quinta-feira, janeiro 15

Ensino de condução prepara para as estradas?

Ter carta de condução não prepara os futuros condutores para os problemas que vão enfrentar na estrada. Quem o diz, em uníssono, são nada menos que o secretário de Estado da Protecção Civil e o presidente da Associação Portuguesa das Escolas de Condução. As aulas, sobretudo as práticas, estão desfasadas da realidade. Por exemplo, não permitem que o ensino decorra em auto-estradas e um candidato torna-se condutor sabendo que irá circular em locais onde não podia circular na véspera. Há ainda quem defenda que só depois de um rigoroso exame psicológico deveria ser atribuída a carta. Polémica q.b.? Vamos assistir, no SC de hoje.

Convidados:
Jorge Silva, Vogal do Conselho Directivo do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres
Eduardo Vieira Dias, Ass. Nac. dos Industriais do Ensino de Condução Automóvel
Rogério Lopes Soares, Membro da Direcção Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados
Carlos Barbosa, Presidente do Automóvel Club de Portugal

60 comentários:

PEDRO DE CASTRO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
PEDRO DE CASTRO disse...

Boa tarde,
A nossa sociedade não pode esperar melhores comportamentos dos condutores quando estes nem como peões se sabem comportar.
Enquanto as pessoas, na qualidade de peões, não se souberem comportar e respeitar o espaço público, jamais teremos comportamentos civilizados ao volante.
Vemos diariamente pessoas a bloquear os passeios, os locais de passagem como portas e corredores, a bloquear a passagem em escadas. Esta falta de consideração pelo espaço público e pelas outras pessoas tem o seu expoente ao volante.
Se quiserem conhecer uma pessoa, andem com ela de carro! A intolerância, a falta de civismo e a má educação revelam-se. Felizmente ainda vão havendo casos de cidadãos conscientes que têm noção que um carro na mão de um irresponsável é como uma arma carregada pronta a disparar a qualquer momento.

Pergunto o que está a ser feito para melhor apurar o perfil dos futuros condutores para evitar que irresponsáveis tenham permissão de conduzir?

E ao nível da formação, para quando a educação para a cidadania e comportamento em sociedade? É necessário envolver as escolas e educar as crianças desde tenra idade a comportarem-se no espaço público.

Pedro Castro
Lisboa

cláudia disse...

O ensino da condução em Portugal não prepara de forma nenhuma para as estradas.
Veja-se o meu exemplo. Tive aulas de condução numa vila sem semáforos, nunca conduzi de noite (logo nunca precisei de acender uma luz que fosse), nunca fui para uma auto-estrada (logo numa passei dos 90 Km/h), a piorar, durante os dois meses que tive de aulas práticas nunca realizei uma única ultrapassagem.
A questão que coloco aos srs. convidados é a seguinte: Consideram que estava preparada para enfrentar uma estrada?

cláudia disse...

Porque não existem escolas de condução públicas ?

Sandra Bastos disse...

As aulas de condução preparam-nos para a estrada, mas só quando as escolas de condução tomarem consciência que o número de aulas obrigatórias são para cumprir.
Quando obti a minha licença fiz menos de 20 aulas, sugeriram-me que fizesse o exame antes de atingir o número mínimo de aulas. Concordei para ter a carta ainda mais cedo!
A escola obrigou-me a assinar as 25aulas (obrigatórias na altura) comprovando que fiz tudo o que era obrigatório.

Se reprovasse eram mais uns trocos para a escola, para repetir tudo, e teriam ganho com as aulas que não deram!

pe disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
pe disse...

Cara Fernanda e SC

Sem dúvida que o principal motivo para acidentes nas estradas, tem a ver com a arrogância e falta de sensibilidade dos condutores.

Gostaria de partilhar duas situações da minha experiência com automobilistas:

1- Utilizo muito a bicicleta para me deslocar por toda a cidade, e infelizmente ainda existem muitos automobilistas que não respeitam oa ciclistas, alguns chegam directamente a afirmar que as bicicletas são para se utlizar no passeio e para deixar a estrada livre apenas para carros e afins, e por mais ridículo que pareça, eu próprio já ouvi isto de alguns polícias. Já por algumas vezes que estive perto de sofrer acidentes porque alguns condutores agiam de forma irresponsável, inclusive vinham com o carro directa e literalmente para "cima de mim", mesmo vendo-me claramente e quando não tinham sequer prioridade. Num dos casos isso aconteceu mesmo, apesar de não ter sido grave e da pessoa ter assumido a culpa e pago os danos.

