero exagerado os seus comentários excessivos, pois mais pareçem um artigo de jornal, são artigos de "página inteira" e tendem a monopolizar o blog.


Peço à Fernanda que se pense em introduzir um limitador de número de palavras por cada comentário/utilizador que participe do blog.

Obrigado.

Alice disse...

E outra coisa: uma amiga minha disse-me que na cidade dela, a ASAE foi fazer uma fiscalização a um hospital e apreendeu todas as carnes congeladas que tinham, de animais que se criam no próprio hospital, devendo as referidas carnes serem doadas a uma instituição... Ora não é um hospital uma instituição, com franqueza?!... Creio que num hospital as pessoas também têm que comer...!

ita disse...

Deixem-me só salientar um episódio irónico, em que os inspectores da ASAE, numa feira de enchidos, "abancou na tasquinha", consumiu e no final não pagou e multou!! Afinal os alimentos estavam ou não próprios para consumo?!

R2MS disse...

No caso do azeite, o que se faz ao azeite que sobra em cada pequena embalagem utilizada, vai para o lixo???
Estraga-se produto que poderia vir a ser utilizado uma vez que continua em condições?
Que legislelação existe para esta situação?

R2MS disse...

No caso da reportagem que estamos a ver, qual os preços que se pagam por cada refeição? è que toda esta estrutura tem de ser bem paga e concerteza quem os paga é o consumidor e como é que os consumidores que nos dias de hoje estão cada vez mais limitados a nível financeiro poderão ir a um restaurante como este?

jon disse...

"j disse...
Caro blogger jon, gostaria de lhe dizer que considero exagerado os seus comentários excessivos, pois mais pareçem um artigo de jornal, são artigos de "página inteira" e tendem a monopolizar o blog.
Peço à Fernanda que se pense em introduzir um limitador de número de palavras por cada comentário/utilizador que participe do blog."


Limitar a liberdade de expressão?? Se não sabe estamos numa democracia e as pessoas têm o DIREITO de comentar o que desejarem.

Estado novo, de novo, nao obrigado.

ilidia disse...

acho útil o trabalho da ASAE, so gostava que fiscalizassem também as grandes superfícies. Fui ao talho do Continente do Vasco da Gama e fiquei chocada com o que vi, a carne exposta estava oda manchada do gelo e com moscas mortas agarradas isto é real, chamei a atenção do empregado para o aspecto da carne e ele repondeu que as manchas era do gelo e que moscas também as tinhamos em nossa casa. Isto não é normal será que o Sr. Belmiro está protegido só porque é o grande Sr. dos hipermercados?

j disse...

Jon os seus artigos não são democráticos, são monopolizadores do debate e do espaço que ocupam.
Certamente que vossa excelência pensará que se encontra numa qualquer tribuna de um comício politico.
Em partidos politicos já não acredito, mas mesmo assim era capaz de adivinhar quem é o seu mentor intelectual e em que area partidária se encontra, é por isso que cada vez este país se afunda mais com os provincianismos individuais de cada um, em não aceitar as regras que são para todos.

Luis Oliveira disse...

Olá, parabéns ao vosso programa, em falar de restaurantes, a ASAE deveriam analisar os restaurantes que têm ou não acessibilidades para as pessoas com mobilidade reduzida. Se fomos analisar quase todos os restaurantes não tem acessos nem condições mínimas para pessoas em cadeiras de rodas...

Pedro Monteiro

R2MS disse...

Volto a colocar... por se estar a falar + ou - neste assunto

Produtos Tradicionais

1 - Como poderá a ASAE saber o que é ou não um produto Tradicional?
Que formação terão eles sobre esses produtos?
2 - Gostava de levantar uma outra questão sobre produtos tradicionais, Como é que uma entidade que não conhece um produto o poderá controlar ou certificar a qualidade desse produto?
Será que nesses casos irão os produtores deixar de produzir os produtos tradicionais devido quer às exigência extremas e aos preços a que ficam obrigados a pagar?
3 - O facto de certificar um produto não será já uma mais valia para um nível de segurança alimentar?

Orlando Pinheiro disse...

Na última reportagem mostravam as famosas roulotes...

