quinta-feira, outubro 30

Língua sem erros – é possível?

Averá idéia de cuantos errus hisistem na limgua purtogueza?
Esta junção de erros ortográficos detectados em testes de acesso ao ensino superior revela bem a ignorância sobre a língua portuguesa que grassa em boa parte dos variados graus de educação. Como inverter esta tendência numa criança? Muitos profissionais têm desenvolvido algum trabalho específico, estabelecendo orientações e estratégias para o diagnóstico. Mas do diagnóstico à resolução do problema vai um passo de gigante. Que soluções existem? Toda a discussão num momento em que a TLEBS foi suspensa do ensino básico e os manuais adaptados continuam à venda nas livrarias.

Convidados:
Ponces de Carvalho, Director Escola Superior de Educação João de Deus
Raúl Rosado Fernandes, Antigo Professor Catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Ex-reitor Universidade de Lisboa e Signatário contra o acordo ortográfico
Paulo Feytor Pinto, Presidente Associação de Professores de Português
António Amaral, Vice-Presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais

61 comentários:

lady_blogger disse...

Com as novas tecnologias, há um problema acrescido na interiorização do modo como os vocábulos são escritos, isto porque por exemplo no caso dos computadores usando o Word tem-se logo a correcção automática, e por isso deixam de saber como se escreve uma palavra porque o computador na certa saberá. Há máquinas que fazem o trabalho e pensam por nós, porque teremos nós de nos preocupar?- É assim que muitas crianças pensam. Apostam na lei do menor esforço e deixam ao cuidado das máquinas até o seu próprio racicínio.

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Este ano participei no Campeonato de Língua Portuguesa, o qual acho óptimo, excepto os erros da Comissão Organizadora e os nossos. Eu dei um erro na totalidade de questões dos 3 testes, mas infelizmente não chegou para ir à final. Talvez volte a concorrer no próximo Campeonato.

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lady_blogger disse...

Tema intreçante este oije sobre a limgua protugueza no sossiedad sibil...


(P.S.: não resisti)

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...

No liceu uma professora disse que um colega nosso tinha escrito no teste que Miguel Torga era de Atrás dos Montes.

Um meu professor universitário disse que num ano anterior um seu aluno escreveu na prova que um dado livro era uma besta célebre.

Ainda ontem ouvi no noticiário que querem adoptar o sistema filandês de não reprovarem as crianças até aos 12 anos.

É só facilitismos! Se antigamente já diziam estas barbaridades, imagino se passarem todos os alunos até aos 12 anos mesmo que sejam ignorantes...
Depois todos vão pensar ter capacidades para ir passando e até tirar um curso superior e no final aumentará o desemprego. Que bola de neve...

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...
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lady_blogger disse...

Não serão alguns regionalismos a permissão do uso incorrecto de alguns vocábulos? De tanto insistirem em escrever ou pronunciar uma palavra de modo diferente do resto do país, poderão ter conseguido afirmar tal como sendo uma característica regional. Mas não poderíamos considerá-los erros em vez de os adoptarmos como variantes regionais de um vocábulo? Alguns desses regionalismos (não todos), não serão uma tolerância ao erro?

CC

Maria Mendes

Florbela disse...

Boa tarde,

O tema não deixa de ser curioso!
Estou de tal forma habituada a teclar, que hoje quando escrevi um texto manualmente, notei que para além de ter alterado a minha caligrafia, parava para pensar como se escreviam algumas palavras.
Isto é normal?

Florbela

lady_blogger disse...

Hoje está tudo com medo de escrever e dar erros?

Ninguém aparece no blogue.

Aqui há tolerância, porque como escrevemos à pressa é compreensível um erro por outro, pois facilmente se carrega numa tecla que não era a desejada.


CC

Maria Mendes

jose gomes disse...

“LÍNGUA SEM ERROS – É POSSÍVEL”
Todas as línguas evoluem no sentido de se afastarem das suas raízes.
A evolução semântica é um factor forte e hoje muito decisivo devido ao progresso na comunicação global.
Mas...o povo, pela lei do menor esforço, sempre foi e sempre será um factor determinante na evolução mais afastada das raízes.
O analfabetismo crónico (falta de boa leitura e estudo) favorece o desvio, criando o que chamamos erros.
.jose gomes

José disse...

E como corrigir os testes de avaliação ou outros? Aceitar as duas hipóteses? Se sim, durante quanto tempo?