2- Já neste ano aconteceu-me um caso que considero particularmente grave. De dia e numa zona de avenida, estava a caminhar no MEIO DO PASSEIO quando de repente e de forma muito rápida, sem sequer fazer pisca um carro sai da estrada e entra de rompante por cima do passeio passando sem exagero a uns 5cm das minhas pernas a uma velocidade de mais de 20 kms/h, isto porque queria estacionar em cima desse passeio (o que claro é proibido), e foi de tal forma arrogante que nem se importou com as pessoas que estavam a caminhar no passeio (como eu), sendo que só não me atropelou e partiu-me as pernas porque parei de caminhar,caso contrário isso teria mesmo acontecido. Depois do susto tentei falar com o homem para o avisar do que tinha feito, e este nem prestou atenção.


Este último exemplo é um bom demonstrador de como alguns condutores podem ser extremamente arrogantes.


O melhor será deixar o carro em casa em andar de bicicleta, é muito melhor para o ambiente, a saúde e o stress ;)

Cumprimentos
PE

H. Borges disse...

Boa tarde

Excelente pergunta a que questiona o facto de não existirem escolas de condução públicas.

O acto de conduzir, é uma capacidade que obtemos por formação obrigatória exigida pelo Estado Português. Não deveria o Estado Português ter uma palavra séria na qualidade da formação? Assumindo o ónus da qualidade dessa mesma formação e reciclagem, abrindo escolas de condução de carácter público e mantendo as escolas do sector privado, recorrendo a estas quem efectivamente assim o pretende-se, à imagem da área da saúde e do ensino.

A entrada no sector da formação por parte do estado, poderia ser integrada com a escolarização do acto de conduzir e ser-se peão dentro das escolas, ensinando às crianças a responsabilidade que acarreta estar numa ou outra situação.

E porque não ir mais longe? Porque não no seguimento disto, e já que é suposto existir psicólogos nas escolas, integrar estes na avaliação dos adolescentes nos dois primeiros anos subsequentes à idade permitida para habilitação da condução, aprovando ou vedando o acesso à condução de quem não possuir as devidas condições.

Talvez a forma mais fácil seja a repressão, depois do mal estar feito.

HB

Sporting disse...

Tenho 30 anos, tirei a carta em 2001, tive 30 aulas de condução, nenhuma em auto-estrada e/ou de noite e quando fui para o exame prático de condução, não sabia "conduzir". Horas antes do exame, informaram-me que, por uma módica quantia, passaria no exame. Deixo à vossa imaginação qual terá sido a minha resposta...

Cumprimentos.
Rodrigo Lux

jose disse...

Boa Tarde,
não tenho conhecimento de aulas em auto-estrada, assim como, exames. Os exames no Porto são feitos dentro da cidade a avaliar apenas a condução em cidade, se o aluno sabe fazer estacionamento e inversão de marcha. Discordo assim da intervenção do presidente das escolas de condução. O problema não é da qualidade do ensino das escolas, mas sim, preparar para o tipo de exames que já não se justifica. Tenho conhecimento, pois o meu filho terminou á pouco de tirar a carta.

Antónia Peniche - Vila do Conde

sonharamar disse...

Já por varias vezes ouvi no programa um senhor que disse que as escolas preparavam bem os candidatos porque havia menos acidentes no primeiro ano de carta.
Mas que coisa tão absurda. A maioria nem sequer tem viatura nem sequer conduz nos primeiros anos. Sem falar nos muitos que chumbam no codigo ou na condução. É OBVIO que há menos acidentes. Isso não significa nem mais ou menos que estejam bem preparados.
E é obvio que há escolas de condução boas e más como tudo na vida. E há algumas que são uma verdadeira anedota em que os alunos nem sequer fazem as 30 aulas de codigo e de condução e vão a exame.

ASS:
Pedro Silva

Diana disse...

Penso que a culpa não será apenas de uma possível "má" formação e/ou ensino nas escolas de condução, bem como sua reavliação posterior.

Somos uma sociedade pouco cívica, pouco disciplinada, pouco interessada, e a meu ver este género de atitude e mentalidade se reflete bem, não só na estrada, mas também em todas as outras áreas em que nos temos de comportar de acordo como indivíduo de um colectivo.
O que ao longo dos tempos o nosso povo parece fazer questão em se destacar de forma negativa(até mesmo péssima) em todos os departamentos, em relação a outras sociedades e/ou nacionalidades.

Não seremos apenas indicados para condução em desportos de rally?!

Peço desculpa falar de uma forma muito generalizada... Pois também já tive a felicidade de conhecer de perto bons exemplos de comportamento na estrada, o que infelizmente para a nossa segurança pública são uma raridade.

Cumprimentos a todos os presentes sem excepção.

Diana Vieira de Castro

Miguel disse...

Boa tarde,
Estou inscrito na escola de condução do ACP em Lisboa. Apesar de me faltarem meia dúzia de aulas práticas, ainda não entrei uma única vez na autoestrada.
No meu ponto de vista as 32 aulas práticas obrigatórias são claramente insuficientes para formar quem nunca tenha conduzido na vida. A variedade de situações em que o condutor é colocado no dia a dia (chuva, nevoeiro, noite, contra luz, transito, condução defensiva... etc.) é tão grande que as simples aulas práticas não chegam.

