quinta-feira, julho 10

Sobreviver a uma crise conjugal

O período de férias que se avizinha leva a que toda a família se reúna efectivamente 24 horas por dia, durante um largo período de tempo. É quando aumentam as probabilidades de surgirem problemas de convivência entre o casal e com os filhos, caso hajam.
As discussões surgem e as crises muitas vezes instalam-se nestes períodos de maior acalmia laboral. Discute-se por causa do local das férias, por causa dos filhos, do carro, da alimentação, dos horários, etc.
Os dados do divórcio indicam que os casais se divorciam mais em Setembro e Outubro.
Queremos neste Sociedade Civil falar de alguns valores que se perdem na vida conjugal e, com a ajuda dos melhores especialistas na matéria, ajudar a evitar ou a superar uma crise conjugal.

Convidados:
Maria do Céu Santo, Médica ginecologista
Margarida Rebelo Pinto, Escritora
Manuel Peixoto, Psicólogo e terapeuta familiar

28 comentários:

jose gomes disse...

“SOBREVIVER A UMA CRISE CONJUGAL”
OS GRANDES PROBLEMAS RESULTAM DO DESPREZO PELOS GRANDES VALORES DA VIDA.
PARA CONSOLIDAR UMA RELAÇÃO CONJUGAL É IMPORTANTE QUE HAJA UM FORTE PROJECTO DE VIDA MATERIAL E UM GRANDE RESPEITO PELOS GRANDES VALORES UNIVERSAIS.
OS PROBLEMAS COMEÇAM PELA FALTA DE RESPEITO PELO OUTRO.
“FAZ AO OUTRO O QUE QUERES QUE FAÇAM A TI”
“AMA SE QUERES SER AMADO”.
.o meu reconhecimento por este espaço
.jose gomes
equilibriosg@hotmail.com

Adriano Reis disse...

Os meus parabéns ao programa! gosto de comentar os temas mesmo não podendo assistir os programas por razões profissionais.

ESTOU DE ACORDO COM O JOSÉ GOMES, UMA RELAÇÃO É UMA INSTITUIÇÃO E TEMOS QUE TER RESPEITO MUTÚO PARA O BEM DA RELAÇÃO CONJUGAL!

ACHO QUE UMA DAS SOLUÇÕES VIÁVEL A UMA BOA RELAÇÃO CONJUGAL É O DIALÓGO! DIALÓGAR, DIALÓGAR.

AI QUE ME DERA ESTAR SEMPRE DE FÉRIAS COM A MINHA MUSA! PENSO EU AO FACTO QUE SOMOS DE CULTURA DIFERENTES, DURANTE AS FÉRIAS VIVEMOS ESSAS CULTURAS INTENSAMENTE. PENSO QUE JÁ CONHECO A CULTURA PORTUGUESA E UMA DAS MINHAS MAIORES ALEGRIAS QUE FORTELECEU AINDA + A MINHA RELAÇÃO CONJUGAL É TER ESTADO DE FÉRIAS EM CABO VERDE COM A MINHA LINDA NAMORADA VIVENDO ASSIM DE PERTO A MINHA CULTURA.

HÁ COISA FANTASTICAS? NÃO HÁ!

Tempo de Viajar disse...

Ups... por isso é que o melhor é mesmo viajar sozinho. No caso de casal, pode ir um com cada filho! ;)

Sininho disse...

O sentimento de obtenção do desejado faz com que muitas vezes a chama deixe de existir...

Não sei se alguma vez o ser humano realmente amou o parceiro incondicionalmente

A crise conjugal dá-se certamente nos momentos em que o casal se apercebe das divergências de ambições, desejos e objectivos na vida.

Uma relação conjugal deve basear-se apenas na paixão e na intimidade?
Será possível conjugar cumplicidade e atracção???

O problema da maioria dos casais está no atingir a incapacidade de dialogar um com o outro...

Com os melhores cumprimentos
Marta

che disse...

Eu penso que as crises conjugais acontecem mais devido ao degaste da relaçao, e sendo assim costuma haver uma especie de fartura do conjugue e qualquer coisa servira depois para uma discussao.
Ter de estar com a mesma pessoa um determinado tempo começa ao fim de algum tempo a haver degaste, começa a faltar o dialago etc...

Andreia disse...

Só para felicitar pelo programa... Acho muito interessante além de muito útil...
Também quero aproveitar para dizer que gosto muito dos livros da Margarida Rebelo Pinto...Estou a ler o "Alma de Pássaro" e estou a adorar....