EviL disse...

A reforma ortográfica mais parece uma cedência à forma como a maioria escreve (PALOPs e Brasil).
Concordo pessoalmente com algumas alterações, outras, na sua maioria, acho que é assassinar por completo a língua portuguesa.

Quanto ao pontapé frequente na língua acho que o sistema de ensino faz parte do problema e não da solução.
Isto a avaliar pela forma como os alunos falaram das últimas provas de Português.
"Muito fácil", "acessível", "fez-se bem", etc...
Parece que vale tudo para subir as médias.

Cmpts,
Nelson

Martinha disse...

Ler, ler muito, ler muitíssimo, ter o hábito de frequentar a biblioteca municipal e levar as crianças connosco, parece-me bem, muito bem..

Martinha

(Por acaso ou talvez não, também tenho um adereço cor-de-rosa)

Deragnu disse...

Exemplo: Explicar como se ensina uma criança que girafa se escreve com (g) e janela com (j). O som (z) escreve-se com (s), porque entre vogais, (não todas), mas tem de ser com dois (ss), porque.....Vão chatear outro. Os defensores destas tretas e de muitas outras, são aqueles que privilegiados na vida, pretendem o "status quo", para manterem as dificuldades sob pretexto da defesa suprema da língua, mas afinal é só para manter os seus empregos obscenamente bem pagos.

É uma língua ilógica, que obriga a decorar coisas desconexas e retira lucidez para outras actividades mais produtivas, quer profissionalmente quer pessoalmente.

Aproximar a fonética ao grafismo, claro. Ou então voltamos às cavernas.

Anttónio

João Pedro Fernandes disse...

Após os 6 anos de adaptação, o que acontece a quem sempre soube escrever? De repente deixa de saber? Pergunto-me qual a necessidade de simplificar algo que tem raízes no Latim. Tenho 23 anos e não consigo compreender porque havemos de alterar a nossa ortografia.

Já agora, com o professor adequado e um bom programa qualquer criança consegue aprender a escrever sem necessidade de facilitismos.

lady_blogger disse...

Aquilo que por vezes julgamos ser um erro, pode ser apenas produto de uma variante linguística. E são tantas essas variantes: de região, de profissão, de época, de grupo social, etc e tal.

CC

Maria Mendes

lady_blogger disse...

Em último caso, desculpa-se os erros, até os ortográficos, com a esbatida frase: "errar é humano".
Mas e cometer sistematicamente o mesmo erro ortográfico, é o quê? Eu sei e você também.

CC

Maria Mendes

Celina disse...

Eu acho que um dos grandes problemas é a falta de leitura. Não tenho dúvidas nenhumas que, se raramente dava erros na escola e ainda hoje, é porque sou uma leitora convicta. O facto de se verem as palavras bem escritas ajuda muito na hora de as visualizar correctamente para escrever.
O pior é quando se vêem nos próprios livros erros de português ou ortografia que escaparam à revisão. Tal como jornalistas que também dão erros. E professores. Se quem devia dar o exemplo, não o dá ou não o sabe...
O futuro deixa-me apreensiva, de facto. Temos um acordo que vai deixar tudo baralhado, e uma "geração sms" que não lê e escreve com k...
Em relação ao acordo, o que me dá a sensação é que se está a mudar para ir ao encontro de quem escreve mal. Não se está a facilitar? A sensação que dá é que não valeu de nada respeitar a grafia correcta, ela mudou em favor de quem a escreve mal.

lady_blogger disse...

LER + = errar - (em termos de ortografia)

CC

Maria Mendes

Deragnu disse...
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Ricardo disse...

Este homem o que está a fazer no programa? Com uma linguagem de velho nojento e tentar menosprezar os outros. No lugar desse senhor que está ao lado dele eu já lhe tinha respondido á letra. Senhor meta-se no seu lugar.

António disse...

O Japonês, mais que o espanhol, lê-se como se escreve. Isto faz com que a língua seja muito fácil de ler (para quem percebe os caracteres, é claro).

Deragnu disse...

Quero esse professor, fala do que sabe.
Mas é claro que a língua Portuguesa é um conjunto de cópias de outras línguas. Basta comprar um dicionário de viagens com as cinco línguas europeias principais e está lá tudo. Se não é castelhano é francês, se não é francês é inglês e por ai fora. No futuro só se falará Português nas profundezas da floresta amazónica, em Angola será Bantu e Inglês como Moçambique, Guiné francês, Timor Inglês, etc. Por cá seremos Ingleses ou Espanhóis, quero lá saber, I love you ou si cariño.