Parabéns pelo programa e pelo serviço prestado à nossa sociedade.

Miguel Almeida
Lisboa

luis disse...

Boa tarde,
chamo-me Luís Cecílio e quando fiz o meu exame de condução, há 3 meses, não fui p a auto-estrada, ao contrário do que disse um convidado que era obrigatório.

joaquim disse...

Mto boa tarde:

Gostaria que algum dos senhores presentes me justificasse o seguinte MISTÉRIO:

Porque será que em Espanha a taxa de reprovações é de 50% na prova prática e apenas 25% na prova teórica e em Portugal é precisamente o inverso? Em portugal teremos mais QUEDA para acondução?
Ou será o factor humano a desequilibrar?
Será o Exame prático mto fácil? O de código mto dificil?
Porque será????

Comunicação disse...

Boa tarde, ao contrário do que se passa na maioria das escolas, na qual adquiri a minha licença conduzi em todos os ambientes que me foi possível. À noite com chuva, de manhã com geada, estradas nacionais e auto estrada. Conduzi em hora de ponta no centro da cidade e em estradas desertas. Aprendi a mudar o pneu, a colocar correntes e ainda a avaliar o estado do motor, em caso de avaria.
Sei que o mesmo não é proporcionado a todos os alunos, mas deveria ser obrigatório, pois proporciona uma segurança ao aprendiz quando este passa a conduzir legalmente e sem o instrutor ao lado.

Inês Silva
(Escola de Condução Sacavenense - Sacavém)

joaquim disse...

... Quando ouço dizer que a culpa da má condução é do ensino, apetece perguntar:
Será que a culpa de eu n concluir o meu curso universitário foi da minha professora primária?

Bárbara disse...

O que me parece mais grave no mundo das escolas de condução é a existência das chamadas "cunhas" que passam um atestado de competência a qualquer condutor, por uma quantia bem significativa.
O resultado são condutores desastrosos e inconscientes que pagam para passar no exame de condução.

xp disse...

Boa tarde,
preocupam-se muito com a segurança nas estradas, e olham para a causa maior como sendo os condutores alcoolizados.... 1ºos exames nas escolas de condução não são exigentes, e como disseram e bem, depois de terem carta é que fazem as experiencias 2ºnão existe respeito por ninguém nas estradas, as pessoas devem ser educadas desde que entram na escola primária, devem ser instruidas a respeitarem-se logo de pequenas, devem aprender a respeitar-se 3º qualquer pessoa hoje saiba ou não conduzir tem carta de condução , e essas pessoas cometem erros muito mais graves e ás quais é que deveria ser retirada a carta , e não preocuparem-se só com o pessoal que bebe ou não... aqui entra também a caça á multa!!!

Magui disse...

Exmos. Srs.:

Penso que o ensino da condução deveria obrigatoriamente ter incluídas aulas de primeiros socorros, de civismo e de nocões basicas de mecânica (nem que seja a simples prática de mudar um pneu e manutenção básica do veículo, oleo, agua, etc...).
Gostava de os ouvir comentar esta ideia...

Grata pla atenção!
Magda

Beatriz disse...

Boa tarde,
Considero que tive uma boa instrução, bastante completa e feita com quase todos os estado climatéricos. Já o meu exame foi outra história... Durou 3 mnts. e 47 segs. Saí do centro, passei um semáforo verde, um sinal de stop desimpedido e "encostei" à frente do Olivaishopping para que o examinador lá fosse fazer qualquer coisa. Troquei com o meu colega e ele voltou para o centro de exames. Não considero ser melhor ou pior condutora por causa disto mas quando confrontada com os restantes examinados (com percursos de mais de 40 mnts e várias manobras pelo caminho) vejo que não existem (ou se existem não foram propriamente cumpridos) critérios muito rigorosos no exame de condução. Eu passei e não me considero um "perigo na estrada" porque, como disse, a instrução foi muito boa e penso que sabia o que é que lá estava a fazer mas penso como será com aqueles que passaram na mesma situação que eu (e com quem me cruzo na estrada todos os dias )e ainda hoje não sabem bem o que fazem com os seus carros.

xp disse...

devia haver um limite de cilindrada durante um x tempo para as pessoas que acabam de tirar a carta e não pegarem logo em carros muito potentes para os quais não têm mão...
não existe respeito nas estradas portuguesas, as pessoas devem ser instruidas a respeitar-se logo desde pequenas, na primária......

xp disse...

devia haver um limite de cilindrada durante um x tempo para as pessoas que acabam de tirar a carta e não pegarem logo em carros muito potentes para os quais não têm mão...
não existe respeito nas estradas portuguesas, as pessoas devem ser instruidas a respeitar-se logo desde pequenas, na primária......

bruno disse...