Uma simples cafeteria tem de ter w.c's com normas rigidas, areas de armazenagem, etc.
E as roulotes??? É desta que a praga acaba?

j disse...

ilidia, concordo plenamente com o seu comentário das 14:41, já tenho visto também em grandes superficies situações que considero mesmo "nojentas", acho que devem ser fiscalizados pela ASAE com maior regularidade, pois estes operadores acomodam-se com as quotas de mercado que possuem e muitas vezes desleixam-se nas regras que devem cumprir.

ita disse...

Muitas vezes o consumidor lembra-se da lampreia de ovos que comeu no casamento, apontando o dedo, mas não se lembra da carne que andou a passear no carrinho de supermercado, depois no porta-bagagem e quiçá ainda esperou um pouco no saco antes de chegar ao frigorífico!!

Jo disse...

Boa tarde!

Gostava de introduzir a noção de "flexibilidade" prevista, na regulamentação comunitária (Reg. nº 852/2004), para os operadores da cadeia alimentar de menores dimensões. Até que ponto está a ser tomada em consideração pela ASAE nas suas acções de inspecção?

speechless disse...

Parece-me importante que produção e distribuição alimentar sejam regulamentadas e fiscalizadas.

Está em causa a segurança dos consumidores (que somos todos nós).

Agora, convém não esquecer que se a ASAE decidisse fiscalizar as nossas casas, os nossos quintais, dificilmente estes passariam tanto nos pârametros de qualidade como de segurança que estão a ser exigidos, por exemplo, ao sector da restauração.

Outra questão que em preocupa é a "sobre-embalagem" que deriva das medidas que a ASAE neste momento defende e que vão contra os princípios da economia de embalagens de forma a defender o ambiente.
As embalagens individuais representam uma multiplicação de resíduos completamente absurda. Por exemplo, há açucareiros que permitem que o cliente não "contamine" o açúcar no seu interior ao servir-se mas passíveis de serem recarregados pelo vendedor. E esta lógica aplica-se a outros produtos, como o azeite e o vinagre.

Estamos cada vez mais a encontrar associados a produtos os chamados "selos de qualidade", que supostamente nos garantem a qualidade do produto. O que sugiro é o seguinte: porque não criar um "selo de qualidade não garantida", deixando nas mãos do consumidor a escolha, a possibilidade de poder comprar um produto cuja qualidade não é garantida, mas que ainda assim deseja adquiri-lo e consumi-lo?

j disse...

Orlando Pinheiro, por mim essas pragas acabavam já imediatamente por decreto a entrar em vigor a partir de amanhã.

Ana Cruz disse...

Olá!
Gostaria de saber qual a melhor forma de fazer uma reclamação à ASAE? E se esta pode ser anónima?
Obrigada
Ana Cruz

j disse...

Rita que olhos lindos!

Alberto Balagueira disse...

Aproveito desde já para felicitar o programa e cumprimentar os presentes,

Num contacto que tive durante 17 meses com a ASAE cheguei a conclusão que a ASAE mete medo, mete respeito. Obriga a que as normas sejam cumpridas!!!
Em relação ao mediatismo, é de louvar, digo isto porque se um operador for sancionado e a comunicação social informar, os outros operador vão pensar, analisar para tentar não cometer os mesmos erros.
Com isto resta dizer que deveria haver uma “ASAE” para fiscalizar todo o tipo de operadores em Portugal!Desde o futebol, politica e etc.
Acredito que muita da corrupção existente em Portugal era extinta e obrigava a que fossem criados novos hábitos e outro tipo de cultura nos portugueses.


Melhores cumprimentos;


Alberto Balagueira

Helen disse...

Vi agora a reportagem sobre as cozinhas do restaurante Portugalia e perdi toda e qualquer vontade de lá comer! Aquilo não é uma cozinha, é um laboratório. Os seres humanos têm necessidade de entrar em contacto com alguns microbios, não estou a dizer que temos que ser porcos, mas isso da limpeza extrema não é natural. Venham as colheres de pau e os tachos de barro, e já agora tambem a comida com verdadeiro sabor!

Nuno Guerreiro disse...