Anttónio

patrícia disse...

Com a utilização dos telemóveis os jovens começaram a ter dificuldades a escrever. Ainda ontem reparei que uma colega minha estava a escrever uma palavra acabada em "-mente" com acento estando no 2ano de enfermagem. Os erros irão sempre acontecer quer haja uma aproximação da fonia com a grafia ou não.

News disse...

O Prof. Raúl não deveria assumir posições tão arrogantemente fechadas face a esta problemática, em especial quando diz "não me chateie" esquece que nos seus tempos de escola tal afirmação tinha um sentido calunioso e ordinário, totalmente adverso de "não me aborreça", ou seja, contradiz-se no seu conservadorismo exacerbado.

Catia disse...

Apenas quero salientar que espanhol é a nacionalidade, o idiomas é o castelhano. Depois cada comunidade tem o seu dialecto e algumas otro idioma, como, valenciá e catalán.
Tambem concordo que ha muito iletrado por entre tanto doutor e engenheiro, mas á que mudar.

Rafael Fernandes disse...

queria só dizer que este ano passei do 9º para o 10º ano e no ano passado, a nossa professora não sabia o que nos dizer quando lhe perguntávamos como é que se denominava a gramática. este ano, a nossa professora diz (e bem a meu ver, ao contrário do que estão a dizer) que temos de utilizar a TLEBS, que uso e que é muito melhor do que era!

PEDRO DE CASTRO disse...
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António disse...

Os telemóveis têm uma coisa que se chama escrita automática assistida por telemóvel...

PEDRO DE CASTRO disse...

Boa tarde,
O argumento da aproximação da linguagem escrita à sua vertente oral surge-me apenas como um argumento de facilitismo. As simplificações orais sempre existiram mas isso não tem necessariamente de se repercutir na escrita. Aliás, com a massificação dos meis informáticos e a utilização dos correctores ortográficos automáticos esse vai acabar por ser uma falsa questão. Quem quer aprender o Português, há-de continuar a aprendê-lo devidamente. Este acordo parece-me ser sem dúvida um facilitismo, quer para as empresas (deixa de haver as variações de correcção para Português de Portugal e Português do Brasil).
A comunicação oral é viva e a escrita tem de a acompanhar para que quando se leia um conteúdo ele tenha a respectiva correspondência oral, agora não concordo que a língua regrida para uma gíria de rua.
Temos de elevar a formação e não reduzir a complexidade da Língua.

Pedro
Lisboa

Alexandre Pontes disse...

Em vez de alterar e simplificar porque os meninos dão erros, é mete-los a ler mais e meter os professores também a ler mais.

Esquecer a linguagem de telemóvel é que devia estar na ordem do dia.

Estando eu de acordo com acordo porque não pedem aos ingleses também para retirar o H de Human como vamos fazer nós a Humanos. Ou peçam para os ingleses retirar o C de Action como vamos nós fazer.

Catia disse...

Peço desculpa pelos meus erros mas 9 anos sem quaze falar ou escrever portugues deixa algumas mazelas!!!

Mas sim estamos em epoca de facilitismo, há que pôr a sociedade portuguesa mais letrada!!!! assim que nada melhor que acordos de este tipo!!!

Deragnu disse...
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Inês disse...

Afinal que país é o nosso?
Mudamos umas palavras e pronto, já está! Achamos que estamos ao nível dos restantes países Europeus!
Mas, mas... Não consigo compreender! Porquê? Temos conteúdos suficientes, e a forma como escrevemos? Essa já está interiorizada, faz parte de nós!
Será que ao modificarmos a nossa forma de escrever, não estamos também a modificar a nossa cultura?

PEDRO DE CASTRO disse...

Este novo acordo ortográfico pode vir como mais uma bastião do Governo e o seu Simplex. O Simplex da Língua! Qualquer dia estamos a falar só com ditongos...

Sandra disse...

Boa tarde,

As crianças erram, mas aprenderão eventualmente. Agora o que dizer dos professores que não sabem falar e muito menos escrever, mas que estão nas nossas escolas a ensinar as nossas crianças?

Cumprimentos,

Sandra

PEDRO DE CASTRO disse...