Boa tarde, eu tirei a carta à 2 anos e uma dos ensinos que eu gostava ter aprendido e que devia ser ensinado, era mudar uma roda, e nem que fosse uma aula num daqueles recintos onde se fazem testes do piso molhado e aderência em estrada, porque vimos cá para fora com carta sem termos a noção de como é o carro a derrapar na estrada e não o sabermos como reagir a estas situações.
cump. Bruno - Leiria

Hugo disse...

Boa tarde,

Não sei se foge um pouco ao núcleo de discussão do programa de hoje mas tenho uma dúvida relativamente à possibilidade de tirar a carta de condução.

Sou portador de uma deficiência física (não possuo a mão esquerda) e gostava de saber se as escolas serão obrigadas a possuir um carro adaptado e um médico que me examine e elabore um relatório médico.

Obrigado.
Mais uma vez parabéns pelo programa, Fernanda.

Hugo Nunes

A Aprender disse...

Boa tarde.
Queria deixar apenas algumas questões:
Já ouvi durante o programa, e mais do que uma vez que, é obrigatório o ensino de conduão em auto-estrada. A minha filha tem a carta de condução há dois meses e nunca conduziu numa auto-estrada.
Ouvi também que, são obrigatórias aulas à noite. Tal também não aconteceu.
Não percebo porque motivo os alunos também não têm aula de "condução defensiva ou seja: conduzir sobre gelo, sobre areia ou óleo.
Pelo que sei, essas aulas só são ministradas em Escolas especiais sendo as mesmas "bem pagas".
Os alunos de cidades ou Vila do interior do País são os mais prejudicados pois só têm duas ou três aulas em trânsito de Cidade uma semana antes do exame.
Julgo que apostamos pouco na prevenção e mais na "poupança"
Obrigada.
Isabel Santos

zawaia disse...

Boa tarde.
Os meus cumprimentos aos participantes no debate.
Relativamente ao assunto em debate esta tarde, penso que falta pelo menos uma entidade presente no debate.
Deveria estar presente um representante da ordem dos médicos, para explicar quais os requisitos/critérios utilizados para passarem os atestados médicos.
Não podemos esquecer que uma pessoa apenas pode iniciar o processo de aprendizagem, depois de o médico atestar que ele reúne as condições físicas, mentais e psicológicas para o efeito.
Depois, vai então á escola de condução.
Para além disso, falamos que os condutores apresentam mau comportamento cívico.
É verdade.
No entanto esquecemos facilmente que um candidato a condutor está na escola de condução durante 2 ou 3 meses ou ainda menos.
Também esquecemos que esse candidato observa o comportamento dos outros condutores enquanto peão, e anda de carro com os pais, familiares e amigos, durante largos anos, apreendendo comportamentos, na maioria das vezes errados.
Daí a necessidade de começar a ensinar, segurança rodoviária desde a escola primária, mantendo essa mesma formação durante o ensino secundário.
Logo, o escasso tempo que passa na escola de condução, não é suficiente para que este candidato altere os seus comportamentos.
E isto leva-nos a outro ponto importante: a avaliação.
Esquecemos também facilmente que um candidato a condutor só passa a condutor, porque uma entidade exterior á escola de condução, disse que essa pessoa reunia condições para circular na via publica ao volante de um carro ou de uma mota.
Que as escolas de condução têm responsabilidade na formação, é uma verdade, mas não podemos esquecer as outras entidades intervenientes, desde o médico que autoriza o inicio da formação, até ao avaliador.

Melhores cumprimentos

joaquim disse...

Instrutores corruptos?
N conheço nnhum que esteja rico... Agora donos de escola, e sobretudo examinadores, que lá terão os seus contactos..

nuno disse...

Boa tarde,
que competência tem um médico para atribuir e capacitar uma pessoa idosa para circular na estrada?
Não deveriam as pessoas a partir dos 65 anos de idade serem sujeitas a avaliações periódicas por um instrutor de condução?
Sou eu como pessoa conscienciosa, que não permito que o meu avô circule na estrada, pois ele já não possui nitidamente os conhecimentos e discernimento necessários para isso.
Não quero ligar a Tv um dia e ver uma noticia que o meu avô entrou em contra-mão na autoestrada A1...

Com os melhores cumprimentos
Nuno Adolfo Dias, Aveiro

marisa disse...

Boa tarde,
Uma das situaçoes mais "aberrantes" que se passam em quase todas as escolas de condução que tenho conhecimento (Póvoa de Varzim)tem que ver com a passagem no exame de condução.
Além da tentativa de redução do nº de aulas práticas (devido aos claros interesses financeiros da escola), a mais gravosa é a "possibilidade" de "comprar" o exame de condução!
Alguns dias antes ou até mesmo no próprio dia, o aluno é "tentado" a "comprar" com o seguinte argumento: é melhor dar já uma gratificação ao examinador do que ter de repetir o exame!
Esta modica quantia sugerida chega aos 250 Euros!!!
Fica por saber se esse dinheiro chega mesmo ao examinador ou fica para a escola!?
Ponham fim a esta ABERRAÇÃO!!!