Continuem

Ana Ferreira disse...

As discórdias, os conflitos ou mesmo os períodos de crise não são cíclicos, são intemporais, no meu ponto de vista. Estabelecer uma correlação entre a dimensão temporal ou período de tempo e a maior propensão para o conflito é no meu ver erróneo. As estatísticas valem o que valem, dado que existem as chamadas “cifras negras”, ou seja, um enorme desfasamento entre o que é declarado e o que é vivido. No entanto, entendo que as estatísticas sejam fundamentais para a divulgação ou extensão do fenómeno em estudo.

Se as férias são um período de mais tranquilidade, de mais calmia, nada me garante a mim que este estado propiciado pelas férias possa não trazer tantos conflitos ou momentos de tensão. Considerar que a relação a tempo inteiro entre pais e filhos possa ser uma realidade de desentendimento é uma hipótese, mas no meu ver não é a mais acertada.

As relações conjugais ou familiares são possíveis porque a sociedade criou condições para que este grupo se comporte autonomamente, sem necessitar do consentimento da sociedade para se relacionar. Mesmo quando há discórdias ou momentos de crise, a sociedade não possuí grandes meios para intervir nestes estados, dado que sempre consentiu que o relacionamento conjugal ou familiar se desenvolvesse de forma autêntica, anónima ou privada.

Se por um lado, o grupo familiar ou conjugal desencadeia momentos de autenticidade, felicidade, protecção, amor, envolvimento mais íntimo, por outro, permite que o conflito, a discórdia e a crise persistam.

Para se estudar um fenómeno são necessárias explicações causais, o que me permite considerar que o factor temporal não seja a causa mais acertada para explicar as crises conjugais. Para aprofundar estas questão, é fulcrante estudar o relacionamento inter e intraconjugal ou intra e interfamiliar por meio do diálogo ou falta dele, do apoio e da atenção ou da falta de apoio ou atenção entre os actores envolvidos, traços de personalidade de cada membro do grupo, factores contextuais ou sociológicos, entre outros...

De todo o modo, a sociedade sempre idealizou a intensificação dos laços familiares, mas nem sempre contribuí para a coesão grupal, dado que a partilha de um lar e de um laço não é, por vezes, regrada, nem conduzida da melhor forma.

Ana Verdeperto disse...

As crises ocorrem geralmente pela falta de comunicação entre o casal.
A falta de partilha das coisas mais vulgares como trabalho e sentimentos pessoais.
A desilusão leva muitas vezes a não ser fiel,a não dar atenção, e ao afastamento.
Mas acredito que a ausencia seja a semente que fará crescer de novo a cumplicidade entre o casal.

André disse...

Olá boa tarde! Não deixa de ser muito engraçado ver-vos a falar sobre a sobrevivencia das relações nas férias. Então e aqueles que (são cada vez mais) que não têm tempo suficiente para si, quanto mais para férias. Essa visão das coisas é cada vez mais elitista, aprova disso é que as personagens dos livros da escrito Margarida Rebelo Pinto nunca são muito pobrezinhos a contar os tostões. Quem esté realmente pior são aqueles que estão saturados da vida que levam, sempre a trabalhar e sem um minuto para férias. Serão essas relações mais longas, pois não têm tempo para pensar que há relação?

Dominic Oliveira disse...

Será o diálogo a chave para um bom e saudavel relacionamento?
Penso que o diálogo é a base de tudo entre o casal, sendo assim um mecanismo regulador para manter o equilibrio em qualquer situação imaginária na vida.
Não concordão?

Micael disse...

Ola Boa tarde!!
Para mim quando ocorre o divórsio é quando não existi compreensão, união e amor entre os dois conjûges!!!

Micael Leiria 14anos

André disse...

Olá boa tarde! Não deixa de ser muito engraçado ver-vos a falar sobre a sobrevivencia das relações nas férias. Então e aqueles que (são cada vez mais) que não têm tempo suficiente para si, quanto mais para férias. Essa visão das coisas é cada vez mais elitista, a prova disso é que as personagens dos livros da escritora Margarida Rebelo Pinto nunca são muito pobrezinhos a contar os tostões. Quem esté realmente pior são aqueles que estão saturados da vida que levam, sempre a trabalhar e sem um minuto para férias. Serão essas relações mais longas, pois não têm tempo para pensar que há relação?

Carlos disse...