Para quem tiver dúvidas existem algumas páginas práticas para consultar como www.priberam.pt
que é um dicionário online de consulta gratuita

lady_blogger disse...

Desde a escola primária que em qualquer livro e sem querer detecto logo os erros. Acho inadmissíveis erros em manuais escolares e em obras conceituadas, o que não tão raras vezes costuma suceder.
Não gosto nada da linguagem com recurso a abreviaturas constantes apesar de as entender.

CC

Maria Mendes

António disse...

Ando no 12º ano e os livros que li em toda a minha vida contam-se pelos dedos. No entanto raramente dou erros ortográficos. E isto porquê? Porque escrevo muito na Internet e esforço-me para escrever correctamente. Sendo assim, defendo que, mais do que ler muito, é importante escrever ainda mais.

Alexandre Pontes disse...

E digo-vos mais, eu sou de uma área do Norte ou se troca os V pelos B e vise-versa ao falar, mas não é por isso que vou escrever assim sabendo que são erros.

LER, LER, LER, OPINAR, LER OUTRA VEZ!

Infelizmente, alguns dos meninos de ontem estão hoje a dar aulas e então é só erros. É isto que queremos nos nossos meninos de hoje?

Daqui a 20 anos estão os meninos de hoje a puxar a brasa para a sua sardinha para corrigir uma língua em que só deram erros.

Frederico Pinto disse...

É verdade! Há por aí muita publicação de renome a pôr nas ruas livros com erros, inclusivamente manuais de ensino. Pergunto: se os manuais escolares trazem erros de ortografia com eles, assim esses erros serão assimilados por quem os lê, sobretudo quem aprende por eles.

Cumps.
Gosto muito do vosso programa,
em código:
gst mto d v/ progr.

Deragnu disse...
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PEDRO DE CASTRO disse...

Pelo que estou a ouvir, já não temos nem "cópias nem ditados" como acontecia à 25 anos atrás?

Alex disse...

Boa-tarde. Sou Professora do 1º Ciclo e concordo que se simplifique a Língua Portuguesa, nomeadamente no que respeita às consoantes mudas, para simplificar o fonema com a grafia.Quanto aos outros povos que falam Português não nos podemos esquecer que existem influências de outros povos em seu redor. Acontece em Portugal: temos a proximidade das localidades com Espanha e influências ancestrais e temos um caso óbvio como o Mirandês. Deixemos estar como está desde o Acordo Ortográfico de 1945, se não estou em erro.

PEDRO DE CASTRO disse...

"os pais é fundamental..." parece que os próprios catedráticos da língua portuguesa dão calinadas! Certo Sr Prof. Dr. Raúl Rosado Fernandes?

Deragnu disse...
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sonharamar disse...

O pior nem são os alunos. Tive muitos professores que davam bastantes erros ortográficos. Verdadeiramente chocante. Se não sabem sequer escrever como é que podem ensinar?

António disse...

Ui, acabaram de tocar na ferida!
Ontem tive uma discussão com os meus pais ao dizer que as aulas de português são autenticas aulas de filosofia: literatura, literatura, literatura, e nada de gramática e escrita. Depois mais de metade da turma faz erros inadmissíveis. Tenho um colega meu que escreve excepcionalmente bem e que escreve muito. No entanto tira notas mais baixas a Português que outro colega meu que se limita a estudar a matéria de véspera e manda grandes calinadas na escrita.

Deragnu disse...

A culpa dos insucessos escolares não são com certeza fundamentalmente pela língua, mas tem um contributo, tem.

Formas abreviadas, podem ser desconfortáveis, mas vejo professores de Português a fazerem-no e misturando o inglês. lol (detesto)lol

Assim como ainda não sei escrever e ser grosseiro ou groçeiro ou ainda groseiro, como devia ser e assim faltar ao respeito a tudo e a todos. Dá para entender? Por muita razão que tenhamos nas nossas ideias, pela forma que as apresentamos, podemos perde-las.

Não generalizem, não é tudo igual, senão vou começar a escrever só com erros e vai dar para perceber à mesma.

"xtou à espera de sange, e vai acabar o pograma e nada"

Esqueçam esta receita de sabão, dá bronca e é perigoso. Na net existem melhores receitas.

Alexandre Pontes disse...