Já que estamos a falar de Segurança Alimentar, coloco aqui uma questão ao representante da ASAE.
Porquê, a proibição de venda de produtos nutricionais em ginásios, tais como vitaminas, proteinas, etc, uma vez que são de venda livre.

Nuno Guerreiro

ita disse...

Caro Orlando,
por um lado concordo com que a segurança alimentar está acima de tudo!
Mas creio que nos deve ser dado o direito de escolha! Quando compramos uma camisola nos chineses sabemos que a qualidade não será a melhor, o que é reflectido no próprio preço!! E se me apetecer ir à tasca ou a roullote, pagar menos, sabendo que as regras não são totalmente cumpridas?!
Na verdade creio que deveria haver um meio termo, senão será o fim das tascas tradicionais!
... pelo sim, pelo não, só frequento restaurantes que conheço bem! ;)

j disse...

helen, nem precisa de me convidar para ir jantar a sua casa...

Joao Ratao disse...

A ASAE é a nova PIDE
Morra a ASAE e o cabo nunes.
Quanto vos estão a pagar para lavar a imagem dessa polícia sinistra que se está a impor neste triste País?

R2MS disse...

Olá mais uma vez Fernanda e dizer-lhe que o programa é espectacular só é pena que eu só o esteja a ver por estar doente :(
Falando de Produtos tradicionais, Sabia que a legislelação quer que haja apenas uma ou dua empresas a fazer certificação deste tipo de produtos a nível Nacional? Que conhecimentos terão essas empresas de uma região, de uma matéria prima necessária do saber fazer tradicional e do modo de confecionação do mesmo. Isto é o extremo das novas leis em vigor.
A que levará isto?
Será que alguns dos produtores terão de deixar de produzir devido aos preços elevados que essas mesmas empresas obrigam a pagar pelos seus serviços.
Será que o produto ficará com mais qualidade ou será que pelo contrário iremos deixar de ter o próprio produto no Mercado?
Eu aposto na segunda opção pois os pequenos OPC que controlam alguns dos produtos tradicionais, além de conhecerem já o produto, obrigarem ao cumprimento das regra básicas da produção na segurança alimentar e sujeitam o produtor a um menor custo de controlo do mesmo.
Isto porque sabemos que o estado quer encerrar alguns destes OPC que além de fazer o seu serviço, ajudam o próprio produtor a tomar precauções na produção.
Todos sabemos que um produto tradicional é um produto tradicional e isso é algo que já vem do tempo dos nossos avós. Claro que a Higíene é essencial...

Alice disse...

Fui às Tasquinhas de Rio Maior e não morri...

ita disse...

Desloquei-me eu 75km para comer uma feijoada de búzios à beira mar... quando me apresentam uma travessa em inox!! Perdeu metade do interesse! Venham de lá essas alternativas, essas exepções...essas adequações!

j disse...

Fernanda, se tivessemos uma ASAE dentro de casa, já era de formação individual de cada um, e não andava-mos a criticar a ASAE que existe fora de casa, seria normal te-la, seria normal a sua ação, o problema é que os portugueses são "porcos" e gostam do sabor da comida.

sapoencantado disse...

Boa tarde,
quanto á questão na rotulagem gostaria de saber se os produtos vendidos nos supermercados com marca da casa, que normalmente não indica o local de produção, referindo apenas "produzido na UE para ...." e fornecendo a morada do distribuidor em Portugal, exibindo o nº560 no codigo de barras. não estão em infração.

Obrigado.
carlos coimbra

R2MS disse...

Segurança Alimentar

Será que a ASAE também verifica se os casos de produtos em que nos rótulos não aparece que é um produto OGM -Organismo geneticamenete modificado e que realmente esse produto é um OGM.
De lembrar que muitas vezes estes OGM podem causar alergias graves em pesoas alergicas a alguns desses produtos modificados geneticamente.

Virgínia disse...

Gostaria de deixar o meu manifesto pelo trabalho que a ASAE tem feito para tentar disciplinar e defender o consumidor dos abusos de muitos estabelecimentos que nos tentam dar "gato por lebre", que nãio cumprem requisitos de salubridade, onde ainda se mexe em dinheiro e se faz uma sandes sem lavar as mãos....há inúmeros casos que já presenciei e de reclamo continuamente.
Muito obrigada e continuem

j disse...

ita, a sua feijoada de buzios meteu água por todo o lado...

j disse...