Marisa, Póvoa de Varzim

Rui disse...

Boa tarde.
Apenas uma questão concreta:
Está normalizado nas várias escolas o modo de contornar uma rotunda?
Por ex., quando se quer percorrer meia rotunda, ensinam a ir sempre na via mais à direita ou a chegarem-se à direita só antes de sair da rotunda?
Muito obrigado a toda a equipa do programa.
Felicidades.
Rui.
Covilhã.
32 anos.

Nortada disse...

Boa tarde,
Tirei a minha carta em 1981. Na altura, já sabia conduzir carros e ia para as aulas de moto na minha própria moto!
Sou apenas mais um exemplo de uma pessoa que não precisava, na altura, de 25 aulas de condução obrigatórias.
Gostava de perguntar, a quem de direito, porque razão se mantem este esquema das aulas obrigatórias?
Não será apenas uma forma chocante das escolas fazerem dinheiro?
Justo não seria que os alunos fossem analisados por instrutores sérios e que pudessem ir a exame com qualquer número de aulas - até podia ser apenas uma.
Julgo que nos EUA as pessoas candidatam-se a exame sem quaisquer aulas obrigatórias.
Obrigado.
Pedro Carvalho - Cascais

João disse...

Boa tarde;

Fui aluno numa escola de condução de Beja e não tive nenhuma aula no parque de manobras(que se pode dizer que está ao abandono, apenas serve para motociclos). Em relação à auto-estrada, não tive nenhuma aula neste tipo de via e posso garantir, que se existem exames em auto-estrada, não estão a ser feitos! Já para não falar em aulas nocturnas, as quais apenas tive por capricho do fuso horário.

João Batista
Cuba

Bruno disse...

Boa tarde,
Fiz exame de condução à cerca de 1 mês no IMTT de Coimbra e o mesmo teve uma duração de 10 minutos. O percurso foi relativamente fácil. Depois do exame esperei 20 minutos pelo examinador e instrutor, foram tomar café. Além disto durante o exame o examinador chegou mesmo a ser arrogante e a insultar indirectamente.

Pedro disse...

Boa tarde,
Gostaria de saber o seguinte. É necessário ter aulas de mecânica para ter carta de pesados de passageiros. Já encontrei escolas onde tal não é necessário. Fiquei na dúvida se essas escolas de condução são legais ou não.

Patrícia disse...

Boa Tarde,

Uma questão importante é mesmo o exame...
Realizei o exame de condução há cerca de um ano, o qual durou quarenta minutos, e foi composto por manobras, via rápida, ponte, localidade, rotundas...enfim, creio que abrangeu uma série de condições, para as quais, aliás, havia sido ensinada durante as aulas.
Contudo, sei de exames que duraram apenas dez minutos, exclusivamente por zonas habitacionais (calmíssimas!), sem uma única manobra.

De facto, onde está a homogeneidade nesta hora de avaliação dos novos condutores?

Patricia
Santarem

heber disse...

Boa tarde a todos;
O que é que o IMTT está a fazer para evitar as burlas que ocorrem entre os examinadores e os examinados???
Será que isso se se interrompe se o instrutor não for ao lado no axame??
bom, duvido...
deixo esta questão

Pedro disse...

Boa Tarde.
Ainda há 20min vim da rua e vi uma situação muito preocupante, um senhor com alguma idade que fez uma quantidade de manobras perigosas, uma das quais entrar por sentido unico...
Sou da opinião que todos devemos ter a sua independência de mobilidade, mas será que apartir de uma certa idade nao se deveria efectuar novo exame de condução? E serem efectuados também testes psicomnotores...

Pedro
Torres Novas

Fábio disse...

Boa tarde,
Para puder adquirir a carta de condução, temos que apresentar um atestado do médico, que comprova como nós podemos ou não ser portadores da carta de condução.
No meu caso, nao sou portador de doenças, mas quando me apresentei na escola de condução para realizar a matrícula, pediram-me tudo, desde o B.I. até ao contribuinte, o atestado do médico, perguntaram: "Queres que te arranje o atestado? pagas 25€"...
É este o mal, porque muitas das pessoas que andam na estrada, sofrem de doenças crónicas ou de outras doenças que possam por em perigo tanto o condutor, como os próprios peões.
Cumprimentos,
Fábio

SousaMendes disse...

Por que não exigir exames teóricos periódicos, p.e. de 5 em 5 ou 10 em 10 anos, como nos EUA, para que todos saibam SEMPRE o código da estrada?

Os condutores mais velhos não se mantêm a par do código da estrada. Isso tem diversas e severas consequências.

