segunda-feira, novembro 30

Alimentação em tempo de gripe

Independentemente dos vírus que provocam a doença, em Portugal por época gripal morrem devido a complicações associadas à gripe em média 1800 pessoas.
Queremos com este programa alertar para a necessidade do reforço nutricional.
Segundo a Faculdade de Nutrição do Porto, a hidratação é o principal conselho de que se deve reter nesta época gripal.
Sopa e sumos naturais também podem ser um bom complemento nutricional a ter em linha de conta.
Não havendo alimentos que previnam o contágio há, na opinião dos especialistas, formas de reforçar a nossa alimentação. Saiba tudo, neste SC.

Convidados:
Cecília Morais
, Nutricionista da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto
Filipa Mafra, Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral
Patrícia Almeida Nunes, Sociedade Portuguesa de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo
Ana Isabel Machado, Médica Ginecologista e Obstetra

3 comentários:

octavio disse...

Boa tarde

Gostava de saber se o organismo absorve os nutrientes dos multivitaminicos da mesma forma que os absorve através da alimentação.

Obrigado
Octávio Silva
Paredes

Lady-blogger disse...

Bom dia!

Pelos números de vítimas, não vos parece que é mais nefasta a gripe sazonal do que a tão badalada gripe A? E por que se dá mais importância à segunda do que à primeira?
Eu fui quase de certeza a 1.ª pessoa de grupo de risco em Portugal a ter contacto com indivíduos contagiados pela gripe A, pois estive a trabalhar, a meio da gravidez, no protócolo dos Jogos da Lusofonia, onde lidei de perto com as equipas, mas nem por isso fui infectada.
Continuo grávida (tendo até já passado as 40 semanas), e ninguém ainda me chamou para fazer vacinação alguma. Tempos atrás pedi à obstectra que me consultava informações sobre se me poderia vacinar, se consideraria a minha anemia uma patologia associada, e a resposta que obtive foi de que havia chegado uma circular há pouco mas que o meu caso não estaria contemplado. A partir daí fui estando mais atenta aos media e comecei a pensar que talvez seja melhor nem me vacinar, pois não vá a vacina ter efeitos colaterais imprevisíveis e nefastos para mim e sobretudo para o bebé.

Confesso que como mudei de cidade e de rotinas, não tenho visto muito o SC, mas hoje até gostaria de ver, porém vou esta tarde até a uma determinada Maternidade de Coimbra ver se é desta que o meu ou a minha petiz quer nascer.

(Como é bem ser mãe, não é Fernandinha! E eu já sou de 2.ª vez.)


Cumprimentos Civis

Maria Mendes

Lady-blogger disse...

Bom dia!

Pelos números de vítimas, não vos parece que é mais nefasta a gripe sazonal do que a tão badalada gripe A? E por que se dá mais importância à segunda do que à primeira?
Eu fui quase de certeza a 1.ª pessoa de grupo de risco em Portugal a ter contacto com indivíduos contagiados pela gripe A, pois estive a trabalhar, a meio da gravidez, no protócolo dos Jogos da Lusofonia, onde lidei de perto com as equipas, mas nem por isso fui infectada.
Continuo grávida (tendo até já passado as 40 semanas), e ninguém ainda me chamou para fazer vacinação alguma. Tempos atrás pedi à obstectra que me consultava informações sobre se me poderia vacinar, se consideraria a minha anemia uma patologia associada, e a resposta que obtive foi de que havia chegado uma circular há pouco mas que o meu caso não estaria contemplado. A partir daí fui estando mais atenta aos media e comecei a pensar que talvez seja melhor nem me vacinar, pois não vá a vacina ter efeitos colaterais imprevisíveis e nefastos para mim e sobretudo para o bebé.

Confesso que como mudei de cidade e de rotinas, não tenho visto muito o SC, mas hoje até gostaria de ver, porém vou esta tarde até a uma determinada Maternidade de Coimbra ver se é desta que o meu ou a minha petiz quer nascer.

(Como é bem ser mãe, não é Fernandinha! E eu já sou de 2.ª vez.)


Cumprimentos Civis

Maria Mendes