Fernanda essa da sandes e do dinheiro, é só ir à Boavista, à Badalhoca...é só ir e filmar...

Alice disse...

Sim, e quem fiscaliza empresas género TMN ou Optimus, se estas tiverem um péssimo serviço?

lady_blogger disse...

Devem fiscalizar de facto o pescado para os pobres dos pescadores não andarem a trabalhar e depois apesar de receberem os seus parcos salários, verem o resultado das suas pesacarias desperdiçado. Já muito desperdiçam eles. Ora vejam o meu post de dia 10 de Agosto de 2007 no meu blog euronios.blogspot.com
Não despedicem! Poupem!

A ASAE que continue a investigar para que realmente possamos confiar no que compramos.

Relativamente aos rótulos, tive conhecimento da existência de cursos sobre esta temática, na zona de Algés.

CC

Maria Mendes

ita disse...

:) cumprimentos a todos, até amanhã talvez...

Nuno Guerreiro disse...

Após a resposta de representante da ASAE, a qual obviamente não posso concordar, pois foi o próprio IDP que publicou o seguinte:

Artigo 15º
(Actividades interditas)
1- É vedado aos ginásios publicitar, recomendar ou comercializar quaisquer substâncias ou produtos dietéticos, produtos para perda de peso, substâncias ou produtos destinados a aumentar artificialmente a força ou resistência dos utentes ou praticantes desportivos, nomeadamente substâncias ou produtos dopantes, suplementos vitamínicos e alimentares ou medicamentos.
2- É igualmente vedada qualquer forma de publicidade, afixada ou promovida pelo ginásio, de forma directa ou indirecta, susceptível de criar nos utentes ou praticantes a convicção de que o uso de aparelhos de bronzeamento artificial por radiação ultravioleta não acarreta perigo para a saúde ou que pode ser benéfico a qualquer título, bem como qualquer forma de promoção, encorajamento ou incentivo à sua utilização.

Para mais informações adicionais, contacte:
Presidência do Conselho de Ministros
Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto
Conselho Nacional do Desporto
Av. Brasília, Algés Praia – 1449 – 011 Lisboa – Portugal
Telefone: + 351 21 303 60 00 Fax: + 351 21 301 80 90
Correio electrónico: sejd@sejd.gov.pt Página Internet: www.sejd.gov.pt

Posto isto, que podemos nós fazer?

Cump,
Nuno Guerreiro

Sociedade Civil disse...

a ASAE não fiscaliza as telecomunicações. essa é competencia da ANACOM

Saudaçoes civis

hemp0 disse...

è habitual ver nas grandes areas de serviço da Galp os funcionarios ajudarem a abastecer, atender na caixa e de seguida servirem na cafetaria. Nunca la vi a ASAE.

j disse...

Eu sou do tempo, quando era pequeno, em que nas tascas de Portugal normalmente os "bebedolhas" que as frequentavam, bebiam vinho a copo e tinham uma colher de pau que era usada por todos eles para mexer no copo o açucar que deitavam no vinho...vi isso muitas vezes...e agora já presenciei muitas vezes alguns iluminados a beber cerveja pela garrafa, quando algumas garrafas trazem ferrugem na carica e que depois fica agarrada ao vidro da garrafa que vai entrar em contacto com a boca. É deprimente estas coisas...

João Ratão disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
ita disse...

melhor mesmo é os que tentam limpar o bocal com o dedo... não lavando as mãos há horas!! E as latas?!? Armazenadas sabe-se lá onde! Serão limpas antes de ir para a vitrine? Não esquecer de limpar antes de abrir aquela patilha ridícula que entra para dentro da própria lata!! Venham de lá as antigas latinhas da compal que abriam "para fora".

Alice disse...

Obrigada Sociedade Civil ;) Vou já pesquisar e apresentar a minha reclamação à referida entidade. E J, isso já depende de cada um, os propietários de cafés e afins não obrigam ninguém a beber pela garrafa

j disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
João Ratão disse...

Censura, hem? Absolutamente coerente...