Por que não também adaptar o código da estrada ao uma melhor facilidade de mobilidade para as bicicletas? Isso não reduziria a poluição? Não traria mais saúde à comunidade em geral?

Agradecido,

Miguel (estudante de Medicina, 23 anos)

PA disse...

Boa tarde,

Relativamente ao tema em questão considero que o ensino da condução em Portugal se encontra bastante longe de uma preparação séria e responsável .

Tirei a carta hà 2 anos (categorias A e B) e na altura em que fiz exame prático, este teve uma duração de 5 minutos de mota e 9 minutos de carro, na altura, apesar de ter tido apenas 2 aulas de mota e 15 de carro considerava-me preparado, no entanto a preparação que um aluno julga ter é para passar no exame e nao para conduzir, porque não é com aulas de condução em condições ambientais "ideais" que um aluno se prepara nem tanto com exames pouco exigentes.

Hugo disse...

É verdade que problemas como álcool, drogas ou sobre medicação são extremamente importantes mas não será mais pertinente investigar burlas e discriminações em escolas de condução?

Fica a questão ligada ao meu comentário anterior.

Hugo Nunes

Sérgio disse...

Boa tarde Fernanda e Convidados.
devo de referir que o primeiro ano, é o "estágio" práctico do "curso de condutor". Os formandos são preparados para "passar" no exame. Daí o primeiro ano, ser tão parco em sinistralidade, em comparação com um Barman de 1ª, por exemplo, que quando acaba o curso de 3 (três) anos, com 6 meses de estágio práctico, só com o passar do tempo é que DESENVOLVE A TÉCNICA, ou não!!!!!!
Por outro lado, o tempo de condução no primeiro ano, é menor o que minimiza os riscos.
Para terminar, também se constata que no primeiro ano se circula em veículos emprestados, ou seja, o cuidado é redobrado.
Portanto, os números tão orgulhosamente apresentados, não tiveram de todo o tratamento devido.
o carro é uma extensão do poder pessoal, do "show-off", da ostentação, etc
É um problema cultural-mediterranico, onde somos prácticamente todos maus peões.
Nos países onde "tirar carta" é um curso, as pessoas não se sentam nos lugares reservados a pessoas com mobilidade reduzida, não passam na passadeira à "brava", não passam com sinais vermelhos etc. etc. (para algumas "pessoas" isto é uma "pasmaceira")
Concluo referindo que, das máquinas operadas por humanos, a certificação automóvel é a mais fácil, e deveria ser MUITO MAIS EXIGENTE e deveria ter a obrigatoriedade de renovação, por razões várias e lógicas, e não é para formar pilotos de aviação, mas é mais perigoso andar nas estradas do que no "ar"
Sérgio Pereira
mano do Filipe ;)
E SIM, SOU MOTORISTA DE TAXI

carica disse...

Boa tarde,

Eu pertenço ao conjunto de pessoas que, embora tenham a carta, optam por não conduzir.
Enquanto conduzir é para alguns um prazer, para mim é um martírio.
Acredito que a preparação que tive na escola de condução foi razoável, não perfeita, embora tenha passado em tudo à primeira. Por exemplo, só andei em auto-estrada pela primeira vez no dia do exame.
Para além da falta de prazer na condução, provavelmente derivada da ausência de auto-confiança, o comportamento dos demais automobilistas e as próprias características das estradas não ajudam em nada.

Obrigada. Ana Chagas

Rui Carvalho disse...

ola a todos.
Também sou da Póvoa e já vivi a situação descrita pela minha conterranea...
Primeiro, fiz apenas 16 aulas de condução, porque até conduzia bem (isto segundo o professor da escola).
o mais surprendente é que após ter marcado o exame e abdicado das restantes aulas (lucro pra escola!), começaram a baixar-me a confiança: "ah e tal... até conduzes razoavelmente mas se não pagares o examinador faz-te a vida negra!!! um colega que até conduzia bem e nao pagou, o examinador nao descansou enquanto não o apanhou numa das várias armadilhas ao longo do exame!"
Divulguem esta situação para por fim a esta pouca vergonha!!!
Quanto a mim o dinheiro fica para a escola!
O que acham??
Abraço

Beatriz disse...

Eu gostava de acrescentar que o facto de o meu exame ter tido pouco mais de 3 mnts não foi porque paguei alguma gratificação ao examinador, acho que foi só por irresponsabilidade do mesmo.
Quanto à declaração médica... simplesmente foi-me dada a hipótese de pagar 30€ e nem precisava de ver o médico.

luis disse...

Luís Cecílio de novo,
por falar em atestados médicos, quando decidi tirar a carta de condução paguei 30€ e a escola encarregou-se de me arranjar o atestado, sem que nenhum médico me observasse. Toda a gente faz isso, não se iludam.

Charlie disse...

Boa tarde!
Sei que o IMTT submeteu a consulta pública o novo regime jurídico das inspecções de automóveis. Que melhorias é que esta nova lei vai trazer em termos de segurança rodoviária?

