terça-feira, abril 22

Esclerose múltipla – quais os sinais de alarme?

Estima-se que em Portugal haja mais de cinco mil pessoas com Esclerose Múltipla. Uma doença que se manifesta na adolescência e afecta bastante mais as mulheres.
Sem cura, a esclerose múltipla afecta o sistema nervoso central e não tem terapêutica eficaz reconhecida. Há poucas semanas foi anunciado um novo medicamento, que terá alcançado uma elevada taxa de sucesso em ratos. Cura à vista? Ou é apenas uma esperança levantada pela indústria farmacêutica que não terá efeito prático nos humanos?
Saiba mais no Sociedade Civil sobre uma doença que levanta dúvidas tão prosaicas como posso engravidar? Há hereditariedade? Desconhecimentos sobre a doença que pretendemos hoje esclarecer.

8 comentários:

PEDRO DE CASTRO disse...

Boa tarde,
Desconheço a doença mas pelo que tenho estado a ouvir caracteriza-se por uma doença auto-imune.
A nível de terapêutica como pode ser controlada? Recorrem-se a farmacos imunosupressores?
Já foi identificado os agentes que estão na origem dos ataques por parte do sistema imunitário ao sistema nervoso central? É devido a alguma alteração genética? É causada pela presença de algum proteína especifica nas células do sistema nervoso central?

Luís Peixoto disse...

Que ajudas dá o Estado a estes doentes? É suficiente?

ana disse...

Boa tarde, gostaria de felicitar o programa e em especial por ter abordado este tema. Convivo de perto com pessoas adultas jovens com EM e a doença sendo progressivamente debilitante afecta de facto muito a capacidade destas pessoas para o trabalho. Para além disso, estes doentes têm de dispos de imenso tempo util, nomeadamente para a ia ás consultas de vigilancia e as deslocações frequentes ao hospital para buscarem os farmacos. Nem sempre nenhum destes factores é bem entendido pelas entidades empregadoras, sendo muitas vezes factores para despedimentos ou a não aceitação num emprego.

Angela sousa disse...

Boa tarde,
O meu namorado tem 23 anos e descobiu aos 20 que tem esclerose múltipla. Confesso que no ínicio e talvez devido à minha ignorância fiquei assustada, actualmente estou devidamente informada e sei que muitas das ideias que as pessoas em geral têm da doença não passam de mitos e perconceitos. Apesar de o meu namorado aceitar bem o facto de ter esta doença e levar uma vida normal como qualquer outra pessoa, eu própria às vezes teho alguma dificulade em perceber alguns dos sintomas que tem, principalmente quando ele tem um surto, tento apoiá-lo e ajudá-lo moralmente, mas às vezes é complicado fazê-lo principalmente porque sintomas como fadiga e cansaço não são muito fáceis de entender por quem não é portador desta doença.
Felicito o programa por abordarem esta doença, pois ainda há muita gente que só a entende realmente quando alguém que lhe é próximo tem esclerose mútipla, como foi o meu caso. Espero que cada vez mais se fale abertamente sobre a EM, pois acredito que o conhecimento das pessoas em geral da doença vai ajudar as pessoas a desmistificá-la e a quem a possui a aceitá-la melhor socialmente.

raquel disse...

Boa Tarde. Obrigada por abordarem o tema.
Preciso de trabalhar!!!
Sofro de EM ha 6 anos. Estou desempregada ha 3. Sou licenciada em Servico Social e trabalhei apenas durante 1 ano como assistente social. O facto de nao exercer deixa_me profundamente angustiada pois para alem de nao estar realizada profissionalmente tenho dois filhos de 11 meses e 4 anos.

Angela sousa disse...

Uma máxima que ajuda qualquer um a entender a doença:
" Não se morre de esclerose múltipla, morre-se com esclerose múltipla."

Escondida em mim disse...

Olá Boa tarde
Tenho 28 anos e descobri em 2004 que sofria de esclerose múltipla. Fiz os tratamentos que me permitiram recuperar daquele primeiro surto e nunca mais tive nenhum problema. Tenho o cuidado de todos os dias fazer a medicação que me prescreveram e em três anos e meio nunca me esqueci um único dia de dar aquela injecção que me permite ter uma excelente qualidade de vida. Não sei qual será o meu futuro, mas vivo com grande optimismo o meu presente.

lady_blogger disse...

A EM não poderá numa fase inicial ser confundida com fibromialgia e com problema de tiróide?