terça-feira, julho 22

Férias ecológicas para crianças

Todos reconhecemos o mérito aos mais pequenos: foram eles quem contagiaram os pais para reciclar em casa. O abecedário com três letrinhas apenas entra bem nos ouvidos dos mais novos e cedo aprendem a Reciclar, Reutilizar e Reduzir. Nestas férias, são várias as propostas que colocam as crianças em contacto com a natureza e com a necessidade de preservar o meio ambiente: os campos de férias e até os festivais de verão estão mais ecológicos, fala-se da água e dos mares por causa da ExpoSaragoça e até mesmo em casa dos tios, avós ou amigos, há inúmeras actividades que podemos desenvolver entre miúdos e graúdos com vista a uma maior consciencialização de um planeta mais feliz. As ideias no próximo Sociedade civil.

Convidados:
Mário Raposo, Director de Marketing da Sociedade Ponto Verde
Raquel Ribeiro Santos, Serviço Educativo da Culturgest
Vanda Marques, Coordenadora do Grupo de Formação e Educação Ambiental da Quercus

21 comentários:

An@rk disse...

A coadaptação dos sistemas sociais e dos ecosistemas, existiria se houvesse troca de energia, material e de informação.

De um lado o sistema social, que é o que nos inclui, as línguas, os valores, as organizações sociais,
a(s) personalidade(s), os recursos de padrões de explorações, a(s) alimentação(ões), a saúde, as características biofísicas, as tecnologias, as economias, as linguagens, e por fim a "sabedoria".

Do outro lado existe o ecosistema, que compoem o ar, a água, os solos, os climas, as árvores, as colheitas, os "virus", os outros animais que não nós, as pestes, os níveis de vida selvagens, os microrganismos, as estruturas construidas pelo animal humano.

Ao se estar a alimentar uma das cadeias:

Reciclar, Reutilizar e Reduzir,

rapidamente deixará de existir coadapatação entre estes dois ciclos, os sistemas sociais, e os ecosistemas.

Seria totalmente natural se ambos os lados os sistemas sociais e os ecosistemas não se atrapalhessem, mas o animal humano, é o que está a fazer, a obter energia, material e informações, sem dar trocas, a não dar informação cheias de valor, a quem náo a sabe lidar, o dinheiro.

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Existe um cd "As Músicas do Gombby", que contém uma canção intitulada "Reciclar é divertido". Esta pode ser uma forma de incutir nas crianças a preocupação de reciclagem.
Quanto aos adultos, acho que a maioria sabe o que deve fazer para preservar o meio ambiente, mas claro que há sempre novas coisas a aprender nesta matéria. Mas continuo a frisar, que o exemplo deveria partir de cima; o Estado deveria permitir que se patenteásse novos geradores de energias alternativas. Ainda ninguém percebeu que a solução para a maior parte dos problemas, seria deixar de depender do petróleo para andar de automóvel!? É evidente que os interesses económicos se têm sobreposto às preocupações com as alterações climatéricas. Só não vê isto quem não quer.
Faz falta que grandes massas se mobilizem para que esta conjuntura mude e se consiga substituir o uso do petróleo por combustíveis não poluentes. E claro que é importante continuar a política dos 3 Rs.
No euronios.com abordo e abordarei algumas formas de reciclagem.

CC

Maria Mendes

Maria disse...
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lady_blogger disse...

Outrora havia quem deitásse ao mar garrafas com mensagens de amor. Pergunto o que pode hoje em dia acontecer se uma autoridade encontrar uma destas garrafas mensageiras e conseguir identificar o seu emissor... leva multa? Se sim, de quanto?

CC

Maria Mendes

Maria disse...
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lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Já que a Fernanda falou em ter comprado uma carteira feita de caricas numa feira... Há dias os telespectadores da Sic puderam vê-la às compras numa célebre feira de Lisboa. Pergunto-lhe se foi nessa feira que a Fernanda comprou a tal sacola.

CC

Maria Mendes

Ana Tiago disse...

Eu na minha opinião acho que estes projectos podiam ser mais abertos aos adolescentes e não só as crianças até aos 12 anos. Podiam ser mais baratos. E serem estarem mais espalhados ao longo do país. E não ficar reduzido a Lisboa ou Porto. Pois eu gostaria de perticipar num desses projectos. Mas, na minha zona (Covilhã) não há nada disso, e o pouco que há é para os mais novos.

Ana Tiago
16 anos.

Martinha disse...