Obrigado

Carlos Oliveira
Lisboa

Teixeira disse...

Boa tarde,

Estou a seguir atentamente o programa e gostava de expor a minha situação.
Matriculei-me em Fevereiro passado numa escola de condução do concelho de Gaia. Realizei e passei no exame do código (Novembro 2008) no ACP.
Após iniciar as aulas práticas na mesma escola, recebi uma proposta de trabalho irrecusável em Lisboa.
Tratei de saber de uma escola em Lisboa que aceita alunos de outras escolas para concluir a formação prática.
Disseram, então, que para além do meu processo (que já tinha em minha posse) da antiga escola, teria ainda que contactar o IMTT para efectuar a transferência do processo do Norte para o Sul.
Assim o fiz, no qual me disseram a documentação necessária para o fazer e disseram-me que demoraria cerca de um mês.

Posto isto, surgiram-me algumas questões que o painel poderá me esclarecer:

1) Um dos documentos pedidos é um documento da entidade patronal para comprovar como estou em Lisboa a trabalhar, o qual só obterei em Fevereiro. Então, e acreditando no que me disseram, só em Março retomarei o meu ensino pratico de condução. Tendo em conta que se não passar no exame de condução num prazo máximo de 6 meses após conclusão do código, terei apenas um mês e meio ou dois para realizar o exame de condução e passar. Pergunto então, o porquê de demorar tanto tempo a transferência de processo entre o norte e o sul?

Caso não faça a condução nesse período pós código, tenho repetir código tendo em conta este processo de transferência?

João

Obrigado

Joana Neto disse...

Olá,
enquanto aluna de condução, quero dizer que tem sido um prazer aprender a conduzir!
O mesmo não aconteceu em relação ao exame de código. A minha experiência diz-me que o exame de código é muito ingrato e que raramente avalia os conhecimentos, relevantes, do código da estrada. Para além da ambiguidade das perguntas (e não estou a falar das famosas "rasteiras do código"), muitas eram irrelevantes...Faz assim tanta diferença saber que estamos perante uma subida de inclinação acentuada, ou perante uma subida acentuada? Facilmente se erra esta pergunta, e dificilmente se percebe se o aluno sabe ou não que perante esse sinal de perigo, vai aparecer uma subida acentuada onde o condutor deve moderar a velocidade e adaptar-se às caracteristicas da via..

heber disse...

deixo ainda a seguinte questão. Fiz por duas vezes o exame de condução às categoriaS A e B. Um em Vila Real outro no Porto. O que me exigiram no exame de condução em Vila Real fora completamente diferente do exigido no Porto. Como é que isto é possível??? Atendendo que era a mesma entidade que ministrava estes exames, a DGV do Porto.
Saudações
heber (avelãs de cima)
obrigado pelo esclarecimento

parakportugal disse...

Gostava de ouvir o comentário do representante das escolas de condução ao seguinte:
Na Av. da República em Lisboa, no lado direito da mesma, e no sentido Saldanha/Campo Grande, existe uma Escola de condução, que amíude deixa os seus carros estancionados em cima da passadeira para peões, e em cima da curva mais próxima, seja para largar ou pegar o próximo aluno, ou até mesmo para o instrutor ir à Escola tratar de assuntos que necessitar... Será isto aceitável? Como podem alunos assim, e com exemplos destes, serem condutores responsáveis?

susana disse...

Tenho 21 anos e para obter a carta de condução em Paredes, uma cidade do Porto.

Há dois anos tive que entrar no sistema das ditas e já muito conhecidas “cunhas monetárias”, no meu caso 200 euros.

Provavelmente teremos melhores condutores quando se deixarem a corrupção.

Relativamente às condições da aprendizagem foram óptimas, conduzi com chuva, sol, em auto-estrada em horas de ponta .

Em relação ao exame médico, via as pessoas pagerem 20 euros para obterem um exame médico sem nececcidade de irem ao médico.

Com os melhores cumprimentos:

Susana

Bárbara disse...

Os exames médicos são outra farsa nas escolas. Antes de ir à consulta até me aconselharam a não levar os óculos para, assim, poder conduzir sem óculos porque a carta não o tornaria obrigatório.ve

Scythe disse...

