terça-feira, julho 20

Abandono de animais

“Os animais são abandonados durante todo o ano.” Esta crítica é lançada em uníssono por todas as associações que se dedicam a dar apoio aos animais. Todas as justificações são válidas: por mudança de localidade ou emprego, divórcio dos donos ou até mesmo falta de condições económicas. As associações alertam que apesar do pico do abandono ser perto dos períodos de férias, no final de cada ano o saldo de animais “deitados fora” pelos donos ultrapassa os 15 mil.

Convidados:
Ordem dos Médicos Veterinários
C.M. Torres Novas
União Zoofila
Paula Teixeira, cantora

3 comentários:

Anabela disse...

Ao contrário do que seria suposto, o abandono é banalizado pelas próprias instituições públicas (os canis/gatis municipais). Afectos aos departamentos de Higiene e Resíduos Urbanos e pagos pelo contribuinte, os canis e gatis municipais gerem o “excedente” de cães e gatos como se de lixo se tratasse, falhando redondamente no que se esperaria ser o seu papel fundamental: a sensibilização da população contra o abandono e a promoção da esterilização, com o objectivo de reduzir a sobre população de cães e de gatos e a consequente diminuição do abandono.

G. Varino disse...

O modo como se tratam os animais é um parâmetro para medir a civilidade de uma sociedade. Quando se tem um animal doméstico, o compromisso e responsabilidade moral que surge devia ser respeitado. O amor e a dedicação que os nossos animais nos proporcionam deviam ser encarados como algo de sagrado e único. Tenho dois gatos que amo profundamente e seria incapaz de quebrar o laço familiar e afectivo que nos une.

cinda seabra disse...

Tenho 1"Zequinha",1 cão tripata, que 1 dia teve a infelicidade da se cruzar com uns (des)humanos que simplesmente amputaram-lhe a pata e deixaram-no entregue à sua sorte. Adoptei-o atrvés da PRAVI,hoje é 1 cão muito FELIZ adora crianças,ainda tem muito medo de quem não conhece.Eu fiquei mais rica e já não estou sozinha tenho o melhor AMIGO.