terça-feira, junho 15

O que muda nos apoios sociais?

Com as recentes medidas de austeridade introduzidas pelo PEC haverá maior rigor na disponibilização dos apoios sociais e uma fiscalização mais apertada. Há grupos que verão os seus apoios reduzidos ou congelados durante os próximos anos; as famílias vão sentir estas diferenças sobretudo se tiverem filhos ou outros familiares dependentes. Numa época em que os impostos sobem e o poder de compra diminui e em que a sombra do desemprego paira sobre muitos portugueses, que alternativas encontra a sociedade civil para resolver as situações de maior vulnerabilidade? Que respostas continuam a ser dadas pelas entidades parceiras do Sociedade Civil?

Convidados:
Padre Maia
, Fundação Filos
Ana Martins, Dir. Departamento de Acção Social da AMI
Isabel Martins, Directora do Departamento de Acção Social, Educação e Desporto da Câmara Municipal de Oeiras
Eugénio Fonseca, Presidente Caritas Portuguesa

7 comentários:

Vitor disse...

O que se pretende é o extermínio dos Desempregados, e não a sua integração.
Olha-se para os desempregados como um fardo para o estado, quando na realidade desconta-se para ter direito a esse subsídio.
Este PEC é feito também por aqueles "boys", que estão no estado, para auferir salários chorudos, alguns com nenhum currículo profissional.
Que vergonha de país, começa a ser instaurada a dúvida: Temos sido governados por incompetentes ou vigaristas.

bonequinhoda bic disse...

É necessário ensinar uma palavra que já existe faz muito tempo no nosso dicionário à classe politica Portuguesa.
E a palavra é:
necessidade
s. f.
1. Carácter!Caráter do que é necessário.
2. Falta do que é necessário.
3. Obrigação imprescindível.
4. Força maior; impossibilidade de deixar de agir ou de dizer.
5. Míngua, falta.
6. Pobreza extrema.
7. Acto!Ato de urinar ou de defecar.
de primeira necessidade: diz-se do que é necessário para conservar a vida ou para obter os meios de a conservar.

Obrigado

Miguel disse...

Boa Tarde,
Sou promotor, não posso ir ao centro de emprego escolher candidatos que estejam no Fundo de desemprego,
para emprego directo.

PORQUÊ?

Por favor comentar a situação.

João disse...

JOÃO

Eu diria que os portugueses se têm posto a jeito nos últimos anos para chegarmos a este ponto.
Com uma economia aberta, uma classe politica mediana e uma fraca organização dos recursos humanos só podia dar nisto.
Uma medida que propunha seria em empresas como a AutoEuropa em que são altamente robotizadas e o esforço fisico ser minimo, ser proibida a contratação de pessoas com menos de 50 anos e por os jovens polivalentes noutros sectores.
Isto iria pôr os mais idosos a produzir e os jovens a aumentar a competitividade noutros sectores.

Miguel disse...

Boa Tarde (rectificação),
Sou promotor, não posso ir ao centro de emprego escolher candidatos que estejam no Fundo de Desemprego, para criar emprego directo (isto é: Estando a receber o Fundo Desemprego haveria com toda a certeza muitos voluntários para um dos meus projectos, usando-se o subsídio como arranque da nova empresa).

PORQUÊ?

Por favor comentar a situação.

Cumprimentos,
Miguel Calejo

bonequinhoda bic disse...

Pela adesão aos comentários dá para constatar que em Portugal não existe pobreza.
Depois não se queixem, afinal foi pão e circo que pediram.
Portanto vamos mudar de assunto e falar de bola, pode ser ?
Ah, e não se esqueçam de tocar bem alto na vuvuzela!!!!

Anjos 2 disse...

Temos muitas formas de obter receitas, mas parece que é sempre nos "mais fracos" que recaem as dividas.
Todas as registadoras deviam automáticamente imprimir factura e não talões que para nada servem, parece que sempre que vamos ao restaurante, cafés, padarias, supermercados, ctt etc etc ao pedir factura somos vistos como uns "anormais"!
Existe a prostituição, existem montes de negócios obscuros que fogem aos impostos e geram milhares de euros.
Descontar mais de uma dezena de anos e ver os desempregados e pessoas que por algum motivo na vida teve que deixar de trabalhar a ser tratados como criminosos, enquanto tantos "malandros" que andam em vidas duplas de rendimento minimo e trabalhos obscuros são vistos como uns coitadinhos.
Na mesma família pode ocorrer as implicações todas do PEC, baixar os apoios sociais, passar a pagar as "SCUT´S", pagar mais pelos bens essenciais, e ver o ordenado de um dos elementos reduzido, aumento da prestação da casa...enfim, tudo isto junto é um PEC- Plano endividademento comunitário!