No meu caso o ensino não foi mau. Conduzi em todo o tipo de estradas – autoestradas, IP’s (incluindo a IP 5 onde é obrigatório ter os médios ligados). No entanto há muitas situações que podem acontecer no dia do exame de condução que não são explicadas nas aulas (ex.: estradas em obras que obrigam a passar por um traço contínuo). Os alunos ao encontrarem esta situação não sabem como proceder e podem chumbar. Em relação ao ensino da mecânica, esse sim foi algo pobre, porque tive que aprender a mudar o pneu e a verificar a pressão através de familiares. Acho que é importante referir que há pessoas que não sabem colocar combustível nos carros.
Também tenho a mesma questão que o Rui de Covilhã. Eu aprendi a contornar rotundas de uma forma que me parece mais correcta, mas, pelo que me disseram, em Lisboa aprende-se a contornar as rotundas sempre pela direita sem discriminação da saída a tomar. Isto é causa de muitos acidentes!
Em relação à condução das pessoas idosas, há muitas que conduzem correctamente, mas há casos impressionantes. Já vi senhores de idade a entrarem numa rotunda sem olharem e, de seguida, a sinalizarem que, como vão em frente, têm prioridade. Acho que esta situação fala por si.

Cumprimentos
Hugo, Viseu

DietaSaudavel disse...

Boa tarde,

Apanhei o vosso programa a meio e estou a gostar imenso de ver.
Infelizmente nas escolas de condução não nos ensinam a mudar um pneu. E não é assim tão fácil ligar para ACP para virem mudar um pneu, porque para além de termos de ser sócios (penso eu) podemos ouvir comentários desagradáveis como "olha, mais uma que não quer sujar as mãos ou não quer partir as unhas". Estes comentários era desnecessários se nas escolas ensinassem a mudar um pneumático.
Outra situação de que falaram e disseram que era muito fácil: ver a pressão do pneumático. Eu confesso que tive e tenho sérias dificuldades em saber qual a pressão adequada. Nas bombas não há indicação e nos carros antigos não vem a indicação da pressão. Penso que a pressão também dependerá do tamanho e de todas as características do pneu.

Felizmente ou infelizmente possuí um carro antigo que me deixou várias vezes mal vista, desde avariar a meio de uma viagem à noite, até mesmo ficar com falha nos travões. Aprendi muito com as falhas dele e hoje em dia já sei comentar e sinto-me mais "culta" em relação aos veículos.

Deviam ensinar nas escolas as coisas básicas, como ver a água, quando colocar água, como ver a pressão do pneu e como trocar um pneu...

Continuação de um óptimo programa.

Lúcia de Sousa
(Albufeira)

Teixeira disse...

Boa tarde,

Estou a seguir atentamente o programa e gostava de expor a minha situação.
Matriculei-me em Fevereiro passado numa escola de condução do concelho de Gaia. Realizei e passei no exame do código (Novembro 2008) no ACP.
Após iniciar as aulas práticas na mesma escola, recebi uma proposta de trabalho irrecusável em Lisboa.
Tratei de saber de uma escola em Lisboa que aceita alunos de outras escolas para concluir a formação prática.
Disseram, então, que para além do meu processo (que já tinha em minha posse) da antiga escola, teria ainda que contactar o IMTT para efectuar a transferência do processo do Norte para o Sul.
Assim o fiz, no qual me disseram a documentação necessária para o fazer e disseram-me que demoraria cerca de um mês.

Posto isto, surgiram-me algumas questões que o painel poderá me esclarecer:

1) Um dos documentos pedidos é um documento da entidade patronal para comprovar como estou em Lisboa a trabalhar, o qual só obterei em Fevereiro. Então, e acreditando no que me disseram, só em Março retomarei o meu ensino pratico de condução. Tendo em conta que se não passar no exame de condução num prazo máximo de 6 meses após conclusão do código, terei apenas um mês e meio ou dois para realizar o exame de condução e passar. Pergunto então, o porquê de demorar tanto tempo a transferência de processo entre o norte e o sul?

Caso não faça a condução nesse período pós código, tenho repetir código tendo em conta este processo de transferência?

João

Obrigado

Rui Carvalho disse...

Boa tarde Fernanda e convidados.
Infelizmente nao vi o programa desde o inicio.
Não sei se ja falaram da forma como se tira a carta nos USA.
ao que julgo saber, os alunos podem se propor a exame mesmo não frequentando a escola de condução. Como sabemos, a carta fica muito cara.
desta forma quem tiver dificuldades financeiras, sempre pode poupar!
Cumprimentos e parabens pelo programa

JS disse...

Ola boa tarde,
Uma tarde cheguei a escola de conduçao na zona do Rato onde estou a tirar a carta e solicitei/ pedi para que me fosse mudado o instrutor, porque nao estava gostar das aulas, isto porque no decorrer da mesma mandava-me parar pra meter o totoloto, ir a papelaria e a lavandaria, q eu saiba estas tarefas privadas nao fazem parte das aulas, o mesmo insultou-me aquando do pedido, eu respondi-lhe de o eu trabalho é de ensinar os alunos a terem uma condução segura, respeitar os outros condutores e acima de tudo ter civismo! Pergunto se este Sr deveria continuar a dar aulas e estar a frente da escola com uma atitude destas? Ha alunos q sairam da escola devido a sua má educação.

Gonçalo disse...

Gostaria de saber se os programas de simulação das escolas estão disponiveis para venda!