Por favor, deixem de querer que os Americanos e Ingleses burros entendam Português fácil, eles nem isso percebem.

daniela disse...

tenho 24 anos, sou licenciada em história da arta ha ja dois anos. venho de uma família pobre, com pais divorciados, e sendo à partida uma forte candidata à nulidade que muitas vezes caracterizam pessoas como eu, lutei contra tudo e contra todos, e consegui alcançar algo que muitos achavam impossivel. quando cheguei à universidade de coimbra, e me deparei com colegas que tinham estudado nos melhores colégios, achei que comparada com eles, era muito inferior, no entanto aquilo que descobri é que em nada eles eram superiores a mim, mais grave ainda conseguiam ser mais ignorantes que esta menina do interior. desde pequena que gosto de ler, nao por que alguem me influenciou para isso, mas porque eu mesma procurei. e mesmo sendo jovem, se há coisa que me irrita, é ver uma pessoa dar erros ortográficos. e para meu horror, a maioria dos meus colegas universitários nao sabe escrever portugues!! eu pergunto se com estes acordos todos, impostos daqui e dali, que nao derivam da evoluçao natural do nosso povo, nao trará ainda mais confusao aos nossos jovens????
sem mais despeço-me cordialmente,
daniela

carica disse...

Boa tarde,

Qualquer aptidão fica adormecida quando dela não fazemos uso, inclusivé a da escrita. Afinal, como diz o ditado - "A prática leva à perfeição".
Com 29 anos ainda sou fruto da época em que as cópias e ditados faziam parte das actividades na sala de aula, ou como trabalho de casa.
Pergunto-me como se perdeu esse hábito. Talvez seja da obrigação que cada professor sente em ser célere para cumprir o programa da disciplina. Não sei.
Já em idade adulta, cada um de nós é responsável por não perder as suas aptidões, saber evoluír. Não é vergonha nenhuma dar uso a um bom dicionário e a um prontuário da língua portuguesa, pelo contrário, são excelentes ferramentas a ser utilizadas toda a vida.

Obrigada, Ana Chagas

Ze ninguem disse...

algum dos senhores gostaria de explicar porque, para que e por alma de quem que depois do 9 ano, desaprendesse português, obrigando os alunos a estudar literatura arcaica e pouco mais !?

Deragnu disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Deragnu disse...

Nós assistimos à "performance" de um professor UNIVERSITÁRIO, aí no "pograma", e já nem conto o que se passou nas aulas de Organização das Empresas, com o meu ilustríssimo professor, sim no ensino superior tb.
Ao conteúdo é preciso não esquecer a forma e vv. Tenho dito.
Esperanto não se falou, mas não há tempo. With amour, avec love.

Anttónio

lady_blogger disse...

Não costumo ler frequentemente obras de renome, mas leio jornais e revistas de todo o género, tudo que me vier parar às mãos. Porém como já todos aqui devem ter percebido, escrevo sempre muito, e tenho por hábito apagar os meus posts que contêm erros.

CC

Maria Mendes

António disse...

Colocando os erros ali do ze ninguem de lado, estou totalmente de acordo com ele:

"algum dos senhores gostaria de explicar porque, para que e por alma de quem que depois do 9 ano, desaprendesse português, obrigando os alunos a estudar literatura arcaica e pouco mais !?"

Não venham com a história da cultura geral. Cultura geral aprende-se por via auto-didacta, ou seja, lendo, consultando, pesquisando, etc... Mas para alguma coisa existe uma disciplina opcional chamada "Literatura"...

Miguel RM disse...

Acabei de ver o programa e parabéns pela seriedade com que abordou os diversos temas. Os participantes também ajudaram. Como sou um defensor (moderado) do acordo ortográfico, até gostei do adversário que convidou, Raúl Rosado Fernandes, pois a sua "verve" um pouco arrogante até serve os nossos propósitos.
:-)
Miguel RM (www.enxuto.org)

Miguel RM disse...

Acabei de ver o programa e parabéns pela seriedade com que abordou os diversos temas. Os participantes também ajudaram. Como sou um defensor (moderado) do acordo ortográfico, até gostei do adversário que convidou, Raúl Rosado Fernandes, pois a sua "verve" um pouco arrogante até serve os nossos propósitos.
:-)

Martinha disse...

Sou completamente contra o novo acordo ortográfico. Como é que é possível escrever "facto" sem "c", mas eu não estou a falar de roupa!! E muitas outras palavras etc.., etc..