Olá.

Gostei muito de ver a reportagem sobre a familia Pinto.
Grande reportagem sobre uma Grande familia :-)

TeresaSofia17 disse...

As discussões crescem – no tom e na frequência - tomam conta da vida do casal. As queixas transformaram-se em ataques pessoais e cada discussão passa a ser encarada como uma batalha que termina invariavelmente com a exaustão.

Teresa
17 anos

Micael disse...

Ola Boa tarde!!
Para mim quando ocorre o divórsio é quando não existi compreensão, união e amor entre os dois conjûges!!!

Micael Leiria 14anos

José Eduardo disse...

olá sociedade civil,

só quero aproveitar para felicitar o programa pois considero-o enquadrado nos melhores momentos de televisão a que podemos assistir hoje em dia. acompanho sempre que posso e quando não posso sirvo-me do vosso blogue. e, permitam-me ainda, a fernanda é jornalista de top! parabéns fernanda! a sua contagiante simpatia já faz parte da mobília do programa. ;)

saudações televisivas.

Deragnu disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Deragnu disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
CME disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
João Pedro disse...

Só uma curiosidade... E nos casais homossexuais... quando uma série de "mimos" do dia a dia não se podem fazer tão facilmente, porque muitas vezes implicam uma demonstração publica de afecto, numa sociedade ainda muito homofóbica, fica complicado puder livremente alterar as rotinas...
Surpresas como ir esperar a cara metade, dar um passeio de mão dada, um jantar romântico, enfim...

Deragnu disse...

Então continuamos a por a questão sempre do ponto de vista da mulher!!!!! No meu futuro livro "Sem medo Manel", este tema também será tratado.

Pois se eu pudesse escolher, escolheria alguém parecido comigo, seria um tédio, pois que fosse.

Precisava de uma resposta da Dra. Maria do Céu Santo, sobre o óxido nítrico, pois nunca a deixaram explicar nos programas de TV onde brilhantemente tem participado.


Anttónio

Orlando Pinheiro disse...

Acho que o Casamento deveria ser um contrato a prazo, idêntico ao que as empresas adoptam com os empregados. Renovável de 3 em 3 anos, sério.

Não é original a ideia...

Parece-me que a maioria dos casamentos, parte para um sonho teórico de uma sociedade que vive pouco da realidade.

O príncipe encantado não existe nem a mulher perfeita.

Quando estamos sobre o efeito dessa doença psicossomática chamada paixão acreditamos no amor eterno...

A sociedade mudou e as relacionações entre as pessoas também.

Deragnu disse...

O casamento é o único contrato que poucos cumprem e para quem não cumpre não existem consequências jurídicas.

Margarida, a mim não me ensina nada.

Anttónio

Elvira disse...

Boa tarde,

Concordo com quase todos os comentarios que aqui foram deixados. A falta de dialogo e as expectativas que se defraudam são talvez as maiores causas das grandes crises.
O comentário do André é realmente importante, vejo-o assim porque na minha vida tenho exemplo: o meu marido é trabalhador independente e raramente consegue ter férias porque se tirar férias não ganha e as contas são muitas. O meu casamento corre bem , dialogamos muito e somos capazes de resolver a nossa vida que é por vezes muito complicada.
Elvira Almeida

Pedro Laranjeira disse...

O principal segredo reside na DIFICIL capacidade de falar verdade desde o primeiro minuto, sempre!

Cinderela disse...

E as sogras?

No meu caso a minha sogra para infernizar a minha vida de casada, e continuar a ser ela a controlar a vida do filho, pediu transferência de trabalho para a cidade de Lisboa (onde residíamos), portanto afastou-se 300km da família e marido para continuar a controlar a vida do filho. É claro que a nossa crise conjugal começou a passos largos, e só não terminou em divórcio porque desistimos do trabalho, da casa, e da cidade de lisboa, e residimos agora a 150km da mesma. Vamos ver agora se ainda conseguimos salvar o casamento (para já não está mal....)

Deragnu disse...

Quando não há dinheiro e já houve anteriormente, a maior parte das mulheres sai fora da relação independentemente dos filhos.

Uma relação conjungal é como seja comida? realmente.

Dra. Maria do Céu, sózinha no programa era o mais que o suficiente.

Anttónio

Martinha disse...

Cinderela, as sogras são, algumas delas, o ingrediente amargo, na sopa deliciosa que o casal tentou fazer a dois... infelizmente