Boa Tarde

Desafio todas as crianças, durante esta época de férias, a fiscalizarem os actos dos seus próprios pais, no final de uma manhã de praia, no final de um piquenique e no final das refeições. Será que os pais não fazem batota? Se eles se portarem bem sugiro que as crianças lhes ofereçam uma medalha feita com material reciclado e um grande xi-coração.

João Santos disse...

Nas escolas estas acções de sensibilização, visitas de estudo e aulas, os jovens têm contacto com toda esta questão do ambiente.

Durante uma semana e motivados por aquilo que aprenderam, estes jovens efectivamente reciclam e família ajuda.

Mas ainda não é um hábito e deste modo isto não se torna rotina reciclar.

cininha disse...
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cininha disse...
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cininha disse...

Infelizmente nem todas as famílias podem aceder a formas ecológicas de entreter as crianças através de organizações que trabalham estas matérias. Ou porque desconhecem, ou porque são acções caras, entre outros motivos.
Mas se considerarmos que as 'férias ecológicas' podem implicar acções muito simples como andar mais a pé, ir às compras de bicicleta ou não comprar souvenirs produzidos a partir de animais em vias de extinção, qualquer pessoa pode aderir a práticas ambientalmente correctas, quer em férias quer fora delas, com ou sem crianças.
Fiz 1 experiência ao inscrever o grupo de meninos - que comemorou o aniversário do meu filhote - numa actividade de criação de carros solares a partir de materiais reciclados. Adoraram! Ficaram fascinados: muito atentos, aprenderam coisas novas, mobilizaram os pais, foi 1 ideia criativa e ao mesmo tempo, fugi dos pseudo restaurantes fast food onde ultimamente todas as festas acontecem (e onde só se produz mais lixo e se reproduzem hábitos errados) e até ficou mais barato!

Rj disse...

A reciclagem é um pau de 2 bicos, é muito giro sim senhora mas ecologicamente até chega a ser pejorativo (O papel reciclado p.e. é, a uma pequena escala, tóxico e já começa a aparecer pessoas com alergia ao mesmo), continuamos a reciclar coisas que nunca foram criadas com o intuito de ser mais tarde recicladas e isso é tudo menos bom.
Vamos começar a pensar em alternativas porque, para dizer a verdade, isto de ver crianças a separar o lixo na televisão é muito engraçado, mas giro giro era essa acção ter significado.
Deixo aqui um videozito para o resto dos leitores verem
Cradle to Cradle

João Santos disse...

Em Quarteira temos 12 km de praia, existe por parte da população residente um grande respeito pela preservação das mesmas.
As escolas organizam muitas vezes acções de sensibilização em que jovens percorrem o areal e zonas florestais perto das praias.
Mas por incrível que parece muitos pais não gostam disso, pois acreditam que os filhos não deveriam de apanhar o lixo dos outros.

lady_blogger disse...

Quando era pequenina, fazia os meus avós voltarem a casa para eu colocar o lixo que encontrava no chão das escadas ou da rua. Hoje tenho por casa alguém que também teima em despejar o lixo dos outros mesmo que não chegue aos ecopontos.

CC

Maria Mendes

carlos sousa disse...

Eu concordo com as ferias ecológicas para as crianças pois a sociedade, tal como a educação começa a formar-se e a educar-se desde os primeiros dias de vida de uma criança. Se as crianças forem sensibilizadas para o que podem fazer pelo ambiente serão elas mais tarde a condicionar o comportamento dos seus pais. Gostaria é de saber como é que as pessoas reciclam e os produtos reciclados saem depois mais caros, isto é tudo menos um incentivo à reciclagem. Obrigado e parabens pelo excelente programa cheio de qualidade.

maria josé disse...

olá Fernanda!!!Obrigado pelo seus programas.Estou a vêr atentemente o programa de hoje,concordo com todas essas actividades,acho umas óptimas soluções para férias. mas na minha opinião temos que incluir no programa escolar uma disciplina óbrigatória de educação civica.Estou a ficar muito preocupada com a falta de civismo do nosso povo.teria muito mais par falar mas por agora ficamos por aqui.Obrigado zezinha

Manuel disse...

Curioso...
Há uns anos atrás os nasciturnos das mães com hábitos tabágicos nasciam com baixo peso. Agora têm risco de obesidade. Moda???

Sei que não se trata de um programa de Ciência mas a fundamentação e referência aos estudos que sustentam as afirmações dos convidados seria interessante.

Cumprimentos e parabéns pela qualidade do programa

lady_blogger disse...

Por acaso estive no RIR e até tenho fotos de alguns caixotes do lixo, mas prefiro nem comentar.

CC

Maria Mendes